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Deveriam as redes sociais moderar ainda mais os comentários dos utilizadores?

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Filipe says:

    Dá para ver por esta sondagem que afinal a lavagem cerebral foi bem feita. Todos querem o fim da liberdade de expressão porque não conseguem conviver com uma frase ou palavra que acham, e são os únicos a achar, que é ofensiva.

    • Nuno Teixeira says:

      Uma coisa é liberdade de expressão outra é ofender as pessoas ou incentivo à violência física ou verbal.

      Liberdade de expressão continua a haver. Basta ver a quantidade de desinformação e teorias de conspiração que pululam sobretudo pelos posts sobre as vacinas e assuntos relacionados.

      • Zé Fonseca A. says:

        Incitação à violência é crime e isso não devia ser permitido.
        Já o insulto desde que não seja uma agressão verbal não vejo o porquê de não ser permitido ? Também não o podes impedir se for na feito cara a cara, faz parte da liberdade de expressão, eu posso insultar quem eu quero onde quero desde que isso não constitua uma agressão verbal. Tipicamente sou bem mais insultuoso cara a cara, na internet nem sequer ligo a afrontas ou ideias de gente mal informada.

      • jorgeg says:

        “ofender as pessoas” ofender quem? os doidos varridos do 50 genders?! os frutas da esquerda?!

    • fsd says:

      Repara como o resultado desta sondagem ainda não saiu e já estás a tirar conclusões sobre o que “todos” querem.

    • fsd says:

      Oops. Não tinha reparado no botão dos resultados… Point is, sem alguma moderação, como é que vais impedir que “mob justice” aconteça

    • Perfect_Paradox says:

      O objectivo da liberdade de expressão não é postar comentários e teorias da conspiração como se fossem acéfalos embriagados 24 horas sobre 24 horas.

    • Samuel MG says:

      A tua liberdade começa onde a minha acaba!! Insultar é ter falta de senso comum e ser se mal educado x(

      • Zé Fonseca A. says:

        E porque toda a gente tem de ser bem educada ou ter bom senso?
        Eu muitas vezes sinto-me insultado com a estupidez humana, se ficasse calado só faria de mim um rato.

        • Jorge Carvalho says:

          Porque a isso se chama sociedade, não queres vais viver para um local ermo.
          Aí podes fazer e ser como quiseres.

          Abc

          • Zé Fonseca A. says:

            Viver em sociedade não é viver numa utopia. Olha à tua volta e vê a sociedade em que vives e diz-me se é como referes, nem no Canadá que é o sítio mais cordial onde já estive, a vossa visão de sociedade é utópica.

  2. danny says:

    O problema das redes sociais é que não há ninguém a moderar. Nos “antigos” fóruns havia e continua a haver sempre moderadores, super moderadores e admins, tudo a controlar os flamers ou haters. Assim poderíamos ter conversas boas e aprender. Estas redes não existe ninguem para isso e claro, como qualquer um usa um telemóvel, acham que podem dizer o que lhes dá na cabeça. Queria era ver se diriam isso pessoalmente…

    • Zé Fonseca A. says:

      Esses fóruns também faziam com que mods e admins com posições contratarias ou facilmente ofendidos simplesmente apagassem posts e banissem utilizadores .

      • lopes says:

        Sim é verdade, mas também, mais no intuito de manter a discussão saudável, pois muitos users em foruns, faziam exatamente o que já se está aqui a falar, começar fugir ao tema e as coisas rapidamente descambavam. Isso chamava-se manter a casa em ordem.

        Ainda frequento alguns dos poucos foruns que ainda funcionam hoje em dia, e continua a passar-se o mesmo e esses user são banidos sem possibilidade de voltar.

      • danny says:

        Poderia acontecer, mas se seguirem regras, nao acontece. Se um mod ou admin se sentiu ofendido, ofende todos os outros. Dai banir é a melhor solução pois há pessoal que simplesmente ADORA deitar gasolina na fogueira. É que nem avisando se aprendem…
        Mas como as redes sociais precisam de utilizadores para vender a sua publicidade, fecham os olhos….

