Por que motivo Amesterdão proibiu publicidade a produtos de carne no espaço público?
Primeiro, Amesterdão não proibiu a publicidade a carne "porque os muçulmanos ficam ofendidos". Depois, a decisão da capital europeia não inclui apenas hambúrgueres, mas também carros a gasolina e companhias aéreas.
Desde 1 de maio, outdoors, paragens de autocarro e estações de metro da capital dos Países Baixos deixaram de exibir anúncios a hambúrgueres, voos ou carros a gasolina.
A medida pioneira está a dividir opiniões, e chegou ao debate político português pela porta da desinformação.
Uma decisão inédita
A câmara municipal de Amesterdão aprovou, em janeiro de 2026, com 27 votos a favor e 17 contra, aquela que é considerada a decisão mais arrojada de uma capital mundial em matéria de publicidade e clima: a proibição total de anúncios públicos a carne e a produtos de combustíveis fósseis.
Impulsionada pelo Partido pelos Animais e pelo GroenLinks (Esquerda Verde), a medida entrou em vigor no início deste mês e abrange os seguintes espaços:
- 1350 painéis em paragens de autocarro;
- 225 ecrãs nas estações de metro;
- 470 outdoors nos passeios da cidade.
- Onde antes surgiam anúncios a hambúrgueres, SUV, voos low-cost e cruzeiros, aparecem agora cartazes do Rijksmuseum e concertos de piano.
A lógica por detrás da decisão parte de uma tensão que o psicólogo comportamental Reint Jan Renes, investigador de sustentabilidade urbana, descreve com clareza, segundo citado pela DW:
Temos esta cidade antiga muito, muito bonita, e tens mesmo de olhar para além de todos aqueles cartazes que tentam vender-te alguma coisa.

Os anúncios de produtos de carne, como os hambúrgueres, desapareceram das ruas de Amesterdão. Fonte: BBC
Para os políticos que aprovaram a medida, a incoerência é ainda mais profunda, tendo Anneke Veenhoff, do partido GroenLinks, questionado: "Se queres liderar nas políticas climáticas e alugares as tuas paredes exatamente ao oposto, o que estás a fazer?"
Os objetivos do município são, por isso, a neutralidade carbónica até 2050 e a redução para metade do consumo de carne no mesmo período.
O manual do tabaco aplicado ao clima
Amesterdão não partiu do zero nem inventou a roda. A apenas 18 km de distância, Haarlem foi, em 2022, a primeira cidade do mundo a anunciar uma proibição alargada de publicidade a carne em espaços públicos, que entrou em vigor em 2024.
Depois, Utrecht, Haia e Nijmegen seguiram-se com medidas semelhantes, e França tornou-se o primeiro país a aprovar legislação nacional que proíbe publicidade a produtos de energia fóssil.
Entretanto, Estocolmo seguirá o exemplo de Amesterdão ainda este verão, e mais de 50 cidades em todo o mundo, de Sydney a Florença, passando por Edimburgo e Sheffield, já têm ou estão a avançar para proibições semelhantes.
O paralelismo com o tabaco é deliberado e sustentado por dados. Uma revisão de estudos globais sobre proibições de publicidade ao tabaco concluiu que essas políticas estavam associadas a uma probabilidade 20% menor de ser fumador e a um risco 37% inferior de alguém começar a fumar pela primeira vez.

Em 2016, em Portugal, entrava em vigor a nova lei do tabaco, com exigências adicionais para as embalagens destes produtos: além das mensagem de alerta para os riscos e consequências de fumar, os maços passaram a ter também informação sobre onde procurar apoio para deixar este hábito. Crédito: Luís Efigénio/Público
No campo dos combustíveis fósseis, os investigadores da Greenpeace dos Países Baixos e do New Weather Institute estimaram que os anúncios a carros e companhias aéreas na União Europeia (UE), apenas em 2019, poderiam ser responsáveis por até 122 milhões de toneladas de emissões de gases com efeito de estufa, mais do que a Bélgica emite num ano inteiro.
O que vemos no espaço público é o que consideramos normal na nossa sociedade. E não acho normal ver animais mortos em outdoors.
