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7 passos para escolher a máquina fotográfica perfeita


Destaques PPLWARE

  1. JCLopes says:

    Alguém ficou esclarecido quanto a que máquina comprar?

    • Mário says:

      Sinceramente não. O artigo está demasiado geral e genérico. Para quem tinha alguma dúvida, ainda ficou com mais!

    • Carlos Sá says:

      Sim, andava aqui com uma duvida, será que uma Panasonic não seria o ideal para o que precisa?

      Então, depois de ver este artigo descobri a máquina que pretendo, a Olympus Pen F… brutal.

      Só por isto… grande ajuda que foi este artigo. Thanks

    • Ka says:

      Concordo. Pensei que iam falar da importância de fullframes, a importância escolher as objetivas que não tenham AC, velocidades de SD, entre outras coisas. Mas não, estamos a falar que resumidamente “Podemos comprar uma máquina com uma objetiva e acessórios. Cada um prefere o que é melhor para ele. ”

      lol

  2. Joao says:

    Um bom artigo… not.

    • Mota says:

      Epah eu discordo ctng.
      Sure, claramente é um post pago, mas isso é necessáriamente mau? Não.

      Eu gostei do artigo, poderia estar ligeiramente mais completo? Sim, mas dizer que é um mau artigo? Neps.

  3. Vlad says:

    E o tamanho do sensor?

  4. Wachrno says:

    mmmm acho q o artigo n ta mau.. ok isto sao os pontos + relevantes…para começar, mas faltam os exemplos em cada uma das categorias… é a msma coisa q estar a falar dos componentes + importantes para comprar um PC… e temos o CPU por exemplo…q é mto importante pq faz contas… e as duas marcas + conhecidas sao a intel e a amd… e acabou aqui… e exemplos? i3, i5, i7… bla bla bla para localizar…?
    Não querem actualizar o artigo para ter essa informação relativamente às camaras? Tornava o artigo brutal 😀

  5. Filipe Pereira says:

    Faltou um factor em ter em conta… A assistência oficial em Portugal. Por exemplo na Canon a assistência é a photostation em Lisboa e a Olympus tem assistência em Coimbra…

  6. M.Manuelito says:

    Gosto de ler os artigos que o Joel Santos escreve na revista Visão. O principal motivo é porque o Joel sabe muito mais de fotografia que eu, tem obra abundante e de muita qualidade. Gosto de aprender com quem sabe mais dos assuntos que eu. É por esse motivo que gosto de ler no pplware os artigos do Pedro Pinto e outros, sobre redes e coisas do género.

    • Vítor M. says:

      A fotografia é um complexo mas fascinante mundo que não só envolve a tecnologia como, muito mais, envolve a criatividade, a arte e o talento. Até com um smartphone se pode fazer fotografias únicas em qualidade… o fotografo é o elemento mais importante.

      Nunca sabemos tudo.

  7. Joao Vicente says:

    alem da falta do #3, a #4 dos megapixeis deve ser a brincar.
    o numero de megapixeis nao tem a ver com a qualidade da imagem.

    • Daniel says:

      Exacto… Não é preciso ir a detalhes de full frame vs crop sensor e a diferença entre todos os tamanhos de sensores, mas convem entrar no tema e referir que até podem ter gigapixeis que o tamanho de sensor vai ter impacto, e muito, na qualidade da fotografia. De todas as máquinas referidas somente a Leica e a Sony merecem referencia (full frame, 35mm), as outras duas têm um sensor de 1″…

    • Vítor M. says:

      João, se ler bem, verá que tem informação sucinta, é verdade. mas elucidativa.

      • MLopes says:

        faltou referires claramente que a contagem de megapixeis serve, basicamente, para definir o tamanho da imagem final e que para um amador ou até um entusiasta sem necessidades especiais em termos de impressão, essa contagem é irrelevante e que sendo muito elevada pode até ser contraproducente.

  8. Rui says:

    O artigo explica de que forma podemos utilizar o motor de busca http://www.kuantokusta.pt, para escolher a máquina/objectivas/acessórios mais adequados a cada um!

    Eu retirava o ponto dos megapíxeis, porque não é fundamental para tirarmos excelentes fotos, já as objectivas, tamanho/qualidade do sensor, aí sim há uma enorme diferença!.

    • Vítor M. says:

      Não só, o artigo incide nos conceitos basilares, embora de forma leve, como deve ser para quem está a iniciar-se. Contudo, mesmo para os mais PROs, há sempre informação que poderá ser relevante. 😉

      • Daniel says:

        Por ser para quem se está a iniciar é que se deveria de cortar de imediato com a referência aos megapixeis e explicar o impacto dos sensores (tanto no custo como na qualidade). Já era tempo de se ensinar e não andar a propagar enganos, mesmo que ao tentar “não complicar”.

