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Ambulâncias Drones, poderão estes equipamentos salvar vidas?

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. André Fernandes says:

    Acho que isto é uma excelente ideia. Em casos de enfarte em que um desfibrilador faça a diferença ou qualquer outro medicamento. Haver uma intervenção em apenas 1min é bastante bom, temos é de considerar que só quem está na rua a sofrer é que pode ter esta ajuda, se não tem de ir abrir uma janela e mesmo assim é necessário alguém por perto.

  2. Tiago Alves says:

    Exelente

  3. Filipe Antunes says:

    É preciso é que chegue ao destino com bateria suficiente para fazer o mais importante…

    • André Fernandes says:

      Julgo que a ideia é o drone transportar uma unidade móvel de desfibrilação, tanto que a capacidade de transporte deste drone é de 4kg… É capaz de ser o suficiente, isso já não sei

  4. Osvander says:

    EXCELENTE IDEIA, APROVADO POR MIM, MAS QUE LEVE ALGUÉM PARA APLICAR O SOCORRO!!

  5. wiko says:

    Se o numero de chamadas falsas em Portugal é ENORME!!! e não tem qualquer tipo de “oferta, imagem com um DRONE!

    A ideia é excelente….mas as mentalidades de algum povinho ainda não permitem este tive de avanços.. 🙁

    • Carlos Vicente says:

      Aqui teria a vantagem de identificar o utilizador, o local onde se encontra e, eventualmente, filmá-lo.
      Mesmo que não conseguisse nada disto, as perdas de tempo e €€ também seriam menores. Mas deixemos de lado as visões negativas e aplaudamos a inovação.

  6. mythic says:

    a ideia é boa, mas por 15.000 não seria melhor e mais barato 1 mota?da para 2 pessoas e vario equipamento e não percisa regressar a base para recargar.se em cada centro comercial e edificio publico existise 1 desfibrilador já seria suficiente

  7. Carlos Ferreira says:

    Se considerarmos que em Portugal é preciso quase um requerimento de 25 linhas para operar um DAE então não teria muito sucesso.

    Isto porque existe uma burocracia e um medo de operar o DAE por pessoal não médico como se aquilo fosse difícil. Deveria até ser obrigatório na escola aprender a usar um.

    O Drone transporta e qualquer pessoa presente usaria.

    • Daniel Pinto says:

      Isso não é bem verdade 😉

    • Igor Matias says:

      As coisas não são assim tão lineares, Carlos.
      Primeiro, um DAE é bem capaz de eletrocutar a vítima e mais, pelo menos, duas pessoas.
      Segundo, um DAE tem as suas limitações e não se aplica de qualquer forma.
      Terceiro, um DAE é uma arma, se assim for usado.
      Entre outras razões.
      Daí haver aprofundada formação na área para os meios existentes. Não podes simplesmente arranjar um DAE e pensar que salvas todo o mundo ao dar choques.
      Com todo o respeito, acho que te deverias informar melhor acerca de suporte básico de vida e desfibrilador automático externo.

      Fonte: Sou bombeiro formado na área.

  8. sideshow says:

    senão te acertar na cabeça pode salvar sim… 😉

  9. Stan says:

    Sensibilizar e instruir a população no que toca a manobras de suporte básico de vida seria o parceiro perfeito para estes drones. Porque vir o drone ao encontro da vítima, e não haver ninguém com a consciência do que fazer e como fazer… Nem sequer falando na capacidade de avaliação da situação, na qualificação para uso do equipamento, etc.

  10. Peter says:

    Ao inicio da leitura deste artigo, não vi qualquer potencial nesta tecnologia tendo em conta todas as dificuldades que existiriam para que está fosse funcional (DAE apesar de ser anti-dummies, em Portugal o seu uso ainda é muito restrito, e exige uma quantidade imaginável de burocracia para estar “apto” a utilizar. E depois viriam os casos práticos da pessoa estar num local sem acesso ao drone).
    Mas foi ao ver que este drone permite a comunicação com as pessoas no local, que vi algumas potencialidades ao nível da pré-triagem, o que permitiria um leque mais alargado de situações em que poderia ser utilizado, não exigiria nenhum curso para a utilização de DAE, e permitiria um acionamento de meios mais eficaz.

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