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ZERO defende “chumbo” à central fotovoltaica da Beira

No passado dia 9 de outubro terminou o período de consulta pública do projeto da Central Fotovoltaica da Beira. A ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, emitiu um parecer desfavorável ao projeto.


Embora a ZERO reconheça a urgência da transição energética e apoie o crescimento das energias renováveis, insiste que esse avanço deve ser orientado por um mapa de exclusão para proteger áreas sensíveis. Defende que os investimentos sejam direcionados para terrenos degradados, zonas industriais ou sobre telhados, promovendo uma produção energética descentralizada e ambientalmente responsável.

A associação critica o modelo de licenciamento atual, que considera “casuístico” e desprovido de planeamento estratégico. Argumenta ainda que a transição energética não pode ser usada para justificar a destruição de capital natural valioso, a ocupação de solos agrícolas férteis ou a artificialização desenfreada da paisagem.

Por que é que o projeto da central fotovoltaica é contestada pela Zero?

Por estas razões, a ZERO reafirma a sua oposição ao projeto e exige que a APA emita uma Declaração de Impacte Ambiental desfavorável.

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