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Vox4all disponível Windows 8 e Windows Phone

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Pedro says:

    Recentemente interagi com este software para android…
    Infelizmente parece-me uma solução antiga migrada para as recentes plataformas móveis, muito pouco usável e dificil de utilizar (por parte do profissional)…

    Se calhar deviam rever a interação com a aplicação, dando atenção às guidelines existentes…

    Também acho a aplicação bastante cara o que faz com que pouca a gente a possa comprar (aliás, é maioritariamente utilizada em grandes instituições)

    • Gil M says:

      Na interação, não sei… Não instalei…

      Mas concordo com @Pedro, é exorbitante o valor pedido…

      tendo em conta que suportam PT, ING, ESP, … o que vos dá um grande mercado potencial, 2 sugestões:

      1.º Criem (se não criaram) uma versão gratuita para testes
      2.º reduzir drasticamente o valor pedido… Se têm tantos milhões como mercado alvo (Portugal, Brasil, Inglaterra, Espanha, EUA, …) podiam cobrar pouco e muitas vezes…

    • Desenvolver uma aplicação para Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA), como o Vox4all, para iOS, Android e Windows é um trabalho de equipa multidisciplinar árduo e moroso. Envolve especialistas de várias áreas como CAA, pedagogia, terapia da fala, terapia ocupacional, design inclusivo, design de interfaces, ilustração, engenharia informática, engenharia da acessibilidade e reabilitação. É necessário ainda, envolver desde a ideia original até ao produto, pais, utentes (crianças, jovens e adultos) com sintomas muito diversificados (espetro do autismo, paralisia cerebral, AVC, distúrbios temporários ou permanentes…) e os especialistas que no terreno lidam no dia a dia com estas situações.

      No caso do Vox4all este trabalho iniciou em finais de 2011 e vai continuar… de facto existem cada vez mais pessoas interessadas em dar o seu contributo para que o Vox4all responda o melhor possível às necessidades e desejos dos seus utilizadores.

      O Vox4all, como praticamente todas as aplicações congéneres para CAA, utiliza um sistema de símbolos para a comunicação. Um sistema de símbolos não é um conjunto de desenhos mais ou menos bonitos. Um sistema de símbolos é uma linguagem pictográfica alternativa ou suplementar à comunicação convencional. Obedece a uma semântica e sintaxe próprias, demora muitos anos a ser desenvolvido e nunca está acabado.

      Com base num estudo de Benchamarking sério, verificamos que o Vox4all é uma alternativa a produtos existentes no mercado, cujo preço oscila entre os 60 e os 2500 Euros, ou seja está na franja inferior do preço para este tipo de produtos.
      Não é um produto massificado que possa ser vendido como um jogo. É importante que previamente seja feita uma avaliação por peritos antes da decisão de compra, de forma a que, na medida do possível, sejam minimizados os riscos de inadaptação à aplicação. Por essa mesma razão existe uma versão free que permite testar todas as suas funcionalidades.

      Para termos uma ideia do alcance e potencial da utilização do Vox4all, poderemos seguir alguns testemunhos no Facebook, um pouco por todo o lado.
      https://www.facebook.com/cnotinfor

      A Imagina tem dedicado os últimos 25 anos, em colaboração com uma rede alargada de parceiros, a criar produtos inclusivos e acessíveis que respondam às reais necessidades dos utilizadores. Não trabalhamos para o cliente, mas com os clientes.

      Todas as sugestões são bem recebidas e estamos sempre diponíveis para qualquer questão através do e-mail info@imagina.pt.

      • Gil M says:

        @Secundino Correia:
        Concordo com algumas coisas e até compreendo o vosso ponto de vista.
        Mas para quem tem filhos com NEE (Necessidades Educativas Especiais) e gasta imenso tempo, dinheiro e ganha algumas frustrações (e também alegrias, claro está), fica chocado com o preço da aplicação.

