Pplware

Inteligência Artificial: ANI, AGI e ASI! Conheça as diferenças

A Inteligência Artificial (IA) tornou-se certamente a tecnologia mais popular da última década. Para muitos a Inteligência Artificial é apenas o ChatGPT, mas há muito mais vida além do chatbot da OpenAI.  Saiba as diferenças entre ANI, AGI e ASI.


Os especialistas classificam a IA de duas formas principais:

No que diz respeito à capacidade, a Inteligência Artificial é normalmente dividida em três estágios evolutivos, do presente para um futuro hipotético: ANI, AGI e ASI.

ANI: Inteligência Artificial Estreita (Artificial Narrow Intelligence)

Também conhecida como: IA Fraca (Weak AI)

É a IA que temos hoje. Toda a IA que existe atualmente no mundo real é “estreita”. Chama-se assim porque é projetada e treinada para realizar uma tarefa específica (ou um conjunto estreito de tarefas) de forma extremamente eficiente, muitas vezes melhor que um humano. No entanto, fora dessa tarefa específica, ela é inútil.

Exemplos:

AGI – Inteligência Artificial Geral (Artificial General Intelligence)

Também conhecida como: IA Forte (Strong AI) ou IA de Nível Humano

É o Santo Graal da investigação em IA. A AGI seria uma máquina com a capacidade de compreender, aprender, aplicar inteligência e resolver problemas de forma indistinguível da mente humana. Não estaria limitada a uma tarefa; poderia transferir aprendizagem de uma área para outra. Se confrontada com uma tarefa nova e desconhecida, conseguiria descobrir como resolvê-la sem ter sido especificamente programada para isso.

Estado atual: Hipotético. Embora modelos de linguagem grandes (LLMs) como o GPT-4 mostrem faíscas de raciocínio generalista, ainda estamos “longe” de uma verdadeira AGI. Há quem aponte para lá de 2030.

ASI – Superinteligência Artificial (Artificial Superintelligence)

O estágio que ultrapassa a AGI. Uma ASI seria uma inteligência que excede o desempenho humano em praticamente todos os campos, incluindo a criatividade científica, sabedoria geral e habilidades sociais. Uma máquina destas poderia melhorar-se a si própria recursivamente, tornando-se exponencialmente mais inteligente a uma velocidade que os humanos não conseguiriam acompanhar.

Estado atual: Pura especulação e ficção científica. É a fonte tanto das maiores esperanças (resolver a crise climática, curar doenças) quanto dos maiores medos da humanidade em relação à IA.

 

Num próximo artigo iremos abordar a classificação por funcionalidade: Como é que a máquina processa a informação e aprende?

Exit mobile version