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Jovem que planeava “massacre” foi identificado em chats e Dark Web

Portugal ainda está abalado da notícia que ontem foi veiculada pela Polícia Judiciária (PJ). De acordo com as informações, a PJ impediu que, no dia de hoje, fosse levado a cabo um massacre que estava a ser planeado por um jovem português de 18 anos.

De acordo com as informações, o jovem foi identificado graças a chats que várias plataformas e a “movimentações” na Dark Web.


Segundo revela a PJ, a investigação foi desencadeada por suspeitas de atentado dirigido a estudantes universitários da Universidade de Lisboa. Face à gravidade das suspeitas, foi atribuída a máxima prioridade à investigação, a qual permitiria, no dia de ontem, às primeiras horas do dia, interromper a atividade criminosa em curso.

Para além de várias armas proibidas, a antecipação da PJ levou a que fossem apreendidos vários artigos suscetíveis de serem usados na prática de crimes violentos, vasta documentação e um plano escrito com os detalhes da ação criminal a desencadear.

O arguido foi detido em flagrante delito pela posse das referidas armas, encontra-se agora indiciado pela prática do crime de terrorismo.

Jovem “andou” pela Dark Web

Ainda não se sabem muitos pormenores sobre as “movimentações” do jovem na Dark Web. Segundo o que foi revelado até ao momento, o jovem da Batalha não teria em sua posse nenhuma arma de fogo.

A Dark Web é um nome que provavelmente muitas pessoas que usam a Internet nunca ouviu falar. De uma forma muito simplificada, podemos considerar a Dark Web como uma “internet” para atividades consideradas normalmente ilegais, como por exemplo, compra de armas, compra de droga, etc.

Segundo é revelado pela Visão, nas redes sociais o jovem partilhava o gosto pelos computadores e, principalmente, pelo universo Anime, expressão que, habitualmente, está conotada com a banda desenhada oriunda da cultura popular do Japão.

Ao que o DN apurou, a PJ identificou e deteve o suspeito em quatro dias. A informação que chegou do FBi consistia num endereço de IP (um número) e o nickname que o jovem usava na Dark Web. O FBI informou ainda que este era regular visitante de sites de grande violência e massacres.

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