Portugal: “Dar um toque” para controlar trabalhadores?


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49 Respostas

  1. Bruno says:

    Acho que essa coisa que chamam de pessoa, que deu uma ordem dessas, de Humano tem muito pouco.
    Mas infelizmente , todos nos sabemos como é o mundo real do trabalho… Empresas como a Sonae onde nao te obrigam nem pedem para ficar ate depois da hora de trabalho, onde nao pagam horas extra,mas o numero de funcionários é tao drasticamente deduzido que se torna impossível fazer todas as tarefas sem ficar ate depois da hora de trabalho por muito que se corra…

    Acho que todos percebemos bem onde empresas como esta querem chegar com estas praticas. Já para nao dizer que nos últimos tempos so “contratam pessoas ” por empresas de contrato temporário… Enfim

  2. tiago says:

    “Qual a sua opinião sobre este assunto? Pode o telemóvel substituir o relógio de ponto?”
    Se o equipamento for adquirido pela empresa, a assinatura paga também, e o trabalhador concordar, é uma proposta como outra qualquer entre empregador / empregado. O empregado ganha um pacote de comunicações e o empregador um relógio de ponto. Mas não me parece que tenha sido este o caso 😉

    • sómaisum says:

      Eu poderia considerar isso uma resposta a tentar parecer politicamente correcto, mas, querem um relógio de ponto? Invistam num… Os Hospitais, até muito pouco tempo, (5 anos?) não havia relógios de ponto (biométricos nesta caso), e depois de haver, a única diferença que existe, é que em vez de irem beber café primeiro, por exemplo, vao marcar o ponto.. depois vão ao café. Ou, são quase crucificados para ir marcar o ponto quando acaba o turno, independentemente de terem de ficar mais 2 ou 3 horas…
      Onde trabalho, falou-se em colocar um relógio de ponto, devido a apenas 1 trabalhador que abusava sistematicamente (era só 15/20 minutos, mas era todos os dias). A desvantagem, era todos os que não saiam à hora d fecho, mas sim passado 2 horas. Ai a matemática não era favorável para o empregador…

  3. Luís M says:

    A minha opinião é que há demasiados idiotas como chefes, dai que as empresas nacionais são tão pouco produtivas.

  4. Theboice says:

    Bem.. a minha modesta opinião é de que a trabalhadora deveria levar um correctivo por obedecer a uma ordem de mer**da durante um mês…

  5. Ricardo says:

    Os abusos do patrão, como é habitual…

  6. Rui Sousa says:

    O tribunal deu-lhe razão, e agora…?

  7. Lisbon lover says:

    Tá certo que com os telemóveis não há desculpa para chegar tarde, mas isto é ridículo, faz-me lembrar aquela história de ligar ou desligar o e-mail fora do expediente. Isto só nos rebaixa moralmente, e reduz a confiança com a empresa.

  8. Sérgio E. says:

    Se os patrões tivessem tanto zelo em pagar as horas que se fazem a mais à borla como têem para controlar os horários de entrada e saída, nada disto acontecia…

  9. Luís says:

    Acho estranho foi o tribunal ter decidido s favor do trabalhador. geralmente os tribunais decidem a favor do patrão. Tendo já assistido a uma juíza ter chamado maluco a um empregado que tinha ido a tribunal contestar um despedimento ilegal.

  10. Homo Erectíssimo says:

    E ainda dizem que não há controlo nas empresas e por aí fora…É o que se vê !!

  11. PAPAJOE says:

    Se a empregada chegasse sempre 2 horas atrasada e saísse sempre 1 hora mais cedo…

  12. RJCA says:

    Esta notícia é um anedota pegada mas não me admira nada, eu como funcionário publico agregado desde há 2 anos num novo serviço já me foi cravado pela minha chefe o meu numero pessoal de telefone. Sabem o que lhe respondi? Que nos Correios também vendem telemóveis e cartões…

  13. regreço à escravidão que seja para ti e para mim não ... says:

