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Programadores programam cada vez mais para Linux?


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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59 Respostas

  1. Hugo Gomes says:

    Tao claro é so linhas de comandos para tudo com o linux estao em casa. Hoje em dia tudo se resolve para quem sabe com linha de comandos. Conheci um técnico dos primordios do ms dos ele fazia a backup dos clientes, formatava, e instalava o windows tudo por linha de comandos e metia a backup do cliente e nunca entrava no ambiente windows.

    • Samuel says:

      Não são apenas linhas de comando mas a gratuitidade dos programas de programação entre outros de outras áreas. Eu raramente uso a linha de comandos só quando há problemas.

  2. security says:

    Não me vejo a programar em outro ambiente que não linux ou unix. Mas não desdenho o windows que tem algumas boas ferramentas/linguagens que só com Windows se pode desenvolver. O bom mesmo é ter os 3 mundos e poder optar em conformidade com as necessidades. Mas claramente que prefiro ambientes unix e Linux. Aliás, Windows já não tenho contacto desde o 7 (que ainda é dos melhoriznhos) e desde os meus 16 anos que uso linux em quase toda a totalidade.

    • Vitor says:

      Esperemos que ao escrever as linhas de comando no Linux tenhas um pouco mais de cuidado do que ao escrever em…Português! Essa do “…uso Linux em QUASE TODA A TOTALIDADE” vai fazer “escola”!!

      • security says:

        Em quase toda a totalidade das minhas necessidades oh ‘esperto’. Para bom entendedor…

        • Vitor says:

          As linhas de comando não “entendem” a expressão para bom entendedor…ou são bem ou mal escritas. O correto seria (é)…”desde os meu 16 anos que uso Linux quase na totalidade”! Porque na totalidade quer dizer isso mesmo…de forma total.

      • Fernando says:

        Essa de usar reticências a meio da frase também não é lá grande…Português.

        • Vitor says:

          Não vejo reticências no meio de uma frase…vejo é reticencias no inicio de uma frase entre aspas! Quer dizer que o texto referenciado não foi escrito na totalidade…”isso” é escrever em bom Português. Modéstia à parte…

  3. Fireh says:

    Só não utilizo Linux ainda por 2 motivos, gosto muito de jogar e porque dá erros estranhos em alguns programas que não sei resolver. Se não abandonava o windows por completo (embora não desgoste de windows).

    • arc says:

      Entendo completamente o seu ponto de vista, relativamente a jogos no Windows, mas em Linux, algo se encontra em mudança, como por exemplo Steam e Lutris, que colmatam em grande medida esse óbice e aos quais pode dar uma visita e deixar caso queira os seus comentários.

      Eu penso, que se no seu caso, bem como para muitos utilizadores, existe uma necessidade, por alguma razão de viverem entre os 2 SOs, e se assim for, devem continuar assim mesmo, até as suas necessidades se encontrarem debeladas em Linux e aí poderem migrar para Linux, caso essa seja a opção major, ou entao, esquecerem de vez o Linux, e viverem felizes com o Windows.

      Existe LIBERDADE de escolha, e cada um deve estar ciente das suas necessidades e escolher em conformidade.

      No entanto, é sobejamente conhecido que muitos utilizam ambos em dual boot e vivem felizes. Quem sabe, essa não seja a melhor situação para si?

      Quantos aos erros estranhos, nada melhor do que colocar esses problemas para o Consultório do Pplware.

  4. Pedro Borges says:

    Acredito que o BSD seria superior ao Linux nesse sentido. Já que a GPL limita muito o poder do usuário.

    • arc says:

      Vejamos rapidamente, sem entrar no campo filosófico da questão.

      Nas vertentes, instalação, execução de programas e o real aproveitamento de todos os resultados por eles, tanto a GPL como a BSD, são equivalentes, quer isto dizer, que regulam apenas a cópia, a modificação e a redistribuição de software.

      A licença BSD, permite a total distribuição do código objecto, sem a fonte.

      A GPL, exige que seja fornecido conjuntamente o código fonte, deixando a opção de cobrar o custo de reprodução, ou dar a indicação onde o mesmo possa ser obtido (Internet), ou outra qualquer via.

      A licença BSD, permite que o software seja incluído, no seu todo ou parte, noutro software que seja distribuído sobre outra qualquer licença.

