PplWare Mobile

Estudo: Há crianças a partilhar imagens íntimas nas redes sociais


Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

Destaques PPLWARE

  1. Miguel says:

    A culpa é dos país, tão cedo e já possuem equipamentos, ainda por cima com camara.
    Hoje em dia nos balneários das crianças para fazer educação física, deve ser bonito deve…

    • Renato says:

      Não tem nada a ver.

      As crianças vêm o que os pais fazem e copiam.

    • Francisco Miguel Pacheco says:

      Concordo plenamente com o Sr Miguel.
      Os pais são culpados ao preocuparem-se na compra de aparelhos que nada têm haver com as idades das crianças.

    • Victor says:

      a culpa eh dos pais mimimi

      elas fazem porq qerem

    • Joao 2348 says:

      É fazer como nos EUA… onde as redes de telefones móveis não utilizam encriptação porque é proibido ouvir as conversas ahah não dá para acreditar mas é mesmo assim… a ignorância tem destas coisas.
      Aqui é fazer a mesma coisa: proibido partilhar fotos em que mostrem qualquer parte do corpo abaixo da cabeça para menores de 18 anos e com pena de prisão para quem capturar tais imagens e para quem tiver na sua pose. Simples. Está resolvido.

  2. Fernando Telmo Silva Santos says:

    Mais preocupante ainda é fazerem pedidos de amizade a adultos,resta saber se são as próprias ou se são páginas pirateadas no Facebook!

  3. TêGêBê says:

    E depois queixam-se das imagens serem utilizadas para fins nada apropriados.

    Enfim, onde esta sociedade já vai…

  4. elgooG says:

    Um conselho: querem que os seus filhos usem telemóvel? Não lhes ofereçam Androids, iOS nem Windows Phone… Ofereçam-lhes daqueles dispositivos que nem para ir à Internet servem (a título de exemplo, os Samsung E1200 chegam e sobram para estabelecer contacto com os pais tanto por SMS como por telefonemas, e isto a um preço simbólico de 20 euros, bloqueado às operadoras). Se a sociedade não evoluísse desde os anos 90/década de 2000, provavelmente toda a gente (ou a maior parte) das pessoas, jovens ou adultos, levariam um Nokia 3310 para todo o lado ou, quem sabe, um 3210, 3330, etc..

    • Ana Mendes says:

      Lamento mas não concordo. A internet é algo natural para esta geração digital. Invistam mas é na educação da sua utilização. Claro que não concordo em dar a uma criança de 7 anos um smartphone, mas com 13 anos já é natural.

      • Flávio Ferreira says:

        Olha o meu pai andava a pé de Penafiel para o porto apanhar plástico para ganhar dinheiro com 13 anos, plantava-se tudo na horta, o pessoal era todo amigo, ia-se roubar fruta e assim, acho que isso é que era saudável não os smartphones. Hoje em dia vais dar uma palmada num criança, aí Jesus olha que se lhe deres ele fica traumatizado, olha eu apanhei meus pais ainda mais e não estamos traumatizados muito menos somos como a juventude de hoje que trabalhar ta queto mas um smartphone já é bom

      • André says:

        É mais simples educá-los a não usarem os smartphones para outras utilizações, do que andar a pagar 70 euros por mês a uma operadora de cabo em troca do filho ter 2gb de net no telemóvel e poder usar as redes sociais para se divertir… Simplesmente a sociedade acha que não vale a pena e que o que interessa é o consumismo. E 70 euros por mês a uma operadora de cabo é mais barato do que pagar 50 cêntimos por um kg de Laranjas…

      • elgooG says:

        Ana, nesse caso o melhor é educá-los desde cedo quanto ao uso correto dos smartphones. 🙂 Infelizmente nem sempre isso acontece. Mesmo que uma fotografia ou qualquer registo com imagens for apenas para uma pessoa, a verdade é esta: sabe-se lá quem mais poderá aceder a ficheiros que, de alguma forma, gostaríamos de manter em privado. Eu pessoalmente não tenho filhos, mas estou atento à realidade da situação e ao impacto que gera nesta sociedade em que vivemos. Creio que deviam investir em mais ações de formação nas escolas para os “perigos online”, seja por parte da PSP/GNR, do Ministério da Educação, ou ainda da Internet Segura…

      • Sergio J says:

        Os miudos estão permanentemente conectados. Na escola estão no recreio. Em casa estão na mesma todos juntos, mesmo que virtualmente. Promover o não uso de telemovel é promover a exclusão. Porque eles até podem se dar maravilhosamente no recreio, mas essa é apenas uma parte.
        Conheço pais que diziam que eram absolutamente contra dar um smartphone táo cedo ou ter uma conta de facebook. Mas agora chegados ao 5º ano viram que não tinham outro remédio.

