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Intel deixa de fabricar motherboards para desktops em 2016

Empresa irá direccionar-se para tablets, notebooks, ultrabooks…

Os desktops são cada vez peças mais raras no mundo da tecnologia, mas foram aparelhos que marcaram as vivências e experiências da maioria dos utilizadores que andam há mais anos neste mundo de cabos e teclas.

Conhecidos também como os computadores de secretária, os desktops são cada vez mais substituídos pelos portáteis e tablets.

A Intel vem confirmar essa tendência ao anunciar que, até 2016, irá deixar de fabricar motherboards para este género de equipamentos tecnológicos.

A era das motherboards para desktop está a chegar ao fim. A gigante Intel está decidida a mudar o seu foco de acção para outros equipamentos e, deverá encerrar a produção das motherboards dos populares computadores de secretária até ao ano de 2016.

A informação foi provida por Dan Snyder, representante da Intel, à revista PC World. Snyder afirma que a empresa continuará, no entanto, a providenciar suporte ao hardware lançado anteriormente.

Tudo indica que a Intel pretende dedicar os seus esforços para a área mobile, tablets, notebooks, ultrabokks, entre outros, e deixar de lado a produção de motherboards para desktops.

Desta forma, a produção será encerrada assim que as motherboards Haswell (imagem abaixo), desenhadas para ultrabook, começarem a sair da fábrica.

A empresa também se tem queixado de várias fontes de concorrência neste ramo, o que dificultam as vendas, e o que reforçou a decisão para que a Intel optasse em mudar o foco do seu trabalho para dispositivos móveis e portáteis. De momento a empresa faz o design interno de 7 smartphones e produz chips para tablets com arquitectura x86.

Apesar de anunciar o encerramento das motherboards para desktops, a Intel garante que irá continuar a incentivar os fabricantes do ramo, e a dar suporte aos modelos actuais. A empresa pretende ainda investir em ultrabooks e equipamentos all-in-one. [via]

Depois deste notícia, é pertinente colocar-se a questão: Os desktops têm lugar no futuro ou estão perto da extinção?

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