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Twitter estabelece parceria com a Reuters e a AP para detetar desinformação

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Sofia Neto


  1. Alpha says:

    Pareceria para a censura. Pela “desinformação” se cala muita opinião e viola-se a liberdade de expressão.
    Esse termo muito usado na União Soviética e outras ditaduras para controlarem que informação é que devia chegar às pessoas.

    Querem um mundo perfeito sem nada falso? Na Coreia do Norte por exemplo…

    • Há cada gajo says:

      O teu exemplo é Coreia do Norte ? Qual é a fronteira entre desinformação e informação falsa ? Onde é que entra a censura ? Devias pensar um pouco.

    • DataSmurf says:

      Também foi usado na Alemanha nazi

      • jorgeg says:

        sem duvidas o inacreditavel e que estas plataformas censuram a verdade e propgam fake news e os ilumindos da esquerda aplaudem,… isto vai acabar mal!

        • Maria says:

          Os da esquerda são os liberais como qq um entende.
          Liberais qb, é qq um que preza a ciência e os factos deve condenar.
          O universo normaliza ao estado de mais baixa energia e equilíbrio. Se aparecem os fakenews da treta com teorias da conspiração, o universo normaliza criando a censura de fake news. Qual é o problema? para básicos equlibram-se com medidas que noutro contexto não seriam necessárias.
          Como disse Umberto Eco, a Internet permitiu dar palco a um conjunto de abestronças que num contexto normal nunca o teriam.

    • Tanso Mor says:

      Que bronco! Então a Reuters e a Associated Press são orgãos de desinformação, hein? Imagino que as tuas fontes QAnon essas sim consideras os detentores da verdade suprema (sim, eu sei que acreditas nisso)

  2. Miguel says:

    O problema é quando existe outras agendas por trás destas grandes empresas de informação.
    Como já vimos no passado nem tudo que parece é.
    Lembram-se da história do BES que estava falido? Muitos diziam que era mentira.
    Em entrevistas Primeiro Ministro (Passos Coelho) disse que o BES era seguro.
    Presidente do Banco de Portugal diz na assembleia da república que banco era seguro.
    Presidente da República (Cavaco) também garantiu aos portugueses que estava tudo bem com o BES.

    Todos que dizessem o contrário eram chamados de malucos e que espalhavam fake news, passado 1 semana destas declarações todas veio a se descobrir que afinal o banco estava falido, afinal quem andou a espalhar fake news?

    • Miguel Gomes says:

      Para esses casos há uma solução… É deixar de votar sempre nos mesmos…

      O problema da desinformação é quando a mesma poe em causa a segurança e saúde publica.

      Parece que estamos a voltar à era medieval, em que bastava um iluminado inventar uma barbaridade qualquer, e toda a aldeia corria de engaços e forquilhas na mão… A diferença hoje em dia é que existe youtube e redes sociais para espalhar as barbaridades muito mais longe.

      Penso que estas medidas pretendem diminuir a resistencia à vacinação também…

      • Alpha says:

        “é quando a mesma poe em causa a segurança e saúde publica”

        É sempre assim o pensamento ditatorial. Uma narrativa julga-se superior a dizer o que é correcto sobre outros.

        Então o que quer? Uma sociedade acrítica? Não podem questionar as vacinas? E se no inverno não derem em nada?
        Este dogmatismo e pensamento único é assustador.

        • Miguel Gomes says:

          Devemos ter espirito crítico e questionar quando achamos que o devemos fazer, mas também temos a responsabilidade de filtrar aquilo que lemos e procurar informação fidedigna antes de tirar conclusões e tomar decisões, coisa que claramente não está a acontecer… Pois se as pessoas o fizessem, certamente não haveria necessidade para estas medidas.

          As vacinas têm dado provas, não são 100% eficazes (isso já todos sabemos há muito tempo), mas claramente combatem a pandemia, e muito importante, também reduzem muito as probabilidades de aparecer novas variantes. É a nossa melhor arma no momento, não estou a ver vantagem em ficar de braços cruzados…

          Já agora qual é a sua solução se descartarmos a vacinação? Vamos confinar a vida toda ou deixar passar N de anos até atingirmos uma imunidade natural a troco de milhões de vidas? Se eventualmente aparecer outro tratamento acha que não haver circo como houve com as vacinas?