    • Victor says:

      sao as proprias “crianças” (pq na vdd devem ser entre 12-17 anos) q fazem isso e claramente n querem controlo dos pais. Acho q compartilham as imagens se quiserem afinal o corpo é d qem mesmo? D vcs eh q nao eh de certeza.

  5. Ana Mendes says:

    Miguel, não tem filhos concerteza. Permita-me esta assumpção. É uma questão de probabilidades e sorte, e de muito apoio. O seu filho pode não ter smartphone, mas outros que tenham podem divulgar fotos com ele e ele não controla o que pode ser publicado. Os balneários são um perigo, e por isso é melhor não serem utilizados pelos nossos filhos, nem que para isso se faça um requerimento à direção (que foi o que fiz). Quem tiver pais com alguma cultura digital consegue um apoio muito superior. O site internetsegura.pt é uma excelente ferramenta para qualquer pai, a ser explorada em conjunto com o educando.

    • MLopes says:

      @ana mendes desculpa mas não percebi o que querias dizer com “Os balneários são um perigo, e por isso é melhor não serem utilizados pelos nossos filhos (…)”. significa que as crianças não devem usar os balneários das escolas?

      • Ana Mendes says:

        Não. Significa que cada pai deve avaliar o risco e definir a sua estratégia. A minha análise é: os telefones têm câmara e fotografam ou registam vídeos. As crianças e jovens despem-se nos balneários. Mesmo nas escolas onde não é permitido, é relativamente simples levar um telefone até ao balneário. Se a criança for filmada ou fotografada sem autorização e divulgadas as imagens na www é crime. Os pais podem recorrer a todas as entidades e ter razão. A criança visada pode ter sido ressarcida se a justiça for feita. As imagens foram vistas e ponto final. Eu prefiro não arriscar que esta situação ocorra.

        • André says:

          Em teoria é assim… a maioria das raparigas e rapazes até gostam que os filme nesses locais. Só porque imaginam que meia dúzia de amigos vão ver aquilo e mais ninguém. Até que os videos chegam à internet… 99,994% dos vídeos partilhados são pelos próprios ou com a sua autorização. Não são vídeos obtidos por outras situações. Se tem medo é porque sabe que a sua criança não tem responsabilidade para saber aceitar ou não o que pensa e faz.
          (Estranhamente está a ir contra o que colocou noutro post onde afirma que uma “criança de 13 anos deve ter um smartphone”)

        • Flávio Ferreira says:

          Olha esta é boa, então espera aí, quando um filho tomar banho em casa e melhor isolar tudo com portas de chumbo não vá alguem fotografar. Por amor de deus isso é ridículo, isso é pensamento sem lógica alguma. Eles se fazem isso primeiro não tem país em casa, depois os pais não acompanham ou não conhecem a escola, depois só não evita quem não quer

        • MLopes says:

          não deixo de reparar na perversidade de uma situação destas. proíbe-se (impede-se, evita-se) que uma criança utilize um balneário pelo risco de algo acontecer, que não sabemos se vai acontecer, ao invés de se investir fortemente na implementação de regras e procedimentos que visem impedir que a situação sequer se coloque.
          as regras e a educação nas escolas devem ser um complemento das regras e educação implementadas pelos pais em casa e, em alguma medida, vice-versa. é obrigação dos pais, eventualmemte constituídos enquanto associação, trabalharem em conjunto com a escola no sentido de garantir que essa complementariedade acontece de facto. é através da educação, das regras e da fiscalização do seu cumprimento que se resolvem estas matérias, não através da proteção dos menores dos males do mundo como se numa redoma vivessem. atua-se em cima da raiz da doença em vez de se mitigarem os sintomas, atacando apenas os sintomas, e esperando que a doença passe.
          proteger uma criança de um balneário não impede que ela seja filmada num sleep-over em casa de um(a) amiguinho(a) e uma imensidão de outras situações onde tal acontece com a maior das facilidades. até no recreio da escola pode acontecer. podemos sempre pensar que ao proteger a criança de uma situação estamos a diminuir a probabilidade. estaremos de facto mas assim protegeríamos a criança de tudo. não iria à escola porque a maioria das doenças contagiosas que vai apanhar enauanto criança vão ser apanhadas na escola, não dormiria fora de casa nunca, nenhum amigo(a) dormiria lá em casa, não iria a uma festa de anos porque a casa terá concerteza casas de banho ou uma qualquer divisão onde a curiosidade natural pelo corpo poderia levar a que se filmassem mutuamente, nunca ninguém iria lá a casa porque não conseguimos ter 100% de controlo 100% do tempo sobre 100% das crianças e algo nos pode escapar, etc. pior, não andaria de carro já que de tudo o que a criança faz na sua nada a coloca mais em risco do que andar de carro, vejam-se as estatísticas.
          como disseste, são opções e cada um toma as suas e cabe a cada um “definir a sua estratégia”. fica apenas o meu ponto de vista.

