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WhatsApp: como a partilha de um vídeo sexual levou ao suicídio


Imagem: El Español

Fonte: El Mundo

Desenvolveu desde cedo o gosto pela escrita e comunicação. Em leis formado, tem como hobbies a aquariofilia e a música. Mas é na tecnologia que encontrou o seu expoente máximo e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo.

Destaques PPLWARE

  1. Zé Montanelas says:

    Seleção natural em funcionamento.

  2. Woot! says:

    É muito simples, se não quer que haja possibilidade de acontecerem estas situações, não gravem vídeos.

    • José Carlos da Silva says:

      É isso e se não querem ser violadas, não usem mini-saias. Se não querem ser roubados não mostrem valores. Porque a culpa agora ainda é dela, tal como de todas as vítimas de crimes…

      É muito mais simples não partilhar as coisas e pensar um bocadinho, não?

      • Paulo Jorge says:

        Nem mais José, é sempre culpa da mulher, ainda há gente neste mundo que pensa, que o privado é de todos. Andamos mal, muito mal mesmo…

      • security says:

        Isto.

        Quem pensa o contrário, devia começar a ver o seu indice de machismo… isso ou verem uma filha/irmã/esposa com imagens expostas nas redes.

        E não, não precisei de ver acontecimentos destes perto dos que me são próximos, até porque não se enquadra nenhum grau de parentesco referidos anteriormente na minha árvore geneológica.

        • security says:

          *genealógica

        • Woot! says:

          Que tem isto a ver com machismo? Que comentário mais descabido. Teria a mesma opinião se fosse um homem ou um elefante. É-me absolutamente indiferente o género, a raça ou a espécie.

          Vocês devem ser os machistas aqui dado que vêm machismo num comentário que nada tem a ver com isso.

          Se eu faço um vídeo tenho de ter consciência que esse vídeo existe e pode ser publicado. Se eu faço um vídeo e o partilho com outras pessoas tenho de ter consciência que a probabilidade de ser publicado aumentou exponencialmente.

          Por isso não me venham com falsos moralismos, machismos e racismos, nem comparem com uma mulher andar de mini-saia porque são situações completamente diferentes.

          • Ângelo says:

            Se te roubarem o carro, não deves reclamar, pois já sabes que um artigo desse valor e exposto em público todos os dias, é estar a pedi-las…

            A mulher tinha um vídeo pessoal e privado e alguém violou essa confidencialidade. É um crime, que tomou proporções trágicas com o seu efeito fatídico.

            Acho bem que quem roubou o vídeo e o partilhou primeiro, seja punido exemplarmente.

            E os trabalhadores deveriam receber lições obrigatórias de civismo, para aprenderem a comportar-se como gente e tratar o próximo com respeito.

          • Toni da Adega says:

            Ou seja todas as tuas fotos, videos, tudo o que dizes, escreves existe e pode ser publicado. Todo o trabalho e relatórios que fazes, existem e podem ser publicado.

            Convém pensar muito em tudo que fazes, falas, escreves pois se queres que seja segredo então não podes fazer

          • Woot! says:

            Exactamente Toni da Adega. Achas que se não houvessem documentos havia Wikileaks? Se não houvessem emails havia caso Rui Pinto?

            Se existe automaticamente está em risco. Se existe no telemóvel de outros, mais ainda. É lógico e custa-me a crer que tenha de explicar isto num blog de tecnologia.

      • pauloj says:

        +1 concordo contigo, horrivel e ver inuteis com comentarios tristes pode ser que um dia seja se suceda a um destes inuteis,…

      • Roberto says:

        Coloque uma coisa na cabeça as pessoas precisam ser responsáveis pelas coisas que fazem afinal ela se submeteu a tal constrangimento e agora em vez de enfrentar as consequências foi mais uma vez convarde tirando a vida é difícil sim mais ela deveria contar ao marido e seguir a vida .

        • maxgiger says:

          covarde? Será que conseguias imaginar o que era teres um vídeo teu explicito ser distribuído por milhares de pessoas sem o teu consentimento? Todos comentarem que és isto ou aquilo?
          Se ela fez o video foi por alguma razao e nao importa qual seja. O problema é que foi distribuído e partilhado sem seu conhecimento, levando-a a fazer o que fez.

      • eu mesmo says:

        aqui está a prova de que a selecção natural carinhosamente mencionada por sua excelência sonhaquemontanelas, não existe.

      • mlopes says:

        @José Carlos da Slva, um comentário cheio de bom senso e raro por aqui. parabéns

    • Rrrrrr says:

      ha possiibilidade de ver acidentes com automoveis, é melhor nao andar de carro.
      Ha pessoas que sao atropeladas na passadeira, melhor nao andar a pé.
      ha incendios que comencam em casa, melhor viver na rua.
      melhor nao existir…
      boa logica!

    • Carlos says:

      Até pode ter sido gravado sem o conhecimento dela.

    • Nuno V says:

      Parece-me a mim que tu consideras mais grave alguem gravar um filme privado do que alguém violar essa privacidade e partilhar dito filme. Parece-me mais um discurso apologista.

      Cada qual faz o que lhe dá na real gana com a sua vida privada, desde que não infringa a lei ou liberdade de outrem. Uma pessoa pode ter os hábitos sexuais mais estranhos à face do planeta e de gravar tais actos (desde que a gravação seja concensual perante todos os intervenientes). Isto diz respeito a eles e eles apenas. Agora lá porque alguém filma algo no telemóvel não torna este vídeo propriedade pública. E quando alguém viola esta privacidade estamos a saltar para o domínio criminal.

  3. eu says:

    Não devia de 1º ter filmado e em segundo, ter guardado o vídeo durante tanto tempo.

    • Ricardo Monteiro says:

      É como as pessoas que dizem que a moça (uma qualquer) foi violada e a culpa é dela porque andava de mini-saia. Este teu comentário mostra a qualidade da tua educação maternal.

      • eu says:

        Efetivamente e infelizmente não fui um felizardo como tu deves ter sido mas há uma coisa que sempre houvi dizer que é a liberdade de expressão (não foi preciso edução maternal para o saber), algo que pelos menos visto tu desconheces.

        Mas:
        1. Tenho a camâra dos meus PC’s tapada.
        2. Não tenho o hábito (ou melhor, nunca fiz) de me filmar.
        Até podem apanhar o meu telemóvel e desbloquear, o que vão encontrar é trabalho para fazer que o agradeço que resolvam.

        • Nuno says:

          podes ter ouvido dizer mas de certeza que nao houviste escrever se nao sabia escrever, dps liberdade de expressão é uma coisa nao saber ouvir um contra argumento é outra.

          1. Bom para ti,ja agr normalmente há um led a indicar se a camara esta liga e nao nao da para ligar a camara sem ligar o led
          2.Mau habito os teus familiares deviam gostar de ter recordações tuas

          • @dg says:

            Nuno, atenção que isso do LED não é verdade. É possível ligar a webcam sem ligar o LED.

          • Nuno says:

            lamento imenso mas nao da em 95% dos computadores as pessoas é que hj em dia acham que tudo é possível, é tao possível fazer isso como ligar uma torradeira que nao esta ligada a tomada.
            Em 95% dos computadores o led nao tem o minimocontacto com o software muito menos tem um controlador por motivos óbvios de poupar dinheiro a câmara tem um fio eletrico para receber energia quando o software manda ligar a camara esse fio eletrico da energia a camara e antes de la chegar passa por um led dando tambem energia ao led fazendo com que ele se ligue portanto é impossivel ligar a camara sem ligar o led, nos outros 5% o led alem de servir de aviso da camara tambem serve de led de notificações como nos telemóveis e aí sim tem um controlador para piscar a cor conforme a notificação mas isto são muito raros os computadores que têm

  4. Eu says:

    Porquê ter um video sexual da própria no seu telemóvel? Gostava de o ver de vez em quando? Como alguém acedeu a ele? Suicidar-se por algo tão banal que se encontra aos pontapés em toda a internet? Será tão egoísta que não pensou sequer no futuro dos seus dois filhos tão pequenos? Os seus colegas de trabalho nunca viram cenas dessas? Onde vivem afinal? Em Espanha… de certeza?

