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China pede aos bancos para apoiarem as empresas tecnológicas

Na terça-feira, a China divulgou um conjunto de novas diretrizes que incentivam os serviços financeiros a apoiar as empresas tecnológicas. O país mostra, mais uma vez, o empenho em potencializar as suas forças.


As orientações, divulgadas pela Administração Nacional de Regulamentação Financeira, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, definem sete áreas e 20 medidas para reforçar os serviços financeiros às empresas tecnológicas, segundo o Global Times.

O objetivo passa por alinhar as políticas regulamentares, tecnológicas e de desenvolvimento, procurando eliminar os estrangulamentos no fluxo de capital das empresas tecnológicas.

Desta forma, a China pretende aumentar a competência profissional e a capacidade de controlo dos riscos das empresas.

Conforme as entidades chinesas, citadas pela imprensa, as diretrizes irão aumentar a oferta de recursos financeiros necessários para a inovação tecnológica. Mais do que isso, levarão as instituições financeiras a:

As orientações definem um objetivo de cinco anos para que os bancos e as seguradoras criem uma estrutura de serviços financeiros alinhada com as áreas de inovação emergentes e de elevada prioridade, visando prestar um apoio financeiro mais preciso e de alta qualidade.

As diretrizes apoiam o financiamento da dívida das empresas de tecnologia, por forma a canalizar mais recursos para a inovação.

Além disso, propõem o aumento do crédito e dos empréstimos a médio e longo prazo para as empresas tecnológicas, bem como a oferta de preços flexíveis para as taxas de juro dos empréstimos e o reembolso dos juros.

As orientações vão ao encontro do mais recente movimento da China no setor financeiro. No dia 5 de março, o Conselho de Estado terá emitido um documento, no qual apelava à melhoria dos serviços financeiros para a inovação tecnológica.

No sentido de fornecer serviços financeiros abrangentes e de ciclo de vida completo às empresas tecnológicas, a China procura integrar capital próprio, dívida, seguros e outros meios de forma coordenada.

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