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Presidente da Microsoft diz que não há hipótese de uma IA superinteligente para breve

Muito se tem falado da Inteligência Artificial e há cada vez mais opiniões e teorias a serem divulgadas por parte de várias personalidades importantes. E agora foi a vez do presidente da Microsoft, Brad Smith, ao dizer que não há uma hipótese de em breve termos uma IA superinteligente.


IA superinteligente para breve? Sem hipótese, diz Brad Smith

Segundo as últimas notícias divulgadas pela agência Reuters, o presidente da Microsoft disse recentemente que não há hipótese de haver a criação de uma Inteligência Artificial superinteligente em breve, pelo menos não nos próximos 12 meses. As declarações do executivo da gigante de Redmond acontecem um ano depois que a empresa OpenAI, com o apoio da Microsoft, lançou ao público o seu popular sistema inteligente ChatGPT.

Recordamos que a crescente popularidade e utilização do ChatGPT para diversas finalidades acabou por promover vários investimentos no setor da Inteligência Artificial, bem como diversas preocupações e questões sobre o impacto que estes sistemas avançados podem trazer para o mundo como o conhecemos, podendo ainda representar uma ameaça existencial para a humanidade.

No entanto, tal como aqui também informámos, Sam Altman, fundador da OpenAI, terá sido demitido da empresa depois de uma descoberta de IA potencialmente perigosa e que poderia ser uma ameaça à humanidade. Mas, apenas uma semana depois, Altman foi readmitido na empresa que fundou.

Por outro lado, o presidente da Microsoft desmete estas alegações e, aos jornalistas da Grã-Bretanha, Brad Smith disse nesta quinta-feira (30) que “Não creio que seja esse o caso. Acho que obviamente houve uma divergência entre o conselho e outros, mas não se tratava fundamentalmente de uma preocupação como essa“.

Ainda sobre este assunto, o executivo deixou então claro que “Não há absolutamente nenhuma probabilidade de vermos esta chamada AGI [Inteligência Artificial Geral], onde os computadores são mais poderosos do que as pessoas, nos próximos 12 meses. Vai levar anos, senão muitas décadas, mas ainda acho que o momento de focar na segurança é agora”.

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