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Operação “Ctrl €”: dicas para evitar ter o cartão bancário clonado

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Tobias says:

    Ainda há quem use cartão no multibanco? Yikes….

  2. SergioA says:

    Compras online:
    Por habito costumo alterar a posicao dos numeros .
    Exemplo cartao 1234 5678 9012 , escrevo 14 depois 23 (entre 1 e 4), 5690 7812… por ai fora, posicionando sempre para o numero final correcto (recomendado rato em vez de teclado direccional.
    Assim o keylogger nao ira reconhecer o numero do cartao.

    Para cartoes descartavis de numero unico nao e preciso ja que fica invalido, mas podem fazer o mesmo se quiserem

  3. Yur-pt says:

    O comentário não sugere nada disso. O comentário é uma pergunta. E tendo em conta o muito elevado número de pessoas que utiliza o cartão nas caixas MB, penso que o meu comentário faz sentido.

    • Manuel da Rocha says:

      Maioria (se não a totalidade) terão sido obtidos, através de adulteração, de máquinas de pagamentos.
      Quer seja telemóvel, pagamento digital (incluindo mbway) ou cartão físico, cria um token, no POS. A pessoa valida o valor, apresentado, introduz o código (ou lê o QR), o token pode ficar activo (pela adulteração), para o criminoso copiar dados ou realizar operações. Foi aqui que a SIBS percebeu que havia algo de errado, em várias máquinas. Algumas que repetiam pagamentos, com o mesmo token, noutros serviços ou cartões virtuais a aparecerem, em contas diferentes.

  4. Tio Patinhas says:

    Façam como eu e estarão sempre protegidos, deixem de ser preguiçosos, levantamentos nos balcões do banco (2 a 3 vezes por mês) e pagamentos só em numerário. Uso, e já estou a esticar numero de vezes, 2 a 3 vezes a ATM por ano.
    Deixem de ser dependentes de uma só solução, ou o apagão recente não serviu de um abre olhos.

    NOTA: O meu argumento só é válido para quem tem licença de uso e porte de arma.

  5. David Guerreiro says:

    O ideal é evitar usar o cartão sempre que possível. Usar MBWay para levantamentos em numerário ou pagamentos em lojas. Em alternativa o contactless quando não existir MBWay (lojas como IKEA ou Normal não tem). Se tiver que fazer levantamento com cartão físico, tentar usar caixas dentro dos bancos, é mais seguro pois são locais com vigilância e há menos probabilidade dos larápios tentarem instalar lá skimmers.

    • Manuel da Rocha says:

      Mbway foi uma das maneiras que foram usadas… várias pessoas, viram pagamentos estrangeiros, a aparecer no MBway, sem terem dado qualquer autorização. Nalguns casos (se o utilizador é dos bons, que tem 980 euros, na conta e 50000000000 na crypto wallet, ligada ao serviço, pelo Revolut, activando as transferências, conforme uso) perderam 5400 euros e ainda viram 6000 euros, de créditos pendentes, de compras online.

  6. cAPEX says:

    Bitcoin resolve isso.

  7. PorcoDoPunjab says:

    Mandá-los para um rio cheio de crocodilos era a sentença devida.
    Não há cá disso?
    Importa-se tanta coisa desses países que os crocodilos tb podem vir e não são, de todo, os mais assustadores.

  8. Marco says:

    Eu ainda só agora é que recebi o meu cartão, mas esteve á mão de semear de muitos asiaticos, e acabei com roubo de 200€..

    Vou ter de cancelar, e ainda nem abri a carta..impressionante.

  9. Leandro says:

    A primeira dica é nunca cadastrar cartão no booking.com.
    Toda vez que cadastrava lá, meu cartão era clonado, tenho certeza que é de lá pois eu crio um cartão virtual só pra eles e as compras sempre aparecem nesses cartões. Agora eu crio o cartão, faço a compra e já bloqueio.
    Vários conhecidos também tiveram o cartão cadastrado lá clonados.

  10. Como usas o teu dinheiro? says:

    O Euro Digital ameaça a tua liberdade e põe em perigo a tua proteção.
    Começa por aqui para “evitar ter o cartão bancário clonado”, e mais não digo porque os inteligentes perceberão.

    https://www.facebook.com/reel/1632663390719414

  11. RMVA says:

    Desculpem-me a ignorância, mas tenho curiosidade genuína no assunto.

    Fala-se em “máquinas de pagamento adulteradas” (que conseguem reter informação para efectuar mais operações por via de token que fica activo .. imagino que só permitiria fazer nova compra com o mesmo valor, certo?), e a notícia da PJ fala em Caixas Multibanco e skimmers e relembra que se oculte a introdução do PIN e não perca o cartão de vista. Ora isto não bate certo, porque se estamos a falar de máquinas de pagamento adulteradas então de pouco serve ‘não perder o cartão de vista’, certo?
    – se a máquina de pagamento adulterada é o equipamento skimmer e é o único terminal onde o cartão é introduzido para realizar a operação (compra) então ‘não perder o cartão de vista’ resolve zero (ok, ocultar o PIN continua a ser fundamental neste cenário … certo?)
    – ou estamos a falar ‘à antiga’ em que o meliante primeiro passava o cartão, de forma oculta, num skimmer (para cópia dos dados da banda magnética do cartão) e depois ficava à coca do PIN que a pessoa introduz na transação, e depois despejava a informação copiada num cartão clone?

    Provavelmente estamos a falar em diferentes actos usando diferentes métodos/tecnologias, é o mais certo … mas infelizmente na notícia da PJ não se percebe afinal o que estava a acontecer (e às vezes até é ‘bom’, para não dar ideias a quem se queira iniciar nesses crimes ..).

    Já agora, estes crimes aqui relatados incluem a situação de aparecer cartão virtual MBNET com o nome da Binance.com e o dinheirinho (aos milhares como sei de um caso muito próximo há coisa de 6 semanas; e no Portal da Queixa encontram-se outros) ganhar asas e ir a voar nas horas, certo??

    Bem haja, e apoio a sugestão dos crocodilos!

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