WhatsApp, Excel e papel: ainda é assim que se gerem equipas no terreno?

Gerir ordens de trabalho não é apenas distribuir tarefas. Quando existem equipas técnicas no terreno, é preciso garantir que cada profissional tem o contexto e a informação necessários para executar o trabalho, enquanto a gestão precisa de visibilidade sobre o que está realmente a acontecer no terreno. Sem uma ligação eficaz entre estes dois lados, a informação perde-se, as decisões passam a depender de perceções e acompanhar a operação torna-se mais difícil. A boa notícia é que o mercado já oferece soluções para resolver estes desafios.

Quando gerir uma equipa deixa de ser simples

Um técnico está num cliente, outro está a caminho de uma intervenção, outro está na oficina e entretanto entra um novo pedido. É preciso saber quem está disponível, onde está cada pessoa, o que tem para fazer, qual é a prioridade e se uma determinada intervenção já foi concluída.

Sem uma ferramenta dedicada, esta informação acaba espalhada por chamadas, mensagens, folhas de Excel, papel e memória – e cada canal só mostra uma parte da operação.

O problema não é o volume de informação, é a falta de um sítio único onde reunir tudo. À medida que o número de clientes e intervenções aumenta, essa falta de visão central deixa de ser um detalhe e passa a custar tempo e dinheiro.

O WhatsApp não é uma ferramenta de gestão

O WhatsApp é uma ótima ferramenta para comunicar. O problema começa quando passa a ser também o local onde se tenta gerir toda a operação.

Estas perguntas podem parecer banais quando acontecem uma ou duas vezes por dia. Mas, numa empresa que realiza várias intervenções diariamente, rapidamente se transformam numa quantidade considerável de mensagens.

E mensagens podem ficar para trás. Uma informação pode ser enviada para a pessoa errada. Um técnico pode esquecer-se de comunicar que terminou uma intervenção. E, passado algum tempo, pode ser difícil perceber o que aconteceu, quando aconteceu e quem tratou do assunto.

O problema não é apenas saber quem está ocupado

Além disso, gerir equipas no terreno não significa apenas distribuir tarefas. É necessário relacionar pessoas com clientes, locais, horários, intervenções e prioridades, e ainda gerir ativos. Também é importante conseguir perceber o estado de cada trabalho sem ter de perguntar individualmente a cada técnico.

É nesta área que uma plataforma de gestão começa a fazer diferença.

A FullyOps foi pensada para centralizar este tipo de operação. Em vez de a informação estar distribuída por diferentes ferramentas, a empresa passa a ter um ponto central onde pode gerir as suas operações.

🗓️ Um calendário para perceber o que está a acontecer

Um dos primeiros pontos de contacto com a operação é o calendário da FullyOps. A plataforma reúne num único calendário as tarefas, que podem corresponder a ordens de trabalho ou atividades. A informação pode ser consultada por mês, semana ou dia, permitindo ter uma visão mais geral ou concentrar a atenção no trabalho previsto para determinado momento.

Também é possível utilizar filtros por empresa, responsável ou título e mostrar apenas ordens de trabalho pendentes. As tarefas podem ainda ser diferenciadas visualmente por tipo de ação, âmbito, estado ou categoria.

Na prática, isto significa que o responsável pela operação não precisa de reconstruir o calendário a partir de várias conversas ou da memória de alguém. A informação fica organizada num único espaço, sem depender de ninguém.

Para uma empresa que tenha vários técnicos no terreno, esta visão pode ser particularmente útil. Permite perceber rapidamente o que está planeado e quem está associado a cada ordem de trabalho. E há outra vantagem: o calendário não precisa de ficar isolado dentro da plataforma.

A FullyOps permite gerar um feed de calendário através de um link ICS, que pode ser adicionado a aplicações como o Outlook, Google Calendar ou qualquer aplicação que suporte iCal. Depois de configurado, o calendário é atualizado automaticamente.

Da agenda para a ordem de trabalho

Uma agenda mostra quando algo vai acontecer. Mas, para gerir uma intervenção, é preciso saber muito mais. É aqui que entram as ordens de trabalho da FullyOps.

As ordens de trabalho podem ser consultadas de diferentes formas: através de um pipeline, de uma lista ou do próprio calendário. Na vista de pipeline, por exemplo, a empresa consegue acompanhar os trabalhos através de estados como “A fazer”, “Em execução”, “Bloqueado”, “Executado” e “Realizado”.

Esta diferença é importante. Em vez de existir apenas uma lista de trabalhos, passa a ser possível perceber em que ponto está cada um. Um trabalho que ainda não começou é diferente de um trabalho que está a ser executado. E ambos são diferentes de uma intervenção que ficou bloqueada ou que já foi realizada.