      • Nuno says:

        respondendo a tudo: o telemóvel é um bem pessoal como o vídeo estranho era ter noutro telemóvel se nao o próprio. secalhar gostava ou secalhar simplesmente esqueceu se que o tinha la vê la que eu as vezes ate dou com 5€ num casaco de inverno. uma coisa são vídeos da internet uma coisa são vídeos teus se nao agr tudo é banal porque há aos montes na internet. sim tudo o que ela foi foi egoísta. provavelmente já viram de uma colega de trabalham nao me cheira quer dizer agr já.

    • Ângelo says:

      Está a tentar encontrar motivos para dizer “bem feito”? O que tem contra a senhora ou as senhoras em geral?

      • Eu says:

        Nada disso!
        Apenas questiono a facilidade com que as pessoas cometem determinados actos sem pensar nos demais familiares, principalmente nos filhos e muito mais quando ainda são pequenos!
        Acho que o ser humano está cada vez mais egocêntrico e o problema em questão acho de facto que é um pequeno mal se devidamente compreendido. Há mais vida para além da porcaria de umas imagens! Se não teve qualquer pudor em ser filmada, qual o mal disso ser visto por outros? Não deveria ser tão extremista e complexada com o assunto. Claro, que estava a ser alvo de chacota e nisso deveria ter recorrido ao meios legais disponíveis para punir quem o fez.
        Agora, suicidar-se por tão pouco? Isso é que eu acho muito mal: dar tão pouco valor à sua vida e à dos seus filhos, que perderam uma mãe em tão tenra idade por um tão mísero problema!

        • Nuno V says:

          Lamento perder a cabeça neste comentário, mas tu não passas de um idiota. O que as pessoas fazem no seu tempo privado diz respeito a elas e a elas apenas. Só porque ela decidiu filmar um acto sexual não significa esta não tenha problemas com terceiros verem este, nem muito que não tenha problemas com a violação da privacidade. Tu não és um extremista, és simplesmente um estúpido de um insensível à dor alheia. Já te passou pelo teu cérebro microscópico que tal como está escrito na noticia, a situação agravou-se quando o seu companheiro descobriu o vídeo, e que se calhar o companheiro não teve a postura de suporte e ajuda a esta, como seria de esperar, para a ajudar a ultrapassar e superar este momento? Claro que não, porque o teu mísero QI não te permite analisar tal. Queria ver se falavas com esse tom de escárnio se um dia algo similar acontece-se a um familiar teu.

          E já agora idiota, quem é que determina o que é causa ou não para alguém se suicidar? Todos nós somos diferentes, e lidamos com stress/dor de forma diferente. Nada justifica o suicídio, mas as pessoas também não são rôbos. Possuímos sentimentos que às vezes nos levam a cometer atos desesperados. Isso não faz da pessoa fraca, mas simplesmente humana.

          • Wishmaster says:

            @Nuno V
            Muito bem! Principalmente a última frase…

            Também li o comentário e deu mesmo vontade de responder, mas não quis perder tempo com um comentário tão ignorante da realidade…..

  5. Daniel says:

    Querem, portanto, dizer que a culpa disto tudo foi dela porque:
    1º não devia ter gravado um vídeo de cariz pessoal
    2º não o devia ter guardado

    Certo…

    • Woot! says:

      3º Porque se suicidou por um motivo parvo.

      Sim, foi culpa dela.

      • José Carlos da Silva says:

        Essa cabecinha consegue sequer conceber o que leva a um suicídio? O quão grave tem de estar o estado de saúde mental da pessoa, que a faz levar a cabo tal coisa? Que tal parar uns minutos e reflectir sobre isso?

        • Woot! says:

          Não é preciso muito meu caro. Uma pessoa pode estar num estado perfeitamente normal em bem de cabeça e de repente um acontecimento mexe com tudo. É uma questão de dias ou horas.

          Não fales do que não sabes nem fales à toa.

          A mulher em vez de tentar abafar a situação do marido, se lhe tivesse contado provavelmente teria o apoio do marido e nem se teria suicidado. O que lhe levou ao precipício foi o marido ter descoberto. Talvez já não estivesse bem com 2500 pessoas a gozarem com ela, aceito isso mas a decisão (pelo que se conta) foi tomada quando o marido soube.

          • BC says:

            E calares-te, não? Se o outro não sabe do que fala, muito menos sabes tu.

          • Realista says:

            Finalmente alguém com bom senso!

          • maxgiger says:

            Pois, nao teria suicidado. Mas e o marido a teria matado não? Terias perdoado se a tua companhia estivesse exactamente no mesmo caso?

          • Woot! says:

            @BC
            Sabes tu por mim!

            @maxigiger
            Não te sei dizer. Nunca aconteceu comigo, não sei qual seria a minha reação. Poderia não perdoar mas não a mataria com certeza.

            Se o marido a teria matado ou não, não sabemos. Mas isso seria outra história e outra notícia. Não podemos especular.

    • Toni da Adega says:

      Certamente é pessoal que apoia que uma mulher seja violada porque como tinha um top e mini saia, estava a pedi-las.
      E se virem alguém com €€ nas mao é porque quer ser assaltado.

    • Eu says:

      Logicamente que os culpados são o antigo companheiro que tinha esse video e o passou como vingança para os outros colegas de trabalho, e todos os que o receberam e partilharam para difundir as imagens aos restantes! E concordo que deveriam apanhar uma pena exemplar em tribunal, para indicar que não vale tudo nas redes sociais!
      Não acho lógico é dizerem que ela tinha esse video no seu próprio telemóvel!

    • Ricardo Monteiro says:

      Pois é esta a mentalidade de pessoas neste país.

    • Rafael says:

      Nem mais Daniel definitivamente ela é uma culpada nesta história a ver pelos comentários.

      Acho bem que a polícia investigue e caso se aplique sejam castigos e bem!

  6. Eu says:

    Já agora revejam a notícia que escreveram, sim?
    “quando tinha 27 anos”; ” tudo começou há mais de 5 anos. Então com 27 anos”; “com 30 anos, colocou termo à sua vida no último sábado”
    Em que ficamos? Foi há mais de 5 anos, quando tinha 27 e morreu a semana passada com 30 anos????
    Ou foi há 3 anos! Ou foi há 5 quando tinha 25! Ou tinha 27 há 5 anos e morreu com 32!
    Agora, como está na notícia é que não é possível!

  7. SE says:

    Então a senhora gravou um vídeo aos 27 anos de idade e passado 5 anos morreu com 30?

  8. Silva says:

    Pelo que se lê, foi o antigo companheiro quem divulgou.
    A senhora ou qualquer outra pessoa tem o direito a fazer quantos filmes quiser, ninguém tem nada a opinar, agora em relação a segurança……. pois… existe sempre a possibilidade de correr mal…..!

  9. Eu says:

    Já descobri a verdade! No site espanhol diz que tinha actualmente 32 anos!

  10. Rodrigo says:

    Tretas. A notícia não faz qualquer sentido e contradizem-se parágrafo a parágrafo. Quando se copia uma notícia de outro site e põem-se a traduzir e ainda por cima mal, sem ler todos os fatos da notícias, sai este disparate. Se eu me suicidasse por cada vídeo ou foto minha de carácter sexual que já veio a público entre os meus colegas já me tinha suicidado mais de 10 vezes. Não foi essa a razão de ela se ter suicidado. Leiam todos os fatos e não inventem. Já não basta copiarem notícias sem a source inicial quanto mais escreverem sem saberem realmente o que se passou.

