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Aprovada a lei que autoriza o uso de Internet 3G e 4G nos aviões

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Nunes says:

    O comunicado não bate certo com a notícia que é dada! Creio que são duas coisas diferentes de entidades diferentes

    • Pedro Pinto says:

      Boas Nunes,

      A lei foi aprovada pela Comissão Europeira…no entanto a EASA é que divulgou o PR

      • Nunes says:

        o comunicado da EASA é de ontem, enquanto a decisão da Comissão Europeia é de hoje! Basta ler o comunicado para ver que são assuntos diferentes:
        “EASA allows use of Electronic Devices on board”, não fala em autorização de uso de redes 3G ou 4G, aliás especifica que o uso desses aparelhos deve ser em modo “Airplane”, isto é, com as ligações wireless desactivadas!
        A decisão da Comissão vai levar algum tempo até que seja adoptada, pois obriga a certos requisitos técnicos nos aviões!

        • Pedro Pinto says:

          Pois, tem de haver então consenso.

          • Nunes says:

            Consenso? são coisas diferentes, não é uma questão de consenso!
            O comunicado da EASA determina uma coisa que terá efeitos quase imediatos, enquanto que a decisão da Comissão estabelece um quadro legal para um certo uso para redes em aviões que irá demorar bastante tempo a aparecer (questões técnicas nos aviões) e que no fim ainda vai necessitar da certificação por parte da EASA, que é quem tem a competência para autorização final nas aeronaves!

        • Pedro Pinto says:

          Consenso sim, têm de estar em sintonia. Uma decisão depende da outra!

          • Nunes says:

            Uma decisão depende da outra? de que maneira?
            A proposta da Comissão é para o uso redes acima de 3000 metros, e para isso não faz qualquer diferença a novidade do comunicado da EASA, dado que só se prende com o uso de aparelhos na descolagem e aterragem!

          • Pedro Pinto says:

            Então as decisões nao dependem uma da outra? Não tem a ver com as comunicações e com o acesso aos dispositivos móveis? …nao vamos ficar nisto toda a noite, ou vamos?

          • Nunes says:

            @ Pedro Pinto
            não era preciso a novidade dada pela EASA para isso, já há algum tempo que se pode ter os dispositivos ligados com o avião a 3000 metros! E basta ler o comunicado da EASA para ver que continua a recomendar que os aparelhos mantenham desactivadas as ligações wireless!
            É incrível essa tua dificuldade em entender a diferença

          • Marcelo Barros says:

            O Nunes refere-se a que o comunicado da EASA refere-se a levar dispositivos ligados mas com o wi-fi, gsm… desactivado, mas que mesmo assim somos obrigados a apagar estes na aterragem e descolagem.
            Enquanto a UE fala em user ligações 3g/4g.

            Os dois assuntos não estão propriamente ligados.

          • Pedro Pinto says:

            Complementam-se..tudo são decisões para os dispositivos móveis.

  2. Malamen says:

    Já não era sem tempo…

  3. Paulo says:

    Acima dos 3000 metros? Devem fartar-se de telefonar sem rede:-)

    • Nunes says:

      Supostamente haverá um módulo no avião, que funciona nas frequências das redes 3G, e que estabelecerá uma ligação via satélite. Os telemóveis usarão a rede criada por esse módulo! Quem quiser usar a rede paga em roaming como se estivesse noutro continente!

      • Nuno says:

        Em boa verdade paga muito mais do que isso!!! Os preços para utilização da “rede interna” dos aviões (nos casos em que existe, e são alguns!) são absolutamente proibitivos!

        • Nunes says:

          Se usares a rede 3G os preços de roaming já estão predefinidos, não haverá um preço especial por ser no avião, creio aliás que a ideia é tornar a coisa mais acessível por não ter a barreira da forma de pagamento! Mas não deixa de ser verdade que o roaming não fica barato!

        • Paulo says:

          Bom, é assim, eu tenho umas dezenas largas de voos não só na Europa como para a Ásia e até hoje só numa viagem é que o avião dispunha de internet por sinal avariada (diziam eles) se calhar é porque não funciona e caríssima penso que seria a volta dos 40 euros por hora. Já me tem acontecido desligar o telefone sem activar o modo de voo e depois liga-lo durante a viagem para ouvir música e nunca vi que apanhasse alguma rede. Não quero com isto dizer que não exista mas nunca vi.

  4. Luis Viana says:

    Parece.me que há ai alguma confusão….
    “… the possibility to use personal electronic devices (PED) such as tablets, smartphones, e-readers and mp3 players as long as the devices are in ‘Flight Mode’ or ‘Airplane Mode’” Pelo que entendo é possível usar equipamentos mas só em modo voo, ou seja antes no momento da aterrar ou descolar era obrigatório desligar os equipamentos, agora com esta lei já torna permitido o seu uso…

  5. Luna says:

    Os aviões comerciais não são supostos voar entre os 900 e os 1200 metros? Acho que está alguma coisa mal aí ou então isso é para jactos militares e privados e não para aviões comerciais…

    • Luna says:

      Mnh enganei-me, 9000 a 12000 ^^’ Mas acho que ninguém vai apanhar sinal nenhum a essa altura de qualquer das formas, a menos que exista uma rede com ligação satélite no avião

    • João says:

      Penso que tens uma ordem de grandeza em falta. Os aviões comerciais voam entre os 9km e 12km

    • ThatFace says:

      Deves estar a confundir-te com outra coisa, ou metes-te um zero a menos 😛

      O antigo Airbus A330 tem a media de altura de 12.000 metros por isso é muito acima dos 3000 metros que diz na noticia, por isso é completamente normal 😀 os militares (jactos que batem os MACH é que podem voar muito mais alto!

