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Cabo submarino em fibra ótica ligará Portugal (Sines) ao Brasil (Fortaleza)


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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32 Respostas

  1. Diogo says:

    Era importante referir que foi assinado um acordo com a EEM (Empresa de Electricidade da Madeira) e que esse cabo também irá passar na Ilha da Madeira…

    https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/albuquerque-a-madeira-vai-assumir-o-investimento-na-conexao-submarina-de-telecomunicacoes-308365

    • Jorge RV says:

      O cabo não irá passar na Madeira. Será lançado um extensão com 100 km que irá interceptar o cabo principal. Este procedimento será realizado também por outros países. E não é um acordo, é um contrato de exploração, com direito a transmissões, iniciais, de 300 Gbps. E acredito que os prazos não serão cumpridos. O projeto já existe há 7 anos, e só é notícia para dar indicações aos parceiros que agora é que é. Há dificuldades de financiamento. O consórcio só conseguiu 2/3. A ver vamos.

  2. Ricardo Marques says:

    As soluções comerciais existentes não dão resposta? Diria que a investigação teria mais para onde canalizar os seus recursos, ao invés de investir em cabo, para seu uso exclusivo!
    Mas claro, dou o benefício da dúvida por não ter toda a informação!

  3. Gonçalo Oliveira says:

    De acordo com o site da EllaLink serão 72 Tbps de capacidade e não 100Gbps:
    “The EllaLink System is being built by Alcatel Submarine Networks with state-of-the-art coherent technology, initially offering 72Tbps of capacity over four fibre pairs”

  4. João says:

    Realmente um cabozorro destes, para ligar 2 continentes, 100Gbps parece me manifestamente pouco, tendo em conta que hoje em dia 1Gbps é uma velocidade que se pratica já a nível doméstico…

    • João the 2nd says:

      100Gbps não é nada pouco, é bastante, essa é a velocidade por canal… O cabo tem 48Tb/s pelo que tem 4 pares de fibra com cada par a ter 120 canais disponiveis e cada um desses canais é que têm os tais 100 Gbps . Se bem que este cabo tem capacidade para mais.

      • Pedro Alves says:

        Tal como disse o João 1st, o artigo está errado. Pelo menos parcialmente errado.

      • Joao says:

        “O cabo, com quase 10.000 km de extensão, permitirá atingir uma velocidade de transmissão de dados de 100Gbs/segundo” A frase refere o cabo, não a velocidade de cada canal que compõe cada um dos 4 pares de fibra….
        Tu chamas-te João, não “ã” porque “ã” é o caracter que está antes da ultima letra e depois da que precede a primeira. Lógica da batata…

  5. Joao says:

    100Gbps parece-me pouco para um projecto desta evergadura. Fiquei curioso relativamente ao financiamento e rentabilização deste link.

  6. Asdrubal says:

    Já podemos viajar para o Brasil à velocidade da luz.

  7. J.O says:

    O mais hilariante disto é que há imensas zonas em portugal onde a internet é uma vergonha…
    Enfim

    • Joao Ptt says:

      É verdade.

      Em muitos locais a única coisa viável é Internet via satélite (por exemplo da SatInternet).

      Existem 3 operadores físicos de Internet sem fios (3G, 4G, 5G…) mas querem estar todos nos mesmos locais, mas não querem estar em todos os locais porque não é financeiramente vantajoso, e como o estado não os obriga contratualmente e com fiscalização rigorosa a cumprir 100% de cobertura exterior nem Internet via rádio está disponível em todo o lado!

      A única forma de garantir futuramente cobertura integral exterior é mandar os operadores privados à fava e implantar somente um operador físico público que garanta 100% de cobertura de todo o território físico (com a excepção óbvia do oceano, que deveria ter cobertura exterior, mas teria de ser por satélite para ser viável).
      Para agradar a toda a gente poderiam eventualmente deixar as empresas privadas explorar o serviço comercialmente de forma a pagar a sua implementação por um lado, e a sua manutenção e melhoramento por outro, e ao mesmo tempo todo o estado central e estado local poderia beneficiar da rede sem pagar mais por isso (tendo o seu próprio operador virtual que não pagaria pela utilização da rede nem pela interligação com eventuais operadores privados que quisessem usar a infra-estrutura física).
      A vantagem de ser operador físico público é que se pode pressionar políticos a melhorar as coberturas e a acelerar o melhoramento das redes… com os privados bem podem tentar pressionar que nunca vão conseguir nada, nem agora, nem nunca muitas vezes… eles podem simplesmente nem responder, ou dizer que não… e pode ser não para todo o sempre em muitos casos.

