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Ucrânia escondeu drones em camiões e atacou a Rússia

A Ucrânia lançou a “Operação Teia de Aranha”, uma ofensiva sem precedentes contra bases aéreas estratégicas russas, incluindo instalações na Sibéria. Para esta operação foram usados drones FPV (First-Person View) de longo alcance.


De acordo com as informações, os drones FPV foram escondidos em camiões camuflados. A Ucrânia atacou simultaneamente cinco bases aéreas: Belaya (Sibéria), Olenya (Murmansk), Dyagilevo (Ryazan), Ivanovo e Voskresensk. Segundo o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), mais de 40 aeronaves foram destruídas, incluindo bombardeiros estratégicos Tu-95 e Tu-22M3, bem como um avião de alerta antecipado A-50.

Esta operação, que levou 18 meses a ser planeada e foi supervisionada pelo presidente Volodymyr Zelensky, fica marcada por ser a primeira vez que a Ucrânia atingiu alvos no território russo. Os drones foram transportados clandestinamente para dentro da Rússia e lançados a partir de camiões disfarçados de “cabanas móveis”, permitindo-lhes evitar as defesas aéreas russas.

O ataque causou danos estimados em mais de 2 mil milhões de euros, sendo um golpe significativo à capacidade de ataque de longo alcance da Rússia. Imagens de satélite e vídeos divulgados mostram incêndios e destruição nas bases atingidas. O Kremlin confirmou os ataques, mas minimizou os danos, enquanto analistas russos compararam a ofensiva a um “Pearl Harbor russo”, apelando a uma resposta enérgica.

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