        • Vítor M. says:

          Sim, deixamos já informações para ajudar a perceber essa diferença, tal como está no artigo e sugestão de leitura.

          • Vitor Jesus says:

            E assim continuam a propagar o engano dos megapixeis.
            Está a sugestão de leitura, mas a maior parte das pessoas não vão clicar no link.
            O artigo seria bem melhor se cortassem este ponto dos megapixeis. Mais valia dizer para não ligarem aos megapixeis e se quisessem saber mais, aí sim, clicassem no link.

          • Vítor M. says:

            Mas o que lá está, sobre os megapixels, é relevante. Faz todo o sentido lá estar.

          • MLopes says:

            não @Vítor M. não é relevante! é “demasiado” para um iniciante e induz em erro ao afirmar “quanto mais megapixels um sensor tiver, maiores detalhes da imagem serão captados por ele, e imagens de melhor qualidade serão geradas.”. aliás não induz em erro, a afirmação é errada e devia ser corrigida!

          • Vítor M. says:

            Então explica sff, já que essa afirmação, embora genética, segundo dizes está errada.

            O que podes dizer sobre este tema?

          • MLopes says:

            está errada, só isso. essa relação não existe. como já te disse a contagem de pixeis define para o tamanho final da imagem, só isso. o tamanho final da imagem não tem nada a ver com a qualidade da mesma. aliás, até explicaste resoavelmente bem o assunto (até com demasiada profundidade apra um artigo deste tipo) e depois estragaste tudo com a relação nº de pixeis/qualidade.
            no máximo, podias ter explicado que para quem pretende imprimir em formatos de grandes dimensões a contagem de pixeis pode ser importante. mas acrescentavas que, para o iniciante (o artigo é dirigido a eles, certo?) mais do que os mpx é importante uma imagem livre de ruído e boas objetiva, o que não é o caso da maioria das objetivas de kit (há exceções). podias também ter explicado que mais mpx associados a uma técnica fotográfica não apurada podem ser mais prejudiciais do que benéficos levando a que o utilizador obtenha piores imagens (típico num user de uma máquina da série 3000 que compra, por exemplo, uma D7200). não digo para teres ido mais longe e explicado porque isso acontece mas seria importante. pelo menos, dizê-lo.
            agora associar contagem de pixeis a qualidade de imagem, nunca. devias corrigir o artigo.

          • Vítor M. says:

            Então vê o vídeo que deixei e depois conversamos 😉

          • MLopes says:

            acho que vais mesmo ter que ler muito e, principalmente, fotografar muito para que eu te consiga explicar que com a afirmação que fazes estás a contribuir para a falácia dos megapixeis.
            um pixel é uma espécie de balde que em vez de coletar gotas de chuva coleta fotões, nada mais. o que te interessa não é o número de pixeis que tens mas sim a quantidade de fotões que cada um deles consegue recolher e a qualidade com que os retém.
            como facilmente se percebe, um pixel de pequenas dimensões vai ficar “cheio” muito mais depressa do que um pixel de maiores dimensões, tal como um balde pequeno fica cheio mais depressa do que um balde grande quando o colocamos à chuva.
            e isto interessa alguma coisa para um iniciante? não. porquê? porque, em princípio, não vai ser colocado perante situações em que este facto seja relevante. então quais são estas situações em que isso poderia ser relevante? a mais corrente de todas é uma exposição longa em fotografia de paisagens noturnas, por exemplo. um pixel mais pequeno recolhendo menos fotões vai recolher menos informação da luz a que está exposto. isso leva a que, por exemplo, não consiga reproduzir de forma tão fiel a côr ficando tudo um pouco mais “esbatido”. em astrofotografia (que não de landscape) isso reflete-se claramente na incapacidade de reproduzir de forma fiel a côr das estrelas.
            estes exemplos servem apenas para ilustrar, de forma extrema, esta questão já que para realmente chegarmos a alguma conclusão teríamos que falar ainda de aberturas, área de abertura, tempo de exposição, campo de visão, etc.
            contudo uma coisa é inequívoca, se tiveres muitos pixeis de muito pequena dimensão rapidamente eles ficam “cheios” de fotões recolhendo assim pouca informação sobre a luz a que estão expostos em nada adiantando o seu número para a qualidade da imagem final, embora fiques com uma imagem final maior.
            óbvio que se quiseres imprimir em muito grandes dimensões ou fazer crops extremos (como o que fizeste na fotografia de demonstração que publicaste) a contagem de pixeis pode ser importante mas não o é sozinha. a qualidade da objetiva utilizada, a técnica empregue e mais alguns fatores são tão, ou mais, importantes do que o número de pixeis contribuindo, esses sim, para a qualidade da imagem final, em todas as circunstâncias.
            para te ser sincero, neste momento gostava de saber (sim ou não) se efetivamente pensas que o número de pixeis contribuem para a qualidade de imagem(?)