        Pelas terapias que já fui, vejo que esta aplicação para além de ser utilizada nas terapias seria importante dar sequência desse trabalho em casa, daí que se calhar era interessante muitos pais terem esta aplicação em casa…

        Continuo a achar que pelos 100€ não conseguem massificar a aplicação, mas por valores muito mais baixos conseguiriam!!! Vejam os exemplos dos jogos e programas mais rentáveis, o seu custo é baixo!!!

        Acredito que tenham perdido muito tempo, mas se pensarmos no bem que podemos fazer às crianças, isso não se paga!

        Para além disso, continuo a achar que:
        -> Preço baixo, mais aplicações instaladas, logo maiores receitas;
        -> Podem sempre preparar a aplicaçao para outros idiomas e consequentemente maiores receitas;
        -> Podem adicionar histórias com os pictogramas, esses pagas à parte, aqui mais trabalho, mas mais receitas;
        -> Tudo isto abrangendo e ajudando um maior numero de crianças…

        Mas acima de tudo, PARABENS pelo trabalho…

      • MM says:

        Eu percebo o vosso ponto de vista mas há aí umas quantas coisas que não são bem assim.
        Esse métodos já existe ainda antes de haver smartphones. O método base é com cartões. O mundo electrónico trouxe a possibilidade de adicionar som e de tornar mais fácil a sua utilização (em vez de se andar com um dossier anda-se com um aparelho pequeno).

        O método está desenvolvido, testado e usado até nas escolas (o dossier de comunicação).
        Sim, o dossier básico custa centenas de euros e é, igualmente, um abuso de preços.

        Este produto é igualmente discutível a nível de utilidade. Há inúmeros psicólogos ligados à área que acham que este método irá fazer com que muitas crianças “esqueçam” a fala e se tornem “dependentes” deste tipo de comunicação.

        Seja como for, reforço a ideia que é uma coisa excessivamente cara e que, cúmulo, custa mais que um jogo de topo 3D, com gráficos de topo e com renovação de conceito de série para série.

        Neste caso, o conceito está criado, “basta” apenas adaptá-lo a diferentes suportes.

        Os desenhos são fáceis de fazer. Qualquer ilustrador faz isso, basta compreender o conceito dos desenhos e o estilo.

        Mais, acho ridículo que estes desenhos e conceitos estejam protegidos por copyrights. Se pensarmos bem, tudo o que são símbolos universais não estão protegidos por copyrights – isto apenas reforça a minha ideia de que fazem de tudo o que é direccionado ao ambiente de NEE há um negócio por trás agressivo e que só pensa em lucro fácil explorando os pais – que já gastam o dobro do que os pais de crianças sem necessidades especiais.

        Eu acho que as empresas e as pessoas pensam que os pais de filhos com NEE são ricos. A sério, cada vez penso e sinto mais isso.

  2. MM says:

    Honestamente, irrita-me profundamente a exploração de preços que fazem de tudo o que é dirigido a educação especial.
    Acho vergonhoso como as empresas se aproveitam dos pais de crianças com necessidades especiais e transformam algo essencial num negócio exploratório.

  3. Tiago says:

    A minha mulher é professora de educação especial e acabei de fazer o comentário que achei o valor muito caro para o tipo de aplicação que é.
    Ao que parece as imagens são standard e alguem cobra royalities por isso… Sem comentários mesmo… embora a culpa não seja propriamente da empresa que fez a app.

    • Pedro says:

      não me consegues dizer quais são as imagens?

    • Bruno Coimbra says:

      Aminha namorada esta actualmente a estagiar no santa maria e trabalha directamente com crianças que tem graves défices cognitivos.
      A tutora dela esta envolvida na criação de um app (somente para ios) deste genero e ela tem estado tb envolvida nos testes, ao que parece para se usar as imagens standard para este tipo de intervenção é perto de 500€ por cada imagem num total de 60 e poucas se não estou em erro fiquei parvo quando ela me disse. Conclusão sai mais barato pagar a alguem para criar imagens novas ( e com mt melhor qualidade diga-se de passagem..)
      Triste mundo este onde vivemos para o dinheiro e não o contrario…

  4. Bruno Costa says:

    A meu ver é uma boa iniciativa, só condeno a ganância dos programadores. €69,99 não é preço que se apresente.
    Lamentavelmente é só para quem pode comprar, não para quem precisa realmente de o utilizar. Vergonhoso.

