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Ministério da Defesa Italiano adopta o LibreOffice em 150 mil PCs


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. david.pt says:

    Tenho quase 700 maquinas com o LibreOffice instalado. Nada a reclamar. Para a maioria das pessoas serve perfeitamente. O problema é que muita gente não consegue adaptar-se porque não é capaz de explorar algo novo….e no Google encontramos vários sites onde podem procurar o nome das ferramentas equivalentes ao Microsoft Office

    • halnaweb says:

      ora nem mais!

    • Alex says:

      O problema é que muita gente não consegue adaptar-se… não consegue… não consegue porque não quer!

      • EC says:

        Alto aí! Não é bem assim. Para quem precisa de ferramentas avançadas, infelizmente o MS Office não tem concorrência a altura. Particularmente nas folhas de cálculo, onde o Libreoffice não consegue dar resposta no que toca ligações à base de dados externas (fazer um pouco de Business Intellligence), VBA e macros, Pivot table de forma eficiente e trabalhar com cenários. Sei que a maior parte dos utilizadores não necessitam disso, mas para alguns (como eu) são ferramentas indispensáveis. Outra situação é a questão do trabalho colaborativo, que no MS Office está a anos luz do LibreOffice.
        Espero que futuramente haja uma maior aproximação no que toca as ferramentas mais avançada, pois no básico já é muito similar.

        • joaofra says:

          Concordo inteiramente com os seu comentário.

        • lmx says:

          Conectores a bd’s…isso ha em qualquer chafarica quanto mais numa suite como o libreoffice…isso é coisa de ha 30 anos, não da actualidade..

          Macros também, até podes escolher entre varias linguagens para as criar, ou então se fores preguiçoso, ainda podes fazer record das macros, com clickes de rato..

          As pivot tables do Libreoffice teem funcionalidade identica ao da MS…

          Vbasic não ha, mas ha algo muito proximo..ou seja Basic.
          https://wiki.openoffice.org/wiki/Documentation/BASIC_Guide/Date
          Podes usar python entre outras ..

          Existem ferramentas colaborativas para Libreoffice, que teem suporte pago…o Ms também é pago, para quem nunca se tinha apercebido disso..

          • JMMS says:

            Tudo o que seja de utilizadores de Linux nem me dou ao trabalho de ler.
            Principalmente este que tudo o que seja concorrência à Microsoft leva um grande Like seu.

        • David.pt says:

          Errado… Lá está pessoas que não conseguem explorar algo diferente…….

        • Proud Troll says:

          Pois, mas 99,999% dos utilizadores utilizam apenas, adivinha, O BÁSICO.

          Depois eu é que sou troll.

  2. H Azevedo says:

    Boas,
    Uma das razões para o office continuar é o facto de vir com o outlook e respectivas funcionalidades. Qual é a alternativa para o outlook e que funcione bem com ADs?
    Cumps

    • Miguel Horta says:

      Thunderbird?

      • Ars says:

        Thunderbird está muito atrasado em relação ao outlook..
        “ah.. mas pode-se acrescentar plugins para ter mais funcionalidades”… pois.. certo…
        Eu também posso comprar quatro rodas e depois ir acrescentando um motor… uns travões.. umas portas.. raios.. esta porta não funciona bem.. pera.. há alo outra opção… boa! esta funciona! ahh… agora não posso pré-configurar através de regras de grupo.. bolas.. tenho de voltar ao outro…

        voltamos ao mesmo! é gratuíto? sim! quanto custa a instalar? “ah.. eu sei fazer”! errado… numa pequena / média empresa sabes pq recusam-se a pagar a um informático… têm para lá “sapateiros” ditos informáticos muito bons a formatar discos porque .. bom… não indo por aí.. 😛

        Ok.. uma empresa “média/grande”.. com 1 centena de utilizadores.. que nem sempre estão no mesmo computador por alguma razão que não interessa. Como fazes uma auto instalação? dá? sim.. dá.. e configurar automaticamente consoante o login? pois.. também é capaz de dar… e instalar os plugins para chegares perto das mesmas funcionalidades? errr.. começa a dificultar.. aqui não sei se dá… alguém testou?
        Quanto custa então andar a instalar em cada posto um thunderbird? (e inclua-se as configurações do email.. do calendário.. do gestor de tarefas.. contactos..).