      A licença GPL, ou é tudo ou nada, quer isto dizer, que se eu escrever um determinado programa com milhares de linha de código, e for incluir apenas algumas linhas de código ao abrigo da GPL, a totalidade desse mesmo programa, tem de ser distribuído via GPL.

      Aqui neste ponto da GPL, poderíamos entrar já no campo filosófico da questão, como por exemplo, a permissão explicita para a cópia, no entanto e levantando um pouco o véu dessa problemática, é a falta de reciprocidade, ou seja, é possível incluir o código distribuído sobe a licença BSD em software ao abrigo da GPL, mas não o contrário.

      Adiante…No fundo mesmo é isto no meu entendimento.

      Contrariamente à licença GPL, em que impõe um conceito peculiar e unívoco da liberdade, a licença BSD, entrega a quem vai modificar e distribuir um determinado software, todo o seu direito de poder escolher entre compartilhar ou não, todas as suas contribuições.

      Então vem a tal pergunta: Qual a melhor licença?

      Vejamos rapidamente, sem entrar no campo filosófico da questão.

      Nas vertentes, instalação, execução de programas e o real aproveitamento de todos os resultados por eles, tanto a GPL como a BSD, são equivalentes, quer isto dizer, que regulam apenas a cópia, a modificação e a redistribuição de software.

      A licença BSD, permite a total distribuição do código objecto, sem a fonte.

      A GPL, exige que seja fornecido conjuntamente o código fonte, deixando a opção de cobrar o custo de reprodução, ou dar a indicação onde o mesmo possa ser obtido (Internet), ou outra qualquer via.

      A licença BSD, permite que o software seja incluído, no seu todo ou parte, noutro software que seja distribuído sobre outra qualquer licença.

      A licença GPL, ou é tudo ou nada, quer isto dizer, que se eu escrever um determinado programa com milhares de linha de código, e for incluir apenas algumas linhas de código ao abrigo da GPL, a totalidade desse mesmo programa, tem de ser distribuído via GPL.

      Aqui neste ponto da GPL, poderíamos entrar já no campo filosófico da questão, como por exemplo, a permissão explicita para a cópia, no entanto e levantando um pouco o véu dessa problemática, é a falta de reciprocidade, ou seja, é possível incluir o código distribuído sobe a licença BSD em software ao abrigo da GPL, mas não o contrário.

      Adiante…No fundo mesmo é isto no meu entendimento.

      Contrariamente à licença GPL, em que impõe um conceito peculiar e unívoco da liberdade, a licença BSD, entrega a quem vai modificar e distribuir um determinado software, todo o seu direito de poder escolher entre compartilhar ou não, todas as suas contribuições.

      Então vem a tal pergunta: Qual a melhor licença?

      Pois é DEPENDE…para os fins em causa!

      • arc says:

        Se salgalhada mesmo….refazendo!

        Vejamos rapidamente, sem entrar no campo filosófico da questão.

        Nas vertentes, instalação, execução de programas e o real aproveitamento de todos os resultados por eles, tanto a GPL como a BSD, são equivalentes, quer isto dizer, que regulam apenas a cópia, a modificação e a redistribuição de software.

        A licença BSD, permite a total distribuição do código objecto, sem a fonte.

        A GPL, exige que seja fornecido conjuntamente o código fonte, deixando a opção de cobrar o custo de reprodução, ou dar a indicação onde o mesmo possa ser obtido (Internet), ou outra qualquer via.

        A licença BSD, permite que o software seja incluído, no seu todo ou parte, noutro software que seja distribuído sobre outra qualquer licença.

        A licença GPL, ou é tudo ou nada, quer isto dizer, que se eu escrever um determinado programa com milhares de linha de código, e for incluir apenas algumas linhas de código ao abrigo da GPL, a totalidade desse mesmo programa, tem de ser distribuído via GPL.

        Aqui neste ponto da GPL, poderíamos entrar já no campo filosófico da questão, como por exemplo, a permissão explicita para a cópia, no entanto e levantando um pouco o véu dessa problemática, é a falta de reciprocidade, ou seja, é possível incluir o código distribuído sobe a licença BSD em software ao abrigo da GPL, mas não o contrário.

        Adiante…No fundo mesmo é isto no meu entendimento.

