Quantcast
PplWare Mobile

COVID-19: Maioria não abdicaria da privacidade em prol de uma app de vigilância

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Fiu says:

    Quem não deve não teme. Vigiem tudo. Entrem na minha casa quando quiserem. Não tenho nada a esconder. Quem não deve não teme. Estão mesmo ansiosos por ser uma china, o resto do mundo. Quanto mais escravos tiverem, melhor. Bom, deixa-me ver o futebol mas é que isso é que nos torna inteligentes.

  2. Nightingale says:

    Antes de virem pessoas com a frase “Quem não deve, não teme!”, procurem na internet em que contexto surgiu esta frase e como ela foi usada. Um pouco de cultura e de bom senso não fazem mal a ninguém.

  3. Diogo says:

    Para min toda gente que sai-se do hospital com covid19, deveriam ter tipo uma pulseira electronica feita para este propósito. Quando tivessem curado era só tira-la.

    • rex says:

      https ://observador.pt/especiais/doentes-recuperados-voltam-a-testar-positivo-o-que-se-passa-podem-contagiar-outros-e-uma-reinfecao-ou-um-erro/

      «
      Há relatos de casos na China, na Coreia do Sul, em Singapura e em Itália. Doentes que foram dados como recuperados do novo coronavírus, depois de terem tido dois testes negativos, voltaram a testar positivo semanas depois. Alguns, mesmo meses depois.
      »

    • Cisco says:

      Acho que qualquer um que saísse da maternidade devia ter uma pulseira electrónica para toda a vida. Estava o problema resolvido, na China, na Alemanha (com e sem Hitler) e no resto do Mundo. Quando morressem tirava-se e fazia-se a estatística automática das existências

  4. José Moreira says:

    Tanto quanto sei, a adesão à App será voluntária. Mas, posta a pergunta da maneira que foi, fica-se com outra impressão.

  5. Dark Sky says:

    Convém perceber que quando fizeram a pergunta a 24/04 – estavam a falar de “uma app de geolocalização, com a participação dos operadores”, e não de uma app contact-tracing, conceito que começou a aparecer, lentamente, em posts posteriores:

    Posts de 24/04: “COVID-19: DGS pode ter acesso à localização de telemóveis dos cidadãos”; “Abdicaria da sua privacidade em prol de uma app de vigilância da COVID-19?”
    Nos dois posts:
    “O Pplware tem conhecimento que as operadoras, o Governo e o SNS estão a trabalhar numa solução para que se possa ter acesso à localização de telemóveis dos cidadãos.”

    Fui sobre este acesso à localização dos telemóveis dos cidadãos – que teria de ser feito por GPS ou por cruzamento das antenas telefónicas dos operadores – que as pessoas se pronunciaram, não foi sobre o contact-tracing, que é o que vai ser implementado, tal como já foi anunciado hoje pela DGS.

    • rex says:

      Se o “contact-tracing” precisa de saber a localização constante de uma pessoa a todo o momento, os hábitos, morada, e todas as associações de uma pessoa, de que forma, é que o contact-tracing se distingue das formas atemorizadoras da vigilância de massas?

      Parece-me que é um rebranding do termo antigo “vigilância de massas”, mas desta vez, na esperança que seja aceite de forma voluntária.

      • Dark Sky says:

        O contact-tracing não é nada disso, informa-te. Por exemplo, lendo os posts e comentários para trás (depois dos de 24/04) que és capaz de perceber.
        Quando sair a app/APIS Apple+Google para Android e iOS, anunciada para maio, vai-se perceber melhor.

  6. BlackFerdyPT says:

    Tudo o que sejam votações sobre questões de natureza política são obviamente sempre “aldrabadas”, pela enorme quantidade de trolls que são pagos por agências de comunicação, em Portugal, por sua vez pagas por certos partidos políticos – como os que têm interesse em implementar estas medidas de vigilância e controlo.

    (Há um vídeo no SAPO Vídeos, “‘Trolls’ na Internet”, que denuncia como funciona este esquema…)

    Logo, têm sempre de dar um bom desconto nos resultados favoráveis, quando as perguntas são do tipo: “Concorda com a nova medida de vigilância por parte dos governos?”; “Concorda com que as autoridades espiem o seu telemóvel?”; etc.

    Também,

    Para quem ache que não se deve temer os governos, saiba que,

    A maior causa de morte no século passado, foi o chamado Democídio (i.e. assassinato de pessoas por parte de governos).

    Mas, se não aprenderam nada com a História, então deixem os nossos governos (voltar a) retirar todos os nossos direitos.

    O Estado Policial, de qualquer modo, já está em boa parte montado…

    Resta agora vir uma próxima emergência, suspender-se a Democracia (como dizia uma líder parlamentar portuguesa) e deixará de haver necessidade de estar a manter ilusões de direitos e liberdades – perante quem, de qualquer modo, não valoriza os últimos.

  7. Anonymous says:

    loll……

    Mas do facebook.. Tudo bem! 🙂

  8. AlphaB says:

    Isto é uma maneira de adulterar a informação pratica muito comum pelos nossos políticos e órgãos de desinformação.

    Não interessa o que o sim quer , a verdade dos factos é que as pessoas votam não.

  9. Antonio Silva says:

    Tanta gente com medo de ser vigiada, mas usam Facebook, Google e outros.
    Coitados…

    E já que falaram na Austrália que eu me lembre nunca houve por lá ditaduras.
    E vários países estão a pensar em suportar o projecto Google-Apple para este tipo de alertas.
    A app vai dizer que estás perto de uma pessoa potencialmente infectada mas não te diz quem é (a não ser que estejas apenas na rua com uma só pessoa)
    Parece que ainda não perceberam que nada vai ser igual ao que era.
    Além disso como outros referiram, a pergunta está mal feita. Business as usual here.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.