          • Cristiano Alves says:

            Excelente comentário MLopes

            Proibir de tudo e mais alguma coisa faz com que o processo educativo e de aprendizagem não seja concluído com sucesso nestas gerações. Hoje em dia a excessiva proteção faz com que as crianças não tenham experiências sociais suficientes para mais tarde se saberem proteger de possíveis problemas.

            http://www.paisefilhos.pt/index.php/actualidade/noticias/5921-cyberbulling-excessiva-protecao-e-contraproducente

          • Ana Mendes says:

            Bem, isso é que é exagero. Há situações e situações. A avaliação deve ser feita pelos pais.

          • Anón says:

            Ideologicamente correto. Mas na prática não lhe resolve o problema de amanhã o/a seu filho/a ter de usar o balneário sabendo que existem uns colegas que não simpatiza com a sua criança e que ainda são muito novos para ter real noção das implicações que uma simples “brincadeira” pode causar.

            A sugestão da Ana Mendes tem o seu mérito na defesa da sua criança. A longo prazo concordo que legislação, regulamentação e fiscalização são fundamentais para esta situação.

        • Mark says:

          Tudo passa pela educação e dialogo com os filhos.
          O proibir não resolve nada, conheço um caso em que os pais não deixavam a filha sozinha, não podia ir sozinha para a escola (se um professor falta-se ia lá busca-la), não podia ir com os amigos para a praia, não podia sair com os amigos, não podia ir brincar para a casa dos amigos.
          Chegou ao fim e com 15 anos mesmo sem ter nunca ter saído sozinha de casa apareceu grávida em casa (que era o grande medo dos pais).

          • Flavio Ferreira says:

            Já vi uma rapariga que se ia matar por causa disso mesmo nem a praia com amigos e que até o pai desses amigos ia os pais deixavam, teve perto de meter termo a vida. Eu não sou a favor dos smartphones muito cedo, mas não digo retirar por completo pois jogar e assim e bom para eles até é um passatempo, agora pais que oferecem telemóveis caros só porque sim e porque o meu filho merece o melhor isso é um abuso

    • Joana says:

      – eu tenho 12 anos e ja tenhobum telemóvel eu cm 12 anos nnc mandeibuma msgm do meu body a ngm e chav cm 7 anos já andam a mostrar o seu corpo a homens q sabe se lá naum mostram qm dzm ser por isso , na nh opinião a culpa e dos pais sbm pq ?! – eu explico pq os pais dão iPhones smarts sansugs telemóveis de marca a filhos de 7 anos e se for preciso eles os próprios pais andam ali cm telemoveis de teclas , isso na um tem jeito nenhum eu cm 12 anos tenho o Alcatel one touch pop c7 e já é MT bom e cm 12 anos nnc mandei uma foto do meu body a ngm sbm pq ?! – pq tenho educação e nnc na nh vida mandaria uma foto do meu body a alguém nem a um amigo mt conhecido por exemplo de sala nnc pq acho q isso na um tem sentido nenhum mt menos pla net q de hoje em dia estes miúdos naum tem caráter nenhum .
      – e outra coisa eu ando na escola e qnd tenho física qnd vou entrar poh balneário somos obrigados a por os telemóveis numa caixinha por isso naum falem . 😉

      • APereira says:

        Confesso que não percebi absolutamente nada do que disseste…

      • maxim says:

        joana, achas correto teres um telemóvel e não saberes escrever? aposto que achas. mas seria melhor para toda a gente se soubesses, assim era mais fácil partilhares as tuas ideias.