  11. eu says:

    Voçês não estão a ver a cena.
    27 anos + 5 anos – 2 anos de viagem no tempo = 30 anos
    A cena é que a máquina de viajar no tempo só vai ser inventada daqui a 2 anos 😀
    Ao ter recuado 2 anos alterou a sua história.
    Matemática pura e racional.

  12. Realista says:

    Pontos que me incomoda e ninguém fala:

    – O marido, que deveria ter sido o primeiro a saber e a quem deveria ter recorrido em caso de dificuldade, não o foi. Antes queria que as entidades abafassem o caso para que ele não soubesse de nada… Ser capaz de viver com um segredo e deixar o marido sem saber de nada diz muito sobre a pessoa em causa.

    Isto incomoda-me profundamente, mais do que o resto da história em si.

    • Dan says:

      Incomoda-o mais o pobre do marido não saber que ela fez um vídeo privado antes de namorarem que um nojento partilhou na internet do que um suicídio motivado pela chacota pública por parte de falsos puritanos? Incomoda-me a mim que você seja o tipo de pessoa que leva alguém nesta situação a matar-se

      • José Carlos da Silva says:

        Ora nem mais!

      • Realista says:

        Em primeiro lugar, quando se está numa relação (PIOR numa relação com dependentes), não há um EU mas um NÓS. Assim, se um elemento do casal tem um problema são os dois tem têm um problema e não é a omitir problemas que as coisas se resolvem.

        Segundo, o que é indicado como causa do suicídio foi o motivo de o marido saber da história e NÃO o divulgar da história. Aliás, não haveria motivo para suicídio se o marido fosse mantido na ignorância CONFORME é descrito na história… Aliás os problemas todos esfumavam-se se o marido não soubesse de nada, tal como se pode ler na frase:

        “O caso tomaria um desvio para o pior quando, na passada sexta-feira (24) a cunhada de Verónica mostrou o vídeo sexual ao marido desta.”

        Assim, não foi um suicídio pela chacota mas sim um suicídio PELO MARIDO TER DESCOBERTO DO CASO! Desta forma, aconselho-o a rever a sua escala de valores porque anda aí muita coisa trocada…

        • eu says:

          +1.
          Usa-se muito o EU.
          Não existe o casal EU mas sim o CASAL NÓS.

          • Eu says:

            Como já disse, o antigo companheiro foi um verdadeiro canalha e criminoso que usou a divulgação desse vídeo como vingança por ela não lhe ter correspondido às suas investidas actuais, mesmo com ela já casada com outro e com dois filhos! Esse foi o principal culpado, mas nenhum dos colegas de trabalho que viram e ainda difundiram mais está ausente de culpa. São igualmente culpados!
            Agora, ela foi muito extremista ao suicidar-se sem pensar sequer nos seus filhos tão pequenos! Isso é ser egocêntrico!
            Também não foi nada correcta ao tentar omitir esta situação do ser actual marido! Isso é muita falta de confiança e de carácter, coisa completamente oposta ao que deveria existir num casamento!

        • agamotto says:

          O Realista é Simplista!

          Certo, ela estaria na desportiva com a chacota no trabalho! Ou então talvez toda a situação, com a falta de suporte da empresa e com a revelação ao marido como gota de água levaram a um estado mental tal que a pobre mulher se suicidou.

          Tristes mentalidades neste País. Depois admiram-se que aumente a violência entre casais e logo na adolescência!

          Falta de empatia e inteligência emocional.

          • Realista says:

            Falta de empatia e inteligência emocional?

            Empatia e Inteligência Emocional é precisamente a capacidade de se colocar na pele de uma outra pessoa, exercício que efectuei quando refiro que a própria ignorou completamente o marido. Sendo que se o mesmo não soubesse de nada, estaria sempre tudo bem (ao ponto de não ser necessário terminar a vida por causa da humilhação – relembro que por esta altura já 2500 pessoas sabiam do assunto) E tomando como base a noticia do texto o principal objectivo da senhora sempre foi o de evitar que o marido soubesse!
            Desta forma atirar “chavões” a ver cola nem sequer é argumento.

            Outra coisa que me escapa, o dialogo entre casais ser a causa de violência doméstica??? Isto cada vez ganha mais contornos bizarros nos comentários…

            E não, não estou a desculpar a partilha do conteúdo que foi um acto de vingança e deve ser punido! E não, estou a desculpar os colegas de trabalho que no meu entender também deveriam ser punidos ou repreendidos moralmente.

            E sim, estou a culpar o facto de tentarem desculpar que a outra parte do casal não soubesse do assunto! Isso é que é o mais grave.

          • agamotto says:

            Então coloque-se na pele da mulher, que provavelmente teve receio de contar ao marido a situação e a mesma foi ganhando dimensões cada vez maiores. Sabe quais as consequências de revelar ao marido? Imagine que ele teria uma personalidade a condizer com alguns personagens aqui e por exemplo ia logo para divórcio e custódia dos filhos? Talvez ela quisesse evitar algo do género?

            Há aqui muitos imponderáveis que deveriam impedir qualquer pessoa sã de julgar esta mulher. E são este tipo de julgamentos imaturos e prematuros que conduzem a situações de incompreensão e até abusos no seio das relações. Percebeu a ligação? As relações humanas não são lineares como um programa de computador. Tem que haver muito espaço para abertura e reflexão.

          • Realista says:

            O ter receio de contar ao companheiro é per si um indício da gravidade do caso, logo está implícito que o não contar é já uma quebra de confiança do relacionamento! Confiança que deveria – e deve ser – a pedra basilar de uma relação saudável. O não contar apenas agudiza o problema no caso da outra parte descubra sozinha e independentemente da reacção que o companheiro/conjugue possa ter, este encontra-se no direito de o saber já que é uma questão que diz respeito ao casal. A partir do momento que são um casal é um problema dos dois e não do individuo.

            Como não sabemos como o companheiro iria reagir – não temos dados e é puramente especulativo – podemos assumir de qualquer das formas que mesmo em caso de divórcio e/ou litígio seria apenas uma consequência que teria que viver fruto de um erro que fez no passado e quando a isso não há volta a dar. Restaria lutar para levar à justiça quem o fez para a prejudicar. Já na melhor das hipóteses teria um porto de abrigo e alguém com quem contar, mas isto é no terreno especulativo – não sabemos.

            Com aquilo que sabemos e podemos ajuizar com base no descrito na notícia, incomoda-me profundamente que o único objectivo principal fosse que o marido não o soubesse. Tal facto é já uma quebra de confiança e nem há outra conclusão que se possa tirar com os dados que temos…

            E com isto ninguém está a desculpar o facto de tentarem partilhar situações intimas por vingança. Aliás sou o primeiro a dizê-lo que deveria levar-se o prevaricador a tribunal assim como os colegas com falta de ética profissional e sobretudo humana.

            É verdade que as relações humanas são mais complexas do que um algoritmo matemático, se assim o fosse os economistas governavam o mundo. No entanto há também princípios fundamentais básicos que não podem ser quebrados nem dobrados ou omitidos independentemente das consequências que daí advierem.

            Este ponto de vista não é estritamente masculino nem machista, se o caso se invertesse a situação era a mesma já que é um casal logo é um problema dos dois.