Opinou Hannah Prins, advogada e ativista, conforme citado pela BBC.
Liberdade ou paternalismo?
Apesar dos objetivos, as críticas não tardaram. A Associação Neerlandesa da Carne classificou a medida como "uma forma indesejável de influenciar o comportamento dos consumidores", argumentando que a carne "fornece nutrientes essenciais e deve permanecer visível e acessível".
A JCDecaux, maior operadora mundial de publicidade exterior, tentou fazer pressão contra a proibição antes de esta entrar em vigor, alertando para as "consequências financeiras e jurídicas de largo alcance".

Emissões de gases com efeito de estufa por 100 gramas de proteína. Fonte: Hannah Ritchie, Pablo Rosado, and Max Roser (2022) - "Environmental Impacts of Food Production", publicado online em OurWorldinData.org, via FoodFacts
Por sua vez, associações do setor turístico chegaram mesmo a processar Haia pelo mesmo tipo de medida em 2024, invocando violação da liberdade de expressão e conflito com o direito comercial da UE, argumentos que um tribunal neerlandês rejeitou na totalidade.
Na altura, decidiu que os interesses comerciais dos anunciantes não se sobrepõem aos interesses gerais de saúde dos cidadãos.
Toda a gente pode tomar as suas próprias decisões, mas estamos a tentar impedir que as grandes empresas nos digam constantemente o que precisamos de comer e comprar. De certa forma, estamos a dar mais liberdade às pessoas, porque podem fazer as suas próprias escolhas.
Disse Anke Bakker, do Partido pelos Animais e impulsionadora da medida em Amesterdão, rejeitando as acusações de paternalismo.
A proibição tem, no entanto, limitações reconhecidas:
- Não abrange propriedade privada;
- Permite publicidade limitada junto às instalações dos próprios lojistas;
- Deixa completamente intocados os espaços digitais, onde a esmagadora maioria da publicidade acontece hoje em dia.
Em Portugal, a desinformação chegou primeiro
O debate chegou, também, a Portugal, mas pela porta da desinformação. Através das redes sociais, André Ventura, líder do Chega, partilhou um vídeo em que afirmava que Amesterdão tinha proibido a publicidade a carne "porque os muçulmanos ficam ofendidos" e porque "como eles não comem carne, não querem que mais ninguém coma carne nem gostam de ver publicidade a carne".
A informação falsa foi classificada pelo Polígrafo e o Público como desinformação: a proibição foi aprovada por razões estritamente ambientais e climáticas, sem qualquer relação com motivos religiosos ou culturais.
Apesar disso, o tema tem um eco legítimo em Portugal. Em fevereiro de 2026, a associação ambiental Zero e o Conselho Português de Saúde e Ambiente dirigiram uma carta aberta à Associação Nacional de Municípios Portugueses.
No documento, apelaram à proibição de publicidade a combustíveis fósseis nos espaços públicos e pediram apoio técnico e jurídico às autarquias que queiram avançar com medidas semelhantes.
Os autores argumentaram que este tipo de intervenção "ajuda a desnormalizar produtos e serviços incompatíveis com os objetivos climáticos".

Os cruzeiros, por exemplo, amplamente publicitados, são uma forma de férias com elevadas emissões de carbono.
Uma mudança que veio para ficar?
Apesar de os dados diretos sobre a eficácia da medida serem ainda escassos, o professor Jan Willem Bolderdijk, da Universidade de Amesterdão, enquadra a discussão numa perspetiva de longo prazo.
Adotámos um estilo de vida relativamente intensivo em carbono, e esse estilo de vida foi em parte normalizado e criado pela publicidade, que ao longo de décadas nos fez sentir que só podemos ser felizes se voarmos ou andarmos em navios de cruzeiro.
Segundo Bolderdijk, não se devem esperar milagres imediatos, pois "demorou décadas para que estas normas de consumo emergissem".
Contudo, as proibições de publicidade são uma peça essencial de um conjunto mais vasto de intervenções necessárias para descarbonizar as sociedades.