        Esqueci-me de alguma coisa? sim! preço! o preço dos plugins que funcionam a 100%! ah pois.. não são de borla… mas são baratos? são! e instalacao+parametrização + plugin? quanto fica?

        pronto… eu gostava de saber isto tudo… mas assim por alto… eu diria que pode ficar bem mais caro do que pagar uma incensa que incluí muitas ferramentas de instalação e parametrização remotos, onde basta um login e o outlook fica configurado na máquina.. sem qualquer intervenção.

        Mais uma vez.. há que ponderar muito bem os custos…

        • Ars says:

          *licença (como é que raio apareceu incensa?)
          Ei.. isto não dá para editar porquê?

        • Gerardo says:

          Para mim, um cliente de mail instalado, faz tanto sentido como a história das rodas e do carro. Se querem pagar Exchange, usem o Outlook via web, senão aconselho Gmail para empresas (google apps) ou mais em conta no que toca a licenças e até com chat interno, o Smarter mail. Tudo via browser, porque isso de instalar Apps nos postos dos utilizadores é tão anos 90 😀

        • David.pt says:

          A questão é que o Thunderbird é mais que suficiente para a maioria das pessoas. Para que é que vais usar algo em que só usas 20% das suas funcionalidades? Isso justifica ter que comprar uma licença do Office. Aqui a questão passa em balançar o que vale ou não a pena. E o email vai deixar de ser uma das principais ferramentas mais tarde acredita.

          • JMMS says:

            Aqui a questão passa em aplaudires tudo o que seja concorrência à Microsoft e apoiares tudo o que é para denegrir a Microsoft.
            Já não se aguenta os teus comentários.

        • H Azevedo says:

          Concordo.

    • Joao says:

      A grande alternativa pode ser o zimbra desktop, também como servidor o zimbra e a alternativa mais viável. Dispensa a compra de calls por dispositivo como acontece atualmente no exchange. Sair dos produtos M$ só apenas e difícil pela resistência a mudança dos utilizadores, o grande entrave de muito e o ressei da falta de produtividade durante o período de adaptação. Administradores com coragem precisam-se para períodos conturbados…lol

  3. Luís says:

    Já tenho por experiência e recomendo. com a quantidade de vírus que se apanham com keygens e cracks o melhor é mesmo mudar não só o office como o SO. já tenho o ubuntu com cara de mac e mais barato. procurar software e instalar. depois disto é só utilizar, ah e sem antivírus. tenho em dualboot com W10 pois não se pode fazer helpdesk sem sistema.

    • NT says:

      Sem antivírus… Tem cuidado porque já existem alguns “vírus” exploits para o sistema do pinguim! Ainda não vi nenhum que não necessitasse da ‘ajuda’ do utilizador para se instalar porém já existem algumas ferramentas de antivírus para linux. Pena é que grande parte das companhias só fazem packs para server ou para X Workstations e quem quer licença para 1 computador está sem sorte.

  4. Realista says:

    Eu até usava o LibreOffice… se não removesse a formatação os documentos criados em Word.

  5. Vitor says:

    Nunca experimentei o Libre Office. É compatível com mac?

