Utilizando uma ferramenta de código aberto, o grupo de hackers Massgrave desenvolveu um método que permite que a maioria das versões do Windows, assim como o Office, sejam ativadas de forma extremamente rápida e fácil, tudo em segundos. Este problema da Microsoft poderá ajudar muitos. Conheça como pode ser usado.
Hackers criam ferramenta para ativar o Windows
Desde as suas primeiras versões que o sistema operativo da Microsoft tem sido um alvo constante para aqueles que procuram evitar o processo de licenciamento. Ao longo dos anos, foram criados vários métodos para obter aplicações do Windows, Word, Excel e PowerPoint gratuitamente, ignorando os mecanismos de proteção do sistema.
Embora existam soluções para ativar o software, muitas são arriscadas. Ferramentas como o KMSPico, embora populares, são associadas a malware e nem sempre garantem uma ativação. Ao longo dos anos, os programadores criaram soluções como cracks e ferramentas que quebram o DRM. Embora a segurança e as atualizações tenham aumentado, sempre surgiram novos métodos para contornar estas proteções.
No entanto, os hackers Massgrave foi mais longe e criou o TSforge Activation, uma ferramenta de código aberto que promete superar todos os métodos anteriores. Esta nova solução apresenta-se como uma opção eficiente e segura para ativar o Windows e o Office, sem os riscos associados a outras aplicações, deixando para trás as limitações das antecessoras.
Também pode ser usada no Office para sempre
A ferramenta é considerada pelos seus criadores uma das mais poderosas já criadas no mercado. Utiliza um método para ativar o Windows e o Office, contando com o utilitário de código aberto da Microsoft chamado MAS. Embora alguns o considerem ilegal, os programadores afirmam que não cometem nenhum crime. Isto uma vez que este utilitário oferece um método de ativação alternativo, usado até pelos funcionários da Microsoft.
De referir que o TSforge Activation explora uma vulnerabilidade no sistema de proteção da Microsoft, conhecida como SSP (Software Protection Platform) e DRM (Digital Rights Management). Muitos especialistas defendem que esta ação expõe as falhas no sistema da Microsoft. Injeta dados falsificados em ficheiros de armazenamento de ativação, como data.dat e tokens.dat, enganando o sistema.
Este método de ativação funciona tanto para o Windows 7 como para versões posteriores, sendo também compatível com o Office 2013 até 2024. Além disso, pode ser utilizado para ativar add-ons comerciais, como o Programa de Atualizações de Segurança Alargadas do Windows 10, o que o torna uma ferramenta muito útil para os utilizadores deste sistema.