        • Ângelo says:

          Se ler com atenção, verá que o que a notícia diz (e a notícia foi escrita por alguém que ouviu de terceiros, não testemunhou o que se passou nem tem omnisciência) que a situação piorou com a revelação do caso ao marido. Ou seja, a situação já era má, não comçou só quando o caso chegou ao conhecimento do marido. Digamos que foi a gota d’água que fez entornar o copo. Mas este já estava cheio…

          Portanto, toda a gente no trabalho tomou conhecimento e fazia chacota. A própria família (foi a cunhada que revelou ao marido) viu as imagens. O marido tomou conhecimento e a notícia é omissa, porque não sabe, sobre qual terá sido a reacção dele. Pode até ter ameaçado com divórcio e ficar com os filhos. Ou talvez não, não sabemos. Mas não podemos dizer que é só uma simples questão de ter tomado conhecimento.

          Portanto, há todo um desenrolar de acontecimentos que, pelos vistos, teve um impacto enorme na mulher que a levou a um desespero tal que se suicidou. O desespero é preciso ser mesmo grande, para se ter coragem para pôr termo à vida. Decidir deixar de existir para sempre, não é um acto de cobardia, na minha opinião.

          Quanto a não ter pensado nos filhos quando tomou a decisão, é fácil falar. Se te queimares no fogo, afastas mãe instintivamente e até podes acertar em alguém com o movimento. Mas não pensaste, a dor era tanta que apenas registe sem medir as consequências. A mulher estava num estado tal, que não estaria em condições de pensar racionalmente. Precisava de apoio que, aparentemente, não teve, nem na família.

          A vida não é só a preto e branco.

    • Realista says:

      Mais, tentaram o reaproximar e não deve ter dito nada ao marido…
      Mais, sabiam mais de 2500 pessoas e não disse nada ao marido…
      Mais, tomou uma atitude individualista de terminar a sua vida sem pensar nas duas crianças pequenas…

      E como se costuma dizer o *orno é que foi o último a saber.

      • Bralho de Carvuno says:

        Nem tinha de dizer, pois sendo um assunto dela, só partilha se quiser.
        O que falhou aqui foi que nem resolveu nem pediu ajuda, tirando isso estás errado em tudo o que dizes. Ou então estás certo…de um ponto de vista mais machista.
        Percebe-se portanto que se alguém se tentar aproximar da tua mulher, isso para ti já é ser corno. Vais no bom caminho.

        • Realista says:

          Num relacionamento são dois!!

          Não há EU num relacionamento há NÓS e não é por ser mulher que o inverso não se aplica…
          chamar machismo ao que eu disse é estúpido!

          • Hugo says:

            O vídeo nada tinha a ver com o relacionamento.
            Ninguém é de ninguém e se ela tivesse optado por resolver o problema sozinha não tinha que dar satisfações a ninguém. Infelizmente actuou da pior forma.

          • Maria says:

            tretas. Um relacionamento atual é 1+1, não são 2.
            2 é no tempo da outra senhora onde o marido mandava e a mulher obedecia.

          • Realista says:

            Cara Maria,

            No tempo da outra senhora era 1+1=1 o Marido mandava e a outra obedecia nem tinha voto na matéria, precisamente o caso que aconteceu agora mas com papeis inversos. Ela fez o que fez, tinha um problema nas mãos e mesmo assim não falou com o marido acerca disso.

            O contrário em géneros seria igual.

            Se supor que o vídeo partilhado era um Homem estava a fazer sexo com um animal – onde o objectivo a todo o custo do senhor seria impedir que apenas esposa tivesse o conhecimento do vídeo ia dar exactamente ao mesmo… Deveria ter comunicado à esposa dessa situação já que ela teria o direito de o saber!

            E sim, numa relação são 1+1 = 2 nem pode ser de outra forma.

          • Realista says:

            Caro Hugo,

            O vídeo pode ter sido feito no passado mas as repercussões de tal acto têm impacto no relacionamento actual. Desta forma dizem respeito ao relacionamento presente. Aliás a quebra de confiança e quebra do laço afectivo e é um motivo para a ruptura legal do casamento e consequentemente pedido de divorcio…

            Ninguém está a dizer que todos nós deveríamos expor tudo ao outro elemento do casal – até porque são tantas as situações que até não nos podemos lembrar – mas não esquecer que também temos deveres para com o outro.

          • Hugo says:

            Tal como dizes o marido tinha todo o direito de saber, mas direito e obrigatoriedade são coisas diferentes.
            Ela tinha todo o direito de escolher dizer ou não ao marido. Isso aqui nem é o foco. Estás demasiado obcecado com o marido no meio desta triste história.
            E sim uma relação é 1 + 1. Sempre foi e sempre será. Cada pessoa é uma individualidade desde que nasce até morrer.
            Quando alguém se comportar constante e invariavelmente como um “2” é mau sinal.

    • Hugo says:

      Então agora a mulher tem de te fazer um relatório das relações que teve anteriormente?
      A minha mulher até podia ter pinado dois gajos no dia antes de começarmos a namorar. Não me compete sequer meter o bedelho.

      • Realista says:

        Estamos parvos?!

        Claro que não precisas de um relatório detalhado nem com quantos gajos ou gajas andaram metidos antes de se estar num relacionamento. Mas se estas numa relação e um ex começa a se aproximar acho que há que no mínimo para informar o parceiro. Mais, se um ex-anda a espalhar vídeos de cariz comprometedor, no mínimo os dois deviam falar sobre o caso e não omitir à outra parte…

        E conforme foi referido anteriormente, se o vídeo não tivesse sido mostrado ao marido não havia problema nenhum. Aliás, sabiam 2500 pessoas, excepto o marido que deveria ter sido mantido na ignorância.

        • Cortano says:

          Sim, estás parvo.

        • agamotto says:

          “E conforme foi referido anteriormente, se o vídeo não tivesse sido mostrado ao marido não havia problema nenhum.”

          Vai ler com atenção o artigo para te apercebes melhor da dimensão do *problema*.

          • Realista says:

            Quando refiro “problema nenhum” refiro-me à problemática de ter cometido o suicídio para resolução do problema.

            Por favor note que não estou a desculpabilizar, nem a tentar desculpabilizar a partilha de conteúdo nem sequer a chacota por parte de colegas.

    • Bruno Coimbra says:

      Se fosses levar onde o sol nao brilha fazias melhor e olha que n me incomodava nada…
      Partilha um video com o NAMORADO que tinha na altura, o gajo ressabiado e provocava a mulher no local de trabalho desde que terminaram, por vinganca partilha o video sem a autorizacao da mesma…e a culpa é dela

      es/&$/#U&%

      • Realista says:

        Eu critico o facto de o único motivo da senhora (SEGUNDO O TEXTO) ser o de evitar que o marido saiba da situação…

        • Rui Bacelar says:

          Não diria tal. Essa foi a “gota de água”, no lar esperamos proteção e conforto, sendo uma instituição quase sagrada. Era o seu último refúgio e também lhe foi roubado. Isto claro, no meu entender.

          • Realista says:

            Sim, claro essa interpretação também é válida.

            No entanto quando um departamento inteiro sabe de determinado assunto não adianta esconder. Aliás é pior esconder porque no caso de o outro elemento saber pelos próprios meios tende a agir de forma mais negativa…

    • Wishmaster says:

      Ó Realista, tu não percebes nada do assunto, pá…
      As vítimas de crimes sexuais e os crimes sexuais indirectamente têm vários perfis de comportamento perante a situação…Depende da personalidade de cada um, sendo que o padrão mais comum é a vítima esconder ao máximo a situação, por vergonha, naturalmente.
      A forma como olhas para a postura da senhora e as conclusões morais que retiras daí são absolutamente incríveis, pela negativa. Ou melhor, demonstram claramente que não conheces a realidade dessa criminalidade, em especial a realidade vivida pela vítima……

      • Realista says:

        Perante estímulos iguais, indivíduos reagem de forma diferente fruto da sua experiência, educação assim como da sua cadeia de valores. Quanto a isso não há dúvida e também é válido que não sou formado em criminologia sexual.