        Contrariamente à licença GPL, em que impõe um conceito peculiar e unívoco da liberdade, a licença BSD, entrega a quem vai modificar e distribuir um determinado software, todo o seu direito de poder escolher entre compartilhar ou não, todas as suas contribuições.

        Então vem a tal pergunta: Qual a melhor licença?

        Pois é DEPENDE…para os fins em causa!

    • lol says:

      fds e’ com cada um neste site vai la vai…

  5. Sandro Santos says:

    Atenção que a pergunta desse inquérito não é em que plataforma desenvolve, mas sim para que plataforma desenvolveu no ultimo ano. A maioria das pessoas que responde com Linux faz Web Development para full stack LAMP. Tendo em conta que a maioria dos webhosts e sites são alojados em Linux, até me espanta não ser mais.

  6. Joao Pedro Reis says:

    Excelente artigo! Uso e abuso do mac para programar e adoro mas linux em virtual machine ou para celerons também é util

  7. Rui Nunes says:

    Se mais de 90% dos PCs do mundo são windows para que raio esta gente perde o seu tempo com linux?

    • Fernando says:

      Espera. Está mesmo a perguntar isso, ou é só para chamar a atenção?

    • arc says:

      Por acaso, até é uma excelente que pergunta, que deve endereçar às seguintes empresas:
      https://www.linuxfoundation.org/membership/members/

      Certamente, essas mesmas empresas, lhe vão dar as suas explicações!

      • Linus says:

        Na realidade a pergunta é meio que ingénua, ou então simplesmente provocatória, porque uma coisa é o que o utilizador básico (não da área) usa, em termos de computador claro , outra coisa é onde correm realmente os serviços a que ele acede pela internet. Já para não falar do android, mas isso é outro assunto.
        O utilizador básico, que é a maioria claro, usa o Windows por este desde início ter a filosofia do simples e fácil, do “in your face” com botões para as coisas básicas de uso comum.
        E não há mal nisso, mas isso é limitativo para todos aqueles que precisam de muito mais elasticidade do software, para aqueles que têm de trabalhar em cima muitos problemas que não se resolvem com um botão.
        Aliás, basta pensar na filosofia do, um botão, uma acção, para se perceber que não funciona para problemas complexos.
        Comentando a notícia, eu até fico espantado é como tanta gente usa Windows para desenvolvimento, a não ser que só desenvolvam para ambiente Windows, não faz sequer muito sentido.
        Depois no gráfico do development environment, visual studio??? E pior, muito pior, em terceiro lugar vem notepad++???
        So isto chega para dizer que aqueles dados não são de confiança.
        Ora se uma das linguagens mais usadas na indústria é Java, não estou a ver ninguém usar o fraquinho notepad++ para programar em java (nem em linguagem nenhuma para ser honesto). Nem mesmo o visual studio é uma opção realmente valida para quem já programa em java, quando há tanta oferta no mercado, melhor e muito mais implementada.
        Já agora, como noutro post lhe respondi, fico a aguardar uma notícia sobre containers para debatermos umas ideias.

        • arc says:

          Como também acho estranho, ver PyCharm e Atom em ultimo.
          Sobre os containers em Linux, eu não sou editor do Pplware como sabe. Aguardemos então.

      • Linus says:

        E já agora, as empresas que estão listadas no link que forneceu, fazem parte, ou patrocinam a Linux foundation Por diversos motivos, e alguns bem obscuros. Não estão todas sintonizadas nos mesmos interesses nem se regem todas pelos mesmos padrões.
        Basta pensar, por exemplo, no último caso da Intel, e da bronca com as falhas de segurança e da solução apresentada pela empresa, mais o que disse o fundador do Linux acerca da solução.
        Infelizmente o Linux está a enveredar por caminhos tortuosos, com muito blob “injectado” por muita empresa.
        As ovelhas tresmalhadas (como o Linux libre ou OpenBSD) ,são sempre alvo e gozo, risota, e pior, boicote pois como não querem usar tal blob, ficam foram do controle das tais empresas bem feitas, as Taís que são Linux friend, ou as que apregoam que adoram o Linux.

        • arc says:

          Pois se existem interesses obscuros, eu não sei, nem tenho formas de afirmar o contrário.
          Essas das ovelhas tresmalhadas gostei mesmo. É claro que o Hurd e o Libre, andam a navegar na maionese do Stallman há muito tempo e por lá vão ficar.
          O OpenBSD, bem pior tá o FreeBSD ao que consta, tá tipo meio queijo suiço, a parte colaborativa parece que andam com a entropia em nivel 0!

