PplWare Mobile

Portugal: Vem aí a Escola Digital e arranca já no próximo ano letivo


Autor: Pedro Pinto


  1. SANDOKAN 1513 says:

    Não concordo em nada com esta medida,em nada.Se os alunos já não gramam a escola agora com este afastamento vai ser pior.Façam a obrigatoriedade das aulas presenciais,ninguém corre riscos se se tomarem as devidas precauções.Isto é um escândalo,caramba. 😐

    • Carlos says:

      Bem-vindo ao futuro

    • eu2 says:

      Isso dos alunos não gramarem a escola é generalização de alguns comportamentos para o atual valor do ensino em todo o país.
      Em casa podem ter o telemóvel para distrair, mas na escola tinham os amigos e o telemóvel.

    • telescola says:

      Claro… os miúdos que não “gramam” a escola vão gramar menos em casa. Se não gramam presencial, tanto faz. Só vão estar a estragar o ambiente de quem “grama”. Não é por aí que não se aprende. Não faltam cursos online em que se aprende imenso. Agora se há um ensino com professores incapazes de usar as novas tecnologias aí é outra história. E sim, não é novidade. Até os típicos professores de TIC são limitadíssimos. Mesmo os de cursos profissionais do mundo da programação, redes e outras áreas deixam bastante a desejar. Vi vários a escreverem no computador com imensas dificuldades e tentavam ensinar programação.

      • Um informatico menos limitado que a maioria says:

        Normalmente vejo comentários destes e não respondo… mas hoje é necessário resposta.
        Sou professor de informática. Tem razão quando diz que alguns dos meus colegas não são proficiente em algumas das áreas de informática que lecionam. Mas também lhe digo o seguinte: se eu fosse especialista do mais básico processador de texto até à linguagem de programação do momento, passando por instalação e configuração de redes, HTML, CSS, Python, C/C++, C#, PHP, SQL, java, javascript, edição 3D, edição de vídeo, edição de imagem, reparação de componentes (sim, ainda há disciplinas de reparação de monitores, impressoras, etc), e ainda electrónica… provavelmente não seria professor. Seria dono de uma empresa que empregava muitos dos que aqui comentam e passaria o meu tempo a puxar-lhes as orelhas por não saberem programar tão bem como eu.
        Mas digo provavelmente porque sou professor por vocação, a ensinar com gosto. Mas também a educar por necessidade porque muitos pais passaram para mim essa obrigação. Mas isso é outro assunto.

        • Um informatico tão limitado como a maioria says:

          Só me ficou uma coisa por escrever: das várias áreas da informática que refiro, infelizmente tenho a consciência que não sei 80% de cada uma delas. Sou limitado e com consciência desses limites. Mas também ensino o que o Telescola diz: em informática temos de ser autodidactas porque somos das poucas áreas de formação no ensino que nunca para de evoluir.

      • Francisco says:

        Já vi que é um senhor cheio de qualidades. Que já sabia que isto ia acontecer e já está a preparadissimo para tudo.
        Tenha vergonha no que está a dizer

      • Educar says:

        Só um ignorante escreve o que não sabe! I

        • Vítor M. says:

          Mas como pode um ignorante saber o que não sabe, para poder escrever? Se é ignorante, não sabe o que não sabe, muito menos saberá escrever o que não sabe, dado que na ignorância não sabe decifrar o que sabe e o que não sabe. Isto porque se souber o que não sabe, não pode ser ignorante, por exclusão de partes, ao saber o que não sabe, percebe o que sabe e sabendo o que não sabe e o que sabe, nunca poderá ser um ignorante. No fundo, sabe o que todos queremos saber, aquilo que não sabemos.

  2. RedBullCafé says:

    Acho muito bem que preparem os conteúdos por forma a ser mais fácil de aceder à informação.