    • Joãozito says:

      Mais hilariante ainda é o meu vizinho do outro lado da rua ter fibra e eu não poder ter porque não sabem onde poderá passar o fio!?!?!?!

  8. sakura says:

    Sempre me perguntei quanto paga 1 bit de portagem?

  9. Jeffin says:

    Da primeira vez que algo português veio pra cá não foi muito bom pra nós rs

    • Alc says:

      Sim… Chegaram e criarem vcs… O maior erro!

    • João Carvalho says:

      Diz isto com riso mas enquanto circular esse tipo de mentalidade e ressentimento brasileiro e com este tipo de mensagem que ainda se encontra depois de cerca de 200 anos de independência e 150 de sistema republicano, os brasileiros e o Brasil continuará atrasado e analfabeto… Olhem para Angola que está na vossa frente do outro lado do Atlântico e se descolonizou hà 50 anos apenas ….

    • João Carvalho says:

      Diz isto com riso mas enquanto circular esse tipo de mentalidade e ressentimento brasileiro e com este tipo de mensagem que ainda se encontra depois de cerca de 200 anos de independência e 150 de sistema republicano, os brasileiros e o Brasil continuará atrasado e analfabeto… Olhem para Angola que está na vossa frente do outro lado do Atlântico e se descolonizou hà 50 anos apenas ….

  10. Colasso says:

    Alguem sabe como prendem
    O cabo nas zonas mais fundas do oceano? Usam boias para o manter estavel?

    • João Rainho says:

      Sr. Colasso. Na maior parte dos casos quando é assim muito fundo como neste caso usam se poitas. Ou nos casos menos fundos faz se uma vala no fundo do mar e mete se o cabo lá dentro e volta se a tapar.

    • Jorge RV says:

      É feito um levantamento cartográfico do fundo do mar. Foi um navio oceanográfico francês que realizou o levantamento à 18 meses. Depois o cabo é largado (depositado) por um barco que já trás o cabo, e os repetidores, armazenado. Assim tão simples.

  11. Paulo says:

    100Gbps???? Desculpem lá, mas onde foram tirar este valor? 1 Gbps podemos nós ter em casa. Pelo site do https://ella.link/ refere que este cabo vai ter 4 pares de fibra, e que cada par tem a capacidade projectada de 18Tbps. Assim 18×4=72Tbps. Para os que trocam os bytes por bits, temos 72 terabits por segundo, o que dá 9 terabytes por segundo, 9.216 gigabytes por segundo. Estou errado?

    • Paulo Pereira says:

      Está certo. Só faltou dizer que cada par de fibra tem 120 canais, logo cada canal tem a capacidade de transmitir 150 Gb/s.
      Basta dividir 18 Tb/s por 120.
      Assim, o que está escrito no artigo está errado. São 150 Gb/s e não 100 Gb/s. Já para não falar dos “Gbs/segundo” que é um disparate.

      Nota 1: usa-se pares de fibras porque se trata de tráfego nos 2 sentidos.
      Nota 2: Um engenheiro informático escreve Gbps e um engenheiro electrotécnico escreve Gb/s.

  12. João Rainho says:

    Boa tarde Sr. Pinto. Sabe por acaso me dizer qual a empresa que vai fazer a travessia do cabo por favor? Eu sou mergulhador comercial e faço trabalhos de grande profundidade para as petrolíferas pelo mundo fora e gostaria de saber qual a empresa que vai fazer a parte do mergulho. Muito obrigado.

    • Jorge RV says:

      Está no artigo. É a Alcatel. No artigo não diz, mas é a francesa. A Alcatel inglesa faz os repetidores.

    • TC says:

      Já fiz a instalação da parte “terrestre” destes cabos, até à central em 3 locais (Sesimbra, Marisol e Carcavelos) e em todas elas foi contratada uma empresa espanhola para fazer esse trabalho – a Sumergia.

      • João says:

        Tristeza. Com tanta gente qualificada cá e vão dar o trabalho aos espanhóis 🙁
        Esses trabalhos foram realizados quando TC?

      • Jorge RV says:

        Se o dono do fundo de investimento é espanhol! E é me indiferente. Não se pode querer um mercado livre e não aceitar as consequências. O Trump também quer comercio livre, mas que sejam os americanos a ganharam!

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