A epidemiologista Joreintje Mackenbach, do Amsterdam University Medical Center, descreve a iniciativa como "uma experiência natural fantástica para observar", recordando que um estudo sobre a proibição de publicidade a alimentos não saudáveis no Metro de Londres em 2019 concluiu que levou a uma redução das compras desses produtos.
Para quem caminhar, daqui em diante, pelas ruas de Amesterdão, o efeito mais imediato será já visível: onde antes havia um hambúrguer suculento ou um voo a 19 euros para Berlim, há agora um concerto de piano.
Imagem: FoodFacts
Neste artigo: amesterdão, carne, combustíveis fósseis




















Em PT deviam de proibir publicidade excessiva em vias…
uma rotunda consegues ver mais publicidade por m2 que qualquer outra coisa…
Also, depois de campanhas eleitorais deviam retirar todos os cartazes politicos (e sem qualquer excepção)…
Mas claro…não há interesse…porque $
Há inclusivamente publicidade que tava a visibilidade de carros mais baixo em algumas rotundas… Parece um selva urbana de lixo visual.
Nao sei pk..as vacas holandesas sao das melhores do mundo
Porque a natureza de ser de Esquerda é controlar tudo por isso Totalitária.
Por isso a esquerda está sempre a criar pecados para vos fazer sentir culpa.
È irrelevante o assunto, é só um pretexto. Tal como a pobreza , etc a assim que têm o poder todo a pobreza deixa de importar, veja-se Cuba.
Claro que sim, a direita capitalista contenta-se em controlar os bolsos da população- dos 90% de baixo, pelo menos – e em extrair tudo o que lá houver. Esses sim, são os bonzinhos.
Estás todo queimado moço LOOOL
… mas deitam muitos gases!!! Contaminam a atmosfera com CO2 que por sua vez aquece o planeta, provoca enchentes, incêndios,… inclusivé não deixa o Benfica jogar na Liga dos Campeões.
Não é CO2, é metano – CH4. 80X mais impactante que o CO2. E o metano não cheira, o cheiro vem dos gases sulfurosos.
Os muçulmanos comem carne. Apenas não comem porco. Eles adoram um borrego…
Os Cheganos engolem tudo…
O você engoliu para afirmar um disparate desses?
Um disparate foi (mais uma) desinformação do Ventura
– Taxar os ricos é solução
– Os emigrantes é que pagam a segurança social
– A crise da habitação é devido aos vistos gold
Chega ou queres que continue?
Isso era para mim?
Todos os pontos que apontaste são medidas simplistas e populistas. Quem cai nelas tambem é igual aos ‘cheganos’
Foi, afinal somos todos cheganos xD
Não só eles. Qualquer preguiçoso que faz comentários somente a partir do titulo clickbite que leu.
Sou o unico a considerar que proibir a publicidade a carne em geral é um pouco extremista?? Fastfood ok, poderá fazer sentido. Alimentos processados, ok tambem poderá fazer sentido.
Apontar armas à carne em geral… Hummm… Não sei.
Quando foi a ultima vez que viste um cartaz publicitário com um bife da vazia?
provavelmente nunca 😀
a proibição incide principalmente sobre as coisas que mencionaste
Certo e errado. É comum ver publicidade a Restaurantes “Steakhouse”, que se a lei proibir publicidade a carne em geral, irá proibir também esses restaurantes e não somente Fast Food.
Vejo muitas vezes, steakhouses, até a Portugalia costumava fazer quando era moda
Tens razão mas acredito que a grande maioria de publicidade a carne é de fastfood ou alimentos processados
E então, também queres proibir a Foice e o Martelo, suspeito que não…
A resposta á pergunta do pplware, é simples. O poder de esquerda em Amsterdão quer controlar tudo. Incluindo o que pode ser dito.
O que é que isto tem a ver com Foice e Martelo?
«Depois, Utrecht, Haia e Nijmegen seguiram-se com medidas semelhantes, e França tornou-se o primeiro país a aprovar legislação nacional que proíbe publicidade a produtos de energia fóssil.
Entretanto, Estocolmo seguirá o exemplo de Amesterdão ainda este verão, e mais de 50 cidades em todo o mundo, de Sydney a Florença, passando por Edimburgo e Sheffield, já têm ou estão a avançar para proibições semelhantes.»