  3. Marco Duarte says:

    Aqui o grande problema é nao se puder expressar se sobre nada. Só podemos falar o que as “massas” querem , o Covid veio mostrar o que de pior existe nas pessoas, onde os vacinados desejam a morte a quem nao se vacinou, mas por mim isto tem um nome, chama se ditadura , ja que o Facebook aceita uma pessoa dizer ” deviam de morrer a outra pessoa ” mas se responderes “és burro com esse pensamento” ficas 30 dias de castigo e o pior é quando a dita terceira idade/reformada vem desejar a morte aos mais novos. ( Apenas a minha opinião) e a CMTV/TVI24 e Sic noticias é o pior jornalismo que se faz por esse mundo fora mas lá esta a Sic noticias convém ser pelo Governo já que o Diretor de informação é nada mais nada menos que o Irmao do Primeiro ministro, para finalizar nao sou negacionista pois acredito no Virus mas não no circo montado, e nao sou anti vacinas pois tenho elas TODAS em dia apenas nao quero e tenho esse direito de NÃO tomar agora, mas as pessoas perceberem isso acham que são mais que os outros por terem um certificado pra irem papar ao fim de semana no Restaurante ,e o que levaram a vacina tem que voltar pra escola para voltar aprender certas palavras pois facultativo nao é sinonimo de obrigatório pois ninguém chega a uma loja e diz “isto é tudo gratis”

  4. NEL Ferreira says:

    a pergunta do NÃO não deveria conter a seguinte frase (sem esperar consequências) a interne-te tem de ser livre, já me insultaram muitas vezes por discordarem de mim mas eu ignoro algumas dessas pessoas que insultam vão se moderando, o problema é outro é politico e quem não gosta não adere ás redes sociais, as redes sociais não passa de uma extensão das pessoas de qualquer maneira a censura é a pior das soluções.

  5. lopes says:

    É verdade as redes sociais tem de moderar as coisas , pois temos direito à liberdade de expressão, mas uma coisa é uma pessoa expressar-se civilizadamente outra é ir para os conflitos e estar a destabilizar só porque sim, basicamente é isto na atualidade quando surge assuntos sensíveis, o pessoal atrás do teclado são todos os maiores da sua rua, faz e acontece, e é a vergonha que se vê. Queria velos era cara a cara ao vivo e a cores se fariam o mesmo que fazem no mundo virtual.

    Já perdi a conta de n temáticas em que os comentários começaram sem problemas nenhuns e em menos de nada aparecem uns quantos incendiários a dar cabo das coisas e quando se vai por isso, já não se está a discutir o assunto inicial, mas numa verdadeira batalha campal de insultos.

  6. Redin says:

    A única forma de ser possível uma moderação é criar modelos de comportamento social que se equiparem a comportamentos sociais reais. Num grupo de pessoas reais em acontecimentos reais não vejo coragem suficiente para que alguém inflame com a liberdade de violência verbal, pois a a sua exposição assim não o permite.
    A impunidade da exposição nas redes sociais são a prova de que o modelo atual não tem respondido.
    O efeito dissuasor de uma presença social online tem de ser comparada a um modelo de presença física.
    Tantos crânios a desenvolver Inteligência Artificial e não se consegue colocar um modelo baseado ao serviço?
    Talvez porque nunca funcionou, mas continua-se a ditar os Algoritmos como o Santo Gral da programação.

  7. traumatologiaeortopedia.com.br says:

    Qual o limite entre liberdade e censura? Quem está querendo limitar a liberdade é pq o outro está com a opinião contrária a dele. Ou seja, depende de onde vc está. Na Venezuela tem gente que aprova o regime, em Cuba, no Sudão, na China… Nesses países vc chama a moderação de censura, não é engraçado. Agora querem criar isso num país dito “livre” com qual justificativa?

  8. Joaquim Sobreiro says:

    Gostaria de colaborar no inquérito, mas não com estas duas possibilidades de escolha. Comentário insultuoso não é compatível com informação.
    Dizer o que se quer tem sempre consequências.

  9. Lopes says:

    C: As pessoas são livres de se expressarem nas redes sociais e devem ser responsabilizadas por isso, retirando-se daí as respectivas consequências.

  10. Sebastião says:

    Sondagem enviesada. As resposta “não” implica não existir consequências para tudo o que se escreve e mais um par de botas. Legalmente haverá sempre consequências caso alguém se sinta ofendido ou lesado e faça a respectiva queixa. Agora o que não admito é a existência de censores ou pré censores que ao sabor da sua sensibilidade ou opinião, censure a seu bel prazer tudo aquilo com que não concorde ou não queira ler. Não à censura! Censura nunca mais!

  11. Sardinha Enlatada says:

    Para mim e simples, ha todo o tipo de comentarios, cabe a cada um de nos dar a importancia aos mesmos. Se alguem comeca a gritar e ofender, apenas ignoramos ou alimentamos a discussao. Porque se quizerem comecar a moderar comentarios entao os proprios moderadores podem incorrer em moderacao injusta.