  9. Tiago Miguel Teixeira says:

    Boas,
    Parabéns pelo artigo e pelo trabalho que têm vindo a realizar. Gostaria apenas de deixar um reparo quanto ao ponto #3.
    Os megapixels não têm nada a ver com a qualidade da fotografia que é captada. A resolução de captura de uma imagem interfere apenas com o tamanho máximo da impressão/visualização que pode ser feita a uma imagem sem que se começam a notar artefactos/borrões, etc. No fundo sem que o olho humano consiga detectar a interpolação que começa a ser feita quando se ultrapassa o limite máximo de resolução a que a captura é feita.
    Já vai sendo altura de acabar com o mito de que quantos mais megapixels maior é a qualidade de uma imagem. Errado! Quanto mais megapixels maior a imagem.

  10. Paulo silva says:

    Só falam dos megapixeis ninguém fala da qualidade do sensor. Artigo muito fraco e pouco orientador.

  11. Joao Peixoto says:

    7 passos para escolher uma máquina fotográfica:

    1. Iniciante? sony a5100. vantagens, é portátil o suficiente para levar a qualquer lado e para quem sai das point and shot a passagem é fácil visto terem o mesmo tamnho e a diferenca de qualidade é brutal.
    Profissional? Sony A7R II ponto.
    2. Quanto gastar? 500 euros a sony a5100 para começar, se quiser levar as coisas a sério, 2mil na sony a7RII.

    3. O que são megapixies? who cares….já disse quais são as melhores do segmento iniciante e profissional. megapixeis sao overrated por isso so liga a isso quem nao percebe um boi de fotografia.

    4. A marca importa? todas elas tem boas máquinas, depende dos gostos e orçamento se querem as 2 melhores no segmento dei a minha opinião, vale o que vale.

    5. Qual a melhor objectiva? como é obvio as “prime lens” e não as tais zooms que aqui vem falar. É claro que cada macaco no seu galho , mas se querem “parecer” profissionais com pouco orçamento, uma boa prime len é um bom começo. no caso da sony a5100 recomendo a Sony 35mm f/1.8 OSS. tem estabilizador optico e com 1.8 consegue-se um efeito “bokeh” suficiente.

    6. acessorios devo comprar? tripe é obrigatorio resto é ir comprando…

    7. as analises sao importantes?

    depende de quem as faz. existem sites consagrados que se deve ler..resto é para dormir…

    • José Gonçalves says:

      Ao ler o seu comentário, vejo que não tem noção de nada, ZERO, asneira atrás de asneira.
      Emgraçado que a MAIORIA dos profissionais não usa Sony, para si Sony é o paraiso.
      Ponto 3, é melhor nem comentar porque vejo que não sabe do que fala.
      Ponto 6, mais asneira, primeiros acessórios a comprar Cartões, Baterias suplementares e bolsa de transporte. Tripé???? Depende do tipo de fotografia que quer fazer, se vai para fotografia de rua quer um tripé para quê???
      Para finalizar, sou fotografo profissional e profesor de fotografia, nunca na vida daria o tipo de conselhos que deu a um aluno

      • Joao Peixoto says:

        ao ver a sua foto e dizer que é fotografo profissional e “professor” de fotografia, diz muito da sua habilidade como tal.
        Para mim a Sony não é o paraíso. é o que é neste momento, tens as melhores máquinas para os segmentos que referi, é a minha opinião o senhor tem a sua. Apontar que QUASE TODOS os profissionais usam outras marcas é ridículo. QUASE todos os designers usam Macs e aposto consigo que consigo montar uma melhor máquina, tanto em performance como em qualidade por menor valor. A sua frase, infeliz, vale o que vale. São daqueles argumentos, para quem não sabe explicar o porquê das coisas. Se ainda parou no tempo em que a Canon e a Nikon disputavam quem é que era a melhor, actualize-se que não lhe fica nada mal. Ponto 3. sou de informática, sei bem o que são megapixeis, alias devo saber bem melhor do que o senhor, falar de megapixeis sem falar de MP/cm2 é ridículo e de quem não percebe um boi do assunto, não vou perder tempo neste ponto.
        Ponto 6. quando vou de férias, nunca precisei ter mais de um cartão de 64Gb onde aqui a marca e velocidade do cartão interessa e não a quantidade de cartões, já agora dou-lhe uma dica de graça, compre “64GB SanDisk Extreme Pro” ou “64GB Samsung Pro Plus” que não se vai arrepender. Quanto à bateria, de facto uma bateria extra pode dar jeito embora nunca tenha precisado dela visto que a minha tira à volta de 550 por dia. Mas nunca pensei na bateria/cartão como um acessório mas sim como uma necessidade. Acessório pensei mais na mochila, flashes, reflectores e afins, mas como já quase todas vem com um “flash” medíocre é certo, falei no tripé que normalmente é esquecido e existem uns portáteis bem jeitosos que melhoram a qualidade de imagem o bastante. do ponto de vista da qualidade das imagens foi o meu concelho. os concelhos que deu neste ponto em nada melhoram a qualidade de imagem.
        Quanto ao ser fotografo e professor de fotografia, nunca na vida teria aulas consigo, nem que me pagassem.

