Quantcast
PplWare Mobile

O fim do Spotify gratuito está para muito breve

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. JJ says:

    A ultima frase do artigo, resume muito bem o que as editoras só quererem ter lucro as custas do trabalho dos outros!

    • DAMIAN says:

      as editoras nao sao a santa casa, nao tem como declaracao de intencoes o bem comum. sao multinacionais que vivem de semestre em semestre, e onde de facto so o lucro interessa

      senao, vao a falencia e nao ha orcamento de estado que depois meta la dinheiro para salvar aquilo

      • ervilhoid says:

        a própria Santa Casa não é uma “Santa Casa”…

        É mais que sabido que a maioria de editoras são que nem parasitas, muitos artistas deixaram as editoras, não se queixam dos downloads piratas, e aqui é só queixosos

      • Safrane says:

        +1

        Esta gente pensa que se não fosse o trabalho das editoras, se eles todos não passavam fome…

        • Vlad says:

          Quem é que passava fome? Os artistas? É que eu saiba uma editora não produz nada, quem produz são os artistas.

          • JBM says:

            são as editoras que produzem as músicas dos seus artistas – produzir no sentido de tudo o que é preciso para além da actuação dos artistas, que pode passar pela autoria da música (nem sempre os artistas são os autores…), ensaios, gravação, pessoal técnico, marketing, etc, etc. É à partida quem gasta/investe o dinheiro necessário para que a música chegue ao público.

          • FG says:

            Sim, não produzem nada, para ti…

            Para quem é artista, e não quer passar fome, é uma troca…

          • Vlad says:

            Tal como tu disseste as editoras apenas investem capital na produção da música. O grande problema das editoras é que está cada vez mais barato produzir um álbum e está cada vez mais fácil disseminar esse álbum. E é isso que os assusta. Os artistas sobreviveram durante vários séculos antes do aparecimento da editoras. Precisam as editoras mais dos artistas do que ao contrário.

          • JBM says:

            Vlad,
            as editoras investem capital tendo pessoal especializado para a produção. A maioria da música que ouves não vem só da inspiração de um artista ou grupo, há muito mais gente por trás.

  2. Diogo says:

    Eles devem se ter esquecido que o Spotify não é o único no mercado. Começam a brincar com isso o pessoal transita apenas para outros. (Google music, Apple music, Meo music…)

  3. Tchessetiger says:

    O spotify seja ele gratuito ou a versão paga, veio Bem a calhar para uma redução enorme na pirataria, agora acabando isso, o que mais me parece é que vamos voltar novamente a que seja voltado a uma grande percentagem dos utilizadores gratuitos a fazerem “download” das músicas

  4. Bruno says:

    2º parágrafo:
    “Mas este modelo de serviço poderá estar já com os dias contactos”
    Deveria ser “contados”.

  5. André Alves says:

    Eles não querem saber dos utilizadores, só querem dinheiro…

    • Ciro Espítama says:

      É incrível como há diferenças entre negócio e caridade…

    • DAMIAN says:

      volta a ler o que escreveste, mas desta vez tendo em conta que sao empresas, e nao obras de caridade. e pensa um pouco antes de soltares o che guevara que ha em ti.

      • lo says:

        muitas vezes estas tácticas de negócio para tornar pior a parte dos utilizadores resultam em mau negócio. Olha para os jogos “grátis” que te obrigam a pagar depois, fazem menos lucro que jogos grátis que te deixam jogar mas têm forma de fazer o utilizador gastar dinheiro em coisas que ele ache interessante/importante.

  6. Ricardo says:

    La vamos nos voltar a pirataria de musica

  7. Mr. HiTec says:

    Nem estou minimamente preocupado… tenho as músicas que qhero na memória do telefone e estou satisfeito, para além de que não utilizo a internet para as ouvir… se o problema é esse, basta utilizar outro método para ouvir música, como o grooveshark por exemplo…

  8. Nuno Machado says:

    Se baixassem o valor da subscrição premium e tornassem mais acessível talvez tivessem mais subscrições. É que 7€ todos os meses ao fim do ano são 84€, e nestes tempos de apertar o cinto, não é muito convidativo esbanjar 84€. Por isso os serviços de stream de musica, repensem os valores que pedem pelas subscrições.

    • WPfan says:

      Bem dito. Eu não me importava de pagar, desde que não fosse essa quantia absurda.

      • Dc says:

        Pagar menos? Quantia absurda? Já agora querem o serviço premium de borla não? Olhem-me estes….

