PplWare Mobile

Elizabeth Warren, a presidenciável que quer destruir a Google, Apple e o Facebook


Desenvolveu desde cedo o gosto pela escrita e comunicação. Em leis formado, tem como hobbies a aquariofilia e a música. Mas é na tecnologia que encontrou o seu expoente máximo e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo.

Destaques PPLWARE

  1. Gonçalo Oliveira says:

    Acho que mais depressa veremos as plataformas tecnológicas a fazerem campanha contra esta senhora. Mas num país tão fortemente orientado à liberdade económica, não é fácil alterar a lei da forma que a mesma está a propor.

  2. Cortano says:

    A ideia geral é boa, afinal, hoje em dia quem é que vai criar uma empresa para concorrer no mesmo mercado que a Amazon? Acho que ninguém, porque não têm hipóteses.

    Por outro lado, a Amazon tornou-se no que é porque se tornou grande! Porque cresceu e isso trouxe mais poder e dinheiro para desenvolverem o seu produto.

    Já o caso do FB e Google é diferente – o FB detém multiprodutos seus a competir entre si. Em termos de concorrência, o FB jamais poderia ser detentora do FB Messenger e WhatsApp. Nem o FB e do Instagram.
    Plataformas competidoras so mesmo dono?!? Isto é completamente anti-mercado.
    A Google mais ou menos a mesma coisa. Tem diversos produtos que concorrem entre si ou tem uma posição tão dominante que não dão espaço a outros (normalmente, como diz o artigo, compram e partem os potenciais concorrentes aos pedações)

    Apple. A Apple é diferente, porque, que me lembre, a Apple não tem o monopólio em nada. Nem sei porque a senhora embirrou com a Apple. Deve ser pelo valor da empresa, mas aqui só se obrigar a todos os isheeps a frequentarem cursos de “abre olhos”.

    Estou espantado pela senhora não ter falado da Microsoft! 😀

    • Brasão SS says:

      A senhora embirrou com a a Apple, simplesmente por isto.
      “A senadora Elizabeth Warren afirma ainda que as empresas como a Apple, Google, Amazon e Facebook têm por hábito comprar e desmembrar a concorrência.”
      Agora o que não percebo é ela não ter mencionado a Microsoft.
      Se calhar quer é “arrumar” com as outras gigantes para favorecer a Microsoft.
      Microsoft fan girl? Provavelmente…
      Ou então não considera a Microsoft uma empresa gigante.
      Essa do valor da empresa não tem ponta por onde se pegue. O valor de mercado da Microsoft também é muito elevado.
      Até agora era a perseguição à banca americana, pois tinha mais poder financeiro que o próprio governo, agora é a vez das tecnológicas, pois ameaçam pela mesma razão.
      Enfim políticos!
      Esta já está na lista negra das tecnológicas.
      Ou muito me engano, ou nem lá chega.

    • MiguelC says:

      A apple tem muitas ideias que apenas prejudicam o consumidor, e como nunca lhes acontece nada, as outras empresas copiam-nos!
      Quem foi a primeira empresa a colocar baterias não removiveis nos portateis? Para quando a bateria ficar viciada, o consumidor não poder trocar a bateria e ficar mais tentado a comprar um portatil novo.
      Quem foi a primeira empresa a soldar as ram e discos à board dos portateis para os seus consumidores não poderem fazer upgrade? E também para assim poderem pedir +500€ por um portatil que apenas tem mais 500GB que a versão anteiror.. visto que o consumidor mais tarde não vai ter a possibilidade de trocar de disco..
      Quem foi a primeira empresa a fazer com que seja complicado abrir o smartphone de modo ao consumidor não poder facilmente trocar a bateria?

    • Rui says:

      Não percebo porque não falou dos grandes grupos media… Tipo a Disney tem comprado tudo e todo! Marvel, Pixar, Fox, Lucas… ETC
      Acho INCRÍVEL o poder que ela detém…

  3. André Pereira says:

    Demasiado poder… Microsoft… Acho que se esqueceu…

  4. Nuno Monteiro says:

    Não tem lógica nenhuma por isso, andar com ela.

  5. Realista says:

    Não vão a lado nenhum, pois não são a Microsoft…
    A Microsoft é que é a má mas a Google são uns bonsinhos e até usam Linux.

  6. Sérgio J says:

    Por um lado percebo, mas acho demagógico. Estes serviços só foram possíveis a custo “zero” por causa da economia de escala. Se assim não fosse estaríamos cheios de pequenos serviços que provavelmente seriam pagos e não haveria interoperabilidade entre eles.

  7. BlackFerdyPT says:

    Mas, ainda há quem dê credibilidade aos que os políticos dos partidos do sistema dizem?

    Elizabeth Warren já foi a apanhada a mentir, por exemplo, sobre a sua ascendência: https://www.zerohedge.com/news/2018-10-16/complete-and-total-fraud-trump-slams-elizabeth-warren-after-dna-test-debacle-thanks

    Relativamente a monopólios,

    O que interessa, não é a fatia de mercado que tem uma /cada companhia, em particular. O que interessa, é quem é que tem acções nas várias companhias existentes no mercado.