  6. Ars says:

    Tudo muito bonito… quando estamos a falar que a “maioria das pessoas” não precisa mais do que um “bloco de notas”, pois não tem qualquer formação (nem vontade própria de se auto formar) na utilização de ferramentas “office” (seja MS ou Open ou o que for…)
    Peguem num “Power User” e vão ver que a grande maioria dos documentos que usa, com macros e pequenos códigos em VBA, simplesmente não funcionam.. e aí… a fatura de uma licença deixa de ter significado. Só o tempo que se poupa… pq tempo é dinheiro.
    Ok.. podem defender que podem reescrever essas funções todas bla bla bla bla… reescrever? pronto.. tempo… tempo perdido… dinheiro perdido… qual o valor desse tempo? Fazer contas ao valor hora da pessoa, vezes o numero de programas a reescrever.. vezes o tempo que se perde a reaprender..
    Open Source tudo muito bem, mas tem de ser muito bem analisado também. Se calhar o que faz sentido é uma “mistura”… se a função exige ou não uma ferramenta mais estável, ou se não, e aí.. usem o que quiserem de preferência “gratuito”… (sim.. pq o ideal depois é a pessoa ter formação.. que tb tem um custo…)

    Só a muito longo prazo é que poderá ficar mais barato… poderá… não sei.. alguém tem um estudo real com valores? Muita gente diz que sim mas “atira” valores para o ar…

  7. André Alves says:

    Existe sempre aqueles problemas de compatibilidade com o Microsoft office.
    Mas o Microsoft office tem um valor demasiado elevado em comparação com as alternativas grátis que por vezes teem tantas funções.

  8. Malic X says:

    Por alguma razão a Microsoft está a aumentar as vendas do Office.

    Parece-me que estes, a exemplo de Munique que já está a voltar ao Office da Microsoft, vão regressar.
    O problema é que o mundo todo está em MSOffice. E hoje já ninguém usa o Office isolado no seu computador.

    As minhas folhas excel com meia dúzia de pivots e alguns indirects nem abrem no libre. Agora imaginem as que têm ligações a BDs SQL Server e Oracle.

    • Abilio says:

      O mesmo acontece com trabalhos realizados em MSOffice em ambiente MAC e não funciomam com o MSOffice em ambiente Windons e vice versa.

      • pedrostrik says:

        +1, pelos fanboys da M$ o office é só maravilhas, mas quem é um verdadeiro power user desde os tempos do Lotus 123 , quatro pró, entre outros sabe bem que o office afinal é para nerds que não passam de amadores.
        O word então , deus me livre, a pior porcaria de editor de texto e que ainda hoje fica bem atras de qualquer outro de um concorrente qualquer. Powerpoint , idem idem aspas aspas

  9. JJ says:

    Quero é ver quanto tempo é que vai durar assim.

    Como o artigo refere, já existem rumores que a primeira (ou das primeiras) a fazer essa mudança, anda a pensar voltar ao Office.

  10. lima says:

    Isto só acontece porque estão falidos
    Dai a razão para a mudança… E já agora, Munique voltou ao Microsoft Office por razões óbvias 😉

    • NT says:

      “Isto só acontece porque estão falidos
      Dai a razão para a mudança… E já agora, Munique voltou ao Microsoft Office por razões óbvias ”

      Quando é que mudou ? Estou curioso!

    • NT says:

      P.S. Já agora manda aí os links é que o que eu tenho visto é que um “ministro” disse que se deveria equacionar a mudança de volta para a plataforma Windows… Porém por aí ficou e não foram apresentadas razões para tal facto.

    • pedrostrik says:

      fala-se aqui à toa, se pensassem como adultos percebiam que software open source, gera economia local, e não aumenta constantemente os lucros da M$ em Redmond, pois basta pesquisar em algumas distros do linux e apercebemos-nos a quantidade quase infinita de boas e excelentes alternativas que poderemos e deveríamos aplicar num pais pobre como o nosso, e assim tornarmos-nos muito menos dependentes, assim como a formação de pessoas qualificadas por regiões nesses softwares, ou vocês pensam que a novidade W10 de borla vai durar muito?
      A M$ já iniciou no Office 360 que mais não é uma renda anual, para usar o seu software produtivo, o windows vai ser igual, dê por onde der nos EUA as empresas tem que gerar lucros pois os ”shareholders” não perdoam.