        No entanto tive e tenho relacionamentos pessoais e portanto quando se chega ao ponto em que todo um departamento e colegas de trabalho já sabem do sucedido (Estou a julgar com base no artigo) mais cedo ou mais tarde é uma questão de tempo até o companheiro saber pelos próprios meios e depois “é pior a emenda que o soneto” como se costuma dizer…

        E foi o caso.

  13. Nelson R. says:

    Meus caros senhores do PPLWARE, peço-vos amavelmente que não destruam o jornalismo com faltas de rigor e precisão, pois isso leva ao descrédito, à má qualidade de serviço e ao fim daquilo que gostamos, da boa informação.
    Esta confusão com a idade da senhora é só um exemplo do que muito se vê no PPLWARE.
    Leiam, confirmem, validem, que tudo o que colocam é verdade e é correctamente fundamentado.
    Não se queiram tornar em mais um site de internet sem interesse.
    Tenho dito

  14. Ricardo Monteiro says:

    As redes e as pessoas mesquinhas com falta de caráter são um grande motivo para estas realidades. Basta ver em Portugal todos os anos as agressões e mortes de mulheres. Ainda ontem foi mais um caso.

    • eu says:

      O teu comentário também diz o que realmente pensas sobre as mulheres.
      Porque se refere exclusivamente mulheres ?
      Não podia ser agressão e morte de homens ?

      • Ricardo Monteiro says:

        Pode claro, mas queres comparar? Ou vais usar esse argumento para empatar o tema? Por aí acima só tens toupeiras a fugir do tema, uns porque a idade não está certa, a desviar atenções, outros porque os factos não estão certos, incomodados com a verdade, são o perfil de gente estranha neste mundo que vive os hoje. Os comentaristas, alguns, são a prova do atraso cultural. Vai lendo por aí acima.

        • eu says:

          Eu disse isto porque (e fugindo um pouco ao tema ou não), continua em pleno 2019 e colocar-se a mulher como o elo mais fraco mas o que se vê na realidade é que cada vez mais as mulheres ocupam o seu lugar (como querem) na sociedade.
          Temos casos (ao contrário do que se diz) em que a maioria no escritório são mulheres e até alguns casos que já ganham mais.
          Isto pode não ser ainda o padrão mas caminha para lá.
          Talvez um dia os homens fiquem em casa a vivam mais anos 🙂

    • Rui Daniro says:

      Ricardo, o exemplo disso é toda a panoplia de comentários por podemos ler. É triste de se ler e ver diariamente este tipo de comportamentos. É facil para “nós” dizer que não nos matavamos por causa da divulgação de um video, claro a sociedade é muito mais permissiva para nós, afinal de contas quando dormimos com imensas mulher somos uns “machos”, mas quando se verifica o contrario são umas “pu#tas”. É triste mas é esta a nossa sociedade. Fico triste porque para trás ficaram 3 pessoas que nada fizeram para merecer este desfecho.

  15. Anónimo says:

    Se ela gravou o video quando estava na relação com o seu ex, tinha confiança no parceiro para esse vídeo ser algo privado para o resto das suas vidas.
    Na minha opinião acho estupido a maneira como os comentarios criticam a mulher.
    Quando estão numa relação não têm confiança no vosso parceiro para ter algo intimo e acreditar que mesmo que as coisas corram mal ele/ela tem carácter suficiente para nunca romper a barreira do privado?
    Acho complicado apaixonar-se por alguém que não se confie.

  16. Dan says:

    Eu já suspeitava que os comentários do pplware estavam cheios da pior escória que a humanidade consegue produzir, os desta notícia confirmam-no a 100%, desvalorizam uma situação trágica por causa de um erro mínimo, culpam a vítima e ainda se armam em defensores da moral

  17. Ze says:

    Adoro estes comentaristas que acham que a culpa é da mulher. Se é violada é que usava mini saia, se é exposta sexualmente é porque não devia ter feito o video.

    Ah o tuga e a sua mentalidade do século 15. Ainda se admiram de andarmos sempre no rabo da Europa.

  18. Jerymi says:

    Banalissimo, partilhar a nossa intimidade com alguém , mas enfim é este o pensamento da sociadade hipócrita e ignorante que temos, não criticando as opiniões alheias, deixo aqui a minha. Caso necessitem de livro de reclamações , peçam no por favor . Ao escreverem serão todas arquivadas no Arquivo Cesto (LIXO).

  19. Vítor M. says:

    Afinal parece que ninguém ficou indiferente. Cada um a seu modo, mas não parece que (os factos) mexeram nos nossos leitores. Bom sinal. O artigo afinal foi bem percebido.

    • Cortano says:

      Pena é que alguns fazem parte do grupo de ignorantes, do grupo de gente sem valores e sem um pingo de noção de respeito, que a senhora teve o azar de ter na empresa onde travalhava.

      A sociedade está doente, muito doente mesmo.

      • Vítor M. says:

        Está, tens razão. Tudo parece que se relativiza com toda a facilidade. Tudo parece normal, numa espécie de laissez faire, laissez passer .

      • Realista says:

        Todos temos diferentes escalas de valor e não é pelas tuas escalas serem diferentes que se têm de sobrepor às minhas… Aliás, quando isso acontecer estamos mal. Muito mal!

      • Magho says:

        Concordo a humanidade anda doente.. É mais fácil apontar o dedo que ver realmente o que se passou. Existem aqui tantos comentários que isto é que aquilo.. Vocês não sabem é nada.. Desejo mesmo do meu coração que nunca passem a minina aflição daquela alma..
        Fez um vídeo.. Qual o problema?. Só lhe dizia respeito a ela.. Vocês são como as beatas falsas.. Vão a missa e quando saem só não falam.. De quem não se lembram..
        Vão mas é fazer algo de útil para ajudar o vosso próximo e deixem de apontar o dedo..
        E só mais uma coisinha para os mais fragilizados por não contar ao marido. O marido não era para lá chamado.. Porque não existia.. Era um segredo dela.. Talvez até se arrependes se do que tinha feito..
        Mas era um segredo dela e de um mau carácter que a quis forçar a voltar e ela não o quis de volta.. Já agora srs fragilizados.. Vocês contam todos os passinhos aos vossos companheiros.. Não me acredito nisso.. Enfim mudem as mentalidades e tenham um pouco de descernimento nessa vossa cabeça.. Quem não tiver pecados que atire a primeira pedra.. Enfimmmm

  20. Cortano says:

    É triste assistir a esta degradação da sociedade, a esta falta de valores e moralidade.

    A situação em si é lamentável. As acções dos colegas da senhora é de lamentar e é de muito baixo nivel. Já ninguém respeita ninguém.

    Mas lamentável também é ler alguns comentários aqui… tenham vergonha…

    • Vítor M. says:

      Aqui deveria, dada a hipotética capacidade de interesse em temas modernos, capacitar as pessoas de mais valor crítico. Contudo, aqui é até suave, há “meia dúzia” de desalinhados, fruto de uma sociedade ainda desequilibrada, grande parte sabe a gravidade. Mas se fores ler por esses fóruns e sites adentro, onde o insulto, onde o desrespeito é a “arma branca”, até enoja. Enfim, sublinho as tuas palavras.

      • Woot! says:

        Vítor, não podes considerar desalinhado só porque as ideias não se alinham com aquilo que consideras correcto ou ético. Tive um comentário acima que aborreceu algumas pessoas porque vai contra “aquilo que se pode dizer”. Mas a verdade é que não há forma correcta ou errada de ver as coisas, há a forma como a sociedade incutiu que deve ser a correcta.