        • MLopes says:

          devias repensar essa da quantidade de cartões. a pior coisa que podes fazer é ir de férias e levar um cartão gigante em vez de vários cartões mais pequenos.
          se um cartão gigante (64GB será, na minha definição, gigante para fotos de máquinas de 16 a 24 Mpx) falha perdes tudo. se levares vários cartões de 8 ou 16GB e um falhar só perdes uma parte das fotos das férias.
          sim eu sei que podes ter um sistema de backup mas se o cartão falha no momento do backup…
          podem falhar vários cartões? poder podem mas é muito menos provável.

          • Joao Peixoto says:

            primeiro nao é um cartao gigante, se quiseres também filmar em vez de tirar só fotos ou talvez aproveitar o cartao para o telemovel quando nao estas de ferias e meter tambem musicas. chama-se a isso optimizar recursos. segundo, se falhar (que até à data nunca tive um estragado e tenho varios que deixei de usar por falta de espaço e nao por se terem estragado). se estragar compro no destino um novo, tao simples como isso. nunca fui pro meio de uma montanha 15 dias isolado do mundo que essa questao tenha sido necessária.
            prefiro do que andar com 2 ou mais cartoes (que a probabilidade de perde-lo é maior do que avaria-lo, pelo menos no meu caso). compra cartoes de qualidade que nao precisas de comprar 2 fracos…

          • Joao Peixoto says:

            no caso profissional, andar com backups de tudo é necessário, mas isso é óbvio. penso que nao seja necessário referir, que se um profissional precisa que alguem lhe diga que precisa de usar backups de tudo para nao falhar nada, mais vale mudar de profissao…

          • MLopes says:

            o meu comentário era sobre algo também importante, usar vários cartões mais pequenos em vez de um grande, para além dos backup.

          • Rui Pinto says:

            O que o MLopes diz é verdade. Eu faço foto e filme (mais filme até) e é sempre bom ter cartões mais pequenos. Essa do “nunca me aconteceu” é um bocado imatura porque também ainda estou vivo porque nunca morri. A afirmação que fazes Joao Peixoto serve no caso de férias e situações recreativas, porque em trabalho se pifa um cartão a meio…ardeu! Lá se vai tudo o que fizeste. Há que separar as águas 😉 Quanto ao comentário anterior do “Sr.Professor”, é de rir mesmo ahah Ele está completamente noutra realidade e com o pensamento bem antiquado.

      • MLopes says:

        @José Gonçalves, explica lá então a importância do maior número de pixeis, já que isso parece que, para ti, é importante.

  12. censo says:

    “Quantos mais pixels a máquina tiver, maior será o número de detalhes visíveis no momento da captura e a qualidade da imagem final” – não podia estar em maior desacordo. A quantidade de pixels não tem nada a ver com a qualidade da imagem final. O sensor é que manda. E o artigo não fala do sensor, esse elemento primordial em toda e qualquer máquina fotográfica.

    • Vítor M. says:

      A resolução é a quantidade de pixels que forma uma determinada imagem, sendo marcada na horizontal x vertical. Mas sim, como refere no artigo, a resolução é mais que isso.

      A resolução depende da capacidade de captação que o sensor da câmera possui. Isto porque cada câmara possui um sensor que faz a captação da luz que incide sobre o objecto que está a ser algo da fotografia, de seguida transforma esta informação em pixels, gerando assim uma imagem digital.

      Mas mesmo assim ainda há outros factores que podem ser anexados a este assunto. O artigo não os iria abordar todos, mas estão lá os valores referencia.

      • MLopes says:

        @Vítor M., não há nenhuma relação entre a contagem de pixeis e a qualidade da imagem, ponto. não vale a pena reproduzires toda a teoria que leste aqui ou acolá que, mesmo assim, nunca vais conseguir de lá extrair a relação mais pixeis mais qualidade.

