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China tem problemas com o detetor de fadiga: olhos dos condutores confundem a tecnologia

Os carros estão cada vez mais tecnológicos, dispondo de uma série de ajudas ao condutor. Aparentemente, na China, há uma tecnologia que está a dar problemas aos condutores, uma vez que eles a confundem e fazem-na disparar alertas desnecessariamente.


Segundo o Must Share News, citado pelo The Independent Singapore, Li (nome transliterado do chinês) estava a conduzir o Xiaomi SU7 Max da sua irmã, em Zhejiang, China, na quarta-feira, quando os alertas começaram.

Mesmo depois de mudar de postura, o sistema continuou a dizer-lhe para “se concentrar na condução”.

Quando forcei os olhos a ficarem bem abertos, o alarme parou. Mas quando deixei os olhos voltarem ao seu estado normal, ele começou novamente.

Explicou Li ao meio de comunicação chinês Sohu, acrescentando que, como os seus olhos são pequenos, o sistema continuava a assumir que ele estava a adormecer.

Além disso, conforme observou, a irmã não teve o mesmo problema ao conduzir o mesmo carro. Por sua vez, com ele ao volante, os alertas terão disparado mais de 20 vezes.

De acordo com o serviço de apoio ao cliente da Xiaomi, a funcionalidade de monitorização está instalada em todos os veículos SU7 Max para aumentar a proteção e está programada para sinalizar possível fadiga, por via da deteção de comportamentos como olhos fechados, bocejos, virar a cabeça ou distrair-se com um telemóvel.

 

Problema do detetor de fadiga vai além dos carros da Xiaomi na China

Anteriormente, outros condutores chineses detetaram problemas semelhantes noutros modelos, como os da XPENG, ao ponto de se sentirem discriminados por esta tecnologia e pela sua forma de agir.

Permitam-me repetir que os meus olhos são pequenos, mas não estou a adormecer ao volante. Nós, pessoas de olhos pequenos, não merecemos usufruir das ajudas à condução?

Disse um blogger chinês, ChanYanCY, segundo a motor.es.

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