        É totalmente diferente.

        • agamotto says:

          Está desalinhado com os valores humanistas que deveriam prevalecer em sociedade até porque somos todos humanos.

          Esta estúpida relativização de tudo hoje em dia é o que dá alento aos idiotas para virem escrever baboseiras retrógadas na internet.

          • Woot! says:

            E esses valores foram definidos por quem? Porque é que é moral ou imoral fazer um aborto? Porque alguém o definiu.

            Baboseira é fazer transparecer que tudo o que te incutem é correcto ou faz parte dos valores humanistas “válidos”.

          • agamotto says:

            Alguém = as pessoas num crescente pensamento progressista. Repara na raíz da palavra, progressão, evolução. O Humanismo não foi criado pelos Illuminati mas por pessoas a quem lhes pareceu que faz sentido avançar para uma sociedade de respeito pelas liberdades individuais. Para uns esse parece um conceito natural, outros pelo contrário ainda estão presos a uma mentalidade primitiva de apropriação e transgressão daquilo que é território pessoal. Outros ainda entram em campos metafísicos (ou esquizofrénicos) e questionam tudo. Mas para mim o Humanismo é a única coisa que faz sentido. A alternativa é o abismo.

        • Paulo Jorge says:

          Boas Woot, o problema que aqui se põe; é que possivelmente um ou mais crimes foram cometidos!
          (o suicídio da senhora não o é, foi uma causa subsequente do mesmo)
          Também não se deve resumir ao simples facto que se não queres que um vídeo seja visto não o faças?
          (se bem que até poderia estar de acordo contigo, evitava-se desde logo muitos problemas)
          Mas se o mesmo foi feito e atenção não se sabe em que condições; se com ou sem consentimento, mas como se gosta muito de especular, divagamos logo em premissas que podem nem se quer estar correctas.

          Agora caberá aos tribunais de decidir se houve ou não crime(s) da parte dos colegas/empresa que não souberam “calar” o assunto e ainda o propagaram mais e da pessoa execrável que pensou que se podia vingar das negas que levou da mesma divulgando um vídeo de ambos, num acto de “revenge porn”, que por sua vez acabou da pior maneira, com um suicídio da vitima.
          Desculpa-me mas aqui só consigo ver a perda de uma vida humana e uma família destruída, devido a um mal intencionado que divulgou um vídeo intimo com o intuito de vingança, o resto é circunstancial.

          • Woot! says:

            Eu não disse e não concordo que quem divulgou o vídeo não seja punido. Deve ser punido bem como todos os que partilharam (estes se não o forem criminalmente, não me parecem que possam ser, que tenham um processo disciplinar dentro da companhia)

            Mesmo admitindo que o vídeo foi gravado com consentimento a senhora não deixa de ter culpa no cartório por 4 motivos, porque gravou o vídeo, porque nunca contou ao marido e pai dos filhos, porque tentou abafar a situação e por último porque se suicidou por um motivo banal, mostrando acima de falta de consciência, egoismo.

            Quando o vídeo foi filmado a senhora tinha de ter consciência que é um vídeo num telemóvel. Um telemóvel hoje está aqui e amanhã é encontrado por alguém.

            Agora dizer que a senhora não teve culpa nenhuma…e ainda comparar a miúdas de mini-saia e a carros na rua…por favor tenham dó!!

            É trágico, é a perda de uma vida, mas não foi só por um mal intencionado, foi por um mal intencionado e por uma pessoa egoísta e com falta de consciência.

  21. Straight says:

    Tenho um amigo da PJ a trabalhar no caso. Se alguém tiver informações ou link enviem-me que tratarei de lhe fazer chegar.
    Vamos meter esses canalhas atrás das grades 🙂

  22. BlackFerdyPT says:

    Gente estúpida e sem valores, ou a “massa suja”, em acção… (Não admira que o seu país se esteja a afundar.)

    Oferecerem-nos a possibilidade de violar a privacidade de alguém é uma coisa – e *aceitá-la* é outra.

    É a mesma história de quando se trata de celebridades, como o vídeo da Pamela Anderson, da Carla Matadinho etc.

    Nunca vi, nem quero ver. Mas, o que achei mais piada, foi quem depois descriminou ou criticou a última, por causa do conteúdo do vídeo – quando, sempre pior do que qualquer que seja o conteúdo de actos consentidos, foi andar a ver tal vídeo, em violação da privacidade dos intervenientes.

  23. David Ventura says:

    Portanto, quando é que a Pplware fecha a caixa de comentários para acabar com a cambada de retardados acéfalos que aqui mora?
    Isso sim.

    • Vítor M. says:

      Viva David. Estás enganado. 3 ou 4 não são um todos. E esses 3 ou 4 se fossem motivo para fecharmos um espaço de diálogo, então era esse comportamento, como referes, “de retardados” que iria vencer. Aqui não 😉 nunca o farão. Este espaço é aberto para conversarmos, para trocar ideias. Combatemos os insultos e promovemos o diálogo, mesmo que tenham ideias diferentes e alguns, esses tais dois ou três, ideias completamente absurdas. Mas fora daqui, deste espaço e do nosso (nosso e vosso) site, há muitos mais, e não deixes que fechem os locais onde andam porque eles passam por lá, porque quem perde é quem usa de forma salutar. Abr.

    • Cortano says:

      Fechar não é solução!
      Aliás, esta liberdade de cada um dizer o que pensa nestes casos é uma base para podermos ter uma melhor noção de como vai a sociedade.

      Acho que no geral, a maioria dos participantes consegue olhar para esta situação e perceber que não se resume a “ah, ela não disse nada ao marido e quando este descobriu, matou-se…. fraca”.

  24. Rrrrrr says:

    demasiados comentarios infelizes neste artigo… muitos sabichoes e espertalhoes….

  25. jose says:

    Só me admira uma coisa no meio desta história toda, tanto comentário e ainda ninguém perguntou pelo video.. inédito 🙂

  26. ToFerreira says:

    Bem hajam os white knights que nunca falham por aqui na defesa incondicional das damas. Portanto a senhora não teve responsabilidade nenhuma na história, é isso?

    • IDroid says:

      Não sabes o suficiente da história para afirmar com toda a certeza se ela teve algum tipo de responsabilidade.

      • Woot! says:

        Errado, responsabilidade ela teve de certeza senão não haveria vídeo nenhum.

        O que não sabes é quem mais
        além dela teve responsabilidade.

      • ToFerreira says:

        Sei que ela fez o vídeo, que segundo o artigo, ainda o guardava e também segundo o mesmo recusou ajuda por parte da empresa e ainda escondeu o caso do marido.

    • Rui Bacelar says:

      Não está aqui em causa o que ela fez, mas o que lhe fizeram. Importa saber duas coisas. Se o vídeo foi enviado por ela ao namorado de então, ou se este o tinha guardado durante estes 5 anos e só recentemente o divulgou.
      Importa também apurar-se o dolo com que o antigo companheiro agiu, vejam-se os casos de “revenge porn” que parece ser o cenário em causa.
      O desfecho é uma séria agravante.

      • ToFerreira says:

        Num caso está sempre em causa a responsabilidade de todos, incluindo obviamente a dela. Por outro lado, em qualquer dos casos, o antigo namorado não podia partilhar o vídeo como o fez. O desfecho é que não pode ser totalmente imputado a uma das partes.
        Para finalizar, de ressalvar a atitude de louvar da empresa, não haveria muitas a fazer o mesmo, pelo menos por cá.

