Japoneses criam Perna que Recebe Sinais do Cérebro

Foi criada pela empresa Japonesa de robótica Cyberdyne, uma perna artificial capaz de interpretar os sinais do cérebro e, a partir deles e das suas ordens, movimentar-se, facilitando os movimentos do seu utilizador, tornando o caminhar fluente e natural.

Os criadores utilizaram a mesma tecnologia inserida em 2008 no inovador “traje-robot” denominado de HAL, uma espécie de armadura cibernética que facilitava os movimentos a idosos e pessoas com necessidade especiais.

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O porta-voz da empresa Cyberdyne, Mitsuhiro Sakamoto, explica que “o principio robótico é o mesmo. O sistema da perna tem sensores que podem ler os sinais enviados pelo cérebro”.

O funcionamento desta tecnologia processa-se da seguinte forma:

Quando os sensores detectam que o cérebro envia uma ordem de movimento para a perna, os pequenos motores que se encontram instalados na extremidade artificial desta movimentam, de forma automática, os mecanismos do joelho e do tornozelo.

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Esta perna ortopédica irá permitir e facilitar o caminhar natural dos utilizadores, sem auxílio de muletas. Os responsáveis da empresa acreditam que esta tecnologia estará no mercado pronta para ser comercializada dentro de, aproximadamente, quatro anos.

Para além de pernas, a empresa Cyberdyne, tem em vista aplicar estes princípios robóticos no fabrico de braços artificiais também para fins ortopédicos.

Aqui está mais uma ideia tecnológica para colmatar as dificuldades, e limitações, de pessoas fisicamente deficientes ou com certos problemas.

  
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Arquivado na categoria: Ciência/Saúde, Informação


31 Comentários

  1. Cyberdyne era a empresa que o Exterminador combate.

    LOL

    • Que grande LOL mesmo!
      É o começo do fim do mundo… xD

    • 2012 se aproxima ;D

      ——-
      brincadeiras à parte, estou muito feliz com este invento, espero que seja acessível e que esteja no mercado o mais rápido possível, fará um bem enorme às pessoas com necessidades especiais

    • Já tinha visto isto num Documentário… Os Militares queriam comprar esta tecnologia, e os inventores não venderam… disseram que seria para fazer o bem da humanidade e não o mal.

      É de Louvar esta atitude.

      Também inventaram uns braços quaisquer em que nós conseguimos suportar 7 ou 8 vezes peso que conseguiríamos sem eles.

  2. Marisa, hoje mandaram-me dar-te os parabéns pelos artigos que escreves !!! Go go go

  3. Não acho assim tão inovador isto, quando vi próteses de braços que têm quase total liberdade de movimentos e conseguem transmitir texturas e pressão que os dedos sofrem para o cerebro… Isto é brincadeira de crianças :D

  4. Só um reparo, correctamente não se diz “pessoas fisicamente deficientes”, mas sim portadores de deficiência motora como é o caso. Fica mal “chamar” de deficiente.

    ;)

    • @Tipsy

      Na minha opinião,o que fica mal é não ter respeito pelas pessoas deficientes.

      Agora se os tratarmos por deficientes físicos, motores, é irrelevante, a meu ver, e não passa de trocarmos um nome e substituir-mo-lo por outro que fica melhor.

      Pessoas deficientes existem, e por vezes, só usamos outros termos para atenuar o sofrimento inerente nessas problemáticas e doenças.

      Cumprimentos

      Marisa Pinto

      • Claro, concordo contigo, mas discordo em algumas.

        Sou portador de deficiência, e já fiz um trabalho para a universidade que envolveu muita pesquisa e por acaso foquei-me também nessa expressão. O que acontece é que está errado, chamar “pessoa deficiente” ou simplesmente “deficiente”. Dizer pessoa deficiente significa que estamos a colocar um sentido de depreciação na pessoa. Algo deficiente é “torto” ou mal “feito”, e as pessoas não o são, são “portadores de deficiência” ou “pessoas com deficiência”. Claro que a expressão não altera o sofrimento da pessoa mas acarreta-lhe um constrangimento psicológico.