        • ervilhoid says:

          De borla, mas em que mundo vives tu??? imagina que és artista, se o serviço passar a 7€/mês eu desisto logo, como eu muitos, em vez um ou 2 euros não recebes nada e ouço a música na mesma

          • Marco says:

            mas o mal está em ti que não te importas de roubar o trabalho dos outros. deves ser como alguém que conheço que diz que o está na Internet é de borla e é legal.

          • ervilhoid says:

            Não me conheces de lado nenhum, eu não me importo de pagar uma quantia justa, por isso tenho o serviço de 3 meses por 1€, não tenho TV pirata (existem milhares de pessoas em Portugal com TV pirata), e não é pela pirataria que as editoras vão à falência…

            Enquanto praticarem preços absurdos é bem feito que alguém “roube” o trabalho dos outros…

            Esse teu roubar é demais, aplica-o a quem conheces

          • Dc says:

            @ervilhoid Chama-se ironia (A parte do “de borla”)
            “em vez um ou 2 euros”
            7€ por mês não é caro, isto é um negócio e não caridade.
            Também tens a opção de ir ao itunes e pagar 0,99 ou 1,99 por cada música.

          • ervilhoid says:

            Enfim, não vou argumentar mais, queres e podes pagar os 7€ estás à vontade, não quero caridade para ouvir música, uso o premium se puder o grátis quando acabar o premium, rádio, faço download e não dou a mínima, nenhum artista anda a pedinchar por minha causa ou outros como eu, enquanto eu e tu estamos aqui com isto…

          • ervilhoid says:

            @Marco Não me conheces de lado nenhum, eu não me importo de pagar uma quantia justa, por isso tenho o serviço de 3 meses por 1€, não tenho TV pirata (existem milhares de pessoas em Portugal com TV pirata), e não é pela pirataria que as editoras vão à falência…

            Enquanto praticarem preços absurdos é bem feito que alguém “roube” o trabalho dos outros…

            Esse teu roubar é demais, aplica-o a quem conheces

          • jlnc says:

            7€ caro? Sabem quanto custa um CD de música novo na Fnac ou Media Markt?! Uma média de 15€ por um único álbum! Por 7 euros, dão-vos milhares de álbuns. Há que começar a valorizar um bocado mais o trabalho dos músicos, porque aposto que toda a gente se queixa dos preços destes serviços, não passa um único dia da sua vida sem ouvir música. Afinal o músico até é importante na sociedade…

          • ervilhoid says:

            Caridade??? Vocês são demais, até a caridade é taxada… Aposto que pedem factura em tudo o que consomem(também é roubo não pedir)…

            Eu faço o que posso.. reclamo do preço e vêm com moralismos…

          • jlnc says:

            Como os maços de tabaco não dão para piratear, uma pessoa paga o que for preciso sem problema. Como neste caso estamos a falar de música e arranjá-la de borla não custa muito, que se lixem os artistas que eu quero é ouvir música de borla! Acho que já perceberam o que penso. Se querem que haja música, também devem apoiá-la minimamente, acho eu..

          • Dc says:

            “3 meses por 1€” é uma promoção. É esse o preço que achas justo a pagar? Quer dizer, reclama-se que as editoras são gananciosas mas depois vê-se isto.
            Há que ser justo em todas as frentes. 3 meses por 1€ não é lucrativo em parte alguma. Mais uma vez, isto é um ne-go-cio…
            O spotify tem vindo a perder músicos por estes acharem que o que lhes pagam é pouco e vocês ainda acham que o serviço é caro…

          • ervilhoid says:

            mas alguém falou em tabaco??

            eu não disse que 1€ para 3 meses é o preço justo, só disse que 7€/mês para MIM acho caro, cada um faz o que quer, o cristiano ronaldo deve ter a subscrição de 7€ e acha uma pechincha…

          • Marco says:

            @ervilhoid: “Esse teu roubar é demais, aplica-o a quem conheces”

            Achas que o roubar é demais?
            artista sem editora:
            Perde tempo a compor umas músicas, gasta dinheiro a alugar um estúdio, gasta dinheiro com produtores, com técnicos, qd tem o CD pronto põe à venda, ou colocas num serviço de streaming para poder ganhar dinheiro para pagar as contas, ou juntar para pagar o proximo CD. Existe um tipo que faz uma copia do cd poe na net, para download e todos vão sacar, logo o artista ganha muito pouco com o CD? Achas que ainda não estás a roubar?
            Onde estes artistas recompensam estas perdas, é nos concertos e no merchandising, e quem gosta qd pode compra o cd.

            Quem tem uma editora, n ganha quase nada pq o cd não vendeu. Como o Cd não vendeu, poderia ganhar nos concertos e no merchandising, mas editora agora incluem isto nos contratos, ou seja o artista continua a ganhar pouco.