      • Nuno says:

        +1

        Já há muito que tenho afirmado que a estratégia M$ passaria por aí. O tempo do software adquirido/licenciado está a acabar. Agora vem o da funcionalidade subscrita, paga periodicamente, o vulgo “sw as a service”. É a cloud…

  11. pentestbox says:

    Muito bom ver o libre Office ganhando mais espaço, faz tempo que não uso o Microsoft Office, e nem tenho vontade de usar, quanto ao formato ODF eu recomendo, é melhor deixar os documentos em um formato aberto do que um fechado proprietário, eu mesmo estou passando vários documentos antigos de .doc para odt, é o melhor a se fazer.

  12. Wilson Silva says:

    Há muitos anos atrás o governo Brasileiro (sim, sou Brasileiro!) optou por este mesmo caminho, porém bem mais radical. Trocou todo o sistema operativo das máquinas por uma distribuição do Linux e juntamente a isto, adotou também o LibreOffice.

    No começo tudo ia a mil maravilhas, afinal de contas o estado economizou um bom montante de dinheiro. Mas o que o governo mal sabia era que os problemas estavam por vir e não seriam poucos. Pra começar, os usuários estão muito (MAS MUITO) familiarizados com o sistema Windows e uma mudança nunca é encarada com bons olhos com o usuário. Depois veio o problema da manutenção do software, que por vezes requer recursos adicionais (leia-se pacotes) e aí a coisa fica mais séria! Qualquer um pode se atrever a consertar um PC com Windows, pois é deveras fácil, basta inserir um CD ou Pendrive e formatar a máquina, e pra inserir novos dispositivos também é bem suave, haja vista que o Windows possui o sistema Plug and Play, onde a maioria dos dispositivos já carregam os drivers necessários, diferente do Linux onde o usuário tem que ir atrás dos famigerados “pacotes”. No que tange a respeito do libreoffice, o mesmo possui uma série de incompatibilidades com o office, ou seja, por vezes um documento editado no libreoffice “perde” algumas configurações quando aberto no office (e vice e versa).

    Resumo da Opera: Custou muito mais ao governo pagar a manutenção do software do que comprar as licenças do Windows. Logo então voltaram a usar as soluções da Microsoft.

    • Wilson Silva says:

      Esqueci de dizer que nem todo mundo tem conhecimento suficiente para dar linhas de comandos no Linux, portanto os que sabem costumam cobrar valores elevados para realizar tais ações.

    • JJ says:

      Pessoalmente também acho o custo de manutenção de esse tipo de soluções mais elevado (pelo menos a médio/longo prazo) do que as soluções da Microsoft, pelo simples facto que no caso da Microsoft, paga-se a licença que para as empresas já inclui toda a manutenção. A empresa acaba por não ter de se preocupar com mais nada, se algo não funcionar, só tem de ligar para a Microsoft e eles enviam os técnicos se for necessário.

      • NT says:

        ????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
        “… só tem de ligar para a Microsoft e eles enviam os técnicos se for necessário.”
        Qual é essa linha de telefone? a mesma do BATMAN? Ainda me lembro de comprar a versão portuguesa Caixa Mágica para desktop, porém a multifunções estava a dar-me a volta à cabeça porque ora funcionava o scanner ora funcionava a impressora. Vinha incluído no pacote horas de suporte que eu usei e em cerca de +/- 15 minutos chegou-se à conclusão que o meu cabo usb estava estragado, depois de um cabo novo ficou tudo ok.
        Quanto à microsoft? Para ativar o windows (SIM COM TUDO ORIGINAL) estive horas ao telefone a falar com um computador, depois com um gajo que só falava inglês com sotaque indiano e a resposta foi que eu tinha que reinstalar o windows? acabado de instalar… Enfim depois de reinstalar (duas vezes) lá apanhei um manel (OBRIGADO ANTES DE MAIS) que fez lá o reset à ativação e tudo ficou ok. Quanto a suporte ao sistema? nopes nunca consegui essa linha de suporte.

