Ex-funcionário da Meta acusado de descarregar 30 mil fotos privadas de utilizadores
Um antigo colaborador da gigante tecnológica Meta está a ser alvo de uma investigação criminal em Londres por suspeita de ter descarregado ilegalmente cerca de 30 mil imagens privadas de utilizadores do Facebook. Afinal, qual a eficácia dos controlos internos de privacidade de uma das maiores redes sociais do mundo?
Brecha de segurança na Meta
Durante o período em que exercia funções na empresa, o suspeito terá desenvolvido um programa específico para aceder aos ficheiros sem ativar os mecanismos de segurança automáticos da plataforma.
Esta alegada invasão de privacidade está agora sob o escrutínio de uma unidade especializada em cibercrime da Polícia Metropolitana de Londres. Segundo documentos judiciais, o indivíduo encontra-se atualmente em liberdade condicional, aguardando o desenrolar das investigações.
A Meta confirmou que detetou o acesso indevido há mais de um ano, tendo procedido de imediato ao despedimento do funcionário e à comunicação do incidente às autoridades do Reino Unido.
Em declarações oficiais, a tecnológica assegurou que os utilizadores afetados foram devidamente notificados e que os seus protocolos de segurança foram reforçados para evitar episódios semelhantes.
Este incidente ocorre num momento delicado para a empresa, que recentemente enfrentou processos judiciais noutras jurisdições, como em Los Angeles, onde foi responsabilizada pelo impacto negativo das suas plataformas na saúde dos utilizadores.
Quais as implicações legais?
Especialistas em proteção de dados referem que, perante a lei, existe uma distinção clara entre a falha da organização e a ação isolada de um funcionário que atue de má fé.
Se ficar provado que a Meta possuía medidas técnicas adequadas para detetar ou prevenir o acesso, a responsabilidade poderá recair exclusivamente sobre o indivíduo.
Contudo, se as autoridades ou os tribunais concluírem que os sistemas de proteção de dados eram insuficientes, a empresa poderá enfrentar multas severas ou processos de indemnização.
O gabinete do Comissário de Informação já manifestou estar a par do incidente, reforçando que a confiança dos utilizadores no tratamento responsável da sua informação pessoal é um pilar fundamental da economia digital.
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É sempre a somar.
Meta , podem apagar a minha conta !!! A todos informo que deixei de usar o facebook.
Não te esqueças de informar no facebook que deixaste de usar o facebook 😉
Não entro no facebook ! Ponto final. Mais alguma duvida “INTELIGENTE” ?
Mas se não encerraste a conta, os teus dados e informações continuam disponíveis “INTELIGENTE” !
Tadinho do “INTELIGENTE”, está preocupado … Eu não ! Eu estou-me borrifando !