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Windows Phone Marketplace atinge as 25.000 apps

A Microsoft, tem-se esforçado para fazer crescer a sua jovem plataforma móvel. Desde kits de portabilidade que ajudam no processo de conversão de aplicações iPhone e Android para Windows Phone 7 (WP7), até ao suporte do desbloqueio da plataforma, tudo serve para atrair programadores e utilizadores para a plataforma. A estratégia começa a dar indícios importantes de um futuro promissor para a empresa de Redmond nesta fatia de mercado.


O legado de Windows Mobile da Microsoft parece estar cada vez a dar lugar ao WP7. Com base nas estatísticas do site WindowsPhoneAppsList, o Windows Phone Marketplace, atingiu o patamar de 25.000 aplicações. No gráfico que apresentamos, não é ainda claro se estamos perante um espiral de crescimento mais ou menos linear ou exponencial. Caso a aliança da Microsoft com a Nokia realmente resulte, não nos surpreenderá que o aumento da procura da plataforma (e como tal o número de aplicações), seja um processo mais exponencial.


Tendo como base uma análise estatística de alto nível levada a cabo pela Engadget, numa primeira dimensão verificou-se que no espaço de menos de um ano (sensivelmente desde o lançamento da plataforma) o número de aplicações disponíveis passou de um número residual para 25.000. Mas existe um dado mais interessante, até ao final de Março deste ano o Windows Phone Marketplace tinha registado 11.500 aplicações, desde aí e até ao final do mês de Junho (ou seja em apenas 3 meses), o numero de aplicações mais do que duplicou (houve efectivamente um incremento de 13.500 novas aplicações).

São valores que não devem ser menosprezados pelas plataformas rivais. Claro que não será fácil a médio/longo prazo, mesmo para uma empresa com os recursos da Microsoft, atingir um patamar semelhante de apps como o existente para o iPhone e Android. Mas aqui entra outro factor importante, a qualidade das aplicações.

No iOS, todos sabemos que a Apple tem mecanismos de controlo para garantir uma experiência coesa das aplicações ao longo do seu sistema operativo móvel. Já o Android e devido à flexibilidade (talvez propositada) permitida pela Google, existe uma experiência mais variada. Na plataforma do robot verde, consegue-se encontrar aplicações com um nível de funcionalidade e integração praticamente ao nível do iPhone, mas encontramos aplicações completamente desfasadas da experiência do Android.

No final, não ganhará esta batalha apenas quem tiver melhor aplicações, ganhará quem conseguir o pleno em termos de quantidade e qualidade. Nesse aspecto a Apple leva uma larga vantagem, mas a Microsoft pode aspirar a um patamar concorrencial numa primeira fase com a Google, embora mesmo esse cenário apenas pareça uma luz ao fundo do túnel… e neste momento essa luz ainda é muito ténue.

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