            Tu não estás a perceber que não é as editora que saem prejudicadas é o artista, no final do dia se a editora não ganhar, quem vai sofrer é o artista.

            ainda achas que não estás a roubar o artista (das editoras nem quero saber) ?

          • ervilhoid says:

            como alguem disse quem comprava vai continuar a comprar, quem não comprava não vai comprar.. eu comprei o premium, se não puder não vou comprar, eu não posso ter sportv mas também não tenho pirata, se conheces muita gente que rouba o trabalho dos outros não tenho nada a ver com isso, eu simplesmente se não puder não me dou ao trabalho, no carro ouço rádio.. não vejo nenhum artista dos quais outrora fiz o download a passar fome (bem pelo contrário)..

            A pirataria é um “bem necessário”, o mercado ajusta-se e vai evoluindo e de certa forma combate um monopólio e dá visibilidade a muitos que não a têm

          • Ângelo says:

            @Marco: Não é roubar. Não deixa de ser ilegal e injusto para o artisto (não tão injusto para a publicadora/editora). Mas vamos utilizar os termos correctos.

            Roubar é quanto te sonegam algo que é tua propriedade e ficas sem ela. Se alguém copia por ti num teste, está a fazer batota e é injusto, mas não te está a roubar, por exemplo. Se te tirasse a folha do teste, aí sim.

            Além disso, as coisas não são lineares. Há estudos que mostram que os “piratas” são os que gastam mais dinheiro em música/ebooks/filmes. Gente da indústria, principalmente os artistas e seus agentes, até falam a favor da pirataria, porque os dá mais a conhecer aumentando assim as suas vendas. As publicadoras é que não gostam nada disto, até porque é delas a maior fatia do “bolo”.

            E já agora: uma cópia não equivale a menos uma venda.

      • Jorge Dinis says:

        Absurdo é pagares 2,81€ audiovisuais todos os meses na fatura da EDP.

    • nuno miguel says:

      Eles que ajustem aos mercados dos países , mais caro na Alemanha e mais barato em Portugal.

      • Daniel says:

        Eu tenho a ideia que já tem um pequeno ajuste, acho que podiam criar um intermédio com metade do preço com uma limitação de x horas por mês!

  9. Rui Cardoso says:

    Já me aconteceu à cerca de um mes encontrar músicas que só estavam disponiveis para premium. Acredito que seja esse o modelo a seguir.

    No entanto têm de ter muito cuidado, porque se fazem isso em demasia, acontece é que os utilizadores vão para outros sitios e ficam é a perder..

  10. David Ferreira says:

    Não acredito que vá acabar, eles estão com bastante publicidade, incluindo publicidade tuga, ao azeite galo, a ginásios, de certeza que eles não querem perder essa fatia

  11. Tiago Santos says:

    Estas editoras fazem me lembrar a historia da galinha dos ovos de ouro :P… Então o spotify conseguiu que muitas pessoas que pura e simplesmente sacavam (ou ouviam do youtube/outros) começassem a gerar retorno financeiro (ora com subscrição premium ora com publicidade), caso obriguem as pessoas a pagar muitas vão optar pelas “alternativas”… Parece-me que o spotify não vai ganhar muito com estas pressões 😛

    • JBM says:

      Também conseguiu que muitas pessoas que antes iam comprando música deixassem de comprar/pagar pela música, ajudando a que as receitas voltassem a cair.

    • Safrane says:

      Errado.

      A maioria pirateia e usa o Spotify com anúncios (se não souberem de ad blockers) ao mesmo tempo.

      YouTube também dá dinheiro da publicidade, se calhar, mais que o Spotify.

  12. north says:

    será por isso que eles agora da para pagar com paypal ? a uns meses atraz não dava para pagar por PayPal e estes dias recebi email do spotify a dizer que agora pode se pagar por PayPal e eu aderi. eu gostava de continuar com o Apple music mas para pagar tenho que ter cartão de credito mas como não tenho para já vou usar spotify. talvez teste pagar o Apple music com gift card. já coloquei essa questão em vários sites e blogs e ninguém me soube responder ao certo se é possível eu comprar um gift card da apple por exemplo existe o iTunes e o gift da APP store. será que o saldo deles da para pagar o Apple music. é única forma que vejo de pagar para quem não tem cartão de credito.

    • Tiago B says:

      Pode usar cartão de débito, pelo menos o meu funcionou.