      Cumz

    • Ricardo Cortes says:

      Luna, Não quererás dizer: entre os 9.000 e 12.000 metros ?

  6. Benchmark do iPhone 5 says:

    Os equipamentos têm que estar em ‘Flight Mode’ or ‘Airplane Mode’ – ou seja, sem 2G/3G/4G

    Recomendo vivamente que corrijam o post. Além disso, poupam no tráfego de dados em roaming a sobrevoar os países, no caso de automaticamente ser feita a ligação às redes telefónicas desses países 🙂

  7. Nuno says:

    A proibição de usar telemóveis em aviões não tem qualquer fundamento do ponto de vista técnico, nem a alegação de que “pode interferir com os dispositivos do avião”! Os dispositivos dos aviões estão mais do que protegidos contra interferências deste tipo. De qualquer modo a questão é um bocado académica, e por uma simples razão: não há cobertura de telemóvel acima dos 2000-2500 pés (cerca de 650-750m). O tempo em que os aviões comerciais estão abaixo desta altitude, apenas em aterragens e descolagens, é de muito poucos minutos, e portanto não tem utilidade prática. A utilização em modo “airplane” já é livre hoje (até na TAP!) embora algumas tripulações ainda recomendem o desligar físico durante aterragem e descolagem,o que como disse, não tem qualquer razão de ser.

  8. Duxa SM says:

    Por experiência pessoal já deixei, por esquecimento, um telemóvel ligado e ao atravessar a europa recebi, em cada um dos países que atravessei, mensagens dos operadores com o tarifário do romming… o telemovel potentissimo era (é) um BB 8330, pelo que ao contrário do que disses NUNO acredita que há cobertura telemóvel.

    • Nuno says:

      Nalguns casos é de facto possível!!! Podem muitas vezes juntar-se condições de propagação que permitam a cobertura a altitudes bastante superiores às que indiquei. Essas altitudes são uma referência geral, mas não são um limite absoluto. Tens toda a razão Duxa SM, pode acontecer, mas não é habitual e mesmo nesses casos uma comunicação “útil” é bastante difícil.

  9. Nuno José Almeida says:

    e faltou-me o N a mim

    nota de imprensa onde

  10. Márcio Oliveira says:

    rede acima dos 3000m existe… mas a ligação ao satélite será ao preço de ouro.
    é o mesmo valor que é cobrado em navios. uns 5€ por minuto nas chamadas e outros tantos por umas centenas de KB.

  11. Jorge Frazão says:

    Os aviões comerciais voam em altitudes entre os 37000ft e 41000ft (ft). (1 ft(pé) = 30cm). Em boa verdade nunca foi provado que verdadeiramente os telemoveis tivessem algum impacto nos instrumentos da cabine. Existem suspeitas de que o tenham, nomeadamente no altimetro ou horizonte artificial. Horizinte artificial é um dispositivo que da idicaçao ao piloto da posiçao do avião relativamente à terra (inclinação horizintal e artificial).
    Ainda assim, os aviões modernos não têm apenas um instrumento para as funções acima referidas.
    Quanto a cobertura de rede, penso que isso é uma questão técnica que informaticamente pode ser resolvida (exceptuando os voos de longo curso que envolvem oceano).

  12. Mota says:

    A esta noticia não está inteiramente correta. É permitido APENAS APARELHOS DIGITAIS EM AIRPLANE MOD.

    Ou seja, podem usar os telemóveis/tablets mas não a internet, é preciso esclarecer isto.

  13. João Gago says:

    Os aviões em rota vão a várias altitudes, dependendo da origem do destino e das condições atmosféricas. Por exemplo o TAP que sai de Lisboa para o Porto só chega ao FL (fligh level) de 22.000 pés (+- 6500mts), no entanto quando o percurso é superior andam normalmente a cima dos 28.000 pés até aos 38.000 pés. Isto depende do avião e da rota. Podem verificar quase em tempo real no site radarvirtuel.com. Agora imaginem um avião a uma altitude de 22.000 pés a uma velocidade de 700km (no mínimo) a quantidade de estações gsm que está a apanhar, caso consiga fazer o registo numa das estação ao fim de muito poucos segundos já estará a apanhar uma outra estação para fazer o registo. O telefone andaria constantemente a fazer o registo nas estações e a comunicação teria que fazer percursos até ao assinante final por caminhos bastantes diferentes e com tempos de propagação diferentes. Depois desconfio que existe um outro problema que as antenas tem uma configuração de propagação de radiação mais na horizontal e mais para baixo para ter uma cobertura melhor. Os aviões andam quase sempre numa zona de menor cobertura das antenas.

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