A pesquisa pode ser refinada através de vários critérios, incluindo técnico atribuído, empresa, estado, prioridade, categoria ou data. Isto torna a gestão mais simples quando o número de intervenções começa a crescer.

Cada ordem de trabalho fica associada às pessoas e ao local certo

Criar uma ordem de trabalho na FullyOps significa reunir, desde o início, a informação necessária para executar aquele serviço – cliente, morada, equipamentos e o que é preciso fazer, mas também prioridade, data e hora e responsável.

Isto resolve uma situação comum em muitas empresas: o técnico recebe uma mensagem com meia dúzia de informações e tem de descobrir o resto quando chega ao local. Com a informação reunida na ordem de trabalho, existe um contexto definido antes da deslocação – e o técnico nem precisa de andar à procura dela: assim que a OT é criada, recebe uma notificação no telemóvel, sem depender de ninguém lhe enviar uma mensagem.

Como a morada já está definida na ordem, a localização pode ser aberta diretamente em serviços de mapas como Google Maps, Apple Maps ou Waze.

O técnico também precisa de saber o que tem para fazer

Uma plataforma de gestão não deve servir apenas para quem está no escritório. Para quem está no terreno, a informação tem de estar disponível no momento em que é necessária.

Ao abrir uma ordem de trabalho, o técnico pode encontrar a informação relacionada com o cliente, o local, os contactos e os equipamentos que terá que intervencionar. É também dentro da própria ordem de trabalho que o técnico regista o que fez, nas ações – equipamentos intervencionados e peças usadas, trabalho realizado, observações e anexos.

Esta abordagem reduz as chamadas em ambos os sentidos: o técnico já não precisa de ligar para saber o que fazer e o escritório já não precisa de ligar ao técnico para saber em que ponto está o trabalho.

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O que acontece depois da intervenção?

Há outro momento em que muitas empresas perdem informação: depois de o trabalho estar terminado. O técnico pode ter resolvido o problema, mas ainda falta comunicar o que foi feito. Pode ser necessário indicar as horas trabalhadas, a viagem, as peças utilizadas ou acrescentar fotografias.

Hoje, esta informação chega muitas vezes só ao fim do dia ou, em muitos casos, dias ou semanas depois. E como a faturação depende dessa informação, o atraso repete-se também ali, além de abrir espaço a erros: períodos de trabalho em falta, peças esquecidas, detalhes que já ninguém se lembra bem.

Na FullyOps, a ordem de trabalho acompanha também essa parte da operação. É possível registar períodos de viagem e de trabalho, incluindo datas, horas, distância e responsável. Os detalhes da ação ficam associados à ordem assim que são registados, em vez de serem transmitidos separadamente por diferentes canais, dias depois. 

E todo este trabalho – viagem, horas, peças, fotografias, observações – não fica só guardado. No fim, o relatório é gerado com um clique, já com toda a informação reunida, pronto a ser assinado no local e enviado por email ao cliente e ao escritório antes mesmo de o técnico sair da porta.

É este o objetivo de uma operação bem organizada: o que começa como uma ordem de trabalho termina como um relatório pronto a enviar – sem reconstruir nada, sem esperar pelo fim do dia, sem depender de mais uma mensagem.

Uma operação organizada começa por ter informação organizada

Esta é só uma das mudanças que uma plataforma como a FullyOps pode trazer para uma empresa com equipas no terreno. O objetivo não é acrescentar mais uma ferramenta à rotina. É reduzir o número de ferramentas que são necessárias para perceber o que está a acontecer.

Em vez de uma agenda num local, os trabalhos no WhatsApp, os dados dos clientes numa folha e a informação das intervenções na memória de cada técnico, a operação passa a estar organizada em torno de ordens de trabalho.

O responsável consegue consultar o que está planeado, quem está responsável por cada ordem de trabalho e em que estado se encontra cada trabalho. O técnico consegue consultar a informação necessária para executar o serviço.


A FullyOps reúne calendário, atividades e ordens de trabalho numa mesma plataforma. Estas são apenas algumas funcionalidades que permitem depois aprofundar este processo, mas a plataforma conta com muitas mais.

Nos próximos artigos, vamos olhar para aquilo que acontece quando esta organização não existe: o tempo perdido, os atrasos, as deslocações mal planeadas, a informação que desaparece e os custos que nem sempre são visíveis – e de que forma é que a FullyOps resolve estes desafios.

Porque o primeiro passo para melhorar uma operação é conseguir vê-la. Comece já a fazê-lo com a FullyOps.

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