  5. Tiago says:

    Não acho vergonhoso o preço da aplicação dado que um software deste tipo tem um mercado muito reduzido e as empresas não vivem de caridade: o dinheiro investido deve ser recuperado com lucro.

    Na prática é uma pena que não esteja acessível a todos os que dela precisam.

    Portanto: se algum dos leitores quiser contribuir/formar equipa comigo para implementar uma aplicação do género, gratuita, eu disponibilizo o meu tempo livre e conhecimentos de programação para a causa.

    No seguinte endereço: http://www.catedu.es/arasaac/ existem recursos com boa qualidade e podem ser utilizados para fins não comerciais.

  6. José Cardoso says:

    O mundo das borlas é muito bonito, quando não se tem contas para pagar. Eu desenvolvo aplicações também, e para uma aplicação complexa por vezes são meses de trabalho… entretanto chegam contas da água, luz, transportes, comida, e em alguns casos (eu ainda não) as contas dos filhos. E chamam gananciosos aos programadores?! É muito bonito falar em programar “à borla” enquanto se é estudante universitário e programar é uma brincadeira. Quando tiverem que fazer disto vida revejam o que hoje escrevem.

    Se a aplicação custa os tais 69,90€, façam as contas…
    imaginem que 6 pessoas trabalharam durante 6 meses (pouco) e que ganham 700€ (a jogar por baixo, pois 700 é pouco para pessoas qualificadas). Só em custos humanos são 25.000€. Adicionem custos externos como por ex. as tais imagens. Adicionem impostos que as empresas pagam e que não é pouco. Adicionem custos correntes de internet e electricidade. Facilmente chegam aos 30.000€ de custos, o que significa que só a partir da 429º venda é que a empresa começa a lucrar.

    Acham que isto é ganância?! Quando eu decidir formar uma equipa além de mim, vou-vos chamar para trabalhar à borla, e digo-vos que é por uma boa causa!

    • Tiago says:

      Sr. José Cardoso,

      o mundo do voluntariado é um pouco isso, trabalhar em prol dos outros, ou seja, à borla. Uma boa percentagem das pessoas que faz voluntariado tem contas para pagar e por vezes trabalhos bem pagos. E não é isso que as impede de despender algum tempo para causas que acreditam ser de interesse social.

      Já agora, relativamente às contas apresentadas, 700 líquidos correspondem a 925 brutos. Somando a contribuição da empresa para a segurança social o total deve andar por volta dos 1130 mensais. Assumindo 7 salários para 6 meses, daria qualquer coisa como 50.000 para despesas de pessoal. Assumindo um lucro de 30% sobre o trabalho contratado: 65.000. Assumindo 6000 para aluguer e despesas de um pequeno escritório (zona norte) durante 6 meses. E como se recebe apenas 70 % do valor da venda no caso do google play, arrisco a dizer por baixo, que é preciso vender 2000 aplicações para a empresa fazer face aos custos e ser minimamente rentável. Mais de 4 vezes o valor que apresentou.

    • MM says:

      Não se trata de ser borlas, trata-se de preço abusivo face a apps para crianças “normais”. Não, esta apo não requereu qualquer tipo de investimento a nível de research porque é apenas uma digitalização de um método baseado em cartões. Em termos de design é fraca e em termos de voz é muito má (côcô? Que é isso?!).
      Não vale 70€, nem lá perto.
      Borlas não, tudo bem, mas abusar no preço também não.
      Além do mais, os pais de crianças com necessidades especiais já pagam tudo a dobrar, portanto, ver esta app a 70€ não espanta, mas revolta.