    Só quero deixar uma nota:
    – Preparem também as empresas para os pais dedicarem praticamente o dia todo às aulas dos filhos e terem de trabalhar até de madrugada (20 horas dedicadas a trabalho com os filhos mais o próprio trabalho). Aliás, esta iniciativa está a ser um sucesso, dizem! As matérias ficam dadas, está feito o trabalho! Iremos ver os efeitos nos próximos anos com a desigualdade que está a criar!

  3. Gonçalo says:

    Para além de que o ter aulas em casa tem muito que se lhe diga, pois nem todos os alunos estão em idade de ter autonomia para ficar em casa sem alguma supervisão.
    E o facto de terem aulas em casa depois retira-lhes as capacidades de socialização que são apuradas precisamente pelo contacto e partilha que têm na escola.

  4. Paulo says:

    Não!!!!!! Os meus filhos já não aguentam as aulas digitais…. vão fritar a pipoca!!
    Ao menos que as fichas dêem para ser preenchidas online.. para não termos que imprimir ou.. escrever e digitalizar/fotografar e enviar! já não tenho paciência!!

    • Pintor says:

      Os meus filhos tem um horário muito semelhante ao presencial de aulas através do zoom.
      Tem todo o material de apoio através da Google classroom , que acedem com facilidade através do tablet, sendo que nem necessidade de imprimir, visto fazerem os trabalhos diretamente no tablet com uma caneta para o mesmo.
      Se necessário enviam directamente do tablet para a impressora para imprimir, e pode digitalizar directamente para o tablet.
      Tem e cima disto através do zoom explicações de matemática e português duas vez por semana, assim com aulas de inglês pelo Cambridge.
      E ainda aulas 3 vezes por semana de taekwondo pelo zoom.
      Tudo funciona lindamente

  5. Luis says:

    E tanbem vamus puder faser os testes pelas Internet? Era fixe fasermus os testes pelas Internet. Podiamos ter as aulas pelo messenger e faser os tetstes pela internet.

    • Blackbit says:

      Luís, no teu caso penso que será melhor ir às aulas presenciais de português, acho que só te fará bem… 🙂

    • miguel says:

      Andas na primeira classe?

    • Hugo says:

      incrível o baixo nível de inteligência e cultura dos portugueses em geral:
      – não entendem a comédia e a ironia, como a deste comentário;
      – a evolução e suas vantagens assusta-os, porque são incompetentes na aprendizagem de novas tecnologias ou de qualquer outro tema;
      – o ensino online poderá passar por uma fase híbrida ou ficar à escolha de cada família, uma vez que a tendência será para que também muitas mais trabalhadores o passem a fazer a partir de casa;
      – não entendem as vantagens do ensino online e do trabalho a partir de casa, que serão imensas, nem falando da questão ambiental.

      Não temam o progresso, quando este é para o bem comum.

  6. Catarina says:

    E os cursos profissionais como ficam nisso tudo? Eu estou em um e o meu é muito sobre a prática e essa prática faço na escola, como vai ficar o meu curso, então? Vou continuar a ter aulas online e a continuar sem fazer nada? Isso é uma medida estúpida e espero que não se concretize.

  7. Preocupado says:

    Ajudem me lá computadores e tablets novos para os estudantes… Concordo plenamente mas será que as escolas vão ter computadores para os professores trabalharem decentemente? Muitas ainda estão a trabalhar com xp outras com 512 de RAM. As webcam nem ver… A internet nem pensar. Mais uma medida à Magalhães … Dinheiro deitado fora. Primeiro criem as estruturas, depois é que pensem em dar computadores. Ps alguém já ouviu os alunos e os ee? Será que este modelo está mesmo a ser um sucesso? Como alguém disse atrás os meus filhos já não aguentam isto e são bons alunos. E os mais fracos? E os com nee? Alguem pensa neles?

