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A acessibilidade para todos na Internet: um direito ou um favor?

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Maria Inês Coelho


  1. João de Sousa e Silva says:

    Cara Maria Inês Coelho e Tomás Pereira, onde estuda o Tomás? Que curso tem essa Unidade Curricular? Melhores cumprimentos
    Cara Maria Inês
    Coelho e Tomás Pereira, onde estuda o Tomás? Que curso tem essa Unidade Curricular? Melhores cumprimentos.

    • Tomás Pereira says:

      Boa tarde João!

      Estudo no Instituto Politécnico da Guarda, no Curso Técnico Superior Profissional de Desenvolvimento de Aplicações Informáticas. A unidade curricular é a de Acessibilidade e Usabilidade de Interfaces. Foi no âmbito dessa disciplina que realizei o relatório sobre o Pplware, que levou à escrita deste artigo. Espero ter ajudado!

      Tomás Pereira

  2. Goncalo says:

    Infelizmente ainda ha muito website sem qualquer implementacao de acessibilidade e usabilidade, e os poucos que teem alguma coisa deve ter sido por engano.
    Infelizmente hoje em dia ha muita gente a trabalhar em Web Development que nao estao minimamente atualizados, outros nem formacao qualificada teem, o Ze da esquina pede ao filho do amigo para lhe fazer o website, usam-se templates, copia daqui e dali, entretanto ate ficou bonito, a palavra espalha-se e ele acaba for fazer uma boa quantidade de websites, ate pode a vir a abrir o seu proprio negocio. Mas, faca muito ou pouco, esta mal feito, por falta de conhecimento, de formacao, ate mesmo por achar que nao faz falta (pois como nunca foi formado nisso nem sequer lhe atribui a importancia devida).
    TODOS os que se aventuram em Web Development TEEM que pelo menos ter conhecimentos basicos de SEO e acessibilidade e usabilidade.

    • Artur Peralta says:

      Concordo plenamente contigo que hoje em dia qualquer um arasta umas coisas com template builder no wordpress instalado com 1 click, instala milhões de plugins para fazer coisas básicas como por exemplo colocar o google analytics, e não sabe codificar 1 linha de código. Depois o site é hackeado e a culpa é dos malandros que “hackeam” sites sem protecção nenhuma…

      Por outro lado discordo com a tua ultima frase. Não acho nada necesário para o desenvolvimento web saber de SEO. Isso é para os “marketeers”. Quem desenvolve, seja web ou não, tem que fazer o que outros idealizam e resolver problemas do utilizador (cliente), … O famoso “make it happen”.

  3. Tiago Realinho says:

    Eu sou cego, e uso o poware sem grande problema no geral… claro que sempre pode ser melhorado, mas acreditem, visito sites bem mais complexos e inacessíveis que o pware… se há sempre onde melhorar, claro que sim, mas ao menos para mim, o pware não é dos sites piores apesar de tudo.

  4. 111111a says:

    Tornar os conteudos acessiveis a todos, implica investimento por vezes, coisa que muitas entidades não estão dispostas a gastar para beneficio de uma minoria.

    • Alfie says:

      Minoria?
      Saberás que em Portugal 10% dos cidadãos são portadores de deficiência (uma qualquer)?
      Deves pertencer ao grupo minoritário dos atletas que não são capazes de olhar à volta!
      Nota: faço parte do grupo dos deficiêntes

  5. Tiago André Silva says:

    Bom dia, sou cego e de facto o pplware não é dos sites mais inacessíveis que existe. Porém, sendo um “centro tecnológico”, deveria estar na vanguarda da acessibilidade. Por exemplo: quando fazem tutoriais e colocam no passo-a-passo imagens exemplificativas, poderiam colocar sempre a informação do que está na imagem. Exemplificando: quando se coloca uma imagem de ir às preferências de um programa, devia ser complementado com: ir à barra de menus, depois opções, depois preferências. Fica a dica.

    Para o colega 111111adesculpa discordar. A acessibilidade não via a construção de soluções para minorias, mas sim a construção de soluções para todos (universalidade). Aos construíres um site acessível, não estás a fazer um site para surdos, cegos, mudos, com paralisias (em resumo com algum tipo de incapacidade), mas sim um site onde os magros, gordos, altos, baixos, os avozinhos, a tia avó entre outros poderão aceder.
    Repara que, se um site tiver a opção embutida de aumentar os caracteres ou de configuração do contraste das cores do site, poderá possibilitar a tua avó a visitar, por exemplo, o pplware.
    Abraço

  6. Tiago André Silva says:

    Mais duas notas:
    – enalteço trabalho realizado pelo pplware em lançar algumas notícias e artigos sobre acessibilidade, motivando-os para continuar com esse trabalhp. Talvez fosse interessante convidar alguém especialista nesta área, a fazer um conjunto de artigos de como tornar, por exemplo, sites acessíveis;
    – Existem no mercado profissionais de TIC, formados nas melhores faculdades de engenharia portuguesasque certamente estarão disponíveis apra contribuir nas vossas empresas (nota de interesse: não sou formado nesta área);

    Cumprimentos

  7. jone says:

    “um direito ou um favor”
    Nem uma coisa nem outra.
    Na verdade temos poucos direitos na vida, embora muitas pessoas confundam direitos com serviços e achem que tem direito a tudo e mais alguma coisa.
    Neste caso, a acessibilidade não é um direito nem um favor. Quem publica tem todo o interesse em chegar ao maior número de pessoas. Esquecer minorias é uma estupidez.
    Na construção de sites não é assim tão dificil prever que os leitores de ecrã não conseguem ler imagens, mas apenas textos.

  8. Carlos Manuel Raposo says:

    Em primeiro lugar parabéns pelo artigo. Acabo de apresentar a minha dissertação de mestrado em Novos Media e Práticas Web sobre “Acessibilidade dos Sítios na Web do Governo e das Instituições Públicas em 2015” e aproveito para partilhar algumas observações convosco. Este tema interessou-me pois enquanto desenvolvedor de websites quero chegar a todos os públicos independentemente das suas caraterísticas. Em Portugal, segundo o censos de 2011, 18% da população, com mais de 5 anos, tinha alguma dificuldade em realizar pelo menos uma das 6 atividades diárias e este indicador ultrapassava os 50% ao considerar a população com idade igual ou superior a 65 anos (INE, 2011). Importa dizer que a acessibilidade dos sítios do governo e das instituições públicas é obrigatória segundo leis internacionais, leis europeias e lei portuguesa. A RCM nº 91/2012, de 8 de novembro, determina que:
    – todos os sítios na internet que disponibilizem exclusivamente informação estão obrigados a cumprir o nível A das WCAG 2.0, a partir de 8 de fevereiro de 2013.
    – todos os os sítios na internet que disponibilizem serviços online estão obrigados a cumprir o nível AA das WCAG 2.0, a partir de 8 de fevereiro de 2013.
    No entanto, dos 96 sites do serviço públicode avaliados com o AccessMonitor da UMIC apenas 5 se mostraram conformes com a lei. Repeti a avaliação agora em 2017 e os resultados permanecem idênticos.
    É uma verdadeira falta de atenção que resulta em descriminação. Os custos da acessibilidade não representam mais de 5% do custo total do website e podem trazer muitos mais utilizadores ao sistema. Não é difícil fazer websites sem barreiras já que existem vários validadores que testam os websites, indicam os erros e apresentam as soluções. É só uma questão de boa vontade e bom design. Para além do mais, está na lei.

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