    • Gustavo says:

      Usa MBnet. Fácil e seguro de usar 😉

    • JBM says:

      Podes usar o MBnet, que permite criar um cartão virtual que dura até 1 ano.
      Também podes usar um gift card da Apple, dará para pelo menos o primeiro mês, e isto é uma informação confirmada pela Apple, apenas não sei como é que a Apple processa o gasto do gift card nos meses seguintes, suponho que vai descontando, mas não tenho a certeza.

  13. Filipe says:

    Ja tenho spotify premium há algum tempo e não me importo nada de pagar os 7 euros, tendo em mente que os artistas efectivamente recebem alguma coisa.
    Para variar, o portugues acha que é muito os 7 euros por mês. Mas esses 7 euros dão acesso a tanta música que nem temos bem a noçao do que temos ao alcance de um dedo.
    Tenho pena que o ponto de vista seja o lucro das editoras (“o objectivo das editoras é que este número cresça e assim o serviço consiga ser mais lucrativo para as editoras”) ao invés do lucro dos artistas.
    Por mim, vou continuar a pagar.

    • ervilhoid says:

      “Para variar, o português acha que é muito os 7 euros por mês” claro 7 euros não é muito, o telemóvel não é muito, a tv cabo não é muito, a conta da luz não é muito…

      7 euros é muito, para mim e para outros, e com certeza que para muitos não portugueses também o seja

      • Marco says:

        o meu pai sempre me ensinou quem não tem dinheiro não tem vicio, quem os quer ter que vá trabalhar para pagar os vicios. De tudo o que dizes em cima, nada é um bem essencial (tirando a luz) e só os tens pq queres.

        • ervilhoid says:

          epá, desisto, é último comentário que faço, não me identifiques com as pessoas que conheces e fica lá com o que o teu pai te ensinou, é tudo uma questão de preservativa, queres pagar os 7 paga lá à vontade..

          Eu disse que se puder pagar pago, se não puder arranjo alternativa mais barata ou grátis legal, em ultimo recurso faço download e não és tu que tens moral para chamar isso roubo…

        • fneves says:

          Desde quando a internet nao é um bem essencial hoje em dia?

          • Filipe Neves says:

            Claro que nao é agua nem alimentação, mas na europa esta em cima de mesa as operadores serem obrigadas a oferecer 2 mbits a todos os europeus de forma gratuita ate 2020… Claro que em africa nem lhes passa pela cabeça ter isso, mas são realidades completamente diferentes…

          • Marco says:

            onde é que se falou na internet? e se calhar para 80% das pessoas não é um bem essencial. Se te tirar a internet consegues viver certo, a não ser que sejas programador ou que uses a internet como meio de trabalho, mas ai já é uma ferramenta.

      • PFerreira98 says:

        7 euros são 3 cafés no estrangeiro, ou seja nada… Na Suíça principalmente, tendo em conta o dinheiro que dás para comprares ninharias … Em Portugal acredito que seja alguma coisa (no entanto há gente que gasta mais de 7€ por mês em coisas desnecessárias)…
        O teu comentário sobre ‘muito’ só é valido para aquelas pessoas que estão no zero mesmo. Não aquelas que saem todos os sábados a noite ou jantam fora num domingo…

        • Marco says:

          ora nem mais…. e em portugal são cerca de 10 a 15 cafés dependendo da zona do pais.

          • ervilhoid says:

            então nunca te queixes que não podes comprar determinada coisa “acessível” porque há sempre alguma coisa que podes cortar, cada um gasta no que quiser

          • Marco says:

            @ervilhoid: agora sou eu que te digo “Não me conheces de lado nenhum”, para me mandares essa boca pq qd faço uma compra faço-a depois de ter analisado as minhas contas, posso-te dizer que estou para comprar uma adonit jot pro à mais de 3 meses, e se ainda não a comprei foi pq as minhas finanças não o permitiram e são só 30 euros (sim só 30 euros) ou menos depende da cor e do modelo, mas como tenho outras prioridades… e não me vês a queixar ai e tal é cara, e mais não sei o quê, não posso não compro. E como disse que não tem dinheiro não tem vicio. e se podia ter cortado noutras coisas sim podia, mas não quis e fiz a minha escolha.

            estamos de acordo, cada um gasta no que quer, mas tem de enfrentar as consequências dos atos, se gasta em tabaco/café/saidas à noite etc e depois não tem dinheiro para outras coisas, é pá então não se queixe.

