Xiaomi está a preparar um telemóvel com uma bateria de 10.000 mAh, segundo rumor
A Xiaomi parece estar pronta para revolucionar a gama média em 2026 com inovações tecnológicas que, até agora, pareciam destinadas apenas a dispositivos de elite. A marca está a preparar um telemóvel com uma bateria de 10.000 mAh e ventoinha interna.
O fim do carregamento diário com as novas baterias de silício-carbono
A implementação das baterias de silício-carbono está a transformar a indústria dos dispositivos móveis. Este tipo de células permite elevar a autonomia para patamares inéditos, possibilitando designs que antes eram considerados impossíveis.
Recentemente, tornou-se comum encontrar aparelhos com capacidades de 7000 ou 8000 mAh que mantêm a espessura e o peso tradicionais. No entanto, para o ano de 2026, a Xiaomi pretende dar um passo definitivo para que o utilizador deixe de ter a necessidade de carregar o telemóvel todas as noites.
Segundo as informações partilhadas pela Digital Chat Station, a gigante chinesa encontra-se a testar dois novos componentes avançados para a sua linha de gama média. Referimo-nos à série Redmi Note 17, cujo lançamento está previsto para a primeira metade de 2026.
A chave para este avanço reside na tecnologia de silício-carbono que a marca já tem vindo a aperfeiçoar. Se os dados atuais se confirmarem, o Redmi Note 17 poderá ostentar uma bateria de 10.000 mAh.
Este valor representa um marco histórico, sendo a maior capacidade alguma vez vista num dispositivo deste género, mantendo simultaneamente um perfil elegante. No passado, era frequente os utilizadores criticarem a estagnação nos 5000 mAh, mas esta nova norma poderá garantir vários dias de utilização intensiva sem interrupções.
Xiaomi trará também refrigeração ativa
Outro componente inovador é um sistema de refrigeração ativa. Isto significa que, tal como acontece em computadores portáteis ou telemóveis focados no segmento "gaming", alguns modelos da série Redmi Note 17 poderão integrar uma ventoinha interna para dissipar o calor.
Esta combinação de uma bateria recorde com uma refrigeração potente visa garantir que o desempenho do processador não sofra quebras, permitindo tirar o máximo partido de qualquer aplicação durante períodos prolongados.
Contudo, nem todos os aspetos são garantidos para os utilizadores europeus. Atualmente, estas informações provêm da cadeia de abastecimento na China e existe a possibilidade de esta versão de 10.000 mAh ser, inicialmente, um exclusivo do mercado asiático.
O transporte de baterias com tamanha densidade energética para o Ocidente acarreta custos logísticos superiores e normas de segurança mais rigorosas, o que pode encarecer o produto final.
Ainda assim, a Xiaomi tem trabalhado para reduzir as diferenças entre os seus lançamentos orientais e globais, pelo que resta a esperança de que esta versão topo de gama chegue também a Portugal em 2026.
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Tem que inventar qualquer coisa para aumentar as vendas. No primeiro trimestre de 2026 levou grande abada da Apple na China.
Claro, Apple é para leigos, xiaomi é para experts.
Por acaso conheço razoavelmente bem os Xiaomi – é preciso uma expertise do caraças 😉
Facto é que graças às vendas na China (e na Índia) a Apple foi o maior vendedor no 1º trimestre de 2026.
Façam um com uma bateria de 300.000Ah, que eu compro…
O meu POCO tem uma de 8.5A e estou muito satisfeito