    • Augusto says:

      Wilson Silva, discordo do seu comentario e vou dizer pq. Qdo vc diz que a algum tempo atrás o governo adotou software livre (ate tem depoimento do ex presidente Lula no Fisl), provavelmente foi aquele tal de linux educacional, um linux mal feito e cheio de bugs, mas a culpa foi escolher esse sistema, pois sabemos que tem diversas distros bem estáveis como debian, por exemplo.

      Um grande problema que as pessoas confundem ‘e que o linux ‘e gratis, mas nao ‘e isso o ponto principal, pois sabemos que o office da microsoft pode sair quase de graça, em algumas empresas, entao a questao ‘e em relacao a liberdade do usuario e nao o preço. Pense em liberdade de expressao e nao cerveja gratis.

      Outro problema, em relacao ao M$Office, ‘e em relacao ao formato propritario, sabemos que a algum tempo atras o office 2007 apareceu e com ele o formato .docx, .xlsx, dando problemas de compatibilidade com o proprio .doc, .xls, do office 2003, ou seja no proprio programa da microsoft teve problemas e a solucao foi, ironicamente, abrir com o libreoffice.

      Outro caso que aconteceu no tsunami em 2004. Naquele momento as pessoas tiverao mta dificuldade de abrir um documento do office antigo (algo como office 97), pois na versao recente do MS office nao abria, dando problemas enormes numa sociedade em crise.

      Resumindo, se querem que seus documentos permaneçam eternos, utilizem o libreoffice e o formato ODT, pois tem a garantia da comunidade no futuro e cada vez mais compativel com o MSOffice, uma empresa que nao respeita nem seus proprios clientes, como eu disse acima.

      • JJ says:

        Problemas de compatibilidade dos ficheiros .doc, no Office 2007? Humm…
        Acho que não estas a contar bem essa historia…

        Não era o Office 2007 que tinha dificuldades em abrir documentos criados em versões anteriores! Era as versões anteriores que não conseguiam abrir ficheiros no novo formato .docx .

        Mesmo assim isso não era um real problema, porque é e sempre foi possível gravar em .doc e ainda existiam ferramentas que facilitavam abertura dos .docx em versões anteriores.
        Por exemplo: https://pplware.sapo.pt/truques-dicas/pacote-de-compatibilidade-office-2007/

        Dizer que o Office 2007, teve problemas abrir ficheiros de versões anteriores, é simplesmente mentira.

      • pedrostrik says:

        ”Outro problema, em relacao ao M$Office, ‘e em relacao ao formato propritario, sabemos que a algum tempo atras o office 2007 apareceu e com ele o formato .docx, .xlsx, dando problemas de compatibilidade com o proprio .doc, .xls, do office 2003, ou seja no proprio programa da microsoft teve problemas e a solucao foi, ironicamente, abrir com o libreoffice.”
        Bem apanhada esta, para os amantes da M$ que aqui escrevem deixo-vos uma proposta , mostrem o quanto Offices originais tiveram até hoje e que conseguiam abrir files editados com o mesmo office nas versões mais recentes, estou a falar do Office original, pois caso contrário estamos conversados…^^

    • Nuno says:

      Eu Acho é que você não sabe o que está a dizer, o Linux funciona de forma bastante diferente que o windows em relação aos “Drivers” até porque o Kernel do Linux já vem optimizado para funcionar com praticamente todo o hardware que lhe possas atirar para cima “de preferência hardware antigo, sim antigo, porque para Placas Gráficas da ultima moda irás precisar de drivers proprietarios”, mas para tudo o resto o Kernel do Linux é MIL vezes mais completo que o windows, assim como a sua compatibilidade sem o recurso a terceiros.

      Informe-se sobre aquilo que escreve para não induzir outros em ERRO.

      O Linux é o Sistema Operativo IDEAL para quem tem hardware considerado “ultrapassado” que na realidade de ultrapassado nao tem nada.