        • Maria says:

          E é.
          Se quiseres ser completamente dono da tua vida, vira eremita.
          Agora as outras pessoas não são obrigadas a levar com as consequências das decisões individuais dos outros quando colocam em causa a saúde dessas pessoas.
          Quem diz saúde diz outra coisa qq. Queres andar a 200 na autoestrada, anda, desde que andes sozinho na estrada e não interfira com ninguém.
          Estes tipos vivem em sociedade mas têm decisões como se fossem eremitas.

          • Miguel Gomes says:

            Isso… embora o caso da vacinação seja um pouco mais complexo que os aceleras inconscientes nas autoestradas.

      • Alpha says:

        Ou seja… as pessoas não aderem… manda-se calar. Chama-se a isso censura.

        É sempre disfarçada de “objectivos nobres” como o bem comum ou saúde publica

      • AlexX says:

        “Parece que estamos a voltar à era medieval, em que bastava um iluminado inventar uma barbaridade qualquer, e toda a aldeia corria de engaços e forquilhas na mão…” Não é algo semelhante que tem acontecido nos últimos 18 meses? Vai um iluminado dizer umas barbaridades à TV ou jornais e depois há uns bufos espreitando por trás duma cortina e em vez de correr com forquilhas, chamam a polícia. Quando alguém se queria ver livre doutro alguém por um qualquer motivo, há 200 anos espalhavam o boato que era bruxa. Antes do 25 de Abril, que era comunista. Entre 1974 e ~1985, que era bixa. Actualmente virou moda dizerem que é conspiracionista ou negacionista. Não mudou tanto assim desde a era medieval…

        • Miguel Gomes says:

          Acho que virou moda tomar como verdade informações sem provas/factos/evidencias.

          Se alguém dá a cara para dizer X ou Y, se tiver provas e evidencias ninguém vai apontar o dedo, se aquilo que diz tiver fundamento ninguém o crucifica. Essa parte felizmente mudou, ninguém morre por dizer que a terra não é o centro do universo. O que não mudou foi o habito das pessoas acreditarem em informações sem fundamento.

          • AlexX says:

            Jesus foi crucificado por dizer a verdade. Galileu foi morto.
            Recordas um desenho animado com um balcão com “verdades inconvenientes” e outro balcão com “mentiras confortantes”, o primeiro às moscas e o segundo com grande fila de clientes? Não podia ser mais real, as pessoas trocam de livre vontade uma verdade inconveniente por uma mentira confortante.
            Para praticamente tudo que consideras provas/factos/evidências porque passou em meios de comunicação oficial, encontras provas/factos/evidências mostrando o oposto. Toda a informação está disponível. Dar ouvidos àqueles que são promovidos por todos os canais ao invés daqueles que são suprimidos e chutados para canto passa a ser uma escolha. Sugiro que escutes com muita atenção esta entrevista a Waters principalmente pós o minuto 8, tem só em conta que não se aplica apenas a BDS, israelitas ou palestinos, aplica-se a tudo: https://youtube.com/watch?v=v7jcvfbLoIA

            Não estou a dizer que não tens razão, apenas que quando existem interesses mais altos vale tudo, principalmente mentir para que os tais interesses prevaleçam.

          • Miguel Gomes says:

            AlexX, concordo que as pessoas acreditam no que querem acreditar, eu também não digo que a vacina vai resolver, sem duvida, a pandemia (acho que nunca vi ninguém a dizer o mesmo) mas de facto é a melhor arma que temos de momento.

            Relativamente ás fontes credíveis, não quero com isto dizer que politicos ou jornais são fontes 100% credíveis… Embora normalmente não digam mentiras, muitas vezes apenas dizem meias verdades, e nos casos dos políticos já todos sabemos que omitem muitos problemas, ou mentem mesmo, ao povo.

            Eu vejo muitos noticiarios, e quando uma informação desperta a atenção tento aprofundar para não ficar só pela “meia verdade”.