        • Vítor M. says:

          Falas… mas explicar o que dizes ser o correcto… nada.

          Então, explica, se souberes, assim ficamos todos esclarecidos.

          Mas deixa-me dar-te uma achega: http://youtu.be/yyOmgArU0MA

          • MLopes says:

            já te dei a explicação mais acima. óbvio que não vou escrever um artigo científico nem sequer uma explicação detalhadíssima (embora a que te dei seja bem longa) sobre este assunto.
            por favor (favor para mim, para ti, para a pplware e para a todos os que a lêem) estuda a matéria e não insistas num erro. isso não vai torná-lo certo, por mais que te desse jeito.

          • MLopes says:

            para adicionares à minha explicação dada em anteriormente (aguarda moderação há horas).

            em resposta a um artigo sobre o mito dos megapixel publicado pelo David Pogue no New York Times:

            “Hi David. I am the author of Imatest software, which is used for measuring sharpness and image quality by imaging-resource.com, DigitalCameraInfo.com, and CNET, as well as many print publications.

            “You asked: ‘So what replaces it [the megapixel statistic]? What other handy comparison grade is there?’

            “Imatest measures system sharpness as Spatial Frequency Response (SFR), which is pretty much the same thing as Modulation Transfer Function (MTF). These geeky technical terms have great value to engineers, but they scare off consumers, and they don’t quite answer the question, ‘How sharp does an image look?’

            “I recently added a measurement to Imatest that does, but it’s unfamiliar, even to most camera reviewers. It’s called SQF (Subjective Quality Factor). It includes print height, viewing distance, and the contrast sensitivity of the human eye. It was used internally by Kodak and Polaroid for years, and it is the basis for Popular Photography’s lens tests—but it was tedious to measure until I added it to Imatest. See http://www.imatest.com/docs/sqf.html.

            “Incidentally, where the megapixel myth really goes berserk is with cameraphones. Limited real estate forces the camera modules to be tiny, which means that the pixels get tiny–well under 2 microns–when the marketing people force the engineers to increase the pixel counts, because megapixels sell. Unfortunately, tiny pixels are noisy, work poorly in low light, and may not be utilized due to a physical phenomenon called lens diffraction. Engineers are well aware of the problems, and they keep butting heads with the marketing people. Guess who has the real power?”

          • Vítor M. says:

            Vê o vídeo em cima só para perceberes, vê só, só te sugiro isso.

          • MLopes says:

            e já há mais de 10 anos se sabia disso: http://www.nbcnews.com/id/3958138/
            aliás os engenheiros sabem disso desde sempre…

          • MLopes says:

            “There is definitely a decrease in image quality,” said Dave Etchells, editor of a camera reviews Web site, the Imaging Resource, which performs extensive camera tests. “There have been some improvements in semiconductor process technology for sensors, so it’s mitigated the problem a bit, but there overall has been an increase in image noise.”

          • Vítor M. says:

            Só as tuas fontes estão correctas, claro 😉 mas ali mostra como e porque, não é conversa, ali mostra. Alias, tens lá exemplos das lentes que é inegável 😉 Não querendo, claro, deixar de dar crédito ao que colocaste e citaste, mas deixei um exemplo claro que é tão fidedigno como os teus exemplos. Alias, vai mais longe, porque mostra dois aspectos que tu não referes, o sensor e a lente.

          • MLopes says:

            “If you try to cram more pixels into the same amount of space, you risk getting signal degradation because you’re not getting as much light into the same pixel,” said Chris Crotty, an analyst with iSuppli.

            It can be tough for consumers to understand why they might not want to snap up the most megapixels possible. “People can understand the idea of more numbers is better,” Crotty said. “But signal-to-noise, fill factors, dynamic range, blooming–these are concepts most people aren’t going to understand.”

          • Vítor M. says:

            MLopes nada como o desafio para escreveres um artigo sobre este tema. Assim, tendo em conta que eu só me baseie no que é dito por vários entendidos no assunto e tu noutros, poderás então escrever sobre o assunto e elucidar as pessoas.

            Que te parece?

          • MLopes says:

            tenho aí uma explicação a aguardar moderação 😉 desde hoje ao meio dia :p

        • MLopes says:

          obrigado pelo desafio 🙂 mas não tenho competência técnica para tal. não tenho mesmo. para fazer uns comentários aqui e explicar, por alto, o porquê ainda vá lá mas mais do que isso (um artigo) seria exagerar e iria, de certo, defraudar as pessoas. mas tenho pena de não saber o suficiente para o fazer.

          • MLopes says:

            publicado em 2004 e visível no link que coloquei acima:
            A Sony DSC-F717, with a street price of around $600, has 5.2 million sensors (or 5 megapixels) on a chip that is 8.8 by 6.6 millimeters (or .35 by .26 inches). The Pancam has just a million sensors spread across a chip that’s 12 by 12 millimeters — nearly a half-inch square.

