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Smartphones todo-o-terreno: tecnologia robusta para profissões de alto riso

Em profissões como o combate a incêndios, a manutenção industrial ou a agricultura intensiva, o ambiente de trabalho pode ser extremo: impactos, água, pó, fogo ou temperaturas elevadas fazem parte do quotidiano. Neste contexto, os smartphones todo-o-terreno estão a tornar-se ferramentas essenciais.


Concebidos para resistir a condições que danificariam um dispositivo convencional, estes telefones possuem uma bateria de longa duração, ecrãs legíveis à luz do sol, resistência à água e ao pó e podem ser utilizados com luvas. Alguns até integram câmaras térmicas ou sensores especializados.

A utilização destes dispositivos não se limita às chamadas. Facilitam a coordenação em tempo real, registam as condições ambientais e partilham instantaneamente informações críticas. Isto pode ser fundamental em operações de emergência, onde cada segundo conta.

Um caso real: a experiência de um bombeiro com um smartphone todo-o-terreno

Roger Gallego, um bombeiro da Comunidade de Madrid, Espanha, testou um telemóvel deste tipo na sua rotina: o Ulefone Armor 25T Pro, concebido especificamente para ambientes exigentes.

O mais importante é que o telemóvel resista a choques, à água e ao calor. Não há margem para erros. Atirei-o para fora do camião, uma carrinha passou por cima e o smartphone continuou a funcionar. A bateria dura o turno inteiro, mesmo com a câmara térmica ligada

Roger Gallego destaca a capacidade de ser usado com luvas, o que é essencial no meio de uma intervenção.

Um mercado em evolução

Cada vez mais sectores profissionais estão a incorporar esta tecnologia como parte do seu equipamento padrão. E embora ainda sejam menos visíveis do que os smartphones convencionais, os dispositivos todo-o-terreno estão a ganhar importância graças à sua funcionalidade e fiabilidade.

Nas profissões em que o trabalho é efetuado no limite, a tecnologia não pode ser um ponto fraco. Pelo contrário: deve acrescentar segurança, agilidade e controlo. E aqui, os telemóveis ultrarresistentes estão a fazer a diferença

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