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Redes – Como funciona um HUB?


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Bruno Mota says:

    Alem do eterno problema das colisões

  2. pedro says:

    Parabens pelo artigo.
    Qual o software usado para a simulação?

    corrige-me se estiver enganado mas actualmente os hubs até são caros que os routers (devido à massificação destes).

    cumpts

  3. Tavares says:

    Já agora, qual a diferença entre hub e switch ?

    • kwimerA says:

      O HUB recebe o sinal e repete-o para todas as portas (excepto pela que recebe, como já foi explicado). Um switch faz-te ligações ponto a ponto de forma isolada. Têm chips que interligam esses circuitos. Assim consegues ter a largura de banda completa para cada ligação. Além disso não corres o risco de ter colisões.

      • J. Matias says:

        Correcto. Numa rede até podem existir 100 hubs mas todas os equipamentos nela ligada pertencem ao mesmo domínio de colisão. A grande vantagem do switch é criar vários domínios de colisão (devido às tais ligações ponto-a-ponto), o que além de evitar o grande nº de colisões, também torna a rede mais rápida. Para um estudo mais detalhado, será também importante o funcionamento do protocolo CSMA/CD na camada Ethernet.

    • nenka says:

      nao sei nada sobre hub por isso acessei a pagina

  4. BlinZk says:

    Não consegui entender muito bem a razão de ser deste artigo.

    Por um lado, se os Hub’s estão em desuso e se usam mais Switch’s ou outro tipo de equipamentos, não me parece que seja muito interessante.

    Mas mesmo assim, assumindo que é só por curiosidade, parece-me que a maioria dos leitores vão ficar “quase” na mesma após lerem o artigo.
    É que, ao contrário dos artigos que o Pplware nos habituou, este é extremamente resumido e apresenta termos técnicos que muitos leitores (eu incluído) com certeza não sabem o que significam.

    Se o objectivo era atingir somente a malta que estuda, trabalha ou tem conhecimentos mais avançados em informática (ou redes), então foi atingido.
    Se o objectivo era informar o publico em geral, parece-me que falharam.

    • Pedro Pinto says:

      O que não percebeste? Hoje falamos em Hubs, vamos passar para swicths e depois Routers.

      • pedro says:

        também me pareceu mais ou menos lógico que era esse o caminho a seguir

        • Pedro Pinto says:

          Os Hubs estão em desuso, mas como alguem disse há muitas redes ainda com eles lá pelo meio :). Enviei de propósito este artigo a uma pessoa formada numa área de letras e que pouco ou nada pesca de informática. Resposta: Está claro e fácil de compreensão.

          • Silva says:

            Se essa pessoal formada em letras te deu uma resposta escrita dessa forma… parece-me que devia tirar o curso outra vez…

          • Pedro Pinto says:

            Não me parece…Silva por momentos fiquei confuso quanto aos 4 comentários que escreveste 🙂

          • Silva says:

            Ora essa!
            Ou como se diria na Ilha Terceira “Ómessa!” ou então “òra-méssa”.
            LOL, brincadeiras à parte.. acho que deveriam fazer um artigo sobre as 9 ilhas dos Açores e a sua evolução tecnologica! : D

    • Parece-me que nem todos os artigos têm que ser dirigidos ao Zé povinho que só percebe de bola e que vem aqui ver umas cenas de tecnologia.
      Também há uma grande percentagem de leitores do blog que são power users e que apreciam este tipo de informação mais técnica.

      Porque não mandas vir também com comunicação social? Afinal de contas quando falam em política, termos técnicos da justiça ou economia, de certeza que 90% da audiência não percebe o que eles estão a dizer.

      Eu gostei do artigo e li-o todo, pois sei o que é um switch e um HUB mas apenas sabia as diferenças entre eles por alto, agora sei na perfeição ver a vantagem que se tem em usar um switch. Que será complementada brevemente com um artigo a este último dedicado.

  5. BMJ says:

    Realmente falar em HUBs só mesmo por dados históricos, porque hoje em dia, para se ter uma rede decente usasse Switch…. Os HUBs são equipamentos do passado.

    E se quiserem ver um gestor de rede suar liguem um Hub em kk lado…

    Tipo na minha universidade um prof ligou um hub numa sala e haviam de ver o responsavel pela rede de um lado para o outro a tentar descobrir o problema da rede….

  6. racpxt says:

    Não sei porque o pessoal se queixa tanto de os hubs serem tecnologia do passado. Em termos de vendas sim, está em extinção, mas na prática o que não faltam aí é PME’s e pequenos escritórios que ainda os têm em uso.

    E cultura geral é sempre bom…

  7. João says:

    Boas!

    Este é um bom artigo, apesar de alguns acharem básico, a verdade é que quem trabalha/estuda às vezes lá manuseia estes equipamentos mas não sabe todo o essencial e compilar tudo desta forma é uma excelente ideia.