      • Augusto says:

        Meu querido, aonde estou induzindo outros ao erro? De onde vc tirou isso? O que mais disse foi sobre o libreoffice e sua garantia de funcionalidade no futuro.

        Em relacao a essa frase: ” O Linux é o Sistema Operativo IDEAL para quem tem hardware considerado “ultrapassado” que na realidade de ultrapassado nao tem nada.”

        Nao sei onde vc esteve nos ultimos anos, mas hoje se instala linux nos computados chamados gamers, com drivers atualizados, ‘e verdade que os sistemas GNU/LINUX podem ser instalados em maquinas antigas, dando sobrevida a computadores que se tivessem o windows instalados ja nao sairiam da tela de login, e outra coisa, o meio ambiente agradece!!!

  13. CC says:

    Isto só valeria a pena se fosse adoptado pela Europa toda e cria-se um fundo para ajudar o desenvolvimento do libre de modo a adicionar as funções necessárias. Investia-se o guito da MS que se paga com as licenças no desenvolvimento do open source e no fim ganhavam todos. Mas prontos, claro que isto n funciona com os lobbies.

  14. João says:

    Eu queria saber é QUANTAS, das pessoas que aqui estão a defender o MS Office, é que PAGARAM por ele…

    Sim, porque se não pagaram………. deviam estar mais reservados ao silêncio. E já agora, informem-se porque a história de Munique estar a regressar ao windows não é bem assim, como foi referido pelo João Caria:

    https://pplware.sapo.pt/linux/munique-mudanca-para-linux-afinal-foi-um-desastre/#comment-1052724

    Ah… e já agora espero não ver este comment bloqueado também…

    • EC says:

      Para além das licenças empresariais que tenho no meu local de trabalho, a título pessoal tenho licença de um ano Office 365 que veio com meu tablet e quando acabar passarei a pagar 99€/ano (ou 10€/mes), com direito a 5 licenças (PC ou Mac) com o Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Publisher e Access; 1 TB de armazenamento OneDrive e 60 minutos do Skype por mês de chamadas para telemóveis em 8 países e telefones fixos em mais de 60 países.
      Acho que é um preço formidável. Para quê pirataria?

    • JJ says:

      Eu! Tenho a licença Office 365…
      Para quem quer só para 1 PC e 1 Tablet, custa uns 69€/ano (e as vezes menos em promoções de lojas físicas).
      Ou então para quem quer em 5PC/5Tablets, custa uns 99€/ano (eu consegui por 89€ na Staples).

      No caso da versão de 5PCs, junta-se com 5 amigos e divido por todos custa uns 20€ a cada um.

      Actualmente, muito sinceramente, acho “parvo” que não compra a licença do Office. Como o @EC disse, tem muitas vantagens.

    • Modem says:

      Não preciso pagar, a empresa paga por mim 😀

    • João says:

      (*desabafo do dia:* EC, JJ e outros nomes parecidos que defendem todos exatamente a mesma coisa com exactamente a mesma garra ás vezes fazem-me ponderar se não serão na verdade a mesma pessoa…)

    • pedrostrik says:

      pois bem escrito, a maioria dos fanboys tugas da M$ que aqui escrevem usam só pirataria e vem mandar para aqui bitaites na sua maioria despropositados, e completamente deslocados da realidade. Tentem abrir com o office 2003, que me custou na altura 350 euros, sim esse mesmo , files do Office 2007 para a frente? Risada estes fanboys.

  15. jAugusto says:

    Para a maioria do pessoal chega e sobra, e que eu saiba LibreO tb suporta varios formatos microsoft (x…).