        Por exemplo, fico ofendido (magoado), se me disserem “és uma pessoa deficiente”, porque se o fosse significava que era uma pessoa inútil no sentido de não servir para nada. Agora se me disserem que sou pessoa com deficiência ou portador desta já vai uma longa diferença. Isto não é defendido só por mim mas por todas as pessoas portadoras de deficiência e organizações.

        É apenas usar os termos correctos para definir a situação. E infelizmente o nosso português por vezes tem destes “trocadilhos” que fazem muita diferença.

        Como referi em cima, isto é só um reparo, sou admirador e seguidor do teu excelente trabalho no PPlware e apenas tou expressando algo que achei que não estivesse 100% correcto.

        Continuações

        ;)

        • @Tipsy
          Realmente penso que também os termos variam de pessoa para pessoa, porque repara, ainda há dias escrevi um artigo sobre bengalas electrónicas para INVISUAIS, e criticaram-me por referir INVISUAIS, dizendo que o termo era CEGO, chegando mesmo a dizer que INVISUAL nem existia na nosso língua portuguesa.

          Para além de escrever aqui no Pplware, estou a acabar mestrado em Psicologia, os termos, para mim são o que menos contam, mas sim a atenção, disponibilidade, respeito, igualdade, serviços que prestamos às pessoas que não deixam NUNCA de ser como nós mas que, por vicissitudes da vida se veêm um bocadinho mais limitadas, ou não.

          No entanto eu tenho também muitos amigos deficientes, ou portadores de deficiência (mais a nível visual), e a força que eles têm para estarem sempre actualizados, nomeadamente na área da tecnologia, com a ajuda de todos os softwares disponíveis e acessíveis para esse efeito, faz-me pensar que os verdadeiros limitados, por vezes, somos nós, as ditas pessoas “normais”.

          Cumprimentos, e muito obrigada por seguires o meu trabalho :)

          Marisa Pinto

          • Claro, tens toda a razão.

            Fico é feliz por a tecnologia estar também a se desenvolver com o intuito de ajudar quem precisa, tenha que dificuldade for, e ver que o pplware está sempre em cima do assunto.

            Bem haja à tecnologia e quem escreve estas notícias hehehe

            ;)

            Cumprimentos

      • A diferença está em usar o termo “deficiência” em vez de “deficiente” por assim dizer.

        Eu não me costumo ofender porque sei que as pessoas não têm essa intenção. Apenas é o uso das expressões correctas.

        :)

        boa noite

  5. Lá em cima, por graça, fala-se em fim do mundo!

    É impressão minha ou cyberdyne/ciberdine é a empresa mencionada nos filmes do exterminador?

    É só uma brincadeira e há coincidências mas, nunca se sabe….

    É o princípio do fim………….

    Bem hajam!

  6. Grande evolução… A tecnologia não pará, ou melhor, está sempre a andar… :lol:

  7. Uma excelente evolução, vai ajudar e muito as pessoas com deficiências nas pernas ou até mesmo nos braços quando desenvolverem o braço.

    Falta mesmo esperar até vir para o mercado.

    Mais um excelente artigo Marisa, continua a trazer-nos estes artigos excelentes.

    Cumprimentos

  8. Duvido que vá ajudar assim tanto, porque este “gadget” a sair para o mercado, não deve vir a preço de saldo :)

  9. Esta noticia ta desactualizada. Esta empresa já está a produzir um fato completo híbrido com várias vantagens incluindo os braços que permite à pessoa levantar pesos que sozinha n conseguia. Irá dar jeito em muitas situações com levantar pessoas acamadas etc.

  10. Creio eu que depois da comercialização de pernas e braços pela Cyberdyne, ela ira produzir o T890, T1100, e T-X2, substitutos do T1000, com supervisão da Skynet para os próximos Exterminador do futuro.

    LOL.

  11. Acho o nome um must. É uma grande jogada de marketing, um tributo a essa grande saga do cinema e um aviso para o futuro, que será o que fizermos dele, para o bem e para o mal….

  12. com esta tecnologia podemos controlar tudo o que tocamos a partir da mente!! brilhante!

    vai ser a proxima interface nos telemoveis pelo menos.. tudo controlado mentalmente. vai ser isto que vai acabar com o iphone :D

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