  7. José Cardoso says:

    O mundo do voluntariado é feito por pessoas que não têm contas para pagar e filhos para sustentar. Geralmente são jovens e querem experiência acima de tudo, enriquecer a alma. Quando se trabalha quer-se chegar a casa, e ter dinheiro para pagar o pão, o arroz e a carne, para pagar a escola do filho, para pagar a conta da electricidade.
    Por mais que uma aplicação tenha um cariz social de enorme valor, e acredito que fazer aplicações para ajudar pessoas com necessidades especiais sejam bastante gratificante, não podem ser programadores, psicólogos e etc a “oferecer” uma aplicação, e por em risco a sustentatibilidade da sua família, da sua vida e da própria empresa. Fazem ideia da carga fiscal que uma empresa tem, e o quanto é dificil sustentar uma empresa, ainda para mais pagar ordenados a umas poucas pessoas?
    A minha questão não se trata se a aplicação é cara ou não. Claro que 70€ é dinheiro, principalmente se somado a outros custos que uma pessoas com necessidades especiais tem. Mas não podem ser, e é esta a parte que quero reforça, não podem ser os programadores a fazer caridade social! Ninguém com contas para pagar tem 6 meses ou 1 ano da sua vida disponível para trabalhar à borla! É aqui que tem que entrar o papel social do estado.
    Existem subsídios (infelizmente, cada vez menores) para ajudar as famílias com necessidades especiais a adquirir farmácia e equipamento deste género. É com o estado e com a segurança social que vocês deviam apertar, e não com quem trabalha por uma vida minimamente normal a ganhar provavelmente muito pouco para a especialização que têm, só porque decidiram fazer uma aplicação de cariz social. Não deixa de ser uma aplicação, que tem que gerar dinheiro para pagar os seus custos!

  8. Vox4all com 30% de desconto.
    Special Offer – Children’s Day
    https://madmimi.com/p/d654e4?fe=1&pact=22930795796

  9. Gil M says:

    Se me permitem e pegando no que foi escrito nos ultimos dias, deixem-me fazer mais um comentário.

    Eu, como referi anteriormente, sou pai de uma criança com NEE, empresário com contas ao fim do mês para pagar e ao mesmo tempo fui em tempos de escola programador (VB, C++, Cobol, Pascal, …)
    Pelo que penso entendo os 2 lados.
    Posto isto, algumas considerações:

    -> Fazer voluntariado, não é para estudantes, desempregados, reformados, etc. Penso que voluntariado é feito por TODOS! Como? de muitas formas e fazer aplicações que facilitem a vida dos outros é uma forma!

    -> Um exemplo de voluntariado foi um post que vi (penso que aqui) de alguém a propor a execução de uma aplicação idêntica a esta, mas freeware… Outro exemplo é a terapeuta do meu filho oferecer-se para ajudar na construção da mesma aplicação! Todos estas pessoas têm contas para pagar!

    -> Parece-me muito exagerado a explicação para o preço: 6 pessoas a trabalhar durante 6 meses… Isso seria como dizer 1 pessoa a trabalhar em fulltime durante 3 anos (ou 5.500 horas de desenvo!!! A aplicação é simples, ok?

    -> Claro que a qualidade da aplicação, assim como o preço é definido por quem cria! (Sobre este ponto, eu anteriormente já defendi o meu ponto de vista…) TODOS nós utilizadores só compramos se quisermos!

    -> Quanto a apoios do estado, isso faz-me (infelizmente) rir!!! Falo por mim: consultas de terapia no publico são poucas, muito burocráticas e mal articuladas!
    Reclamar com o estado? Devem ter visto os protestos que a comunicação social cobriu, efeitos práticos? Nenhum!
    Eu como pai, quero o melhor para o meu filho e pago (e não é pouco) no privado para tentar reduzir ao máximo o atraso de desenvolvimento do meu filho!
    O que mais choca aqui é podermos jogar, podermos brincar gratuitamente. Os programas a pagar são por valores irrisórios… E o que realmente (para alguns) é importante, é muito caro!!!

    Já agora, já pensaram fazer publicidade a uma empresa e em troca receber algum €€€?

    P.S.: Os descontos (30%) são sempre bem vindos!!!