          • Linus says:

            O kernel linux-libre pode ser usado, por exemplo, em Debian, Gentoo/Funtoo, Arch, GuixSD, etc, ou seja, não está morto.
            Alias, por falar em Hurd, veja o caso do Gnu Shepherd https://www.gnu.org/software/shepherd/, ganhou vida e está bem vivo, e pode ser uma excelente alternativa ao Systemd num futuro próximo.
            Sim, há pessoas que acham o Systemd um conjunto de muita coisa com potencial para problemas, e infelizmente, uma das empresas bandeira (RedHat) da comunidade Linux “impôs” esta “coisa” ao mundo Linux e agora todas as distribuições mais conhecidas usam isto, alias, é difícil “descolar” do Systemd.

  8. Rui says:

    Pppware – O primeiro gráfico, o qual suporta o título deste post respeita à plataforma para a qual os programadores estão a desenvolver um código e não ao Sistema Operativo usado pelo programador. Essa estatística está mais abaixo no inquérito, onde Windows continua em primeiro lugar. Eu próprio confundi até chegar mais abaixo no inquérito e ver que o SO tinha a sua própria estatística.

  9. Vitor Miguel Correia says:

    Visual studio code veio sem dúvida dar um grande boost à utilização de Linux como SO de suporte ao desenvolvimento. Uma aposta ganha da MS.

    • Linus says:

      Diga?
      A serio? so deve ter programado para ambiente windows então.
      Uma aposta ganha da MS ter finalmente lançado um ambiente de desenvolvimento para Linux? E os que já existem há muitos anos? Foram visionários não?
      Pela sua conversa, antes da MS, a utilização de Linux como SO em desenvolvimento era vestigial. Nada turva a sua visão. Olhe à sua volta, verá vida fora do ambiente MS, alias muito mais vida.
      E a aposta da MS não foi aposta, foi necessidade de se manter viva dentro do movimento opensource, logo manter-se viva é diferente de aposta ganha, certo escudeiro?

      • Cortano says:

        “Pela sua conversa, antes da MS, a utilização de Linux como SO em desenvolvimento era vestigial. ”
        Vai lá ver o relarorio.
        Mais do dobro dos programadores usam Windows como SO da sua máquina de trabalho.

        • Linus says:

          Pois, e quando acordar está mi***
          Só usa Windows (e todo o que lhe está associado) quem precisa mesmo por utilizar ferramentas MS, pois quem não precisa, quem programa em tudo o que são linguagens NÃO MS dependent, não tem interesse nenhum em usar seja o que for da MS, não invente.
          Acha mesmo que alguém quer pagar licenças para usar um SO para programar numa linguagem LIVRE e que vai correr num servidor tb ele em Linux/Unix?
          Ou você está a falar daqueles programadores que fazem aplicações para o Windows? É que se são esses, são provavelmente 100% os que usam Windows lol
          De que planeta veio você?

          • Cortano says:

            Está no relatório! 🙂

            Developers’ Primary Operating Systems
            Windows 49.9%
            MacOS 26.7%
            Linux-based 23.2%
            BSD/Unix 0.2%

          • Linus says:

            Tá bem, leva a bicicleta.
            Também está no suposto “relatório” que o Visual Studio é o ” Development Environment” mais usado, seguido do bloco de notas com cores, o Notpad++ lol
            Se achas mesmo que assim é, parabéns, vives no pais das maravilhas.

          • Cortano says:

            @Linus: apenas referi o que estava no relatório.
            E esta conversa veio na sequência da confusão que o artigo estava a gerar antes de ser corrigido.

            O relatório também diz que grande maioria dos developers são empregados e não freelancers/independentes. Portanto, aquela conversa do porquê pagar se pode ter grátis, nexte contexto, não faz qualquer sentido.

            Não faço ideia se a entidade autora do relatório é credivel ou não, não sei ao certo se alguns dados são realmente assim ou não, não sou developer. Mas trabalho numa empresa que tem umas centenas (se calhar milhares), de developers a trabalhar e usam maioritariamente Windows e não programam so para Windows.

