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1984: Macintosh é a salvação!

Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin. O Apple Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica, na época um desenvolvimento revolucionário.

Na altura, este foi visto como a salvação da marca de Cupertino, San Francisco. A marca estava com muitas dificuldades em conseguir sobreviver à pressão da gigante IBM. Mas algo mudou.


Macintosh salvou a Apple em 1984?

O vídeo mostra a novidade que o Macintosh ia trazer aos utilizadores e ao mercado dos computadores, libertando-os da monotonia e falta de opções disponível à altura. A analogia com o livro 1984 está muito bem conseguida, pois permite que seja feita uma comparação entre a sociedade que o livro retracta e a realidade que era o mercado existente em 1983/1984.

Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ler esta obra-prima da literatura aqui fica uma breve descrição do livro, disponibilizada na Wikipedia:

Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (em inglês: Nineteen Eighty-Four) é um romance distópico clássico do autor inglês Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudónimo de George Orwell.

Publicado em 8 de Junho de 1949, retrata o quotidiano de um regime político totalitário e repressivo no ano homónimo. No livro, Orwell mostra como uma sociedade oligárquica colectivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela.

A história narrada é a de Winston Smith, um homem com uma vida aparentemente insignificante, que recebe a tarefa de perpetuar a propaganda do regime através da falsificação de documentos públicos e da literatura a fim de que o governo sempre esteja correto no que faz. Smith fica cada vez mais desiludido com sua existência miserável e assim começa uma rebelião contra o sistema, o que o leva a ser preso e torturado.”

Em jeito de complemento deixamos também o vídeo da Keynote feita por um Steve Jobs muito mais novo e com ideias um pouco diferentes das que tem hoje, mas com uma postura consistente com a que nos habituou.

 

Steve Jobs: IBM é uma empresa predadora

Numa semana em que foi notícia o facto de a Apple ter ultrapassado pela primeira vez a Microsoft em valor de bolsa é curioso olharmos para trás na história e vermos os caminhos trilhados por empresas que nasceram em garagens e com pouco mais que (boas) ideias e muito empreendedorismo.

É curiosa a forma como Steve Jobs  descreve a IBM como sendo uma empresa predadora, com o intuito de tirar do caminho todas as outras que lhe fazem frente e que lhe roubam espaço de mercado. Na verdade, alguns traços que eram criticados na IBM podem ser vistos hoje na Apple.

É também curiosa a forma como a Apple se tem conseguido reinventar e a forma como a IBM mudou o seu modelo de negócio, estando actualmente fora de um mercado que foi seu durante muitos anos. Terá o pequeno David (Apple) conseguido derrubar o gigante Golias (IBM)? Ou os papéis inverteram-se de forma natural?

Portanto, a questão que se coloca é se a Apple não estará a transformar-se numa IBM. Apesar do mercado estar forte para a Apple, o passado deu várias vezes empurrões que poderiam derrubar uma empresa “que pensa diferente”.

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