    Pois, se uma mesma família, grupo económico ou banco tem acções em cada uma das companhias que supostamente competem entre si (ver, por exemplo, o caso do “banco-sombra” BlackRock que detém acções na Apple ao mesmo tempo que tem acções na Microsoft: http://kontrainfo.com/capitulo-6-los-cuatro-grandes-megafondos-financieros-complejo-industrial-militar-la-otan/) é de um *monopólio oculto* que se fala – que poderá existir conjuntamente com outros bancos, famílias ou grupos económicos.

    E, toda a gente bem informada sobre o que se passa nos bastidores económicos sabe que, é isto mesmo o que todos os maiores interesses fazem – estando até de tal modo interligados (todos com acções nas companhias uns dos outros) que acabam por se tratar todos de uma enorme massa, de tal modo interligada, que não pode ser diferenciada individualmente, por família, banco ou grupo económico (já para não falar que, tal como a realeza, a “alta sociedade” se distingue por casar apenas entre si).

    Também, foi isto que fez a família “petrolífera”, do final do século XIX e princípio do século XX, Rockefeller – que, passou a ter acções nas companhias que se seguiram ao seu monopólio visível, ao mesmo tempo que expandiu a sua actividade para o sector bancário.

    Os monopólios já existem. São é partilhados e estão ocultos, para não gerar alarme ou revolta social.

  8. carlos fernandes says:

    ….basta regular melhor o mercado….mas como os políticos não olham para o mercado, só para o bolso…

    • Francisco m says:

      Sim, isso tinha de ser resolvido ao nivel da organização mundial de comércio.

    • Toni da Adega says:

      Muito dificil, se eles implementarem este tipo leis o que acontece é estas grandes empresas mudarem a sede para qualquer outro pais e o problema (da empresa) fica resolvido

      • Rui says:

        Não fica não, tem de obedecer às regras do mercado, se aplicassem as regras que esta senadora fala, independentemente da origem das empresas teriam de seguir as regras do regulador!

        • fak says:

          Rui
          Teria de seguir dentro da UE, fora dela já não porque essas regras de mercado são diferentes de país para país, aqui temos a comunidade da UE, em que temos o parlamento europeu, etc a ditar regras mas mesmo o parlamento não as dita todas e deixa algumas para cada país decidir o que achar melhor. estas empresas podem não conseguir fazer o que fazem dentro da UE, mas fora dela já o farão e o monopolio politico e de influencia que têm continua.

  9. BlackFerdyPT says:

    Elizabeth Warren, a senadora que andou a mentir sobre a sua suposta ascendência ameríndia, quer agora pintar de novo as fachadas dos vários apartamentos do mesmo prédio, para convencer as pessoas de que não pertencem todos ao mesmo bloco.

    Os monopólios já existem – mas, são partilhados (entre vários bancos, grupos económicos e sociedades) e estão ocultos. E, a “concorrência” que existe, é entre diferentes linhas de produtos, ou modalidades de serviços, que ultimamente são detidos pelos mesmos grupos económicos.

    Um exemplo: Tenha a esmagadora maioria dos leitores desta publicação comprado um smartphone com o sistema operativo Windows (da Microsoft), iOS (da Apple) ou Android (da Google), deram todos dinheiro ao mesmo banco BlackRock, que detém acções em todas estas companhias que produzem sistemas operativos para os seus telemóveis (https://i0.wp.com/kontrainfo.com/wp-content/uploads/2016/11/BlackRock-Corporaciones.png).

  10. Pedro says:

    Que tradução é esta?

    • pauloj says:

      Tb gostava de saber onde eles foram buscar o quer destruir ?!
      Regular e algo completamente diferente e eu acho muito bem.
      Essas plataformas consideram-se senhores da razão e da verdade ” a deles – iluminados” e fazem de tudo para controlar e manipular.
      E a única coisa que eu concordo com os pocahontas!

  11. Regis says:

    Che Guevara versão Tech!
    Já sabemos muito bem no que vai dar.

  12. pauloj says:

    Quer destruir?!!!!!
    Ou quer regular?!

  13. fak says:

    concordo com a parte das regras sob a informação, mas se forem vocês a criar um negocio vão querer um monopolio e vão fazer de tudo para que se torne nisso, pois isso dá-vos dinheiro, eventualmente deixam de ter de trabalhar porque o negocio auto-sustenta-se, ampliam o negocio para ter mais dinheiro…
    quando vão a ver já têm uma cadeia espalhada pelo país e passo a passo mais proximo de se tornar um monopolio e um monopolio não é necessáriamente ter influencia politica ou dizimar a concorrencia, a partir do momento em que tens um café e toda a gente vai lá só porque tens um bom espaço, preços atrativos e um bom atendimento o teu café já é um monopolio e ninguém te pode apontar o dedo à cara só porque as pessoas preferem ir ao teu espaço.

    por isso acho que a solução não é acabar com os monopolios, mas sim regular a utilização da informação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.