  12. Marco Duarte says:

    O meu Comentário está difícil de ser aceite , penso que nao ofenda ninguém lol

  13. Vasco says:

    A questão prende-se com a educação, ou falta dela. Normalmente é recebida no berço, em contexto familiar, tal como outros princípios, como a modéstia, algum decoro, vergonha, etc. Se a pessoa não possui esses princípios de raíz, ou se não os desenvolveu ao longo da vida, é natural que publicamente seja agressiva na forma como se dirige aos outros e que ache normal adjectivar com os mais variados epítetos as pessoas com as quais não concorda. Para mim, deveriam ser excluídos todos os comentários em que fossem utilizados epítetos como parvos, idiota, estúpido e daí para cima, uma vez que demonstram claramente as insuficiências cognitivas, educacionais e sociais de quem a eles recorre. Já o debate de opiniões e ideias tem necessariamente de aceitar todos os confrontos feitos usando termos civilizados. Normalmente a adjectivação do adversário em nada contribui para um debate de ideias e deve ser à partida proibido. Literalmente: quem quer ser mal educado e bruto para os outros deve ser ostracizado. A moderação é portante importantíssima para sancionar os prevaricadores.

    • Zé Fonseca A. says:

      Esse comentário só revela que não sabes nada sobre o ser humano, a educação ou base de educação só é válida até que um indivíduo consiga pensar por si mesmo e decidir se é mais importante os valores que lhe foram passados ou reagir de uma determinada maneira.
      A educação nada influência um indivíduo adulto e com inteligência para pensar por si, senão teria ido seminarista e acreditaria em Deus e ficaria calado quando ouço ideias contrárias… seca de vida…

      • Vasco says:

        Caro José Fonseca sei o suficiente sobre o ser humano para saber que a educação e o respeito pelos outros é, por assim dizer, a framework das relações humanas, independentemente do nível social e do nível académico das pessoas, e que se elas estiverem embuidas dos princípios da boa educação e do civismo, manifestam-nos em todas as esferas da sua vida privada e social. Ora, isso não tem nada que ver com o facto de pensarem pela sua própria cabeça, e de poderem ter as opiniões mais díspares sobre qualquer tema ou assunto, por mais trivial que seja. As ideias combatem-se com outras ideias, a uns argumentos opõem-se outros argumentos, e não existe necessidade nenhuma, nem constitui um atributo de razão, ofendermos ou adjectivarmos os nossos adversários. Também sei que nem todas as pessoas são iguais, e portanto umas reagem com mais veemência aos opositores e outras mantém mais facilmente a calma. Para.mim a educação e o pensar por mim próprio são coisas que não se confundem pois uma não exclui a outra. Será possível discutir uma ideia, resolver um problema criando sinergias entre os participantes se entrarmos no mundo das críticas pessoais? Isso não gera logo uma má vontade, um mau ambiente, que nada trás de esclarecedor, para além de evidenciar soberba e a mania de que se sabe tudo perante o interlocutor? Eu penso assim: podemos e devemos sem medo expressar todas as nossas ideias contrárias, mas o ponto essencial é que devemos manter o nível, a educação, e nunca descer ao ponto do ataque pessoal.

        • Zé Fonseca A. says:

          Isso só diz de ti que defender determinas ideias ou ideais não é suficientemente forte para ti para renegares à tua “educação”, se toda a gente fosse assim não existiam manifs nem pessoas a serem presas por defender os interesses de outros. Isso seria melhor? pois..

    • Oiiiii says:

      Por exemplo, se me virar para alguém do norte e lhes chamar filho da … provavelmente chamam-me o mesmo e depois vamos beber uma mini, já chamar filho da… a alguém mais do sul parece logo um insulto que até dava julgamento em tribunal
      Posto isto pergunto-te, o que é a educação ou a falta dela???

      • Vasco says:

        Depende dos contextos, mas a educação em meu entender tem muito a ver com o não querermos impor as nossas opiniões aos outros, e de tratarmos os outros com respeito e sem insultos. A educação tem fundamentalmente que ver com uma postura de humildade interior que não se confunda com a subserviência, claro. No fundo é admitirmos que em qualquer situação somos mais ignorantes do que sábios e procedermos em conformidade com isso nas atitudes para com os outros, e sobretudo nunca entrarmos nas críticas pessoais para não magoar os outros.

        • oiiiii says:

          Então mais vale é apagarem todas as redes sociais, hoje em dia não se pode dizer nada sem aparecer 3 ou 4 virgens ofendidas logo a dizer que o que disse é ofensivo, mesmo que seja em piadas internas com o teu circulo de amigo

    • Depp says:

      Oh… Já cá faltava a conversa da educação no berço… Bla bla bla
      .. Whiskas Saketas..