O comunismo está tão entranhado nestes cidades todas. Tens toda a razão!
Isto é Extremismo de quem tem o poder em Amsterdão.
E começam as minorias a tentar impor coisas a outros…
Não querem comer carne não comam, não imponham é proibições aos outros!
Deixar de haver publicidade para o tabaco proibe-te de fumar?
Logo vou comer uma picanha a pensar na baboseiras de comentários que postas por aqui…
Baboseiras? O quê? O teu comentário?
Explica-me onde é que a falta de publicidade te proíbe de consumir carne
Vai comer picanha porque se lembrou ou porque viu nalgum placar publicitário?
Foste literalmente calado com argumentos válidos e falhaste redondamente na resposta. Aguenta LOOOL
Portanto, para si, proibir PUBLICIDADE a produtos de carne no espaço público = proibir comer carne
Faz todo o sentido sim senhor!
É um passo nessa direção…
Tal como foi com o tabaco, certo?
sim, mas o tabaco é efetivamente nocivo para a saúde a carne é essencial.
Não, o tacabo não foi proibido!
Será que a carne é assim tão essencial?
Nota: eu como carne
Claro que é, eu como maioritariamente peixe e muitas vezes fico com cravings de carne e lá tenho de ir à sala de corte satisfazer o desejo
Guilherme, a muito breve prazo as “minorias” serão os nativos.
Não se esqueça do que leu aqui.
O plano é esse.
Veja o que se passa no UK.
Calmamente, sem pressas, para não dar muito nas vistas, as maiores cidades estão a eleger Presidentes de Câmara muçulmanos.
A informação é pública, só são sabe quem não quer.
Isto implica que a maioria da população dessas cidades seja já muçulmana.
Preciso de me alongar mais no assunto ou já percebeu o que aí vem?
É melhor não te alongares mais porque a tua xenofobia não acrescenta nada à estupidez do comentário original…
Se nos já não queremos trabalhar nos campos, na construção, recolha de lixo, lavar pratos, a alternativa é morrermos todos à fome e ao frio ou ir buscar quem queira fazer esses trabalho?
Como seria Portugal sem esse pessoal aqui a ajudar nesta atividades que nos já não queremos trabalhar?
Isso é objetivamente errado, alguém disse que essas funções são mal vistas e obviamente que a pagar SMN ou menos até ninguém quer, mas aposto que se recolher lixo pagar 3 mil por mês que tinhas filas para meter candidaturas, até porque há sitios onde trabalhar na recolha de lixo paga mais que dar aulas…
Historicamente, os esclavistas usavam exatamente a mesma lógica, diziam que sem mão de obra forçada a economia colapsaria e todos morreriam de fome.
@Rui, tens a certeza do que dizes?
Afinal há quem queira vir receber o ordenado mínimo para fazer aquilo que não queremos fazer.
Atenção acho bem que as pessoas procurem outros empregos, em que se sintam mais realizados, mas alguém vai ter de fazer as coisas que legitimamente já não queremos fazer, coisas que damos como garantidas como a limpeza das ruas e lixo.
O ordenado mínimo não é problema dos governos, como o próprio nome diz é o mínimo que podes pagar, mais podes pagar que não há problema, agora imagina que foi necessário criar uma lei para que ninguém recebe-se menos.
Ainda há pouco tempo ouvi um empresário Português a queixar-se que achava mal não ser o patrão a definir o ordenado do funcionário, agora pensa e achas que ele queria pagar mais ou menos ordenado ao funcionário?
O ordenado é diretamente proporcional a importância e dificuldade de substituir o funcionário, o problema é que há uma classe politica que vai na cantiga das empresas que é necessário mão de obra semi escrava para a economia funcionar, quando num mercado saudável os ordenados subiam para aliciar mão de obra, não existe nenhuma profissão que não exista pessoas nacionais dispostas a realizar, dependendo do valor pago.
Malta que vem de fora é diferente, vives num pais de terceiro mundo que ganhas 100€ com sorte, aqui ganhas 800€ mandas 200€ para casa e vives em sardinha em lata com 600€ e és o herói da familia.