    O que se passa em Portugal é qualquer coisa grotesca que cada vez mais roça a escravidão, no mínimo…e por vezes com culpa quer da ACT como dos trabalhadores como dos Governantes sejam eles do poder central como do poder local simplesmente porque permitem determinadas praticas nada corretas, dignas ou legais . Actualmente vê-se empresas em que os seus gestores sem escrúpulos além de faltarem às suas mais elementares obrigações legais para com os seus funcionários e para com o próprio Estado / S. Social tentam que seja o próprio funcionário a cobrir ou suportar com os custos que a eles ( ou às empresas ) diz respeito como por exemplo os meios de comunicação ou as mais elementares condições de trabalho mais que previstas em lei…cada vez menos trabalhadores para mais e mais trabalho … alguns trabalhadores ( fracos em toda a linha deixam quer por medo como por desconhecimento ou mesmo por incompetência ou porque lhes convém de alguma forma … ) A ACT ou o misterioso do trabalho como é sabido avisam as empresas antes das inspecções ( o que é uma vergonha … ). O poder local estimula a precariedade de varias formas , que por vezes se não é mais parece ser um conluio para beneficiar a empresa A ou B … deixando a resolução para os tribunais atulhando-os de processos … Aquilo que se tem visto ultimamente em Portugal, o povo tem que fazer as escolhas certas e sentir~se . Não existe outra maneira de se alterar o que esta errado . É necessário que o cidadão participe mais e mais ou vai virar escravo, isto se já não o é … Um bom gestor seja ele privado ou ” estatal ” não sonega direitos nem foge as suas obrigações . O bom trabalhador não foge as suas obrigações mas tem que exigir os seus direitos. Podia falar muito mais mas vou ficar por aqui .

    • Correia says:

      Subscrevo tudo o que aqui foi escrito, faltou acrescentar o papel dos sindicatos que defendem sindicalizados (e mal…) e não os trabalhadores.
      Sobre quem falou da Sonae, como ex trabalhador tudo correto.
      Estamos entregues à sorte. E quem não teve a sorte ou a facilidade de acabar ou começar a faculdade, pouco mais resta do que ser tratado pouco acima de bicho.
      Começo a compreender finalmente aqueles que não saiem de casa pelo ordenado mínimo.
      Não é dignificante nem honroso. É só pela questão de não ser subsídio dependente. E pelo estigma que isso traz. Receber 560 e gastar metade disso em despesas diretas com o trabalho em sim é quase como trabalhar para conviver e comer.

  14. Sérgio J says:

    Provavelmente a empresa não queria colocar relógio de ponto a todos os funcionários mas apenas a esta funcionária em particular. A medida parece pouco ortodoxa, mas nao conhecemos a história toda. Porque foi aplicada a medida?

  15. vtxra says:

    Então, se era com base no toque que o patrão sabia que ela chegava a horas… ela podia dar o toque e estar na praia…. ou o patrão fazia a ronda para saber se tinha chegado?

    De qualquer das formas, para mim “picar” o ponto não é sinonimo de produtividade e mts patrões so veem quando o empregado faz horas (ou minutos) a menos… qd ha tempo extra esta tudo bem.

    Eu defendo a teoria que: desde que o trabalho seja feito, não deveria ser necessario “picar” o ponto….

  16. mojorisin says:

    eu ainda não percebi como é que controla a hora da entrada do funcionario com um toque para o telemovel.
    deve faltar algum elemento na noticia. a funcionaria tinha que dar um toque para o telemovel do patrao a partir de que telefone? na noticia não especifica.
    é que se é de telemovel para telemovel, bem pode dar o toque a partir de qualquer lugar

  17. joka montanelas says:

    É por isso que este pais não vai a lado algum. Basta ver os comentários.
    No geral o Português é manguela, odeia trabalhar e não gosta de hierarquias. Basta escutar a palavra patrão para gritar contra.
    Inteligentes, o registo de ponto é obrigatório, não é porque o patrão quer! Basta ler a Lei do trabalho.
    Na minha empresa eu confio nos meus funcionários, não quero saber deste registo para nada, que não seja pelo facto de ser obrigatório.
    De qualquer forma o meu registo de ponto permite a interação por chamada telefónica, é uma facilidade que este sistema fornece aos meus funcionários.
    Gostaria de saber em que Artigo do código do trabalho a justiça se apoiou para determinar que esse registo não pode ser efetuado por chamada telefónica.

    • JJ says:

      Acho que qualquer cidadão, gosta de trabalhar e ser reconhecimento monetariamente o seu trabalho. Não é fazer o trabalho de 2 pessoas, estar na empresa mais de 8h por dia, e apenas receber o ordenado mínimo. O trabalhador, que se recusa a fazer horas e apenas a fazer o trabalho de 1 pessoa, é visto pelo patão como “não gosta de trabalhar”.

      Alem disso, para muitos patrões o trabalhador ideal, e aquele que na realidade, passa 6 horas do seu dia de trabalho a não fazer nada, para a 2 horas do fim do seu horário, começar a fazer aquilo que devia ter feito assim que entro no local de trabalho, e depois sai 1 ou 2 horas depois para fazer tudo o que tinha de fazer…

      Em relação ao registo de ponto por telefone ou por outro qualquer sistema, não é impeditivo para nenhuma empresa, agora tem de ser um registo igual para todos os trabalhadores.

