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Fim do certificado COVID para entrar em restaurantes? Parece que sim

O certificado eletrónico COVID-19 vai deixar de ser obrigatório para ter acesso ao interior de estabelecimentos de restauração às sextas-feiras ao jantar e aos fins-de-semana, na nova fase de desconfinamento que deverá entrar em vigor a 1 de outubro.

Esta nova alteração deverá ser anunciada hoje, após a reunião de Conselho de Ministros.


Hoje deverá ser aprovada a fase 3 do plano de deconfinamento contra a COVID-19

O certificado digital COVID da UE abrange a vacinação, teste ou recuperação da COVID-19 e está disponível em formato digital e em suporte papel.

O Certificado Digital COVID da UE abrange três tipos de certificados:

De acordo com informações do jornal Público, em cima da mesa vai também estar a decisão sobre a obrigatoriedade do certificado no acesso a hotéis e afins.

Estas alterações fazem parte da fase três do plano de alívio das medidas de combate à pandemia. De referir também que, de acordo com números recentes, Portugal tem cerca de 85% de população vacinada e regista uma trajetória sólida de descida da taxa de incidência de infeções (atualmente em 137,4 casos por 100 mil habitantes) e em que a taxa de transmissão se encontra abaixo de 1, mais precisamente em 0,82.

Tal como está previsto no plano do executivo, nesta fase três deixam de existir limites máximos para o número de pessoas em grupo no interior dos restaurantes, cafés, pastelarias e em esplanadas, bem como são levantados os limites de lotação para estabelecimentos, espetáculos culturais e eventos familiares.

O Governo salientou também a importância de ser transmitida uma mensagem de prudência sobre a necessidade de se conservar uma elevada responsabilidade individual em termos de adoção de comportamentos que evitem a propagação da COVID-19.

A ministra da Saúde, Marta Temido, alertou já que a máscara deve ser mantida em espaços fechados ou onde não seja possível preservar o distanciamento social aconselhável.

Nesta reunião de quinta-feira do Conselho de Ministros, o Governo também vai dar o primeiro passo na “operação de limpeza” de normas, regulamentos e diplomas que foram aprovados com caráter excecional ao longo do último ano e meio de pandemia de covid-19.

 

 

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