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Proibição das redes sociais na Austrália: 4 em cada 5 menores continuam online

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Rui says:

    Mas as redes sociais já sabiam que isto iria falhar…eles querem que falhe, eles querem e preisam de utilizadores viciados, de preferência.

    Querem proibir o acesso a menores? Obriguem a fazer upload do cartão de cidadão. É menor de 18 anos? Obriguem a ter um adulto como “encarregado de educação”.

    • Danny says:

      Sabes que até aí dá para enganar, até te ensino as mil e uma formas de ter rede social sendo menor.

    • Zec says:

      Isso não serve de nada. Facilmente enganas o sistema.
      A solução correta é educar os pais! Deixar os políticos ou CEOs perversos a “tentar” “educar” os filhos dos outros já se viu centenas de vezes que não funciona.

    • Joao Ptt says:

      O upload do cartão de cidadão não serve de muito, apenas pedirem com alguma recorrência para se autenticar com o cartão de cidadão, e ter de corresponder à mesma pessoa é que pode parar a situação, mesmo autenticar uma só vez não é suficiente, tem de ser recorrente para impedir o “empréstimo” de uma identidade de outra pessoa, pode não impedir toda a gente mas dificulta se alguém só tiver acesso temporário e uma única vez a uma identidade “emprestada”.

      Outro problema específico da Austrália, EUA, UK é que não existe um “cartão de cidadão” nacional, logo eles são muito exigentes e tal, mas não têm como obrigar as empresas a utilizar determinada maneira fiável porque não existe, o próprio Estado não a criou. Em Portugal têm a chave móvel digital e o próprio cartão do cidadão, mas nesses países não existe equivalente.

    • mamba says:

      Sim, fornecer os meus dados a Empresas que são conhecidas por venderem dados pessoais.. tem tudo para correr bem.

  2. Nuno says:

    1 em cada 3 influencers Australianos têm menos de 16 e continuam a fazer publicações no YT e TikTok diariamente. Por isso não é muito difícil perceber que a medida tem funcionado às mil maravilhas.

  3. Max says:

    É o problema de chamarem crianças até aos 16 anos.
    Crianças é até aos 12-13 anos. Se o sistema é eficaz a travar o acesso das crianças, mesmo, já é bom.
    A partir dos 12-13 anos o pessoal sabe contornar os sistema, como seria de esperar.

    • Afonso Kekas says:

      Mesmo! Com 15 anos é tudo menos crianca, ja conduzem veiculos eletricos, ja tem sexo, ja bebem alcool, ja saem a noite, ja passam ferias sozinhos…a partir dos 14/15 anos só é crianca quem quer.

      • Gonçalo says:

        Se isso era tudo a gozar falhas te quase todas ahah

      • Max says:

        Em Portugal não existe uma definição legal de criança, ao contrário do Brasil em que vai até aos 12 anos (já não inclui os 13 anos).
        Mas, em Portugal, a documentação técnica dos ministérios da educação e da saúde considera criança até aos 12-13 anos (até à puberdade).
        Em Portugal é que como está no post: “Em fevereiro deste ano, a Assembleia da República aprovou uma proposta do PSD que restringe o acesso livre às redes sociais e outras plataformas a crianças até aos 16 anos.” E lá está, de facto,«Criança», qualquer pessoa com idade inferior a 16 anos.
        Não sabiam o que chamar, escreviam menor de 16 anos. Há uma certa infantilização. (Pior é o “Jovem”, para apoios públicos, que vai até aos 35 anos.)

    • Joao Ptt says:

      Do ponto de vista espiritual uma pessoa é considerada criança até que o espírito tome plena posse do corpo e passe a ser espiritualmente totalmente responsável pelos seus actos. As crianças também são responsáveis pelos seus actos, mas quando o espírito passa a dominar totalmente o corpo a responsabilidade é plena e o retorno das consequências total.
      Nos homens costuma ser por volta dos 15 anos, nas mulheres será mais cedo, talvez por volta dos 12 ou 13 anos.

      Jovem adulto também é um conceito aceitável, porque só torna maduro do ponto de vista espiritual lá por volta dos 30 anos no caso dos homens e por volta dos 27 anos no caso das mulheres… o que isto significa é que apesar de tornarem-se adultos por volta dos 12 a 15 anos, somente mais tarde já têm uma noção mais abrangente/ verdadeira/ informada do mundo e de como actuar no mesmo de forma mais responsável, é também por isso que as pessoas só deveriam juntar-se romanticamente (casar, do ponto de vista espiritual) depois dos 27 anos mulheres/ 30 anos homens, porque só por volta dessa idade é que estão plenamente capacitados do ponto de vista espiritual a formar uma família com elevada probabilidade de sucesso, assim levem o lado espiritual a sério, naturalmente, do contrário não fará grande diferença quando o façam.
      Com o acima não disse que não casam e não podem casar antes, e que não pode correr bem, apenas que do ponto de vista espiritual o recomendado é casar depois dos 27 (mulher) e 30 (homem), antes disso deveriam evitar qualquer tipo de romantismo ou actividades “românticas”… claro que quase ninguém vive desta forma, mas por algum motivo existe tanto relacionamento não satisfatório, mesmo que não se separem.

  4. Pedro says:

    Para soluções de m****, resultados de m****.
    De qualquer forma, a intenção nunca foi proteger as criancinhas.

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