Acabaste por não responder, de quem é a culpa dos ordenados serem baixos?
O ordenado mínimo é só para minguem ser ainda mais explorado, como o próprio nome indica é o mínimo, tinhas razão se fosse o ordenado máximo, mas não é.
Mesmo sendo dos países com os ordenados mais baixos, somo dos que mais vezes fazemos refeições fora de casa.
Barão, existe uma coisa honrosa chamado ” lavar pratos “, e eu lavo pratos todos os dias.
Não tenho problema nenhum em dizer aqui que maior parte das vezes quem trata da lavar a loiça sou eu.
Trabalhar nos campos, toda a minha família é originária do Alto Minho.
Foram todos pastores, agricultores, etc.
Nenhum deles foi um porco capitalista burguês explorador do operariado como eu sou, parafraseando o Grunho.
Trabalhei tb na construção civil para ganhar uns cobres durante as férias escolares com 15 ou 16 anos.
Os primeiros ténis Adidas e relógio que tive foi com dinheiro ganho com o meu trabalho.
Não estou contra quem vem trabalhar para ganhar a vida, nunca em lado nenhum disse isso.
Estou contra quem vem impor os seus costumes e cultura aos Portugueses e vem para aqui só fazer porcaria.
E são tantos…
Os ordenados em certas areas são baixos porque a entidade prefere ter vagas abertas que subir os mesmos ou como acontece agora vem uma porrada de malta de fora ocupar essa função.
Tambem há profissões que não é normal haver carreira, são trabalhos temporarios para baixa escolaridade ou estudantes a precisar de uns €€€, isso irá sempre existir.
Agora quando dizem que a restauração colapsa se não houver imigrantes, ok na boa, em vez de 10 restaurantes há 5 e em vez de pagar 15 € pagas 20€, tudo bem é a vida…
E o mesmo na agricultura, não há mão de obra não há cultivo, facil e simples, tentar forçar isso com mão de obra escrava é errado e causa problemas sociais.
Coitado de si!
Mr. Y… O que relato é a realidade.
Se quer continuar com os olhos fechados, é uma opção sua.
Xenofobia seria se dissesse mentiras, o que não é o caso.
Se me disser onde está a mentira no que escrevi, faça o favor de a apontar que corrijo.
Ideologias da treta fique com ela em casa ou na madrassa.
Aqui, não.
«Calmamente, sem pressas, para não dar muito nas vistas, as maiores cidades estão a eleger Presidentes de Câmara muçulmanos.»
Não sei de onde tiras esses factos mas, sendo verdade, esses cidadãos são eleitos por imposição?
«Estou contra quem vem impor os seus costumes e cultura aos Portugueses e vem para aqui só fazer porcaria.»
Porque te incomoda tanto as mesquitas e afins? Não somos um país que defende a pluridade religiosa?
Os que fazem porcaria devem ser julgados como qualquer cidadão
fontes sobre a maioria da população ser muçulmana?
Não há, pois ainda não é verdade, mas a vantagem do catolicismo está a ser perdida.
Provavelmente refere ao facto de a população “branca” estar a desaparecer de forma rápida, já representa no maximo 12% da população mundial se bem que há dados que é menos…
rui, aleluia, haja alguém com cérebro.
Os meus parabéns.
Mico.se…. vamoláver.
Existe uma coisa chamado senso comum. Sabia disso?
Informe-se sobre a demografia das principais cidades do UK e terá a sua resposta.
Compare isso com há 10 anos atrás.
Agora, faça uma previsão para daqui a outros 10 anos.
Spoiler, não seja burro como alguns e não veja apenas o dia de hoje.
Antecipe o dia de amanhã.
Percebeu agora porque uns poucos são milionários e os restantes uns tesos escravos?
Tem aí a diferença…
Analise o dia de hoje, compare com o passado e preveja o dia de amanhã.
É isto que faço na bolsa e na minha vida em geral.
Tem resultado tremendamente positivos.
Mais um spoiler, não tenha ideologias. Se tem, esqueça tudo o que escrevi.