    • Rui says:

      O empregador deve manter o registo dos tempos de trabalho em local acessível e por forma que permita a sua consulta imediata. (não me parece que o método descrito na noticia cumpra).
      Aceito que quem tenha colaboradores (funcionários) a trabalhar fora o registo por telefone seja aceitável.
      Todos sabemos que cumprir o horário não é sinonimo de produtividade.
      Não me revejo na sua descrição do Português (Geral).
      até sabemos que o Português devidamente incentivado é dos melhores do mundo.
      Cumprimentos

      • Correia says:

        Português incentivado é todo o português que recebe bem e que como tal se esforça para manter um ordenado que não vai receber em mais lado nenhum.
        Mais de 300000 estão fora dessa margem e por estão se a borrifar para a palmadinha nas costas.

  18. Sergio says:

    Nunca ouvi que tal coisa não fosse permitida ou viável, é um sistema que até poupa uns tostões à empresa.
    O problema moral que existe em tudo isto, é que esses tostões poupados, pela mesma empresa, numa esmagadora maioria dos casos nunca é direccionado para premiar ou motivar o trabalhador.

    Quanto aos patrões/chefes em Portugal, a minha opinião pessoal é que nem sempre percebem que têm de dar o exemplo e em muitos casos não sabem instruir ou gerir, apenas tentam mandar.

  19. piri_vm says:

    Imaginando que eu tenho um escritório ao qual só tenho uma funcionária, e em que eu desconfio que anda a fazer horas a menos.
    Como função do trabalho, exijo que ela todos os dias as 9:00, 12:00, 14:30 e 19:00 me ligue para dizer se temos correio novo ou se alguém entregou alguma encomenda.
    Eu não posso exigir isso do meu empregando?

    • JJ says:

      A meu ver o problema esta logo mal colocado!
      O que importa realmente? E o funcionário fazer 8h ou chegar ao fim do dia com todo o trabalho feito?

      Qualquer das formas, em relação ao problema colocado… solicitar essas chamadas, não existe nada contra. Mas isso é ligar, não é dar um toque…
      Depois, para despedir um funcionário por atraso ou não cumprimento do horário, tem de mostrar provas concretas (caso vá para tribunal), não é registo de chamadas telefónicas…

    • RJCA says:

      É simples, o amigo em vez de ter o cu na praia vai trabalhar também. Aí pode “controlar” quem trabalha consigo em vez de tar a ver as gajas na praia…

    • Jonas says:

      Típica conversa de patrão idiota que só é empresário por ter herdado o negócio do pai, ou à custa de negócios poucos claros.

  20. Rui says:

    Se for do telefone da empresa podes… mas isso não será registo de ponto serão funções atribuídas.
    mas deixem-me fazer aqui um comentário: cumprir o horário não é sinonimo de produtividade tanto no estado como no privado, tenho colegas que cumprem rigorosamente (até fazem umas horas a mais) e produzem muito menos do que outros colegas mais baldas nos horários.

  21. JB says:

    A sentença refere que foi aplicada uma medida grotesca a um funcionário. Deviamos era saber o nome desta empresa para lhe aplicarmos a medida salutar de não lhe comprar nenhum produto ou serviço.

  22. 123asdasd123123123123 says:

    “É manifestamente incompreensível que a ré pretenda, após mais de 20 anos de serviço da autora, impor-lhe um controlo da pontualidade e assiduidade como o que se descreveu”, concluiu o tribunal.

    que afimação ridicula 😀
    agora por trabalhar num sitio à 20 anos, não me podem aplicar novas regras… ( nota que não tou a comentar se a questão do toque é correcta ou não)

  23. Pedro Goncalves says:

    Aqui o problema nao é o dar o toque. É uma ideia para poupar no relogio de ponto(que agora sao baratos),ocolaborador da um toque do telefone fixo para o patrao assim elesabe q o funcionario chegou. Nao é pratico, mas é valido… A grande questao aqui é q essa pratica foi atribuida para incomodar a colaboradora, penso q so ela tinha de o fazer, era claramente assedio paea ela se fartar e sair. Se o patrao chegar a empresa e disser de forma igual a todos. Agora para controlar a pontualidade vai ser de x forma, podemos chama-lo antiquado mas n ha motivo para n cumprir. Aqui neste caso foi claramente uma forma de tentar q ela saisse de graca. Agora falta tambem saber o q o levou a isso. É como os 99% dos patroes pede mundo e fundos, ou a colaboradora tambem é como infelizmentr muitos q n colabora c objectivos. Ha q saber a razao dele tambem

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