Trocaria as redes sociais que utiliza hoje em dia por alternativas europeias?
As redes sociais assinadas por grandes empresas tecnológicas norte-americanas são aquelas que mais utilizadores reúnem, tendo conquistado grande popularidade e influência, globalmente. Por este motivo, ao mesmo tempo, podem não ser as plataformas ideais para os utilizadores de todos os países de todo o mundo utilizarem, levantando questões de privacidade de dados, por exemplo. Assim sendo, trocaria as redes sociais que utiliza hoje em dia por alternativas europeias?
Trocaria as redes sociais que utiliza hoje em dia por alternativas europeias?
Num clima global que é de tensões, reforçado pelo problema energético que resultou da invasão da Ucrânia pela Rússia e, mais recentemente, pelas exigências dos Estados Unidos em matéria comercial, a Europa percebeu a necessidade de independência em várias frentes. Uma delas é a tecnológica.
Especificamente em matéria de software, apesar de já existirem muitas alternativas europeias a uma série de serviços e plataformas, as versões norte-americanas continuam a reunir mais popularidade, utilizadores e influência. Desde as redes sociais, como o Instagram e o Facebook, que pertencem à gigante Meta, até a fornecedores de e-mail, como Gmail e Outlook, da Google e Microsoft, respetivamente.
Para os utilizadores europeus, recorrer aos serviços norte-americanos é quase instintivo, por serem, conforme já reforçámos, os mais populares.
Contudo, se a Europa avançasse com alternativas locais, desenvolvidas por empresas europeias, assegurando mais privacidade e segurança dos dados, trocaria as redes sociais que utiliza hoje em dia por essas, considerando que seriam desenvolvidas plataformas com níveis semelhantes de qualidade?
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Trocaria as redes sociais que utiliza hoje em dia por alternativas europeias?
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Eu evito usar redes sociais exatamente por isso. Agora com a IA ainda está pior!
Aqui a nível pessoal já se trocou o x pelo Mastodon (masto.pt) e o reddit pelo lemmy (lemmy.pt).
Facebook e instagram à muito que deixou de servir os objetivos iniciais e já não interessa.
Se as “alternativas europeias” fosse visitar cidades europeias, eu nem pensava duas vezes. Visitar cidades europeias sem custos, eu trocava na boa.
Eu não trocaria. Até penso que nada irá bater o Facebook, o Instagram, o X(antigo Twitter), o tal de Tiktok. Não há hipótese.
Evito redes sociais (acho mesmo o whatsapp horrível a todos os níveis, a começar na privacidade!), mas sou a favor das boas alternativas europeias, são sempre bem-vindas, mas onde estão?
Não trocaria pelo simples motivo do porquê de eu utilizar twitter (nunca irei chamar de “X”).
Um exemplo: notícias relativamente a jogos ou futebol, são postadas primeiramente no twitter antes de lançarem os artigos completos precisamente porque colocam logo um post com uma frase e uma imagem. Para quem gosta de ver notícias rápidas e rapidamente, seguir as páginas certas e adicioná-las numa lista, (tendo essa lista como feed) é precisamente o que quero.
Uma alternativa europeia ao twitter só iria merecer a minha troca tendo as mesmas pessoas lá a colocar os mesmos posts ao mesmo tempo. Isso não irá acontecer porque a base de utilizadores de uma alternativa europeia ia ser muito inferior à base de utilizadores do twitter que é mundial, a não ser que houvesse um incentivo para as pessoas migrarem para lá ou para utilizarem a plataforma em paralelo.
censura na europa chegou o nível de países como a Rússia basta ver as televisões mentiras atras de mentiras para disfarçar o declínio da democracia que como todos os sistemas de governação acabou venha outra sistema de governacao democracia morreu
Que perspectiva tão engraçada. Que sistema, então sugere que tenhamos a seguir?
É muito bonito quando ninguém tem algo que necessite nas redes sociais, eu tenho contactos e outras coias que sigo nas redes sociais atuais.
Mudar não iria ajudar em nada.
O problema não está nelas propriamente dita e sim nas quem a usa.
Para ontem.
Redes sociais, telemóveis, sistemas operativos, browsers, IA…
A Europa tem de acordar.