          • ervilhoid says:

            não tens nada para cortar que dê 30 euros? tu é que sabes a tua vida

            acabaste de me dar razão se não tenho não vou comprar spotify por 7 euros… eu queixo-me de ser caro mas não estou a choramingar, não posso não compro lol

    • Jack says:

      És tu que pagas as contas lá de casa? Ou os Papás? Lol 7e é o que é! O que te interessa se para os portugueses é MT ou pouco…? Este tipo de serviços para muita gente é uma inutilidade!

      • ervilhoid says:

        é só ofendidos, podia ser 1 euro e reclamar na mesma, só disse que era caro para mim, e postem lá os comentários que estão para moderação

        • Jack says:

          lolol o comentário não era para ti…era para o FIlipe! Mas a luva serviu-te? eheh

          • ervilhoid says:

            @Jack foi pelos 7e é o que é..

            Eu só disse que achava caro, que vou optar por outros modelos e por ultimo se tiver que fazer download faço (o que nem acontece muito e quando acontece por vezes nem utilizo), e chamam-me de ladrão, é só puritanos e moralistas que devem ter tudo na linha..

            eu se me lembrar vou deixar uns trocos numa editora pelos downloads que fiz..

        • Jack says:

          Os “7e é o que é” foi pelo “Para variar, o português acha que é muito os 7 euros por mês”…que acho um comentário de gente tansa!

    • XXT says:

      É caro porque que tens essas mesmas músicas disponíveis por todo o lado à borla. Nem sequer entendo porque alguém pagaria para ter um serviço que existe à borla em todo o lado.

    • Safrane says:

      7€ por mês é muito para muita gente, infelizmente.

      7€ para mim, é o que gasto num almoço + lanche.

      Para muita gente, é o orçamento de um dia…

      Se vale a pena, depende dos interesses e da disponibilidade financeira.

      MAS UMA COISA É VERDADE

      Em PT, vê-se muita gente a comprar televisões topo de gama, headphones topo de gama, tudo o que for aparelhos, vai…

      Depois, comprar BR? Tá quieto! Subscrever a Sport TV? Ta quieto, streamada treta na net! Pagar por música? Ta quieto! Telemóveis? Quantos Samsung e Apple topo de gama andam aí, e nem têm 200MB de net? “Ai de vez em quando apanha-se Wifi grátis que nunca funciona”…

  14. Tiago says:

    O MixRadio é uma excelente solução!
    Só tem um ponto negativo: só permite 4 playlists mas a música é ilimitada.

  15. rui says:

    Fui ler aquele artigo que está no link e parece-me quase daqueles rumores de peixeiras quando não tem mais nada para fazer. Mas a ser verdade, é só para dar lucro às editoras porque os produtores vão receber o mesmo ou até menos. É o costume.

  16. ervilhoid says:

    Estou a estudar, não trabalho aderi ao serviço de 3 meses por 1€, quando acabar já é muito mais caro, até que fosse 1€/mês eu até aderia, se limitarem o serviço gratuito vou voltar aos downloads.

    As editoras querem é dinheiro, os cada vez mais ricos querem cada vez mais, um dia ainda vão experimentar se o €€€ serve para comer…

  17. Mr.T says:

    É a garganeirice do costume pelos tubarões do costume, ou não fossem eles também donos e senhores do mercado cinematográfico. E sempre com o argumento que é para defender os artistas (esquecem-se é de dizer que os artistas a que se referem vestem fato e gravata e fazem tudo menos cantar ou interpretar). Pode ser que com o Baboo a crescer, estes senhores acabem por provar do próprio veneno e comecem a mudar de atitude/mentalidade…

    • borderline says:

      +1, só faz sentido pagar se o serviço for equidistante dos lobbys. pagar mensalidade e saber q 90% dela vai para os artistas que ouço (por intermedio das labels cm quem eles assinaram) é óptimo. Não manietar a liberdade de escolha dos utilizadores promovendo os artistas (m*rda) associados a grandes lobbys tb. Baboom!!!

  18. Fernando Mendes says:

    Não sei se os artistas e as próprias editoras irão lucrar mais. Muitos usam o serviço por ser gratuito e caso passe a ser pago não o vão usar… Temos a rádio por exemplo. E percentagem de 1 para 4 poderá ser um engano. Os artistas por vezes são ouvidos porque estão disponíveis e assim tornam-se conhecidos e vão lucrar mais e mais por isso mesmo… Mais concertos, mais discos vendidos e muito mais interesse a sua volta. Não serem ouvidos torna tudo mais complicado. Existem outras formas de os ouvir gratuitamente. Mas enfim.