Acima de tudo, nunca se esqueça, a realidade vence sempre a ideologia.
Proibir!!!! …. Estamos todos a ir pelo caminho da censura?
Agora Proibir é o novo normal? À 50 anos atrás, era ditadura!
Proibir o quê?
Só tiveste conhecimento da carne e do tabaco na publicidade?
Sou tão sensível que a publicidade da carne faz-me ficar com diabetes!
Por causa da publicidade do tabaco, fiquei com cancro no rabo!
Foi assim que os meus pais educaram-me: Não faças o que eles dizem, faz o que o estado manda!
O que vem a seguir? Álcool? Motas? Bebidas energeticas? Carros? Redes Sociais (espera esta já foi)…etc…
Os festivais de muscia vão começar a ser patrocinados/publicitados apenas por tampões!
Se calhar o melhor é fazer uma lei que só se permite fazer publicidade ao Partido Comunista!
Se não és sensivel à publicidade porque estás tão preocupado?
Não estou preocupado!
Só acho que os teus comentários deviam ser proibidos (por causa das emissões de gases com efeito de apedeutismo)!
Proibir e proibir!
Mas parece que quando as proibições vem de um certo lado já não faz mal..
Campeões da moralidade! Se a publicidade tem como objetivo influenciar-te a comer carne, então proíbam toda a publicidade, pois maior parte dela tem como objetivo influenciar-te a qualquer coisa, e muita das vez coisas mas. Mas os veganistas não aguentam sem impor a suas escolhas aos outros.
O que tem o cu a ver com as calças?
Eu também detesto a publicidade em todo o lado. O ponto não é esse…
gFan, é censura do bem.
Não percebeu?
Há censura do mal, que é a dos outros, depois há a boa, que é a nossa.
Para ti deve ser, da forma como te “babas” ao falar da Rússia e da China, acho que tu devias estar radiante por esta proibição, estamos mais próximos dos valores que defendes.
barão, há uma coisa que sou, sou directo e frontal.
Não ando com rodeios, já não tenha idade para isso.
Eu não me babo da Rússia, se bem que me babo das Russas, ou da China, até porque a minha esposa é Chinesa.
Só não suporto quando a Rússia dá um pontapé na porta e cai tudo em cima deles porque isso não se faz ( coitada da porta ) e a seguir outro qualquer faz o mesmo e todos dizem que a porta estava a pedi-las.
Capisce?
Hipocrisia comigo? Não, muito obrigado. Nem vale a pena…
Proíbam antes a publicidade a jogos de azar, casinos online, bet coisas e afins…isso é que seria de valor!
Isso sim, é a desgraça de muita família.
Finalmente, disseste algo de jeito neste artigo!
Neste ponto, tens razão!
+1
E já são proibidos algumas dessa publicidades até uma certa hora, mas concordo devia-se proibir totalmente esse tipo de publicidade.
Completamente desnecessário, já tive em países onde o jogo é proibido a todos os níveis e joga-se à mesma e já tive em países onde até nos hotéis e centros comerciais tens slots, se for preciso ao lado do MacDonalds e nem por isso tens problemas sociais derivados, tem tudo a ver com cultural e com consciência
Na Tailândia os casinos são proibidos, e depois os países ao lado junto à fronteira com a Tailândia estão cheios de casinos, no Laos até dizem Bem Vindo a Laosvegas, é verídico o que digo.
freak, acho bem que se proíba publicidade a essas tretas mas repare, ninguém obriga ninguém a jogar.
Eu tenho quase 60 anos e nunca gastei um euro nisso e já vi mais publicidade dessas que vcs, ou a maioria de vcs, porque tenho mais idade.
Já vi muita publicidade a BMW e nunca comprei nenhum e nem quero.
Ou tem cabeça para orientar a vida ou então se não for o jogo é outra porcaria qualquer.
Que disparate. Os seres humanos são omnívoros. Agora vamos andar a proibir publicidade de parte de uma alimentação normal.
claramente hamburguers não é uma alimentação normal
E, no meio disto tudo, o alcool lá vai passando incólume como se nada fosse. Além de ser muito prejudicial à saúde, causa enormes prejuízos e problemas para a sociedade mas faz-se de conta que não é nada!
