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EUA recuam na defesa contra possíveis ciberataques da Rússia

O mundo está estranho! Os aliados quase que se assumem como inimigos e os verdadeiros inimigos parecem ganhar ainda mais força. De acordo com uma informação recente, a administração Trump recuou na luta contra as ameaças cibernéticas com origem na Rússia.


EUA não considera que a Rússia seja uma ameaça que deva ser tratada por “prioritária”

A administração Trump procedeu a uma mudança significativa na sua política de cibersegurança, minimizando a ameaça que a Rússia representa para a segurança nacional dos EUA, segundo revela o The Guardian.

A política que foi atualizada prioriza agora as preocupações com a China e o Irão, uma posição destacada pela omissão da Rússia no recente discurso da representante Liesyl Franz na ONU sobre cibersegurança.

Esta mudança reflete o aquecimento das relações entre o Presidente Trump e o Presidente russo Vladimir Putin e fez soar o alarme de especialistas em cibersegurança que argumentam que tal decisão torna os EUA mais vulneráveis a ataques cibernéticos russos.

Dentro da Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA) também se sugere um não seja prioritário a monitorização de ameaças russas. Críticos dentro do domínio da cibersegurança e ex-funcionários do governo descrevem a medida como perigosa e uma saída sem precedentes das avaliações anteriores do sistema de inteligência dos EUA, que consistentemente classificavam a Rússia ao lado da China como uma ameaça cibernética primária.

Esta mudança ocorre em momentos de realinhamentos geopolíticos mais amplos, com os EUA a votar ao lado da Rússia na ONU contra uma resolução UE-Ucraniana que condena a invasão da Ucrânia pela Rússia.

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