      • Mark says:

        Está aí alguém que consiga traduzir isto?

        • KX says:

          Eu tenho 12 anos e já tenho um telemóvel,eu com 12 anos nunca mandei nenhuma mensagem do meu corpo a ninguém e chavalas (linguagem de bad girls e bad boys) com 7 anos já andam a mostrar o seu corpo a homens que sabe se lá não mostram quem dizem ser,por isso,na minha opinião a culpa é dos pais sabem porquê? Eu explico,porque os pais dão iPhones,smartphones,samsungs,telemoveis de marca a filhos de 7 anos e se for preciso eles próprios andam ali com telemóveis de teclas,isso não tem jeito nenhum,eu com 12 anos tenho o Alcatel One Touch Pop c7 e já é muito bom e com 12 anos nunca mandei uma foto do meu corpo a ninguém sabem porquê? porque tenho educação e nunca na minha vida mandaria uma foto do meu corpo a alguém nem a um amigo muito conhecido por exemplo de sala porque acho que isso não tem sentido nenhum muito menos pela net que de hoje em dia estes miúdos não tem carácter nenhum.
          e outra cois ando na escola e quando tenho fisica quando vou entrar para o balneário somos obrigados a por os telemóveis numa caixinha por isso não falem. 😉 (até a mim me deu prazer de ler isto assim :p)

      • MLopes says:

        em primeiro lugar quero dar os parabéns à @Joana. primeiro por acompanhar o pplware, em segundo por ter tido a coragem de escrever aqui sobre este tema e, por último, por ver as coisas da maneira como vê e por agir da forma como age.
        quanto à forma de escrever, não sejam assim…percebe-se muito bem o que a @joana escreveu. talvez o devesse ter escrito de outra forma uma vez que não está no chat com os amigos, mas acho muito mais importante o conteúdo do que a forma.

        • Há malta que gosta de se esquecer de como escrevia quando tinha esta idade… 🙂

          • José says:

            Escrevia assim? Está certo! Eu e os meus amigos, nunca tivemos qualquer necessidade disso. Portanto, jamais, associei preguiça à necessidade de escrever para ser compreendido e compreender, visto que, quem assim escreve tem dois trabalhos: Aprender a escrever correctamente e esquecer algo que, nunca existiu a não na cabeça que imaginou tal linguagem! Erros são uma consequência, estamos sempre sujeitos, disparates, evitam-se.

          • MLopes says:

            @josé que idade tens? provávelmente no teu tempo dos 12 anos, como no meu, nem chats havia. aliás no meu nem internet havia em portugal e por muitos anos (só apareceu por cá em 1992, penso). é óbvio que não escrevíamos assim. mas a menina tem 12 anos e está a escrever na net, e não uma carta ou um trabalho da escola. no meio de tanta coisa importante que ela disse e a forma madura como parece que estas coisas, vocês só conseguem ver a escrita “estenográfica”(?) tal como as críticas os elogios são para ser dados.

          • José says:

            @MLopes, para o meu comentário foi no sentido de colocar a situação à M.Inês Coelho. Portanto, nem referi a menina que, não estando a fazer trabalhos – agora é, moda associar ter cuidado na escrita, apenas nos trabalhos escolares – referia-me sim a facto de estar-se a usar essa linguagem sem regras e da qual mais de metade dos leitores não percebe patavina, sem necessidade absolutamente alguma! A única desculpa, plausível, é a preguiça, e falta de cuidado para com os outros! O “meu”, foi o tempo em que tudo isso apareceu, habituei-me desde sempre a lidar com tecnologias, por que por sinal sempre fui adepto e as adoptei desde logo! E, no entanto, sempre fiz questão de usar as palavras correctamente, sem as adulterar, para isso já bastam os erros! Aliás, a menina até usa expressões estrangeiras, como «body» para falar sobre o seu o corpo! Mais disparates! Comi disse algures, eduquei o meu filho a usar as mesmas tecnologias, obviamente usa-as naturalmente e desde muito novo. Mas, ele e os amigos não têm necessidade em escrever mal, nunca tiveram! Ao contrário, acho que o meu filho aos 12 anos, já escrevia melhor do que eu! É uma questão de educação. Não fiz juízos de valor sobre o que a menina escreveu, até porque tive que ler algumas “palavras” duas vezes para decifrar, mas sim, sobre a forma errada e má como escreveu, e temos que dizer isso sem complexos idiotas com que nos brincou o seu texto! Maturidade é, também, saber comunicar com os outros de forma a que nos entendam, é ter respeito pelos outros. A menina aos 12 anos, tem, deve ser obrigada a saber escrever de forma a que todos que a lêem a entendam. Tem que ter consciência que escreveu para a comunidade e não para as amiguinhas. Mais grave, deverá estar no 6 ou 7º ano, portanto essa desculpa do trabalho para escola é das mais esfarrapadas e aberrantes que alguma vez vi.