    Já agora, alguém conhece algo que me faça conversão de Sinal wireless->cabo rede ou uma espécie de modem que funcione como ‘bridge’ capaz de apresentar saídas destas?

  8. Corvus says:

    Embora realmente os hubs já estejam em desuso, ainda mantenho um bem guardado cá em casa para uma tarefa mt simples: analisar o tráfego de rede quando não me é possível por qualquer razão meter o wireshark no pc em análise. Como o hub manda o trafego para todas as portas, basta mete-lo no meio da ligação e ligar lá um outro pc para fazer a análise de tráfego. Não será das melhores soluções, mas quando apenas nos interessam os dados, funciona 😉

  9. Bruno Melo says:

    Bom artigo, venham mais…

  10. Silva says:

    Bom artigo.
    Essencialmente um switch foi a evolução do hub… podemos até dizer que, inicialmente um switch não passava de um hub inteligente e com memória. Hoje em dia, um dos ataques que se praticam aos switches é a tentativa da inundar a mac-address-table… assim que um switch detecta esse “overflow” na sua tabela de registos, passa a funcionar como um hub. Outro assunto que acho importante referir tem a ver com o protocolo STP. uma cadeia de switches interligados entre si e com STP desactivo pode ser catastrófico pois a principal funcção do STP é bloquear portas que possivelmete originem loops na rede. Quem tem formação CCNA ou então conhecimentos na área sabe exactamente do que falo. É claro que hoje em dia, provavelmente existem medidas de prevenção contra ataques MAC-flooding.
    sinceramente, duas das matérias que acho mais interessantes são o switching, e routing… quer em LAN ou WAN… penso que são assuntos extremamente enriquecedores para administradores de rede, ou engenheiros da mesma àrea.

    continuem com os artigos deste género!

  11. Silva says:

    outra coisa a mencionar…. uma porta RJ45 é, obviamente, fêmea… porque se a chamam de “porta” nunca poderá ser um conector(macho)

  12. Silva says:

    Descuplem lá o triple post… mas acho que o artigo merece uma correcçãozita….
    O parágrafo que se refere ao facto dos hubs permitirem comunicações em simultâneo entre 2 pontos… a meu ver não está muito bem explicado.
    Por detrás dessa afirmação, está um conceito muito básico das iniciais redes Ethernet.. o CSMA/CA e CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access /Collision Dettection ou Collision Avoidance).
    Na realidade só um dispositivo é que pode comunicar de cada vez… se houvesse comunicação em simultaneo entre 2 pontos num hub, estaríamos a presenciar uma colisão (acontece quando 2 equipamentos emitem em simultaneo num meio partilhado, aumentando a amplitude do sinal eléctrico transmitido). Como os hubs não suportam comunicação Full Duplex, a simultãnea transmissão de pacotes é tecnicamente impossível. os Conceitos de CSMA sao relativamente simples de entender:
    (CS) Carrier Sense: refere-se ao dispositivo que está prestes a transmitir. Sense alude ao facto de antes de transmitir algo para o meio partilhado, o equipamento deve verificar (sense) o meio para o qual vai injectar pulsos eléctricos.
    (MA) Multiple Access: refere-se ao meio partilhado, que é de acesso múltiplo mas não simultãneo.

    (CD) Collision Detection: é uma variante do CSMA que consiste na detecção de colisões no meio através da análise do sinal electrico. Esta variante também discrimina o comportamento a ter por parte de cada dispositivo quando uma colisão acontece (o chamado backoff algorithm e JAM Signal)

    (CA) Collision Avoidance: é outra variante, presente quando o meio a transmitir é não guiado (por exemplo) e consiste em evitar colisões através da existencia de uma entidade que arbitra os tempos de transmissão (com base em TDM e STDM) e a ordem de transmissão para cada dispositivo.
    Não vou entrar na matéria dos switches pois isso ficará para o próximo artigo do PPLWARE.
    Espero que tenha esclarecido a situação.
    Continuem o bom trabalho!
    Cumpz!

    • Pedro Pinto says:

      @Silva

      Obrigado por complementares a informação. Eu não quis entrar no CSMA/CD para não tornar este artigo ainda mais técnico. No entanto, fica o teu óptimo esclarecimento para quem quiser ir mais ao “fundo” da questão.

      PPinto

  13. lmx says:

    Boas..
    Pedro obrigado por mais um artigo tão importante na Área de redes, e no seguimento daquilo que havias prometido.
    A explicação do artigo esta clara concisa e não demasiado grande.
    Posso te dizer que só li de metade para baixo, inicialmente, e apanhei logo a coisa, está muito simples mesmo.
    Parabéns..

    cmps

  14. Nuno Miguel says:

    Gostaria de saber como monto uma rede de varios pc’s. Preciso de ter uma maquina mae e as restantes acederem a ela para pastas e documentos.
    Cumprimentos

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