      Conversa da treta.

  14. Sardinha Enlatada says:

    Num debate de ideias e normal que salte a tampa a algumas pessoas, o politicamente correcto e uma me*da mas sim se pudermos evitar confrontos desnecessarios “a minha e maior” e preferivel. A verdade e que somos umas pessoas conflituosas, por isso qualquer coisinha vira logo polemica. Mas a verdade das coisas esta la atraves de varios pontos de vista. O problema e outro nao ver o mesmo ponto de vista, depois claro e a luta de galos que se ve.

    • Vasco says:

      Mas não podemos, ou não devemos entrar no ataque pessoal só por termos ideias completamente diferentes. Se entrarmos nesse campo estaremos a condenar uma discussão que poderia ser útil e esclarecedora a um mero combate de egos, e a uma forma de obter apenas uma vitória temporária, sem sequer termos a certeza absoluta de ter a razão do nosso lado. Convém evitar as lutas de galos…

      • Zé Fonseca A. says:

        Isso é muito bonito, é como aqueles que concordam em discordar, só uma ideia pode ser a certa, é tudo uma questão de inteligencia e perspectiva, muitos simplesmente não conseguem atingir.

      • Depp says:

        Bonito texto..
        Agora isso na realidade não passam de balelas.
        Atrás de um ecrã somos todos heróis e maus.

        Hoje estou numa de desconversar… Amanhã se calhar apetece-me falar a sério…

        No final do dia, a pergunta é:
        Qual o impacto desta conversa da treta na minha vida real?
        Zero…

        Portanto… Não quero saber, e como estou numa de ser do contra.. Olha..
        Nao te armes em filósofo que isso que escrevres soa a nada.

  15. Sapo says:

    As opções foram muito mau feitas.
    ” Não. As pessoas são livres de dizerem o que querem nas redes sociais, sem esperar consequências.”

    Deveria ter sido
    Não. As pessoas são livres de dizerem o que querem nas redes sociais, mas tendo a consciência de que pode haver consequências .

  16. Elektro says:

    Vou participar nesta discussão só com um “olá”
    – Olá a todos 🙂

    • Sardinha Enlatada says:

      Eu acho que depende muito da nossa personalidade tambem, se queremos alimentar discussoes ridiculas ou ficar por ali e deixar que o outro tenha razao, apesar de nao ser assim tao linear, ha sempre respeito nos comentarios, mas claro esta tambem pode acontecer quando alguem trata mal o outro, e normal que responda com a mesma moeda. O karma e tramado, entao as pessoas nao se ponham a jeito para isso lol

  17. C.V. says:

    Há uma grande confusão no objectivo da pergunta. Estão a misturar duas situações completamente distintas.
    Uma coisa é moderar comentários que utilizam linguagem nitidamente ofensiva. Outra coisa é censurar comentários cuja opinião é contrária ao artigo exposto.
    A forma como a pergunta está feita é disso um exemplo ao não fazer essa distinção.
    Porque é que o meu comentário há-de ser censurado se não ofendi ninguém e apenas mostrei uma opinião contrária?
    Isso não é moderação é censura, é manipulação e uma tentativa encapotada de limitar a liberdade de expressão.

  18. Miguel says:

    Assunto complicado, pois o que é ou não permitido depende muito do especro politico de onde vem.

    No caso da extrema esquerda e ainda mais se for transexual até se pode chamar “porcos” a pessoas famosas sem nenhuma consequência ou censura.

  19. oiiiii says:

    Para os que ficam ofendidos rapidamente nas redes sociais, deixo aquilo um link que contem o formulário a preencher e entregar.
    https://protouro.wordpress.com/2019/07/10/o-helder-milheiro-estamos-borrados-de-medo/

  20. Ferreira says:

    A dita censura que tanto se fala é apenas para calar a direita nada mais

  21. Joaquim Sobreiro says:

    Da minha experiência, a censura não tem ideologia. É uma arma que os prepotentes utilizam. Já fui censurado por me catalogarem tanto de esquerda como de direita.

  22. Leandro says:

    Eu acho que hoje em dia é muito mimimi, sempre existiram insultos de forma presencial e agora tem virtual, o ser humano pra viver em sociedade tem que saber conviver com todo tipo de pessoa, do mais educado ao mais ogro.
    Ah, ouviu algo muito grave? Chama a polícia, entra com processo na justiça, mas barrar qualquer tipo de comentário ao meu ver é sim um tipo de censura.
    Outra coisa, pessoas racistas, preconceituosas, xenofóbicas estão em todo canto, não é impedindo eles de comentar que vai acabar com essas desgraças no mundo e sim apenas mascarar. Um dos motivos do mundo aceitar cada vez menos esses tipos de pessoas é justamente a visibilidade que a internet dá, caso contrário continuaríamos com o discurso de que “não existe racismo”, ou “não existe violência contra a mulher”, etc.