            Each tiny Pancam sensor, measured in microns, is nearly four times as big as those on the Sony.

            In the consumer market, which Dalsa does not target, 5-megapixel cameras often use the same size CCD as a 3-megapixel camera. More pixels are simply crammed onto the same-size chip.

            “The pixels themselves get smaller,” Myles said. “This has an impact on image quality.”

            Why? For one thing, smaller pixels are less light-sensitive.

            Also, the lens quality might not support the additional pixels. As the receptors get smaller, a higher quality lens is needed to properly focus light onto each pixel. So where each pixel ought to capture different light information — say perhaps a subtle shading change on the subject’s cheek — the same information can get spread across several pixels after passing through a lower quality lens.
            a última frase diz-nos claramente que pode acontecer que “more pixels, more trouble, less quality”
            o artigo versa sobre as imagens do Spirit Rover enviado para Marte pela NASA. parece-me que como especialistas os contratados pela NASA serão, digamos, insuspeitos. 😉
            mas logo vou ver o teu vídeo 🙂

  13. HPires says:

    “#1. Iniciante ou profissional?”

    Um profissional pára de ler aqui…

  14. João Costa says:

    É a primeira vez que deixo uma resposta, apesar de vir com alguma assiduidade a este site. Gostei do artigo e gostava de deixar apenas uns curtos comentarios construtivos para quem andar à procura de uma maquina. Um telemóvel jamais substitui uma maquina fotográfica digital razoável (sei que parece obvio mas há pessoas que julgam que é a mesma coisa) . 4 megapixeis permite imprimir uma foto numa folha A4 sem nenhum tipo de pixelização por isso muito maior só se for para fazer posters de parede.
    Comprei uma maquina faz um tempito e fui a 2 sites que me serviram de referencia EISA e TIPA (a maquina que comprei estava nos 2). Comprei uma Pentax e enquanto que com Canon e Nikon aparem por vezes boas ofertas de material, por vezes até usado, com outras marcas já tal não acontece com a mesma frequência, normalmente só novo. Espero ter dado um pequeno contributo para quem procura.

  15. Antómio Carvalho Porto says:

    Caros comentadores. Sei que o que vou dizer pouco importa. Mas … “iniciante” em vez de iniciado, diz logo qual a origem do material que suportou a feitura do texto. Quanto à estrutura e conteúdo devo considerar que o mesmo pretende abarcar um conjunto de consumidores menos habilitados nas questões da Fotografia. Os que se sentem mais adestrados nas decisões estarão mais seguros quanto ao material a adquirir. Um profissional ou um amador experiente não vem aqui buscar informação.

    • Vítor M. says:

      Exacto, um profissional sabe tudo, ou pelo menos sabe onde poderá saber aquilo que não sabe. Como tal, é obvio que procurará sítios especializados em fotografia, mas isso são os profissionais que se actualizam, muitos (provavelmente a maioria, por razões óbvias) nunca o fazem, infelizmente.

      Mas este tipo de artigos é sim para iniciantes e também para iniciados. Mas não exclui profissionais, há sempre quem goste de partilhar bons conhecimentos 😉

  16. José Gonçalves says:

    Para escolher a máquina perfeita seja amador ou profissional devem de ter em conta antes de tudo o vosso orçamento. Bem posso sonhar com um Lamborghini mas se não tenho orçamento para o comprar é melhor passar para algo que me seja financeiramente possivel realizar.

    Dentro do ponto acima, que tipo de fotografia vão fazer e os vossos conhecimentos?