  8. Paulo Baptista says:

    Gosto desta agitação governamental. Vamos “preparar o ensino para o futuro” com mais umas pastas de euros para um grupo de empresas de hardware, de telecomunicações e uns amigos que precisam desencalhar uma plataforma. Mas qual futuro? O futuro prepara-se todos os dias, não é de 10 em 10 anos. O estado a que chegou o nível digital das escolas deveria ser suficiente para por gente a responder em tribunal. Nada como uma crise para aparecerem uns quantos ministros salvadores da pátria. Há 5 meses atrás, havia escolas sem dinheiro para compras básicas ou reparações de equipamentos e instalações, quantos mais portáteis e Internet decentes. Temos os governantes que temos e não lhes vamos aos calcanhares. Não podemos ficar surpresos por nos gozarem. A educação precisa de investimento regular para manter os níveis de atualização digital mas não há dinheiro para isso. A educação sai cara. Investir em elefantes brancos sai mais económico e abre vagas para futuros ex-ministros. Algum ex-ministro ou secretário quer vir a trabalhar numa escola? Pois não. É bom demais.

  9. António Silva says:

    As aulas em teletrabalho foi o melhor que aconteceu, espero que continue para o bem de todos. A vida e a saúde em primeiro lugar.
    Sei que existem pais que não estão preparados para serem pais e arranjam 1000 desculpas para se safarem de estar com os seus filhos. (no zoom do meu filho, uma mãe disse a professora que não estava para se chatear com o envio de fotos dos trabalhos do seu filho). Por curiosidade fui ao Facebook dela, e naquele dia até ao prato do almoço tirou fotografia. (mas para os trabalhos do filho não está para se chatear) BOA!!!!

    poderiam no próximo ano fazerem o seguinte:
    os professores ficavam em casa a dar aulas em teletrabalho, e quanto aos alunos poderiam estar no computador na escola sob vigilância das “vitimas” auxiliares ou ficarem em casa.

    assim sendo os pais que não querem tem trabalho mandavam os filhos para as salas de concentração, assim tinham mais tempo para “trabalho e vícios”, já os pais que amam os seus filhos, arranjava forma de os proteger da morte/doença arranjado condições para o teletrabalho.

    Em guerra existem os que se protegem, os que morrem, os que saem feridos e o sortudo.

  10. F002 says:

    Zoom? Algumas escolas a implementar bem Microsoft Teams e Google Classroom usando os emails institucionais gratuitos oferecidos pelas empresas e agora criam uma nova plataforma em cima do Zoom, que se for mais de 40 minutos é a pagar?

    • rui says:

      apesar do título a negrito para chamar a atenção
      “O plano envolve a capacitação de docentes, disponibilização de plataforma de ensino para as escolas, para que seja mais do que aulas no Zoom.”
      parece-me que não é o zoom que pretendem. quiça implementar o bigbluebutton e criar uma estrutura de conteúdos na kahnacademy como existem em inglês mas isso era usar o bom que há e tem de se inventar coisas que não sejam grande coisa mas que pareça que é bom

  11. Daniel Oliveira says:

    Estaríamos todos e o próprio pais se, quando da tentativa de introdução da informatização nas escolas e incutir aos alunos a necessidade de evolução tecnológica, que foi iniciado com o projecto MAGALHÃES. O mesmo tivesse sido encarado com a devida seriedade, não só pelos professores, políticos, pais e alunos (muitos viram apenas a oportunidade de adquirir um portátil a baixo preço). politicas o protagonistas à parte. claro que viram já as virgens ofendidas por se falar de um projecto do tempo de Sócrates (esse bandido)!
    Uma enorme oportunidade perdida… muito à frente, agora corremos atrás do prejuízo… e apenas agora se verifica a real abrangência e visão do projecto. Mais uma vez sublinho, politiquice e protagonistas à parte!!

  12. Algo says:

    Quando vi anúncios a normalizarem o confinamento pela primeira vez já sabia o que estava por ficar. Agora vejo anúncios do Turismo de Portugal a dizer “Read Portugal” so invés de “Visit Portugal”?

    Eu tenho dito que eles planejam em erradicar o dinheiro físico, mas ninguém quer acreditar. A Covid for arquitetada para implementar a tecnocracia e afins.

    Isto é só o começo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.