  19. Carlos says:

    Hmmm… Deve ser coincidência a Apple ter dito que os serviços de streaming suportados por publicidade iam acabar e agora as editoras começarem a apertar com os concorrentes da Apple para que deixem de fazer isso…

    Faz-me lembrar quando o Sr. Jobs disse que os preços dos e-books iam aumentar e passado pouco tempo as editoras tentaram obrigar a Amazon a aumentar os preços.

    Mas deve ser só coincidência!

    • Marco says:

      claro que não, foi um abre olhos para as editora. “humm a Apple paga-nos x, sempre certinho, não há cá coisas de publicidade e pagar menos e restantes confusões. Humm vai passar a ser tudo a assim quem quer, quer, quem não quer não leva musicas.”, e como os serviços de streaming precisam das musicas para sobreviver.

      • XXT says:

        Quem não quer pagar vai fazer o download e os artistas não vêm nada. Se for como dizem podem agradecer à sanguessuga da Apple.

      • Kruskal says:

        Sim, até agora as editoras andavam a dormir e não tinham pensado nisso…
        Quem não pagava vai continuar a não pagar, vai mudar para serviços alternativos, não faltam e aumentando a procura vai aumentar a oferta.

        • Marco says:

          não andavam, mas quem ditava as regras era o mercado. Agora que o mercado tem um novo player que jogou segundo as regras das editoras, as editoras começam a ter poder para exigir outros modelos.

          • JBM says:

            As editoras tiveram sempre poder. O modelo de negócios da Spotify foi acordado pelas editoras, que teriam estabelecido expectativas sobre o retorno/pagamento, não era para que toda a gente passasse a ouvir música sem pagar nada, usando publicidade.
            Por isso teriam sempre o poder de fazer o que deve estar para acontecer, que é que um ajuste na oferta para que mais pessoas paguem

          • Kruskal says:

            Quem ditava as regras era o mercado, agora é a Apple, que acenou com os seus muitos dólares às editoras e elas vão atrás, mas cheira-me que quando estiverem na sua mão vão começar a ver cada vez menos dinheiro enquanto a Apple enche os bolsos (e bem faz ela). Quanto à história dos pobres artistas, como sempre foi, com muita ou pouca pirataria, quem é bom ganha muito dinheiro (demais, diria eu) e quem é ruim vai pelo cabo abaixo.

          • JBM says:

            E ditou! As receitas voltaram cair e as editoras querem o oposto. Antes de haver Apple Music já muita gente da indústria punha em causa como estava montado o modelo de negócio com publicidade. Antes de haver Apple Music outros serviços apareceram com mensagem idêntica em termos de negócio.

          • JBM says:

            E a Spotify tem agora que renovar os contratos por isso sujeita-se à avaliação do modelo de negócios feitas pelas editoras.

        • Safrane says:

          +1

          Quem não quer pagar, não vai pagar nunca.

  20. TiGaSPT says:

    Back to downloading music then

  21. AG says:

    Estranho a afirmação de que “a notícia foi conhecida este fim-de-semana” pois tenho a impressão de já ter lido outra igual há uns tempos…estarei com alucinações?

  22. kekes says:

    O chamado “Apple effect”, a Apple entra no mercado, todos ficamos a perder… Fantastico.

    • Kruskal says:

      E provavelmente com a mesma estratégia da Fnac… Quando conseguir secar a concorrência e for o único jogador estabelece as regras que quiser.

      • Safrane says:

        Em que é que a fnac não tem concorrência?

        Media markt, Worten, bertrand, etc… Etc… Etc…

        A única coisa que tem, é música, mas ninguém compra CDs, a única coisa que uso que lê CDs, é a PlayStation 4, dá?

        • Kruskal says:

          Estou a falar das pequenas livrarias, lojas de música e afins, todas elas desapareceram à sua volta, a concorrência são outros grandes jogadores. Pessoalmente é raro comprar na fnac por causa dos preços..

          • JBM says:

            As pequenas livrarias e lojas de música desapareceram ainda antes de haver Fnac em muitos lados. Muitos delas desapareceram com a Bertrand, Worten, Hipers, etc

  23. Filipe Neves says:

    É desta que me converto ao meo music… De facto ha 20 anos atras para se ouvir música tinha de se comprar os albuns na antiga Valentim de Carvalho, e 7 euros equivalaria a 1 álbum a cada 2/3 meses o que nao é muito, mas como comecei a usar o spotify tenho ja imensas musicas favoritas que para passar para a meo music n tinha paciência… Acho que vai ser desta 🙂

  24. Sandra says:

    Por este andar, o fim do próprio Spotify está para muito breve.

