“O Linius é um sistema operativo baseado em Linux e é o resultado de uma opção estratégica de utilização de software livre na justiça, permitindo desta forma a redução de custos em tecnologias de informação. A sua utilização é gratuita e pode ser distribuído livremente.
Foi hoje lançada a versão beta do Ubuntu 7.10 (aka Gutsy Gibbon). Após vários meses de versões alfa surge-nos agora esta versão em que já não serão adicionadas novas funcionalidades ao Ubuntu, tendo agora como objectivo a correcção de bugs para que a versão final prevista para dia 18 de Outubro esteja o mais perfeita possível.
Serão 22 dias de muito trabalho tanto para as várias equipas Ubuntu como para os utilizadores comuns que são incentivados a instala-lo nos seus pcs para que possam reportar possíveis bugs que este sistema operativo possa ter com o hardware dos mesmos.
A Revista Linux é uma revista grátis bimestral em PDF e tem como alvo o público com interesse na área do Linux. Este projecto integra notícias sobre tudo o que está relacionado com o Open-Source, Linux, GNU entre outros. Tem uma área de contributos para que todos aqueles que estejam interessados em publicar artigos escritos em bom português.
É frequente os utilizadores novatos (ou não) do Ubuntu recorrerem ao Automtix para instalar programas e codecs extra (ex: w32codecs, google earth, skype) que não vêm nos repositórios oficiais da distribuição, sobretudo devido à facilidade de utilização desta ferramenta.
Para outros utilizadores mais conservadores e preocupados com as incompatibilidades que o automatix possa provocar, será preferível optar por adicionar repositórios de pacotes da maneira tradicional, instalando os .deb através da linha de comandos ou pelo Synaptic.
Um dos repositórios alternativos mais utilizados, se não mesmo o mais utilizado, é o Medibuntu que tem como principais características a boa qualidade dos pacotes e as raras incompatibilidades com os repositórios oficiais. Vamos lá aprender adiciona-lo ao nosso Ubuntu 7.04.
A Adobe lá se decidiu a lançar a versão 8 do seu Adobe Reader para o sistema operativo GNU/Linux, colocando assim um ponto final no atraso que esta plataforma tinha em comparação com o Windows e Mac.
A mudança de postura da Adobe para com o GNU/Linux é de tal maneira evidente que na página de downloads do Adobe Reader temos não só a opção de sacar o clássico pacote “em bruto” tar.gz, mas também os pacotes já compilados e prontos a usar .rpm e .deb, bastando assim um duplo clique para que este programa fique instalado na nossa distribuição favorita.