Pplware Classics…

Porque recordar é viver, o Pplware traz aos seus leitores a sua habitual rubrica semanal de música. Apresentamos as músicas que marcaram a nossa juventude ou o nosso passado recente e que ainda ouvimos por serem marcos na nossa vida. Descubra a pérola do passado que escolhemos para hoje e conheça também o Top 50 de Portugal.

Nesta rubrica podem encontrar música de estilos tão variados como o Rock, a música de dança e até o Pop que tanto gostamos. Os artistas são conhecidos, com as músicas que os fizeram famosos e tanto nos agradam.

Deixem nos comentários os nomes das bandas que querem ver aqui no Pplware Classics. Vamos procurá-las por vocês e apresentar os seus êxitos mais marcantes.

Eis então o vídeo de música que temos hoje para os nossos leitores!

I Will Follow – U2

U2 é uma banda de rock irlandesa formada no ano de 1976. O grupo é composto por Bono (voz e guitarra), The Edge (guitarra, teclado e vozes de apoio), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria e percussão). Inicialmente, o estilo musical da banda possuía influências no género pós-punk. No entanto, eventualmente foram incorporando estilos mais genéricos. Ao longo das mudanças do grupo, têm mantido sempre um som construído sobre instrumentos melódicos, com destaque para as texturas e acordes do guitarrista de The Edge e dos vocais expressivos de Bono. As suas letras, muitas vezes embelezadas com imagens espirituais, centram-se em temas pessoais e preocupações sócio-políticas.

Os U2 formaram-se na Mount Temple Comprehensive School, quando os membros eram ainda adolescentes e com conhecimentos musicais limitados. Passados ​​quatro anos, assinaram com a editora Island Records e lançaram o seu primeiro álbum, Boy (1980). O seu terceiro álbum, War (1983), valeu-lhes o primeiro álbum a alcançar a posição de número 1, no Reino Unido. Êxitos como “Sunday Bloody Sunday” (1983) e “Pride (In the Name of Love)” (1984), ajudaram a estabelecer a reputação da banda como um grupo política e socialmente consciente. Em meados da década de 1980, tornaram-se famosos pela sua participação em concertos, destacando-se na performance do Live Aid (1985). O quinto álbum de estúdio, The Joshua Tree (1987), tornou-os ícones globais e, segundo a revista Rolling Stone, “elevou-os à estatura de ‘heróis a super-estrelas'”. O álbum foi o maior feito comercial e crítico da história da banda irlandesa, alcançando o topo das tabelas musicais em vários países — incluindo a posição de número 1 na Billboard 200 — e entrando na lista dos álbuns mais vendidos no mundo, com cerca de 25 milhões de cópias. Produziu singles como “With or Without You” e “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” – ambos atingindo a posição de número 1 nos Estados Unidos nesse ano.

Enfrentando a estagnação criativa após o lançamento do sexto álbum, Rattle and Hum (1988), lançando êxitos como “Desire” — obtendo um Prémio Grammy para “Melhor Performance Rock por um Grupo com Vocal” de 1989 — já na década de 1990, por fim, decidiram reinventar-se sob um novo rumo musical e imagem pública, pois eram vistos como “sérios”. Depois, a partir do que chamam “a segunda obra-prima dos U2”, lançaram o sétimo álbum, Achtung Baby (1991), vendendo 18 milhões de cópias e gerando êxitos como “One”. Juntamente com a digressão Zoo TV Tour (1992–93), marcada na época pela intensa multimédia, a banda integrou influências sonoras do rock alternativo, da música eletrónica e industrial, abraçando uma imagem mais cómica e irreverente. Em meados da década de 1990, esta experiência continuou através do seu oitavo álbum, Zooropa (1993), e nono álbum, Pop (1997), que foi apoiado pela digressão Popmart Tour (1997–98), obtendo êxitos mistos. Depois de não terem tido uma boa aprovação do nono álbum de estúdio, no início da década de 2000, conseguiram recuperar a aceitação do público e a boa imagem musical perante os críticos musicais, após o lançamento dos álbuns All That You Can’t Leave Behind (2000) e How to Dismantle an Atomic Bomb (2004), estabelecendo uma sonoridade mais convencional. Atualmente, a digressão U2 360° Tour (2009–11) valeu-lhes a liderança do ranking das digressões musicais com maior receita de bilheteira da história, arrecadando mais de 736 milhões de dólares. A partir da era Songs of Innocence (2014) e Experience (2017), caracterizaram-se pela forma de lançamento através das plataformas streaming, vindo a ter uma parceria com a Apple.

Atualmente, a banda lançou 14 álbuns de estúdio, encontrando-se entre os artistas recordistas de vendas, com mais de 175 milhões de álbuns vendidos a nível mundial. Ganharam 22 Prémios Grammy, mais do que qualquer outra banda. Em 2005 o grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame. A revista Rolling Stone classificou-os na posição número 22, na lista dos “100 Maiores Artistas de Todos os Tempos”, classificando-o como a “Maior Banda do Mundo”. Ao longo da sua carreira, como banda e como indivíduos, fizeram campanhas pelos direitos humanos e por causas filantrópicas, como a Amnistia Internacional, ONE Campaign, Product Red, War Child e Music Rising.

In Wikipedia


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Top 50 — Portugal

Descubra também nesta rubrica semanal dedicada à música o que mais tem sido ouvido pelos portugueses no Spotify! Quais lhe agradam mais? Quais faltam neste top?

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