  25. Midgard says:

    La andam estes com o defender os artistas, nao basta ja pagar imposto em Pt e noutros paises ao comprar uma flash drive, quererem impor um imposto extra por ter radio ou tv a funcionar para cafes e outros espacos publicos , entre outras artimanhas que realmente só enojam quem consome os conteudos e os afasta mais dos “premium” pois os contudos nao valem a pena e sao caros..
    Artistas tem que ser pagos sem duvida, mas nao ha custa de me arrancar o couro e nao para sustentar chulos que gravitam a volta do “artista”.
    O que vejo nisto tudo e, industrias de milhoes a querem aumentar ainda mais os lucros, e como a galp, “ha e tal o petroleo aumentou internacionalmente + uns cents no combustivel…lucros anuais 400m”…estes e ” a pirataria prejudica os artistas..dito por fulano x enquanto estacionava o bentley”
    O modelo do spotify tornou se muito popular porque conseguia um equilibrio entre fornecer um servico de optima qualidade assente em publicidade que nao era excessiva tendo tambem uma versao premium, que iria aumentar a medida que mais utilizadores optassem pelo spotify atraidos pela qualidade
    Mexem muito nisso e esses servicos comecam a definhar como definha o num de pessoas a ir ao cinema todos os anos
    + pirataria e formas de evitar pagamentos ate que os artistas que tem estas ideias so lbes reste cavar terra

    • Marco says:

      explica-nos o que isto tem a ver com o spotify: “La andam estes com o defender os artistas, nao basta ja pagar imposto em Pt e noutros paises ao comprar uma flash drive, quererem impor um imposto extra por ter radio ou tv a funcionar para cafes e outros espacos publicos , entre outras artimanhas que realmente só enojam quem consome os conteudos e os afasta mais dos “premium” pois os contudos nao valem a pena e sao caros..”

      E numa coisa estamos de acordo, os artistas tem de viver do trabalho deles e deixarem de viver dos impostos dos outros. Pq se é para viverem dos impostos muita coisa tem de mudar…

  26. Vitor Silva says:

    Nas perspectiva dos senhores das editoras e das empresas de armazenamento talvez a pirataria gere mais lucro que a publicidade haha. Duvido que as corporações não tenham umas quantas acções em empresas como a WD, Toshiba e Seagate. Não pagas na música pagas no armazenamento para a música pirata, sem esquecer que em Portugal pagas a cópia da lei privada. Não sou contra o premium nem acho caro! Simplesmente não compro premium todos os meses e agrada-me ter um serviço gratuito à base de publicidade , e quando a carteira está menos apertada ou se justifica pagar para usufruir das vantagens lá se compra 1 mês de premium. Afinal no Xbox Live/PSN pagasse e a publicidade está lá na mesma. É tudo uma questão de ponto de vista, mas o Spotify está a sofrer por ser o maior impulsionador deste modelo de distribuição.. Os grandes que não acreditam nisto vêm agora com pedras na mão e dinheiro para ter as editoras do lado deles porque a estratégia do Spotify funciona e até contribui para acabar com a pirataria.

  27. Mota says:

    Meu rico MEO MUSIC…

  28. Luís Rodrigues says:

    Desde que comecei a usar o MixRadio há 2 anos que nunca mais usei o Spotify…
    Parafraseando o outro, “não me toca”!

  29. Pedro Fernandes says:

    Eu até subscrevia o Spotify…mas como há Meo Music à borla, e sem contar sequer para o consumo de dados no telemóvel…o Spotify não tem a mínima hipótese !

    🙂

  30. Ângelo says:

    Obrigado, Apple. Sempre a tentar lixar os consumidores. Primeiro no mercado dos ebooks e agora na música. Começaste bem há vários anos com o itunes, mas agora é só monopólio e capitalismo. E ainda tem fãs para a defenderem.

    • Waffen SS says:

      A Apple nada tem a ver com isso! As editoras apenas estão a pressionar o Spotify. Além do mais isto são apenas rumores, pode nem chegar “a vias de facto”. Cada empresa escolhe o seu modelo de negócio, o da Apple foi o que mais agradou as editoras, daí elas pressionarem as empresas de streaming a fazerem o mesmo. Não parece justo culpar a Apple por isso. Cabe agora ao Spotify criar um negócio que agrade muito, tanto a produtoras e consumidores! Não se trata de defender nada, apenas senso comum!