    Uma Bridge pode ser um bom investimento inicial acima de tudo se uma DSLR é ou parece muito complicada, devem ter em conta que numa Bridge a mudança de lentes é básicamente impossivel e que esta não irá permitir uma evolução mais tarde.
    Megapixeis, ao contrário do que alguem aqui afirma, sim interesa , mas……As fotos são apenas para colocar nas redes Sociais e não pretendem fazer ampliações superiores a um 15X20?? Então eu não iria para uma camara com uma resolução de MPx alta, até porque ao reduzir a quantidade presente na imagem é provocado uma suavização na mesma (No Photoshop devemos usar o Bicubic Sharper para resolver este “problema”)
    Para quê gastar um valor alto numa maquina com 36 Mpx, por exemplo para depois reduzir tudo a um tamanho 800 X 400 por exemplo????
    Agora se pretende seguir uma linha mais profissional, nesse caso uma DSLR, marca?? Depende do vosso gosto mas eu colocava algumas alíneas na escolha.
    a) Assistência em Portugal
    b)Acessórios, lentes, flashes e tudo o que um profissional necessita para trabalhar, principalmente se pretende trabalhar com cabeças de Flash a maquina deve de permitir ligar o cabo de sincronismo. Ok pode usar trigers e se for para estúdio e se esquecer dos mesmos????
    Escolha de lentes, depende igualmente do trabalho que vai fazer, quando estive no PUBLICO, boa parte dos meus colegas possuíam duas, uma 20/35 e uma 80/200 (isto em analógico) e alguns tinham a 50mm, aberturas, as de zoom eram 2.8 a de 50 boa parte tinha 1.4
    Acessórios extra: Baterias e carregadores, caso comprem 4 baterias eu pensaria comprar 2 carregadores, baterias para Flashes, cartões rápidos e com boa capacidade, neste caso o amador poderia pensar em comprar metade do que aqui aponto para um profissional, mala de transporte.
    Restantes acessórios vai adquirindo conforme os seus interesses e acima de tudo orçamento. Neste ponto, por exemplo num tripé, caso necessite de um para paisagem, eu iria para um de carbono e cabeça de rotula, valor mais uma vez, ter em conta orçamento mas, mais vale comprar algo com qualidade do que poupar aqui, mais tarde ao vender tripé X para comprar um Y perde o valor quase todo na venda.

    • Antómio Carvalho Porto says:

      CORRECTÍSSIMO

    • Joao Peixoto says:

      ao ler o seu post, fiquei esclarecido da sua apetência para a formação. “cartões rápidos e com boa capacidade”…espectáculo de conselho. Aqui vai uma dica se queria “parecer” mais profissional a explicar algo:
      O cartão que devem comprar deve ser no mínimo class 10 (esta indicação está no próprio cartão e de fácil leitura). Quanto mais alta a class mais rápido é o cartão, ou seja mais rápido a foto é guardada no cartão, mais rápido consegue tirar uma próxima foto (burst mode, por exemplo) e refere ao mínimo de Mb de escrita que o cartão garante. no caso da class 10 são 10Mb/s. Mais rápido que os cartões Class 10 são os UHS. quem quer também filmar a 4k para alem de tirar fotos tem que comprar um destes. A marca é muito importante nos cartões. Embora 2 cartões tenham ambos Class 10 escrita no cartão, um cartão pode ser 2x mais rápido em relação ao outro, visto que o Class 10 refere ao ao mínimo e não o máximo de escrita.
      quanto à capacidade, primeiro convêm explicar que devem comprar uma Máquina que suporte RAW se querem ir pelo caminho “profissional” em vez das tradicionais máquinas que sõ permitem .jpg. A vantagem RAW é que tem muito melhor qualidade visto que estão em estado “bruto” sem tratamento. A desvantagem é que ocupam muito mais espaço, e normalmente precisam de edição posterior para corrigir desvios da lente e aberrações. Muitas fotos .jpg tiradas pelas máquinas já contêm correcções por software destes erros. A parte má das fotos .jpgs é não serem “lossless” ou seja parte da imagem original é perdida para sempre, coisa que não acontece nas RAW.
      Uma imagem em RAW numa máquina de 18Mp ocupa +-24.5Mb (n. de referencia que deve ser olhado como tal). Um cartão de 4Gb dá para +- 130 fotos, se pretendem tirar mais fotos por dia, comprem um cartão de acordo com as suas necessidades. Com o mesmo cartão em modo .jpg consegue tirar a volta de 490 fotos. ou mais se a máquina permitir controlar a qualidade do .jpg.

  17. Diogo says:

    Comprei a pouco tempo uma Compacta profissional uma Sony DSC-RX100 II por 479Euros estou bastante contente com ela muito bom preço qualidade.

