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Teclados: Conhece todos os géneros existentes?


Autor: Marisa Pinto


  1. Hugo Cunha says:

    Falta o AZERTY… de resto tem ai alguns que nunca tinha ouvido falar…

  2. Rui says:

    Falta o teclado Português HCESAR que era usado nas máquinas de escrever …

  3. Italo says:

    O Dvorak é uma ótima alternativa, mas é muito pouco usado por aí. A oferta de teclados nesse formato é muito pequena, o que eu vejo são pessoas que compram teclados em branco pra usá-lo ou compram adesivos, porque é realmente um saco usar um layout com outro impresso nas teclas.

  4. Alucard says:

    Conhecia o teclado Dvorak, os outros nem por isso.Nunca escrevi com um, contudo. Mas o QWERTY já está tão enraizado em nós que mesmo que não seja o mais optimizado para a língua portuguesa, mudar de layout seria contraproducente. É mais um monopólio no mundo informático, mas deste não me queixo 😉

  5. nfvponte says:

    Também podiam ter mencionado o teclado alfabético e o ‘recente’, mas em breve extinto, teclado de telemóvel/telefone…

  6. Filipe says:

    Possivelmente o usado para escrever este artigo tinha umas teclas trocadas.. eheh 😛

    Mas acima de tudo gostei. Não conhecia nenhum para além do DVORAK.

    Abraços \o

  7. Fausto says:

    O que eu acho engraçado é que o teclado usado em Portugal é diferente daquele usado no Brasil. Deveria ser a mesma coisa.

    • coco says:

      Apesar de ambos serem qwerty, os acentos e outros caracteres estão em locais diferentes. Penso que é diferente em quase todos os países, mesmo utilizando o qwerty. Não percebo porque variam esses caracteres de país para país.

      Variava-se muito de país para país eram as letras, para facilitar os caracteres mais utilizados a não encravar aquando a digitação rápida.

    • FDAD says:

      A língua é a mesma, e até os assentos não usados no Português de Portugal (Pré AO 1990 no Brasil) como o trema, estão presentes na mesma.

  8. Simões says:

    Acho que é uma questão de nos enraizar o layout.
    Já me aconteceu trocarem-me algumas teclas do teclado e só reparar alguns dias depois. Nunca olho para lá.
    Por vezes, a trabalhar em máquinas que tem Windows XP em Francês, temos o teclado configurado para o idioma Português. Então, temos teclas de um AZERTY a responder a uma configuração QWERTY. Aí, nem pensar em olhar para as teclas para não se confundir!
    Bom artigo, desconhecia alguns.

    • Emannxx says:

      Também já me aconteceu, mas foi na escola… os putos mais novos têm a mania de andar a trocar as teclas todas dos pc’s de lá, certo dia dei por mim a escrever num desses pc’s (não tinha levado o meu…) – e já tinha um enorme texto escrito. Entretanto vem um colega, para trocar comigo, e este ficou todo “WTF” ao ver que as teclas estavam todas trocadas de sitio, e eu não tinha dado por nada.

      Lá está, é uma questão te “enraizar” o layout do teclado… como se tivesse-nos uma imagem dele guardada no cérebro.

  9. Kenny says:

    “Quando me perguntam porque é que os teclados, QWERTY, não têm as letras dispostas por ordem alfabética, respondo aquilo que li algures num livro de curiosidades: as letras começavam por estar por ordem alfabética mas, devido às pessoas já as decorarem, escreverem rápido e se atrapalharem, decidiu-se trocar as letras para que o ritmo e velocidade da escrita fosse a mais adequada ”

    Penso que este paragrafo não esteja correcto pois o motivo pelo qual os teclados qwerty terem esta disposição vem do passado em que se escrevia recorrendo a maquinas de escrever onde cada tecla tinha um mecanismo “tipo catapulta” o que levava a que ao escrever certas palavras mais rapidamente essas ficassem presas umas nas outras. Pois as primeiras maquinas de escrever tinham mecanismos tão rudimentares que se teve de “dividir” as letras em duas partes. De resto muito bom =D

    • Marisa Pinto says:

      eheh, eu não coloquei como sendo uma “verdade científica”, mas sim o que li num livro de curiosidades algures. No entanto ambas as “teorias levam à mesma explicação, a de que o objectivo do QWERTY era a de colocar os utilizadores a procurarem as letras, de forma a escreverem mais calmamente. Parece que hoje voltou tudo ao mesmo, uma vez que quem está habituado a escrever, já nem olha para o teclado, eheh 🙂

      • naoliveira says:

        Marisa, o objectivo da disposição desses teclados não era para se escrever mais calmamente, mas sim o inverso,conseguir escrever o mais rápido possível.
        Como o Kenny disse, para evitar que as letras ficassem presas umas nas outras,chegou-se àquela disposição de letras, que evitava ter de esperar que uma tecla voltasse ao lugar para carregar noutra.
        Para quem já escreveu numa máquina de escrever mecânica percebe perfeitamente o problema 😉

  10. Redhawk says:

    O AZERTY é uma falha imperdoável, foi o teclado mais usado em Portugal até aos anos 90…

    • Marisa Pinto says:

      Credo.. imperdoável é muito..! AZERTY e QWERTZ são mais conhecidos. Quis, com o artigo dar a conhecer alguns menos comuns, menos conhecidos. Já estou perdoada? eheh

      • Redhawk says:

        O “imperdoável” não foi em sentido pejorativo, mas apenas sublinhando o facto de ter sido o teclado mais usado em Portugal até aos anos 90. O artigo é muito bom, e falhas ou esquecimentos haveria sempre.