  27. Rui says:

    Este infeliz desfecho do sucedido a esta jovem mãe, só reforça o que sempre achei das redes sociais: SÃO UM CANCRO!!!!!

  28. Greenshines says:

    Não é tuga logo a lei portuguesa não se aplica. Onde esta o link do vídeo? 😛

  29. Sergio says:

    Sociedade no seu pior, a senhora por estar completamente a leste da realidade actual ou por não ter a noção do que emocionalmente ações destas podem provocar em si mesma. Do outro lado, a falta de respeito por parte dos colegas, um verdadeiro escárnio e maldizer, completamente a borrifarem-se para o que isto podia causar à senhora.

    Li aí acima uma comparação que a mim me faz confusão, referente a violações.. epa, nas violações não há uma liberdade de escolha.. aqui neste caso é uma completa falta de noção de direitos/deveres e responsabilidade social.

    Ainda este fim de semana fui para a madeira desbundar, fiz algumas loucuras.. umas filmadas outras nao, e por opção! A educaçao que tive, levou me acima de tudo a ser preocupado com o funcionamento do mundo e com aquilo que posso aguentar psicologicamente, quando a adrenalina dentro de nós leva-nos a fazer algo eticamente menos correto.

  30. Radamel says:

    Tudo isto é triste. Mas até haver nota de suicidio, será somente especulação?

    A verdade é que uma grande percentagem das pessoas – talvez até eu, não sei – se soubesse que havia um video destes de uma colega de trabalho, se sentiria pelo menos tentado a ver. Acho eu. Não é à toa que a CM TV tem subido de audiencias e em casos de escandalos ainda pior. Toda a gente critica, toda a gente espreita.

    Agora, se lhe fizeram bullying – têm de ser punidos. Se provarem que acederam a material confidencial, sem interesse publico, devem ser punidos (quase paralelismo inverso ao caso dos emails de um certo clube). Se descobrirem como o video foi parar às redes publicas, devem punir os responsaveis.

    Nota a todos: tendo um dispositivo ligado à internet, a porta está aberta e pode mesmo tudo vazar. Eu não queria as minhas coisas por aí.

  31. jaugusto says:

    Não percebo não seria possivel bloquear o video no whatsapp?

  32. O verdadeiro eu says:

    Até percebo que isto tudo foi muito triste e tal, mas quererem culpar os 2500 empregados pelo sucedido é muito extremo, sejamos sinceros, se o mesmo acontecesse no nosso local de trabalho/escola quem não viria o vídeo? Quem é o verdadeiro culpa foi quem partilhou o vídeo do telemóvel da mulher sem o seu concentimento…

    • maxim says:

      Acho que não há aqui ninguém que diga que as pessoas não têm direito à privacidade, isto está claro. No que as pessoas divergem aqui é no sentimento despertado ao ler a notícia. A única diferença que está aqui é a ética das pessoas, umas que acham que o que sra fez foi bom e outros que acham que o que a sra fez foi mau.

      Os que acham que ela fez bem, ou pelo menos não fez anda de mal, preocupam-se em falar do direito da privacidade que foi violado, os outros preocupam-se em falar da culpa da mulher por não ter sido correta nas suas decisões, porque quando um criminoso faz um crime a outro criminoso parece menos mal.. (não estou a chamar a mulher de criminosa, só estou a tentar explicar o que se passa nesta secção de comentários ).

  33. falcaobranco says:

    Sinceramente nem me dou ao trabalho de ler a maior parte dos comentários…são tao parvos que até mete nojo como já mete as redes sociais…

  34. João M. says:

    Consequências … tudo que fazemos traz consequências e raramente pensamos nelas. Começo a pensar que a vida deve ser levada como a condução – na defensiva.
    Uma acção há 5 anos atrás e as pessoas “erradas” na vida dela levaram agora ao fim de uma vida – tudo por causa da consequencias das acções de um ou de outro – ninguém pensa nas consequências até elas aparecerem.
    Suicidio é um tema demasiado complexo para que especialistas da internet debitem a sua opinião. PAra alguém sem “antecedentes” acabar com a própria vida é porque a situação estava para lá de insuportável. Não sei detalhes sobre até que ponto ela estava a ser acompanhada profissionalmente.
    Quando uma pessoa está numa relação, e ela estava casada, então acredito que ela “falhou” no que toca a confiar no marido para a apoiar. Provavelmente foi o único erro que ela cometeu nesta história toda e que TALVEZ poderia ter evitado o suicidio. Quem temos ao nosso lado vai ditar a forma como conseguimos ultrapassar dificuldades… Agora que ela se foi, ficou o marido com um sentimento de culpa que o vai acompanhar para o resto da vida – e quem sabe com os filhos também. Além dela, não nos podemos esquecer que a familia também foi uma vitima desta situação toda e o Único culpado é o idiota que partilhou o video e deveria ser responsabilizado. Quanto à malta do trabalho e afins que fez a vida dela negra… resta o “karma”…

    Enfim…

  35. Wishmaster says:

    Oh pá….Mas o que para aqui vai…

    Penso que as pessoas falam aqui muito de moral e valores, mas há muita confusão nas suas cabeças.

    Primeiro:
    Temos que perguntar o que é um vídeo (não no sentido técnico). Um vídeo, tal como uma fotografia, é não mais que uma captação da realidade. A fotografia cristaliza a realidade, o vídeo também o faz, mas de forma dinâmica. Ora, temos que olhar para a realidade que é captada, para o seu teor. Um acto sexual entre dois adultos que o fazem de livre vontade é um acto perfeitamente natural e humano, não censurável. Portanto, não é o acto de captar que torna o acto censurável, a realidade não se torna censurável pelo simples facto de ser captada.

    A realidade existe simplesmente e foi captada….toda a gente faz sexo (quase toda…)
    Portanto, sendo a captação uma “paralisação” da realidade (e não é mais do que isso….), sendo uma conservação dessa realidade, não se vê como deve a captação em si ser censurada ou condenada moralmente….(estou a falar apenas de vídeo da própria pessoa…).

    Segundo:
    Outra questão já é o objectivo da captação. Portanto, não se trata da captação em si, é exterior a ela…
    Aqui é que poderá haver censura moral. Se um tipo capta com o objectivo de divulgar sem consentimento, por exemplo. Se capta sem a pessoa saber que está a captar (mesmo que não divulgue).
    Mas mesmo aqui, não mexe com a captação em si, mas factores externos ao acto de captar (entendido como falei no primeiro ponto, de conservação da realidade), às circunstâncias externas.
    Também se o próprio sujeito que aparece no vídeo sexual o divulga por sua vontade (acto externo à captação) já podemos também censurar caso por exemplo seja excessiva a divulgação (atentando contra o mínimo de pudor que precisamos no nosso dia-a-dia…).

    Ou seja, a captação de actos sexuais para uso do próprio sujeito que viveu a realidade e a revive apenas ele quantas vezes quiser não deve, nunca, ser criticada. O sujeito viveu a realidade e simplesmente a captou e conservou. A tecnologia permite-nos conservar a realidade desta forma e tal não deve ser criticado.

    Terceiro:
    Segurança
    Também é externo ao acto de captação/conservação. Podemos criticar a conduta da pessoa dizendo que não tomou as medidas de segurança que deveria, embora isto a maioria das vezes tenha também a ver com o facto da pessoa, por desconhecimento da tecnologia, achar que não há medidas de segurança a tomar (o vídeo está ali guardado, até tem acesso só por impressão digital e pensa que ele não pode por qualquer forma ser acedido e que se possam apropriar dele)

    Por isso é que as autoridades nunca criticarão a captação de vídeo de actos sexuais próprios (desde que não haja crime) e muito menos isso será impedido, mas antes aconselham que se tomem precauções a quem se passa o vídeo, onde se guarda, etc…. Por vezes, aconselham a não se fazer de todo tais vídeos por causa da facilidade e velocidade com que pode ser difundido actualmente, mas é um conselho, não uma censura moral ou seja do que for…

    Por último, quem deve ser censurado no meio desta história é apenas o ex-namorado da rapariga e também quem andou a divulgar o vídeo.
    E quanto à rapariga ter feito um vídeo antes do casamento, volto a referir que o que o marido viu foi só a realidade da sua mulher (tal como a realidade dele também foi assim antes de casarem, com certeza teve relações amorosas e sexuais…) e, como tal, não pode criticar a mulher…. Durante o casamento já seria totalmente diferente.