            Temos como exemplo estes últimos estudos da universidade de NY, onde os noticiarios focaram apenas o facto de eles dizerem que a vacina da J&J não é eficaz contra a variante delta, no entanto, falham em dizer que eles estudaram varias vacinas contra varias estripes, e que os números que eles apontaram no estudo relativamente, por exemplo, à variante Beta, estão muito longe dos resultados que se verificaram durante a terceira fase de testagem da J&J na africa do sul, onde predominava essa mesma variante. Os proprios autores dos estudos dizem que eses valores que eles apontam não devem corresponder à verdadeira eficacia da vacina no terreno. As TVs, Jornais e etc adoram criar FUD…

            Isto para dizer que, quando falo em fontes fidedignas não me refiro a televisão, radios, jornais nem politicos, refiro-me a artigos devidamente elaborados, opiniões devidamente fundadas de pessoas da área relativa à informação, analise de dados e estatísticas, etc etc… Procurem a informação, não se fiquem por aquilo que vos cai em frente aos olhos.

    • Miguel says:

      Para quem não se lembra tem aqui um vídeo com datas.
      https://www.tiktok.com/@jose_onidesk/video/6992272018758503686

    • Há cada gajo says:

      Essa conversa já cheira mal. O BES é um caso de policia. Não tem nada de informação ou desinformação. Os políticos , por mais queiram, não metem o nariz nos bancos. Por outro lado, compreende-se que à data a gestão da expectativa era o melhor a fazer. Pouco mais nada havia para fazer. Ninguém queria crer que um banco sistémico tivesse de fechar portas. A solução encontrada foi a menos má. Ninguém tem noção do que seria de nós se tivessem deixado cair o banco.

    • DataSmurf says:

      Yep, um dia é fake news, e no outro deixa de o ser. A história está repleta de exemplos destes.
      O BES é um bom exemplo disso.
      A origem do novo coronavírus é flagrante. As redes sociais à um ano bloqueavam quem afirmasse que se devia a fuga de laboratório. Era considerado teoria da conspiração e quem o defendesse era ridicularizado. Um ano depois, essa passou a ser uma hipótese provável. E as redes sociais deixaram de catalogá-lo como fake news. Ora quem são estas empresas para deciddir o que é ou não é fake news?
      É uma forma de não permitir o debate, o diálogo e de censurar.

  3. Urtencio says:

    Sinceramente não sei onde vamos chegar! O que intriga é ver estes canais de informação tipo “pplware” sem contestarem ou simplesmente darem uma opinião sobre o assunto.. quando no futuro podem estes também ser visados..

    • Vítor M. says:

      Não estamos a dar a nossa opinião. Apenas estamos a dar a notícia. Se for para dar uma opinião, diz lá em cima artigo de opinião, mas não é isso que temos de fazer. Aliás, neste espaço de comentários, este sim de opinião, por várias vezes referi que as redes sociais são um berçários para pessoa mal formadas criarem desinformação e notícias falsas. Tem de haver sim regulamentação.

  4. AlexX says:

    Para detectar desinformação nada como uma parceria com as duas top fontes de má informação.

  5. PorcoDoPunjab says:

    Desinformação para uns pode ser informação para outros.
    Tudo depende do lado em que se está…
    Geralmente quem está no poder tem a tendência de controlar o que é dito ou não.
    Se isto é combater o que quer que seja, vou ali e já volto.
    Noutros tempos chamava se a isto de censura, agora com esta cena de lgbtdi e diabo a quatro já não deve ser essa palavra, deve ser algo do género ” não queremos que leias nada antes de ter passado por nós”….

    • Nuno Teixeira says:

      Que salgalhada. O que é que LGBTI tem a ver com desinformação?

      Uma coisa é ter espírito crítico outra coisa é acreditar em teorias da conspiração mirabolantes e sem qualquer embasamento científico e que já foram refutadas

  6. robin says:

    Portanto o ministério da verdade tudo o que não passa pelo filtro deles não é verdade.
    idiotas
    agora já sabemos que tudo que vai passa por eles é censura portanto é mentira.

  7. Lucas says:

    “Twitter, a Reuters e a Associated Press (AP” juntam-se para promover a censura.

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