Obrigar todos os europeus a trocar windows e mac por linux e apple por nokia. Quem desrespeitar expulsao da UE ou aplicar multas e taxas de impostos a triplicar. Quem não comprar carros europeus eletricos não pode circular
O maior problema é que não existe uma plataforma europeia sediada em um país onde existe verdadeira liberdade de expressão, e onde esteja realmente tudo concentrado na mesma plataforma que funcione de forma intuitiva e sem estar carregada de publicidade até dizer basta não aguento mais isto.
Actualmente na Europa o que existe parece ser tudo baseado em modelos descentralizados que são bons do ponto de vista teórico, mas que depois significa na prática, pelo menos na forma actual, uma confusão e com o reduzido número de pessoas por “instância” reduz-se a atractividade das pessoas em estar lá… o resultado é que as pessoas ditas “normais” não estão para ir para lá.
80% dependentes das redes sociais e ainda por cima crentes que uma “europa” resolve os “perigos”. Quando chegarem a SIU e as CBDC´s, atirem-se de cabeça e fazem sim um favor a todos os que não são dependentes das redes sociais.
Uma vez mais contra a corrente…:
-Não trocava.
Alguém que me explique:
Se eu não pago INTERNET, como é que tenho acesso à plataforma SAPO?
Uso apenas uma televisão BRAVIA da SONY, com um navegador.
É uma “GOOGLE TV”.
Será por causa do “WiFi”?
Há uns dias, a GOOGLE decidiu (sem me pedir autorização) fazer umas alterações.
O meu histórico sapista, eclipsou-se.
Para compensar (I THINK – Aqui vai um bocadinho na língua de quem manda naquilo.)
a perda de quase dois anos de histórico, resolveram oferecer-me trinta dias de “free INTERNET”.
A oferta durou três dias…. Que eu aproveitei ao máximo, claro. Devo é ter exagerado. Hummm…
Devem-me vinte sete dias! Oferecem, cumprem!
O FACEBOOK foi o primeiro a desaparecer. Tenho desde 2014, mas só usei duas ou três vezes.
Recebi umas mensagens do “Face” com os “motivos”. Very funny.
Parece que transgredi umas normas comportamentais dessa rede social.
Aceitei os pedidos de “amizade” de umas dezenas de mulheres bonitas, a maioria com pouca roupa
e em poses sugestivas, fiz comentários, coloquei uns “likes” e uns “emojis” e partilhei.
Parece que as partilhas foram consideradas “spam”.
Uma, duas, vá lá, três partilhas, estão dentro dos padrões comportamentais…
Por isso, já sabem… Nada de aceitarem pedidos de “amizade” de pessoas que poupam na roupa,
ou que preferem ser fotografadas ou fotografarem-se em roupa interior ou, mesmo, em “bikini”.
Aceitem só as solicitações de quem estiver com muita roupa.
Ah! E nada de pessoas em poses sugestivas.
E livrem-se de partilharem. Sejam egoístas. Tudo o que receberem, guardem para vocês.
Como é a única rede social que tenho (ou tinha), não sei se nas outras também é assim…
É?
Cumprimentos.
João Barros da Costa
Não sou contra, pois quanto mais oferta melhor, mas dispenso redes sociais!
O problema das redes sociais europeias era que não iria existir liberdade de expressão, vendo o que já se passa pelas tvs….
Atualmente não uso redes sociais, tirando o Reddit.
Em relação à questão em si, honestamente, é indiferente para a maioria das pessoas. Eu até posso ter preferência por redes sociais europeias, mas se a maior parte do core de utilizadores está nas redes americanas (e na chinesa, com o TikTok), de que me adianta a mim que seja europeia?
Para a maioria das pessoas, até podia ser de Marte. A malta vai sempre usar aquelas onde estiver a maioria das pessoas.
Porque acham que o WhatsApp, que toda a gente critica, continua ativo e de boa saúde? É óbvio que existem opções melhores, com mais segurança e todas essas coisas, mas se a malta não está lá, tenho que voltar forçosamente ao WhatsApp. É isso ou então não comunico com as pessoas.
Entendo a preocupação, mas é um tema extremamente complexo. Não é só chegar e dizer “vamos, daqui em diante, usar redes sociais europeias”.