    Como disse, a captação da realidade e conservação dela não é censurável (só a realidade captada em si é que é. Aqui dou um exemplo: filmar um corpo de um morto num acidente de viação irá privacidade da pessoa apesar da realidade captada não ser censurável; mas o que estamos a falar é diferente, estamos a falar de vídeos em que os próprios captados deram consentimento, não há invasão de privacidade ou qualquer ilegalidade).

    O que é preciso é que as pessoas tenham consciência a nível de segurança. E que mesmo assim, há risco do vídeo ou foto começar a circular.

    Mas criticarem a mulher por ter feito o vídeo como criticam aqui, quando outros é que estão totalmente errado, acho incrível que o façam…….

    • Cortano says:

      não sei o que estás a fumar, mas devias partilhar.

      • Wishmaster says:

        Era difícil explicar melhor, pois tornaria o comentário demasiado extenso.
        Mas acredito que muitas pessoas não entendam, por isso levo o teu comentário na boa, é compreensível 😉

    • Radamel says:

      “mas o que estamos a falar é diferente, estamos a falar de vídeos em que os próprios captados deram consentimento, não há invasão de privacidade ou qualquer ilegalidade”

      Não entendo como é possivel que o escriba possa escrevinhar tal alarvidade. Acha que qualquer anonimo que se grave a si proprio esta a dar consentimento para que todos os outros vejam?

      • Wishmaster says:

        @Radamel
        E em que parte eu disse isso?
        quando disse “mas o que estamos a falar é diferente, estamos a falar de vídeos em que os próprios captados deram consentimento, não há invasão de privacidade ou qualquer ilegalidade” era por comparação com a situação de filmagem de morto num acidente.

  36. victor says:

    É incrível a quantidade de M3rd@ que se escreveu aqui em relação a notícia!!!! Se fosse convosco acredito que algums comentários iriam mudar!!!!

  37. Wishmaster says:

    @Realista
    “Aliás a quebra de confiança e quebra do laço afectivo e é um motivo para a ruptura legal do casamento e consequentemente pedido de divorcio…”

    Respondendo a esta parte do comentário que publicou acima, está claramente enganado.

    O marido da senhora jamais poderia pedir o divórcio com base nisto.
    Os factos (a relação sexual que aparece no vídeo) não ocorreram na constância do matrimónio e nem sequer foi ela a autora da divulgação.
    Logo, não há qualquer violação do dever de fidelidade ou do dever de respeito e, portanto, não há qualquer fundamento para divórcio. Também a situação constrangedora de divulgação do vídeo não permite, por si só, concluir pela ruptura da relação conjugal. Logo, também com este fundamento não há divórcio.

    No entanto, isto aconteceu em Espanha, não conheço o regime deles…Cá em Portugal, é como disse, não há fundamento nesta situação.

    • Radamel says:

      É preciso fundamento para um divorcio? Não pode ser só porque se quer?

      • Wishmaster says:

        Não…tem que existir violação de um dos deveres conjugais, ou haver uma situação que demonstre uma ruptura conjugal (ou seja, que na prática já não se comportam como marido e mulher), etc….mas tem que se verificar um dos fundamentos, não pode ser só porque se quer.

        • Hugo says:

          Wish, ambos sabemos basta querer 😛
          Primeiro porque se à partida um casal quer terminar a relação, isso por si só justifica o divórcio e depois temos os casos de quem se separa por interesses e sendo que o conseguem fazer nenhuma das premissas que referiste é, na prática, necessária.

          • Wishmaster says:

            Só será assim se forem os dois a querer (divórcio por mútuo consentimento).
            No caso do artigo, ela não queria.. De certeza…nesse caso, caímos no divórcio sem o consentimento do outro cônjuge e, sendo assim, Artigo 1781.º do código civil – Ruptura do casamento
                   São fundamento do divórcio sem consentimento de um dos cônjuges: 
                          a) A separação de facto por um ano consecutivo; 
                          b) A alteração das faculdades mentais do outro cônjuge, quando dure há mais de um ano e, pela sua gravidade, comprometa a possibilidade de vida em comum; 
                          c) A ausência, sem que do ausente haja notícias, por tempo não inferior a um ano; 
                          d) Quaisquer outros factos que, independentemente da culpa dos cônjuges, mostrem a ruptura definitiva do casamento.

          • Wishmaster says:

            ;-);-);-)

          • Nuno V says:

            Existem duas formas de divórcio, o mutuo consentimento, ou sem consentimento. Mas o sem consentimento não é impedimento do divórcio, mesmo que uma das partes não o queira. A diferença é que um divórcio por mutuo consentimento nem sequer precisa de ir a tribunal (a não ser que exista discórdia no que toca a guarda de crianças, pensão de alimentos, divisões de bens,…), pode ser revolvido entre mandatários. O divórcio sem consentimento implica a ida a tribunal de ambas as partes, mas não é colocado qualquer tipo de entrave ao divórcio, tal como tu colocaste “Quaisquer outros factos que, independentemente da culpa dos cônjuges, mostrem a ruptura definitiva do casamento.”.

  38. Wishmaster says:

    @Nuno V
    Não fui eu… É a lei….É o Código Civil português… Uma acção de divórcio sem consentimento do outro cônjuge tem que ter factos que mostrem a ruptura definitiva do casamento.
    Se não se alegar factos (e provar o que se alega) que demonstrem isso, chapéu….O pedido de divórcio é julgado improcedente e o Réu (ou a Ré) absolvido(a).

    • Nuno V says:

      Eu sei que é a lei. A lei em 2008 foi alterada e nesta apareceu a última alinia que permite que qualquer facto que demonstre a rutura do casamento como motivo para a sua resolução. Bem como foi eliminada a necessidade de causas culposas para a resolução do casamento. Por isso, como por exemplo um simples já não o/a amo, ou o projecto de vida comum já não o/a satisfaz,… são factos que demonstram rutura do casamento. E não é preciso provar o que se alega, até porque muitos motivos são impossíveis de provar objectivamente.

      E já não existe absolvição porque a nível do código penal, com as modificações de 2008, deixou-se de identificar partes culposas na resolução de um casamento, por isso é que o código penal diz: “independentemente da culpa dos cônjuges”.

      • Wishmaster says:

        O Código Penal não é para aqui chamado… Mas sim o Código Civil.
        O “já não o amo” tem que ser exteriorizado em factos, factos que demonstram a ruptura, que serão não dormirem juntos, não fazerem planos e actividades juntos, não demonstrarem afecto um pelo outro, não basta dizer “já não o amo”. É preciso sim Alegar e Provar factos…

  39. Nuno V says:

    Peço desculpa pelo meu erro. Queria dizer civil e não penal.

    Explica-me lá que metodologia tu usavas para determinar se alguém ama ou não outra? Amor é algo que nem sequer possui definição legal, porque é quase impossível definir, pois é extremamente subjectivo. Mas se achas que sim, encontrar-me um divórcio que tenha sido recusado porque os motivos citados foram recusados. Quero um divorcio que faça uso da legislação em vigor.

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