  16. Nuno says:

    O Libre é perfeitamente suficiente para 99% do pessoal. Para os poucos powerusers que tiverem exceis complexos, pois adquiram as poucas licenças do Office necessárias e assim têm o problema resolvido, com notórias vantagens nos custos.
    Agora quanto às funcionalidades avançadas do excel, é verdade que há umas quantas que não são compatíveis. Mas isso não quer dizer que não existam no Libre Calc. As pivots, por exemplo, existem e funcionam bem, mas com menos floreados. Para um utilizador um pouco mais avançado são suficientes. Macros também lá estão, mas em linguagens como Java, Python, C++, Basic, etc. Não são coisas para os 99% a que me referi antes. Ligaçoes a bases de dados? Que tal a ligação nativa a MySQL, por exemplo? Ou através de um driver JDBC a outras, como Oracle e SQL Server?
    Com isto não quero dizer que a Microsoft não tem o seu mérito. Tem anos de desenvolvimento de avanço, e isso não é fácil de recuperar, apesar do ritmo crescente de redução destes. No entanto, nos casos em que não é necessário trabalhar com documentos Office, o Libre é uma opção perfeitamente viável e que a meu ver deve ser considerada.

    • Modem says:

      Numa empresa média/grande como é que identificas quem precisa do office (power user) e para quem o libreoffice chega?
      À 10 anos atrás eu diria que o libreoffice me chegava, mas graças a ter o excel fui-me especializando de tal forma que os ganhos que gerei na empresa a nível mundial sobram largamente para me pagar todas as licenças do office desde o 2003 (quando começei) até à última versão.

      • Nuno says:

        Eu também me especializei na tecnologia M$. “Respiro-a”… Manipulo dados extraídos diariamente de muitos sistemas e algumas BDs, usando o Excel completamente artilhado com macros, para construir dashboards analíticos extremamente complexos e carregadinhos de funcionalidades, como pivots/gráficos com filtros sincronizados, por ex., cujos ganhos de eficiência também dariam para pagar muitas licenças. Utilizadores como nós não têm hipótese de largar a tecnologia sem grande impacto. Como grande parte das gerações actuais, cresci a par da tecnologia, desde o Windows 3.0. Mas isso não me toldou o pensamento a ponto de assumir que só existe Office! 🙂
        Em contrapartida, no meu pequeno negócio, onde tenho que ponderar muito bem a relação custo-benefício dados os parcos recursos, e também em casa, a lógica é linux com libre, mysql, etc., e estou satisfeito. A investir tempo no desenvolvimento de análises mais complexas, garantidamente fá-lo-ei com tecnologia open source, e o mais provável é que remeta maior parte da complexidade para a BD, como tem vindo a ser meu hábito.

  17. Marco says:

    a maior parte dos comentários perdem-se na vertente pessoal, ou seja, “para 90% das pessoas chega”, esquecem-se de ler e depois dá nisso. O artigo fala no ministério da defesa, não em 90% das pessoas. Se o ministério da defesa italiano for como o nosso, tem um departamento interno de informática que desenvolve software entre outras coisas, ou seja, o ministério da defesa não terá de pagar para portar vba e macros, pq será feito dentro de portas. Outro aspecto que se estão a esquecer é que pela natureza dos assuntos que passam pelo ministério da defesa, é bom que não se esteja dependente de um fornecedor de serviços e com formatos fechados e com coisas assentes na cloud. Se esta medida for pensada com pés e cabeça, e executada de forma correcta será uma mais valia para o ministério pq n estarão dependentes de ninguém a não ser deles próprios.

    • lmx says:

      Ora ai está!

      +1000

    • Nuno says:

      Subscrevo inteiramente! Acho inclusivamente que ninguém avaliou o custo da dependência radical da M$… Numa perspectiva de continuidade do negócio, se quisermos ir por aí, a utilização de formatos proprietários, ainda por cima dependentes de um único fornecedor, representa um risco muito elevado. Perguntem-se estes acérrimos defensores das vantagens M$ Office, o que aconteceria aos seus negócios se de repente a M$ implodisse, ou simplesmente deixasse de dar suporte… Outro cenário porventura mais provável será o de perda de capacidade financeira para pagar as licenças…

  18. C-TOY says:

    Já usei o LibreOffice, mas agora uso este http://www.freeoffice.com/pt/
    Boa compatibilidade e gratuito.