  18. Antero Almeida says:

    Este artigo está demasiado superficial. Não ajuda ou ajuda pouco quem pretenda comprar uma máquina. Falou nas compactas…..fujam delas….para isso quase que mais vale o telemóvel e depois dá um exemplo de uma topo de gama da Canon….por acaso sou fã da Nikon. Houve um foco e uma explicação algo detalhada nos megapixels que só são realmente importantes para quem quer imprimir posters ou então cortar (fazer crop) de partes da imagem. A atenção deveria estar no sensor das máquinas…um sensor maior produz uma imagem melhor. Concluindo, eu diria que temos as compactas (servem para registar um momento…. Poupem dinheiro e usem o telemóvel), temos as Bridge que são um pouco mais evoluídas ( são maiores, costumam ter um zoom mais potente, um sensor ligeiramente maior e permitem uma maior criatividade….podem ser uma opção para um iniciante, daqueles que ainda sabe se gosta mesmo de fotografia) depois temos as DSLR (são máquinas que vão desde o iniciante que gosta de fotografia até ao verdadeiro profissional. Aqui o orçamento vai desde os 300€ até vários milhares de euros. O que caracteriza estás máquinas é a possibilidade de trocar de lentes , o tamanho do sensor que já é decente e o total controlo sobre a máquina. Os sensores aqui têm dois tamanhos Dx e Fx. Os Fx são os full frame…têm um tamanho igual aos antigos filmes de 35mm e os Dx que são mais pequenos e podem variar ligeiramente entre máquinas/marcas. Apesar de mais pequenos são muito maiores do que os utilizados numa compacta.). Para além destes formatos temos ainda as mirrorless que são máquinas com sensores do tamanho das DSLR mas sem a parte mecânica o que as torna mais pequenas e mais leves mas com igual qualidade (aqui julgo que já entra no gosto pessoal de cada um. Eu prefiro formato). No final da linha temos a máquinas chamadas de médio formato quer são para utilização profissional e para grandes ampliações em que a qualidade e o detalhe são obrigatórios (aqui os sensores são bem maiores o que se traduz num maior detalhe maior qualidade e claro maiores preço). Espero ter ajudado.

    • MLopes says:

      tens fotografado com alguma boa compacta ultimamente?
      já experimentaste, por exemplo, uma Ricoh GR? (até tem uns anos).
      não generalizes, se o fizeres [e ainda por cima não explicares detalhadamente] as tuas conclusões perdem o sentido.

  19. Tec says:

    Deixo ficar aqui um site que acho que é importante para fazer uma boa comparação.

    http://www.dpreview.com

  20. hfsb says:

    Boas. Até 300€/350€ que câmara recomendam? Procuro algo que capte fotografias com qualidade, sobretudo em exteriores (edifícios, monumentos, paisagens, etc), mas também interiores. Obrigado!

  21. Julio Sousa says:

    Estou decidido em comprar outra máquina digital e pensei na Fujifilm X-Pro2 com lente de 56 mm f/1.2 da Fuji, é um pouco carota, mas penso tratar-se de uma boa máquina, de certo modo compacta e leve. Tem um aspecto vintage, como gosto, e um visor misto, o que me agrada muito.
    Gostaria de saber a vossa opinião.
    Muito obrigado.

  22. breno says:

    Super obrigado! Eu fui a várias lojas e quando cheguei lá me vi totalmente perdido, testei várias câmeras e verifiquei todas as opçoes como wlan e pixels, resolução, zoom, enfim tudo que eu sabia e saí da loja totalmente confuso.
    E ao ler esse artigo me ajudou e muito a entender melhor a qual câmera comprar, danke 🙂

  23. Dario Rangeiro says:

    Aceitar
    Depois da leitura, achei o artigo bastante interessante, aprendi muito e a minha ignorância já foi removida. Obrigado pela ajuda

  24. Dario Rangeiro says:

    Depois da leitura, achei o artigo bastante interessante, aprendi muito e a minha ignorância já foi removida. Obrigado pela ajuda…

  25. CPM says:

    Boa tarde, numas férias recentes emprestaram-me uma canon eos 450d e eu gostei bastante porque senti que consegui melhores fotos, com mais pormenores do que com uma pequena compacta. gostei fo tamanho e do peso, e do facto de poder incorporar se quiser uma lente mais potente (maior zoom). Mas o que não gostei muito foi que aos finais de tarde, principalmente sunsets, que adoro, ela já não focava e saiam todas tremidas, mesmo estando fixa.
    Desculpem o vocabulario nada técnico e muito mundano, mas o que eu procuro é um conselho sobre que maquina deveria procurar e adquirir para mim.
    Como disse a canon que experimentei para mim tem tamanho e peso ideias para quem vai de férias, mas como gostaria de poder “brincar” um pouco mais e ou nos sunrises ou nos sunsets …ela quando fica um pouco mais escuro parece que fica mais lenta e por isso saem tremidas.
    Também tenho interesse assim que conseguir maior disponibilidade em fazer um cursinho de fotografia para aprender a tirar fotos que focam alguém e desfocam o fundo etc… Por isso agradeço desde já todoa a ajuda no sentido de me indicarem algo que possa permitir alguma evolução da minha parte sabendo que dificilmente seguirei pela via profissional 🙂 De preferencia opções com orçamentos razoáveis, tendo em conta que será para um hobby/férias…. Grata de antemão

  26. Jose costa ferreira says:

    depois de lidos todos os artigos aqui presentes ,fiquei esclarecido sobre assuntos relacionados com maquinas como o caso dos pixels,sobretudo quando procuro uma maquina boa.muito obrigado pelas dicas

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