Desde o passado dia 19 que uma pequena percentagem de utilizadores está já a experimentar a nova interface do motor de busca mais popular do planeta. Nas palavras de Marissa Mayer, vice-presidente responsável pelos produtos de pesquisa da empresa, o Google sofre actualmente de uma espécie de UI Jazz… onde nunca se sabe como será a seguir!
Umas das muitas ferramentas de trabalho que uso é o Google Docs. Principalmente pela facilidade de poder em virtualmente qualquer lugar ou PC aceder aos meus documentos.
Mas convenhamos, poder editar esses mesmos documentos no Office (seja lá ele qual o seu sabor) traz vantagens, até porque muitas das funções cobertas pelo Google Docs ainda são um pouco básicas. A evolução é grande de dia para dia, mas ainda têm de passar alguns dias para estarem equiparados.
Actualmente a maioria dos browsers funciona baseado em perfis. Ou seja, podemos ter o nosso perfil de trabalho ou de lazer, cada um deles com a sua colecção de links especificos, plugins adaptados às necessidades (se suportados) e todas as costumizações acertadas.
Mas por vezes, quando as coisas correm mal até o browser fica com problemas! E lá ficamos nós com mais um problema em mãos. A resposta que a maioria dá a esse problema é a reinstalação do browser e meia dúzia de asneiras proferidas no meio da raiva toda.
Era tão mais simples podermos fazer um reset ao nosso browser! Limpar toda a porcaria que fomos acumulando ou ou limpar a porcaria que fizémos.
Pois eis a forma de efectuar um reset ao seu browser. Por agora cobrimos apenas 3 4 browsers – Chrome, Firefox, Internet Explorer e Opera
Anuncio feito, expectativas altas, agora é tempo de testar o novo SO. Depois de uma espera de 6 meses, a Google finalmente disponibilizou aquele que pode ser o sistema operativo “revolucionário” no mundo das TI.
No entanto, uma vez que o sistema operativo requer hardware especial, segundo informação da google, podemos neste momento recorrer à virtualização usando o VMWare para testar.
O Google anunciou hoje (quinta-feira) o rival do Windows e Linux.Tudo aquilo que fazemos no Windows, MacOS ou Linux será integrado num único sistema operativo que não terá suporte para aplicações nativas. Tudo funcionará sobre o browser da google, o Chrome.