Um influenciador colocou uma AirTag numas sapatilhas doadas à Cruz Vermelha, com o objetivo de perceber o destino da sua doação.
Os AirTags, à semelhança de outros dispositivos semelhantes assinados por outras marcas, são pequenos gadgets de grande utilidade, pois permitem localizar qualquer objetivo, desde umas chaves de casa até uma mala de porão.
De facto, tranquilizam muitos utilizadores, que veem neste dispositivo uma forma de não perder objetos que são importantes.
Entretanto, já reconhecemos às AirTags um histórico de investigação, tendo o tracker da Apple já sido utilizado para detetar fraudes, anteriormente.
Doação foi parar a uma loja em segunda mão, detetou AirTag
Em mais um caso em que o AirTag foi usado para inspecionar um processo, um influenciador alemão partilhou com a sua comunidade do TikTok uma doação à Cruz Vermelha, bem como o destino dessa oferta.
Com um AirTag instalado num par de sapatilhas, Moe.Ha depositou-as num contentor, em Munique, e descobriu que elas foram parar a uma loja de artigos em segunda mão, na Bósnia e Herzegovina.
Depois de quase 800 quilómetros e cinco dias de transporte, as sapatilhas acabaram numa loja de artigos em segunda mão na Bósnia. Não conseguia acreditar.
Após viajar até à Bósnia e Herzegovina, foi ao encontro das sapatilhas e encontrou-as à venda por 20 marcos convertíeis (cerca de 10 euros).
Após questionar a funcionária da loja sobre a origem dos artigos disponíveis: “A minha chefe é bósnia e vive na Alemanha, e é ela que traz as roupas”.