          • MLopes says:

            por mais que deteste a forma (e detesto), privilegio o conteúdo e, neste caso, também a coragem. sem dúvida alguma!
            opiniões…

  6. censo says:

    Os culpados são os do costume: os pais. Pais que ou não tem cultura e educação suficiente, pais que são info-excluídos, pais negligentes, etc etc. Nada faz mal com controlo e informação adequada.

    • Jorge says:

      +1, miudas que fazem isso por norma têm uma mãe..coiso..

      • MLopes says:

        não tens nada onde possas sustentar a tua afirmação para além do teu preconceito. garanto-te que estás completamente enganado (se “coiso” significa o que eu pensei). acontece com filhas e filhos de pessoas sérias, honestas e conservadoras até.

      • Mota says:

        Jorge, comentário triste não?

        Eu quero pensar que a solução passa por educar os filhos (ou não é essa a função dos pais?) acerca dos cuidados nas redes sociais.
        Igualmente penso que os professores de IT, têm um papel importante. É necessário tirar esta ideia de que sites como o “snapchat” apagam tudo, quando a realidade é que dificilmente se apaga o que quer que seja de um servidor.

        Acerca dos balneários, no meu tempo os telemoveis e carteiras eram guardados na bolsa de valores, bolsa essa que um docente guardava até à saída das crianças dos balnerários.
        Como se pode concluir, educar as crianças para estas temas é da responsabilidade de todos as que os rodeiam.

  7. David says:

    A culpa disto e sempre dos pais. Que antes das crianças tirarem as fraldas ou saberem ler já tem um tablet e um telemóvel ligados à net =)

  8. Ricardo Mendes says:

    Crianças chantageadas e ameaçadas e a resposta é “educação social”? E a punição para os crimes?

    • Marisa Pinto says:

      Punir de nada resolve sem haver primeiro uma consciencialização de que é errado. Para ti é crime, para elas pode não ser porque nâo têm essa consciência.

      • Ricardo Mendes says:

        Adolescentes que chantageiam crianças tem consciência. O Reino Unido inclusive, e acertadamente, tem penas severas para menores de idade que cometem crimes

        • Marisa Pinto says:

          Não podes afirmar isso… Podem não ter concsiência e acredito que não tenham. Sabem que é uma coisa má, isso podem saber, mas não têm noção do impacto que isso tem, das consequências e perigos que isso traz.

          • MLopes says:

            sim, sabem perfeitamente que o que estão a fazer é mau. fazem-no precisamente porque é mau mas têm apenas uma ideia das repercussões imediatas e isso é o que lhes interessa, é por isso que o fazem. fazem-no para se sentirem superiores, melhores, para darem nas vistas, porque são perversos, mauzinhos, etc mas buscam o imediatismo, o que acontece ao outro enquanto o fazem.
            não têm a mínima ideia das repercussões futuras do que fazem. muitas vezes em adultos, fruto da [falta de] educação que tiveram, continuam sem ter essa noção.

          • Marisa Pinto says:

            Ok mas se te recordares da tua infância, também decerto encontras comportamentos que tiveste que ‘pisaram o risco’ e na altura era grave e agora ris deles. O importante é que se aprenda como fazer e as consequências. Mas não podemos dizer que por terem o comportameno A B ou C se vão tornar em A, B ou C. Depende de muita coisa que não temos informação

          • Ricardo Mendes says:

            Leis são feitas baseadas em estudos. E são aplicadas com a educação, que obviamente deve ser aprimorada sempre

          • Marisa Pinto says:

            Isso é sobretudo na teoria, na prática ainda temos um longo caminho a percorrer :/

          • MLopes says:

            exato @marisa pinto, estamos de acordo. o que eu disse visava apenas acrescentar ao que disseste, não contradizê-lo.
            claro que não podemos fazer futurologia mas também não foi isso que eu fiz nem quero fazer. apenas queria enfatizar que a noção dos danos apenas ocorre pela educação e que sem ela (ou por causa dela errada) mesmo em adultos algumas pessoas também não têm essa noção.