    • MM says:

      Subscrevo totalmente – e também sou pai de criança com NEE.
      E faço voluntariado – normalmente não no terreno (porque os horários nem sempre dão jeito para depois andar no terreno), mas já por diversas vezes que trabalhei de borla dentro da minha área em prol de um projecto de solidariedade.
      Apoio do Estado?! eheheh
      Terapias pago-as eu – que equivale por mês a um ordenado mínimo.
      Felizmente ganho um pouco acima da média, e isso permite-me pagar estas pequenas fortunas por algo que devia ser bem mais barato.

  10. LM says:

    Os gurus do pplware esquecem-se que há pessoas a investir a sua vida académica em cursos dirigidos para pessoas com deficiência e idosos, e consequentemente esperam o retorno disso no futuro. Vejam alguns exemplos, não se resume a programadores. E é suposto formarem um equipa multidisciplinar.

    http://www.utad.pt/vPT/Area2/estudar/oferta_educativa/2ciclo/Paginas/engenharia_reabilitacao_acessibilidade_humanas_2ciclo.aspx?lst=1
    http://www.uc.pt/fctuc/Ensino/cursos/1e2ciclos/lista/MIEBIOM
    http://www.uatlantica.pt/cursos/licenciaturas/terapia-da-fala.html
    http://www.estsp.ipp.pt/site/index.php?m=67&s=y
    https://www.ua.pt/essua/PageCourse.aspx?id=172&b=1&lg=pt
    http://www.esepf.pt/a_2ciclo/mestr_eduesp.html

    Estamos a dizer a estas pessoas que a formação que têm é absolutamente dispensável, porque se resolve com um bocadinho do tempo de uns e outros nas horas vagas. Estamos a dizer que qualquer um pode criar um software ou hardware para pessoas com necessidades especiais, independentemente da sua formação… basta a boa vontade!

    Percebe-se agora porque Portugal está na cauda da Europa na resposta tecnológica às PNE.
    Percebe-se agora porque as empresas da área se afundam em royalties de software importado. O incentivo e a tolerância roça o zero.
    Percebe-se agora porque vamos sempre continuar a depender de camiões da Suécia carregados de equipamento em segunda mão (andarilhos, cadeiras de rodas, colchões anti-escaras, etc), que eles renovam de dois em dois anos.
    Afinal a resposta às pessoas com deficiência, necessidades educativas especiais e idosos é uma questão de part-time e voluntariado. Não admira que a nossa legislação também trate o tema com tanta displicência.

    Vamos cair em cima de quem tenta desenvolver alguma coisa, vamos dizer que é caro, simples e fraco (cocó?). Não vamos compreender que desenvolver uma aplicação deste tipo vai muito além de incorporar as “simples” imagens de que falam (por favor, nem sequer sabem o que é um sistema de símbolos!), que o caminho é novo e tudo pode ser melhorado. Acima de tudo, gurus do pplware, vamos usar o nosso conhecimento para desencorajar, em vez de contribuir com ele para ajudar a melhorar.

    Isto não é só ridículo, é profundamente triste.

    • MM says:

      Primeiro ponto: tal como referi eu gasto por mês o equivalente a 1 ordenado mínimo em terapias. Portanto, nada contra ter de pagar por serviços e não fazia sentido ser de borla (podia era haver um maior apoio do Estado, mas isso é outra questão)
      2° ponto: sei bem o que são os PEC e esta app não passa de uma digitalização do PEC com voz manhosa e brasileira (daí ser côcô). O meu filho pegou nesta app, usou-a um bocado e nunca mais pegou nela porque está mal feita. O que vale é que era versão teste, senão la se iam mais 70 euros para o ar.
      3° ponto: não basta fazer qualquer coisa e dizer que é para NEE e tá feito. E esperar que os pais das crianças que financiem as soluções ridículas que vão aparecendo por todo o mundo.
      Não, esta app não vale 70€.

    • Gil M says:

      Eu nunca disse que vocês programadores não devam ganhar dinheiro!!! Eu nunca disse que vocês não podem cobrar 70€, até podem cobrar 200€!!

