Xiaomi: RAM e armazenamento mais caros? Veja quanto a marca paga agora
É sabido que a falta de RAM e de outras memórias está a fazer aumentar o preço dos smartphones e outros dispositivos. Algumas marcas absorvem este custo, mas outras não hesitaram em elevar os preços. Para trazer alguma realidade, a Xiaomi mostrou quando paga agora por RAM e armazenamento.
RAM e armazenamento estão mais caros?
Ouve-se falar constantemente da crise de memória RAM e chips desencadeada pelos grandes investimentos globais em centros de dados de IA. Estes estão a consumir a oferta e a fazer subir vertiginosamente os preços. Mas quais são os valores exatos envolvidos para os fabricantes de smartphones? Quanto a mais estão a pagar?
Foi isso que o presidente da Xiaomi, Lu Weibing, revelou hoje no Weibo. Segundo disse, por um pacote com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, a empresa está agora a pagar mais 1.500 yuans (190 euros) do que no primeiro trimestre do ano passado (janeiro a março).
Importa destacar que não são 190 euros por pacote de RAM e armazenamento. São mais 190 euros mais caro do que era antes. E é claro que isto estes novos valores são totalmente absurdos. Além disso, o que se paga hoje é, aparentemente, quase quatro vezes mais do que em 2025.
Xiaomi: veja quanto a marca paga agora
Com apenas alguns cálculos rápidos, é possível constatar que, no ano passado, a Xiaomi pagava cerca de 62,5 euros pelo mesmo pacote. O preço que se paga hoje é de aproximadamente 250 euros. Este é o preço de um smartphone de gama média-baixa!
Por isso, não será surpresa que a Xiaomi tenha anunciado que terá de encarecer o Redmi K90 Pro Max a partir de 11 de abril, mas apenas em 200 yuan (25 euros). Isso significa que a empresa ainda absorverá a maior parte da valorização da RAM e do armazenamento. A empresa vai também cancelar as promoções em curso para o Redmi Turbo 5 e o Turbo 5 Max.



