  11. Alex Rodrigues says:

    O layout PT é muito pouco produtivo para programar C porque temos de fazer shifts e alts para as teclas mais usadas: ({[]})_”;/
    Neste momento tenho o meu próprio layout para não ter de usar shit ou alt para escrever código.

  12. LC22 says:

    Bom tema!! Alguns desconhecia! Contudo… é melhor rever o texto… pois existem bastantes erros!! =P Continuação de bom trabalho!!

  13. NT says:

    Por acaso já andei durante umas duas semanitas com o layout estilo DVORAK modificado para a língua portuguesa (PT-BR mas é quaaase a mesma coisa) e sem dúvida já estava a “entrar” no esquema e a escrever bem mais rápido e sem levantar tanto as mãos (preguiça). Infelizmente tive que deixar de lado essa prática pois trabalho a dar assistência a computadores o que nos primeiros dias de trabalho, depois de estar de férias umas semanitas parecia que tinha os dedos atrofiados e ainda andei, tipo galinha a escrever só com dois dedos… É pena que não se ande mais para a frente com layouts alternativos, penso que para muita gente (principalmente programadores ou pessoal que passa o dia a escrever no PC) deveriam experimentar essas alternativas mas tenham sempre em atenção se vão usar sempre o mesmo computador ou que conseguem mudar o layout rapidamente.

  14. Rogério says:

    Marisa Pinto, uma curiosidade, nesta frase: “…as letras começavam por estar por ordem alfabética mas, devido às pessoas já as decorarem, escreverem rápido e se atrapalharem, decidiu-se trocar as letras para que o ritmo e velocidade da escrita fosse a mais adequada.”

    Não é bem assim, o grau de dificuldade na decoração das teclas será quase a mesma e a velocidade de escrita é também quase a mesma, depende de pessoa para pessoa.

    Acho que até desta disposição QWERTY é mais fácil para decorar a posição das teclas devido ao posicionamento dos dedos.

    Era só uma curiosidade, nada mais.

    Em relação aos teclados, conhecia quase todos com a excepção do teclado português, DVORAK e do MALTRON.
    Apesar de só ter “trabalhado” com o QWERTY, AZERTY e COLEMAK.

  15. Rui says:

    Boa noite 🙂

    Bem, de facto não conhecia assim tantos géneros de teclados O.O
    E não duvido que exista mais, se não for mais, inventados pessoalmente 😛

    Apenas uma pergunta, porque nenhum tem o travessão?

  16. Olly says:

    Apenas um complemento/correcção:
    A disposição das letras no teclado não tem a ver com o facto de obrigar as pessoas a procurar as mesmas no teclado, antes pelo contrário, é uma forma de optimização de escrita. As teclas estão dispostas por forma a que as combinações de letras mais digitadas estejam mais próximas dos nossos dedos (for assim dizer) evitando que as mãos tenham de percorrer todo o teclado apenas por uma simples letra, daí o AZERTY estar optimizado para o português enquanto que o QWERTY está para o inglês.

    De recordar que estas disposições foram criadas quando a máquina de escrever era rainha e quando era exigido às dactilógrafas serem capazes de escrever um texto A4 sem olhar sequer para o teclado e a um ritmo de X letras por segundo.

  17. Paranoiasnfm says:

    Artigo muito interessante!
    Faltou apenas os outros dois muito conhecidos, de que já se falou nos comentários… de resto, foi total novidade, pois não conhecia nenhum dos outros. 😀

  18. r0ckf3l3r says:

    BTW, a história sobre os teclados QWERTY não está muito bem apurada.

    Os teclados QWERTY nasceram da necessidade de tentar que as máquinas de escrever encravassem menos na fita (separando-se as letras mais utilizadas em dois blocos – esquerda e direita).

  19. xzcxz says:

    Os teclados de acordes é que em principio são os mais rápidos de escrever. No entanto são os mais complicados de aprender =X.

    http://www.gizmodo.com.br/conteudo/este-disco-voador-com-cinco-botoes-poderia-substituir-o-seu-teclado-inteiro/

    • MS says:

      Boa dica, não conhecia, mas duvido que seja o mais rápido. Se reparares, mesmo com treino tas concentrado em apenas uma letra de cada vez, já num teclado “normal” pensas na palavra e os teus dedos automaticamente digitam a palavra toda.

      Estes é quase o mesmo que estar a escrever o ASCII em binário directamente. Talvez para smartphones seja utilizável.

  20. MS says:

    A ver quando é que aparece um teclado optimizado para o novo acordo ortográfico, sem acentos nem ‘h’.

  21. B Meireles says:

    Que é feito do HCESAR? O teclado português?!

  22. Eu não sei se no Brasil já existiu algum outro além do QWERTY, mais mesmo assim, achei bem legal o DVORAK e o MALTRON…

  23. Paulo says:

    Acho que hoje em dia ainda é possível usar as antigas máquinas de escrever.

    http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1387779/Who-needs-keyboard-plug-typewriter-computer.html

    😀

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