            O que me leva a questionar se a realidade que falas é só portuguesa ou se falas com conhecimento global do mercado de developers – onde se incluiem grandes multinacionais que à primeira vista não sugerem sequer terem developers internos.

          • Linus says:

            “Portanto, aquela conversa do porquê pagar se pode ter grátis, nexte contexto, não faz qualquer sentido.” <- não faz sentido? Depende da politica da empresa, pois se não há mais valia em pagar licenças, pagar por pagar é estúpido.
            Eu já tinha reparado que não era developer, pelo sentido da sua conversa, pois dado o panorama actual, achar que desenvolver em Windows é sequer comparável com a facilidade em fazer o mesmo em linux, é próprio de quem não trabalha na área.
            A realidade portuguesa é que Java é a linguagem dominante e em termos de SO, ha de tudo, mas Linux é muito habitual visto as tecnologias da MAS não serem dominantes.
            A nível mundial, ou melhor, europeu, a diversidade de linguagens é muito maior, e o uso do Windows neste contexto é ainda menos necessário.
            E até lhe digo mais, infelizmente há muitos anos atrás tive de programar em java como back-end em ambiente Windows e jurei para mim mesmo que nunca mais…

      • Vitor Miguel Correia says:

        Pois meu caro, se calhar ainda tu não eras nascido, ja eu desenvolvia componentes em C em Unix usando o editor VI. Depois acho que não deves ter lido o artigo, mas ainda vais a tempo de ver qual é o editor mais usado e por fim não existe neste momento em Linux nenhum editor freeware tão poderoso em integração de extensões de outras linguagens e frameworks tão poderoso como o Visual Studio Code. E a necessidade de entrar no movimento open source quer seja com o Visual Studio Code, que seja com a migração de tudo para GIT ou ainda ter o .NET CORE que corre em qualquer SO, quer tu queiras ou não, foi uma visão realizada com sucesso.

        • Linus says:

          Sabe lá você a minha idade.
          E deve ter programado tanto em C como eu conduzo helicópteros.
          Eu li o artigo, e como sei inglês, ao contrário do senhor, sei o que quer dizer Most Popular Development Environments.
          “…e por fim não existe neste momento em Linux nenhum editor freeware tão poderoso em integração de extensões de outras linguagens e frameworks tão poderoso como o Visual Studio Code.” <– Esta frase é para rir, e reveladora do seu nível de conhecimento. E mais, depreendo daqui que a sua primeira afirmação, tal como tinha eu ironizado neste comentário, é falsa. O senhor não faz ideia do que existe sequer, nem do que custa integrar tecnologia diferente.
          Por fim, a tal visão não foi visão, foi necessidade de reposicionamento no mercado (tardia até), e poderia estar aqui a fazer um desenho que mesmo assim você ou não entendia ou fingia não entender.

        • Linus says:

          E já para que todos os outros que leiam aqui o nosso “tasco”, o que você não disse, ou porque não sabe ou porque é inconveniente, foi isto:
          https://code.visualstudio.com/License/

          Onde está lá escrito isto:
          DATA. The software may collect information about you and your use of the software, and send that to Microsoft. Microsoft may use this information to provide services and improve our products and services. There may also be some features in the software that enable you to collect data from users of your applications. If you use these features to enable data collection in your applications, you must comply with applicable law, including providing appropriate notices to users of your applications.

          Posto isto, o senhor se quer dar música, deve de ir aprender primeiro a tocar um instrumento.

  10. an says:

    Desculpem lá, essas estatísticas estão erradas, e são meramente propaganda. Os programadores não programam mais para Linux. O problema é que os programadores não sabem programar em Linux, ficam com muita, mas muito muita dificuldade e então fazem perguntas no stack overflow.

  11. Unknown says:

    PEssoalmente prefiro o windows talves porque já uso há muitos anos, talves porque para resolver um problema já sei de cor onde aceder e o que fazer.. Acerdito quem uso linux à muitos muitos anos aconteça o mesmo e assim ache mais facil trabalhar em linux. Agora para o utilizador comum, e isto incluindo programadores acho o linux de longe o mais facil de trabalhar.. só para corrigir bugs a instalar novo software quando faltam librarys ou isso ui
    Being honest.. acho que a razão porque vemos muito pessoal a preferir programar em linux é só uma, look cool! Mas pronto isto é só a minha opinião..

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