  23. João says:

    Parecem aqueles miúdos que não se podia por nada do lado deles da carteira de escola. Até desenhavam fronteiras a lápis.

  24. AlexX says:

    Querem acabar com as ervas daninhas depois de andarem a semeá-las e ainda as regarem? Andaram desatentos ou não perceberam que a sociedade e as redes sociais em concreto, foram arquitectadas para ser assim? O objetivo sempre foi criar divisão entre as pessoas. Isso teve início muito antes da era Internet, com maus exemplos vindos de várias frentes, filmes, jornais e revistas, jogos de consola e essa maravilha que foi a caixa mágica com as suas novelas, séries, noticiários e programas que se emanassem odores seriam piores que esterco destilado. Com a Internet vieram o IRC e as salas fight room no MSN, Yahoo e afins onde valia tudo e por vezes à vista com webcam. Com as redes sociais foi apenas dar seguimento ao que já havia sido construído para a geração anterior. Agora temos uma geração em que se não metade, perto disso, são filhos de pais divorciados e cresceram assistindo a violência física ou psicológica quer no seio familiar, quer nos mais avançados jogos, novelas e séries. Que esperar daqueles que não tiveram encarregados de educação que os avisassem do que estava acontecendo? Enquanto forem vândalos apenas por trás dum ecrã e teclado nem está mal de todo, pior é levarem esse vandalismo para a rua em grupos à procura de vítimas. Assim que acho que é um pouco tarde para apertar com a moderação. Alguns criadores de conteúdo já moderam tanto que nem permitem qualquer crítica ou divergência de opinião mesmo que feita com civismo, apenas os “muito bem”, “que lindo” ou “tão giro” por onde depois distribuem corações nos comentários. Ninguém tem que ficar calado ou oferecer a outra face pós receber um comentário insultuoso mas há muitas formas de responder sem baixar ao mesmo nível do agente provocador que saiu aos seus ou nem teve pais. As palavras podem dar apenas umas chicotadas sem necessidade de matar ou levar à depressão algum mimimi tatuado de ódios e preconceitos, já basta a frustração e desequilíbrio emocional em que vivem. É deixá-los desabafar e revelar o que são.
    Enquadrado com estes ódios e bullying na Internet recomendo um curto discurso atribuído a Paul Harvey “If I were the devil”. Data supostamente de 1965 e só confirma que isto não é de agora e teve início há muito.

    • AlexX says:

      Eu votaria:
      Não. As pessoas são livres de dizerem o que querem nas redes sociais.

      Consequências podem haver. Quer karmicas, judiciais ou alguma resposta que o agente provocador prefira não ter lido.

  25. Sardinha Enlatada says:

    Ha sempre alguem que nao ira saber comportar-se de forma digna. Para esses que ultrapassam o limite do razoavel, a unica coisa a fazer e ignorar,, raramente ando pelos sites do facebook e afins mas nao vejo assim tanto nos comentarios, gente a tratar mal alguem ou a chamar nomes de forma gratuita, maioria das pessoas (mesmo com a sua opiniao) transmite o que pensa com civismo e boa educacao, e claro que discordias ira haver sempre. Vejam o exemplo do palacio de Sao bentoi, ninguem se entende naquela casa, quanto mais nos Portugueses. Esse tipo de controle nos comentarios e mais para abafar algumas opinioes inciomodas. Ainda bem que existe essa possibilidade, porque vamos aprendendo mais aqui nos comentarios do que propriamente nas televisoes, que passam a vida a transmitir mentiras. Por vezes ha alguem que passa informacao classificada sem se aperceber lol.

  26. Depp says:

    Falta aí a opção:
    Não porque já não adianta.
    A sociedade está já num nível de Estupidificação tão elevado que não há moderadores que valham a pena.

  27. Relevante says:

    O problema é quem julga o que é insulto e o que é verdade, aqui no Brasil, um dos poderes está usando esta prerrogativa para calar grupos conservadores e/ou de direita, com o argumento de que são ofensivos/fake news quando se tratam na maioria dos casos de questionamentos e críticas.
    Este meu comentário, por exemplo, seria sumariamente excluído e talvez eu fosse preso ou processado por “atos anti-democráticos contra as instituições públicas”

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