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PlayStation 5 da Sony também foi adaptada para minerar criptomoedas?

Com a falta de stock de placas gráficas, os adeptos das criptomoedas estão focados em encontrar alternativas. Recentemente o alvo foi um MacBook Air com o novo processador M1 da Apple.

Informações recentes indicavam que a nova consola PlayStation 5 da Sony teria sido adaptada por utilizadores chineses para minerar as moedas digitais Ethereum. Mas, será verdade?


Está oficialmente instalada a procura descontrolada por todos os equipamentos onde seja possível minerar criptomoedas. A falta de placas gráficas, em especial a gama GeForce RTX 30 da Nvidia, leva a que os adeptos desta atividade procurem alternativas.

PlayStation 5 foi adaptada por chineses para minerar Ethereum?

A consola PS5 da Sony é um equipamento potente e que poderia servir à mineração de criptomoedas. No entanto, não foi projetada para tal e o próprio sistema limita essa ação, não havendo até à data conhecimento que alguém o tivesse conseguido.

Mas as notícias davam conta de que utilizadores chineses conseguiram contornar esta limitação, e partilharam mesmo um screenshot para confirmar essa conquista. Segundo a imagem, o desempenho da consola PS5 para a mineração de criptomoedas teria alcançado os 98,76 MH/s (megahash por segundo) e um consumo de 211W.

Algumas opiniões defendiam que, com estes resultados, a consola podia ter sido não só hackeada, como também aplicado overclock, uma vez que o seu desempenho de origem deveria estar ao nível da AMD Radeon RX 5700 XT com 50 MH/s.

Os componentes da PlayStation são apelativos para quem minera, uma vez que a consola conta com um processador AMD Ryzen Zen 2 x86, com 8 núcleos, 16 threads e até 3,5 GHz). Por sua vez, a GPU é AMD Radeon com arquitetura RDNA 2 até 2,23 GHz e 10,3 teraflops.

Mas, caso queira comprar uma PS5 para jogar, pode ficar descansado. De acordo com fontes recentes, esta imagem é falsa e, portanto, a PS5 não consegue minerar Ethereum… pelo menos por enquanto.

Processador M1 da Apple também já minera criptomoedas

Uma outra ‘vítima’ recente foi o processador Apple M1 de um MacBook Air. O chip foi desbloqueado para que também fosse possível minerar a criptomoeda Ethereum.

Yigan Gu, responsável pelo feito, afirma que a eficiência de mineração com o M1 é média, fornecendo apenas 2MH/s (megahash por segundo) enquanto que o consumo de energia ronda os 17 a 20 Watts. Estima-se ainda que minerar com o Apple M1 possa gerar uma receita diária à volta dos 0,14 dólares, cerca de 0,12 euros.

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