          • Marisa Pinto says:

            Sim sim 😀 Ah pois não… basta ver quem só agora tem acesso a um PC e cria uma conta no Facebook… não há filtro sobre o que publicam… metem tudo pois não têm noção do que é a Internet.

          • MLopes says:

            agoara juntamos estes dados: 51% da população portuguesa não acede à internet. este dado é independente de ter acesso ou não. significa que, tendo ou não acesso, 51% dos portugueses não acede. agora juntamos ainda o facto de portugal ser um dos países da ocde (o antepenúltimo ou assim) em cultura médica. a generalidade da população portuguesa não percebe os seus problemas de sua saúde e/ou não entende o que os médicos lhe explicam. mesmo não entendendo a vastíssima maioria não pergunta.
            (sim há estudos de publicados em 2014, penso eu, que revelam tudo o que eu disse até agora)
            agora pegamos nesses dados e tentamos imaginar o que entenderá a generalidade das pessoas sobre uma área muito específica da saúde humana como são as perturbações mentais (sim a depressão p.e. é uma doença mental), suas origens e consequências, tanto familiares como sociais. juntamos-lhe o primeiro dado que relatei e começamos já a ter uma noção de como a generalidade da população poderá ver o ciberbullying e afins.
            ao contrário do que gostamos de pensar, portugal é ainda um país com muito pouca cultura e muito conservador onde o bullying à séria ainda é visto como uma forma de as crianças se fazerem “homens” e “mulheres” e que se não gostam do que lhes fazem dêem uma tareia em quem lho faz.

        • José says:

          Nem mais! Aliás é quase sempre no Reino Unido ou nis EUA, que aparecem estas “modas”! Em tempos era crucificar gatos e outros animais, agredir colegas para roubar dinheiro! Hoje, chantagens sobre tudo o que agrida a personalidade do outro e as cópias (que ainda não chegaram cá massivamente), por smartwatch! O meu filho, sempre teve acesso a tudo, tem hoje 16 anos e, tem um grupo de amigos do mais normal possível, são bons alunos divertem-se e foram educados a respeitar! Não são ss tecnologias que fazem os jovens assim, é a educação! Pois em tempos sem tecnologia, portátil ou nenhuma os abusos sempre existiram! Hoje, temos sim mais consciência deles! Essa é a novidade.

    • MLopes says:

      a resposta não é educação social. a resposta é também, e sem dúvida alguma, educação social, o que é muito diferente.

      • José says:

        Nem mais! Numa sociedade com maior interactividade a educação deve ser a prioridade! Por que abusadores e anormais, existirão sempre! É de gente dessa, que a sociedade tem que se proteger!

  9. Marcelo says:

    Educação sem flexibilidade nunca beneficiará o desenvolvimento de uma criança. Reforçando o comentário de Mlopes, as crianças nunca estarão completamente “seguras” e como tal há que instruí-los de forma a que se possam proteger de eventuais situações menos agradaveis e constrangedoras.

    • Zé Montanelas says:

      Até que enfim alguém diz algo de razoável sem ser estupidamente impulsivo e julgamental

    • José says:

      Antes devemos ter em atenção à personalidade de cada uma! Não há duas iguais! Eu falei sobre pedofilia ao meu filho, ao 5 anos! Para alguns terá sido cedo demais, no entanto, entendi e hoje acho que fiz muito bem dizer-lhe os perigos que as criança correm com certas atitudes de adultos abusadores e expliquei, de forma adequada ao seu desenvolvimento, psicológico e intelectual, como esses abusos podiam ocorrer! Tornou-se um jovem muito seguro de si. Se fosse uma criança com outra personalidade teria tido outra abordagem por que, nem todos compreendem os riscos se é que desconfiam que estes existam! A flexibilidade, deve ser atendendo à carácter de cada um. Julgar, também pode ser educar, não confundam isso com sancionar ou castigar. Temos que ter a coragem em dizer às crianças o que fazem mal ou bem, isso é dar-lhes valores. Há crianças que não são propriamente anjinhos, basta ver o mal que alguns são capazes de fazer aos outros da mesma idade. Não devemos evitar mostrar que até esse momento somos nós quem sabe o que é melhor para eles, para isso devemos dar o exemplo e, mostrar que estamos mesmo interessados no seu bem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.