    • Ana says:

      É totalmente gratuito ou há algumas funcionalidades pagas?

      • C-TOY says:

        O do link é totalmente gratuito. No entanto os fabricantes de esse software também têm outra suite de office paga com outro nome.

        • Ana says:

          Fiquei muito interessada neste programa que desconhecia por completo. Vou experimentar.

        • Nuno says:

          No caso da versão linux, abaixo segue o resumo das funcionalidades que só existem na versão paga. Determinantes como inviabilizantes para mim estão a não gravação de formatos DOCX, XLSX e PPTX, e o não suporte de etiquetas e envelopes.
          ___
          O SoftMaker Office 2012 para Linux tem as seguintes funcionalidades que o FreeOffice para Linux não tem:

          Verificação ortográfica utilizando dicionários comerciais de alta qualidade em 20 idiomas
          Dicionário de sinônimos em oito idiomas
          O FreeOffice abre os últimos formatos de arquivo da Microsoft sem falhas: DOCX, XLSX e PPTX – o SoftMaker Office também pode salvar nesses formatos
          Os documentos são exibidos em abas de documento, tal como em um navegador de internet
          A extensa barra lateral dá uma visão de águia sobre seu documento e folhas de estilo
          Apoio técnico grátis da SoftMaker
          Funcionalidades adicionais extra, tal como impressão de envelopes e etiquetas, macros, mala direita, referências cruzadas e legendas de ilustrações

    • David says:

      É open source? Se só gostas dele por ser gratuito tudo bem mas para mim é uma grande desvantagem.

  19. RJCA says:

    O OpenOffice não seria uma boa solução embora sabendo que seja muito similar ao LibreOffice (este ultimo demora uma eternidade a abrir e a guardar documentos. Será normal?)

  20. Ricardo Moura says:

    Uns compram BMW, outros compram peugeot. Como tudo na vida, são escolhas. Agora comprar 150 mil peugeots não é escolha, é masoquismo.

  21. David says:

    Ainda hoje ouvi um colega a pedir para o filho instalar no pc o Open Office. E eu disse-lhe que esse projeto foi descontinuado que agora tinhamos o LibreOffice. Ele perguntou-me qual a diferença e eu expliquei-lhe algumas como por exemplo ter mais funcionalidades e compatibilidade com os formatos da microsoft. Ele simplesmente me ignorou acho que até se sentiu ofendido. As pessoas estão acustomadas a ter razão e quando fazem uma pergunta não estão à espera de argumentos verdadeiros e poderosos. Então como se sentem ofendidas porque acham que sabem tudo nem ligam.

    O que se passa é que para a generalidade não há qualquer razão para mudar. Enquanto conseguirem baixar o office sem pagar está tudo bem. Já tentei por várias vezes insentivar as pessoas a mudar a reação é muito parecida. A razão está sempre do seu lado. Não lhes interessa a segurança, privacidade… para quê esconder? Acho que o único roubo de privacidade que de uma forma geral consideram é se uma camera estiver a apontar para elas. De resto está tudo bem.

    É um pouco triste a vida…

    • João says:

      LOLOL!!!

      Como eu compreendo o que escreve!!!

      Mas pegando na parte da camera, mesmo quando se diz que se consegue espiar pelas cameras dos portateis, ninguém acredita!!! E os que acreditam pensam que é só aos outros que acontece.

      Quanto ao office, por mais que se diga que o LibreOffice é melhor que o actual OpenOffice e que o Libreoffice chega perfeitamente para qualquer utilizador Avançado, ninguém acredita!!! É frustrante esta mania que o pessoal tem de que são Experts e de que vão sempre precisar daquela funcionalidade especial que está escondida num canto qualquer do M$ Office……..

      É como virem dizer que o LibreOffice lhes desconfigura os documentos… ninguém entende o porque nem que não é culpa do LibreOffice, mas todos falam…

      Viva a ignorância

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