    • Safrane says:

      Tidal, Google Music, etc…

      Sim, a culpa é da Apple

  31. Charnecas says:

    Porquê não dividir o lucro da publicidade com as editoras e principalmente os cantores e seus ?
    A rádio hoje em dia é boa companhia, ficou foi parada no tempo e não se actualizou, onde andam as emissões em DAB com qualidade superior?
    E equipamentos a preços acessíveis para reproduzir DAB?
    Porquê não é o DAB a norma de emissões de rádio difusão?
    Também se for para ficar igual á TDT o melhor é deixar ficar como está.
    Será que quem utiliza o serviço grátis do Spotify irá pagar para ter o serviço premium?
    Será que quem utiliza o serviço grátis tem orçamento para disponibilizar para mais uma mensalidade, a somar a outras tantas?

  32. luis says:

    O que se vai passar é que se o spotify acabar com o serviço gratuito simplesmente acaba.

    • borderline says:

      n acho, pra mim o spotify deveria ser premium na totalidade, mais caro, com um trialzinho d uma semana ainda mais carregado de publicidade. Quem quer quer, quem n quer tem alternativas.

  33. Sergio J says:

    Tenho-me perguntado até quando o Meo Music vai durar.

  34. Luis M. says:

    Tanta malta a queixar-se que 7€ mês para ter acesso a milhões de músicas é caro, não os vejo queixarem-se à saída das discotecas por pagarem mais que isso por uma bebida martelada. Se a eles a vida custa os que desenvolveram os serviços e os alimentam também têm família e contas para pagar.
    Quando se parte do principio que música, filmes e séries são um direito adquirido até 1€ é caro. Quem compra 1 carro também têm de comprar o combustível e tudo o resto para ele andar. Aqui gastam tudo no smartphone e partem do principio que tudo o resto é grátis.

  35. ricardo says:

    A sério? vocês pagam para ouvir música? Eu falo download das músicas, crio a minha lista pessoal no windows e copio para dentro do telemóvel. Sempre que sai uma música que queira e só adicionar a lista. Não ha consumo de dados nada. Estes serviços ainda não convenceram. Então o preço.

  36. JN says:

    Ponham-no a pagar que eu desinstalo logo de seguida.
    Ainda assim prefiro o MEO Music.

  37. Emanuel says:

    O Spotify (e outros que tais em sistema freemium) vieram reduzir a pirataria de música a nível mundial… se estas “manobras” derem para o torto (e é bastante possível que dêm), é quase certo que a música pirata volte a estar “na moda”.
    Mais vale um pássaro na mão (freemium com publicidade) do que dois a voar…

  38. Alegria says:

    As gravadoras ainda não entenderam que é melhor ter alguma coisa do que não ter quase nada. Com mais essa iniciativa o que conseguirão é ter menos ainda e acabar com o Spotify.

  39. Mauro Rodrigues says:

    uma coisa a pensar será… antes das editoras existirem, quem financiava os artistas?
    Como era feita a promoção? os artistas eram menos? ser artista era uma coisa de elites? o custo das obras era exponencialmente mais caro?

  40. JL says:

    Grande parte das editoras são piratas legalizados quando publicam obras com contratos já expirados, e quase todas não prestam contas aos artistas, ou seja, o artista nunca sabe o que foi publicado e quando sabe muitas vezes é enganado nos números. Escrevo com conhecimento de causa e na posse de provas.
    Porquê usar sempre a «mesmice»? Há o Groove Music, que é bastante bom também! Acho piada que no meio de «gigantes» se fale no MEO Music…

    • borderline says:

      concordo, no entanto não coloco todas as labels no msm saco nem sou apologista da inexistência de labels cm é óbvio. Acho que passará por ir eliminando intermediários, apostar em labels (aproveitando tda as platadormas tecnológicas que já existem e melhorando-as) que assegurem a distribuição, promoção, management, booking, som, espaços propícios para produção de conteúdos, sem q o artista tenha d perder tempo nisso e sem q a label ganhe mais do que merece. No que toca a spotifys e cia, premitir a mesma visibilidade a todas as labels q se apresentem e direccionar os ganhos em função do consumo dos produtos. Artista x é mais ouvido, a sua label ganha mais. O conceito n é complicado, a materialização sim.

  41. André says:

    Uma novidade: As editoras pagam aos artistas. Não sei onde vocês andam a ver ganância, mas quanto mais as editoras lucrarem também mais espaço há para negociar com os artistas. O trabalho de produção infelizmente só é visto de duas formas, ou são os escravos de serviço ou os chulos quando na verdade são os que mais se esfolam com a preocupação de transformar a arte em dinheiro.

  42. Tiago Fernandes says:

    Tenho direito ao Spotify Premium através do Yorn X e tenho a dizer que passou a ser algo totalmente imprescindível para mim.

  43. pedro says:

    Viva o meo music!

    Ps: tenho usado o spotify web player, e nunca reparei em publicidade.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.