      O que eu disse foi a aplicação não vale esse dinheiro; poderia ser uma aplicação muito rentável (se fosse mais barata) e não acredito que tenham sido 6 pessoas e demorado 6 meses a desenvolver…
      Eu dei sugestões (como o uso de publicidade) e outras…

      Ainda não percebi o porquê de tanta polémica! Ainda não percebi a razão de vocês atacarem quem não gosta, quem não quer o programa! Vocês deram um preço pela aplicação e só compra quem quer! Eu Não quero (assim como algumas pessoas a quem mostrei – terapeutas, outros pais, etc.)!!!

      Não venham lamentações sobre trabalho voluntário (que é só para quem não tem trabalho), com trabalho mal pago, materiais importados… etc!
      Sinceramente tenho 90% de certeza que NUNCA conseguiram exportar com sucesso esta aplicação no nivel que têm actualmente e ao preço exigido!
      Se compramos ao exterior em 2.ª ou 3.ª mão é porque o que nos querem vender como sendo produto nacional é mesmo assim de qualidade inferior (por mim falo!!!)

      Por fim, acho que esta troca de comentários está a começar a passar o limite do razoavel… E sinceramente acho que quem se queima mais são vocês que estão a desenvolver a aplicação…

      • José Cardoso says:

        Quanto aos outros não sei, mas eu não faço aplicações destas, mas intervi porque tenho uma micro empresa de programação web e recentemente ando a investir em aplicações móveis, e sofro igualmente com esta moda de quererem tudo grátis, como se uma pequena aplicação para publico limitado pudesse obter lucros como um candy crush ou uma aplicação da google. Não fazem ideia do quanto custa ao final do mês ter contas e impostos para pagar, dedicar o tempo todo a fazer uma aplicação (seja lá que aplicação for e vocacionada em que área ou para quem) com vista a sustentar a vida e a empresa e ou 2 funcionários da empresa, e estar constantemente a ouvir/ler sugestões de que devia ser grátis. Uma coisa é não gostar de uma aplicação, outra é dizer que deveria ser gratuita ou mais barata, sem fazer ideia do seu custo de produção.
        Não percebo sinceramente… não estou a falar desta aplicação, estou a defender a minha profissão que implicou anos de estudo, de dores de cabeça, de dinheiro investido… e depois aparecem pessoas que pagam 200 ou 500€ por um smartphone que é feito em linhas de montagem em quantidades industriais, mas não estão dispostas a pagar 9.90€ por uma aplicação que consideram até ser útil e que até atingir uma versão estável pronta para o mercado, demora meses!

        • Gil M says:

          Concordo com o que disse… Aqui nunca ninguém disse, nem se negou a pagar 9,90€ pela aplicação…
          Eu já comprei/compro aplicações…

        • MM says:

          Eu compro apps, compro música, compro software, compro jogos, etc. Sou contra a pirataria e acho que há coisas que devem ser obrigatoriamente pagas – tal como referiu, o desenvolvimento tem custos.
          Agora, os preços terão de ser adequados ao produto. Pagar 70 euros por app, esta tem de justificar claramente o seu preço, que não é o caso.
          Na casa dos 10€ se calhar comprava.
          Outra dica, a PT através d sua Fundação apoia muitas unidades de NEE. Porque não licenciar este tipo de apps a eles para juntaram ao equipamento que fornecem às Unidades? Até porque para me convencerem a comprar uma app de 70€, primeiro têm de convencer as terapeutas.

  11. Caros amigos,

    Gostaria de clarificar que os únicos comentários de alguma forma ligados à Imagina são os meus. Entendo os diferentes pontos de vista, pois cada um parte de dados diferentes para chegar a conclusões diferentes o que é normal, já que qualquer assunto pode ser visto sempre de muitas perspectivas que não são necessariamente contraditórias.
    A posição da Imagina sobre este assunto foi expressa no meu comentário inicial de 16 de abril. O que disse nesse comentário inicial é suficiente para clarificar a nossa posição.
    Se alguém quiser informação adicional estou disponível, mas não vou entrar nesta polémica.

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