O Manifesto Comunista e Karl Marx causam mais, também os quer proibir?
De maneira nenhuma! É proibido proibir! Até acho que se deveria experimentar outras ideologias para ver o resultado e tenho a impressão de que o comunismo não levaria a coisa boa (pelo menos pelo que se tem visto em todos os países em que se tentou algo do genero)
O meu comentário inicial deve-se ao facto do alcool ser tratado com uma certa condescendência, e ficar sempre de fora destas medidas, tendo em conta os problema que acarreta. Apenas isso.
Não faz sentido, ainda para mais usando o argumento que a cidade é bonita, mas só fica feia com publicidade a carne e carros? É um argumento parvo.
Para não falar que uma dieta sem carne é uma má dieta, mais que provado que quem exclui a carne da alimentação tem défices nutricionais.
O argumento principal não é esse…
então é o quê não ser normal ver animais mortos? obviamente que é normal, sempre foi não é agora que vai deixar de ser.
Ou é usarmos muito carbono? Devíamos usar mais pois o nível de vida de uma sociedade é diretamente proporcional ao uso de carbono/energia.
Não há fundamento valido para esta decisão é pura ideologia sem sentido e contra-natura.
Eles querem uma cidade Soviética. Extremistas têm o poder em Amesterdão.
Proibição de publicidade a carne ou fastfood? Carne é saudável, necessária e muito nutritiva.
Se o foco é o ambiente porque não a proibição de publicidade a roupa e gadgets electronicos?
Era tirar esses e todos os outros anúncios que poluem as cidades visualmente bem como ambientalmente, as cidades andam completamente pejadas de anúncios e então os politicos nem se fala, ficam de anos para anos cartazes que não fazem qualquer sentido bem como abandonados… para não falar dos muros pejados de cartazes e pintados por partidos politicos. Quanto a deixar comer carne vermelha… sou do tempo que o oleo era mais saudavel que o azeite…
Respondendo á pergunta… Extremismo puro!
Concordo! As vacas são sagradas e é ofensivo ve-las assim tratadas
Em Amsterdão havia
– 1350 painéis em paragens de autocarro – com publicidade a hambúrgueres
– 225 ecrãs nas estações de metro – com publicidade a cruzeiros e voos de avião baratos
– 470 outdoors nos passeios da cidade.publicidade a SUVs, com motores de combustão!
Não, não havia. A publicidade a hambúrgueres representava apenas 1% dos anúncios em espaços públicos. A publicidade a cruzeiros e viagens de avião também não haviam de ser muitos.A SUVs com motor de combustão também deviam ser poucos, porque as vendas que estão a ser romovido são de elétricos e híbridos.
É apenas uma medida simbólica, tomada pela assembleia municipal de acordo com a sua orientação de a cidade obter a neutralidade carbónica até 2050 e reduzir o consumo de carne dos seus habitantes. Até parece que foram proibidos. O que não falta são outros meios para lhes fazer publicidade
Mr Y, vai ver a pluralidade religiosa que vai haver quando eles mandarem.
Essa do julgados como qualquer outro cidadão até tem a sua piada…
Sabe o que acontece a quem viola miúdas e seja dessa seita? Nada!
Ainda por cima são protegidos porque os casos são abafados.
A realidade é pior do que se pensa…
São percepções.
Continuem de olhos fechados e depois quando os abrirem já fostes…
Vejam isto… https ://www.youtube.com/watch?v=j97CBTb4oOI
Sim, já sei, são percepções.
Acabaste por concluir bem 🙂
As tuas inquietações baseiam-se em percepções e suposições…
Eu não estou a dizer que a migração deve ser de portas abertas. O que eu não concordo é com a demonização que só causa ainda mais atrito e não faz sentido nenhum.
Eu não sei onde é que esta gente ouviu ou leu um Português ou os políticos a dizer que querem imigrantes criminosos, agora rotular todos de criminosos ou é falta de lucides, complexo de inferioridade ou ignorância pura.
Nunca um imigrante Português cometeu um crime na vida no país de destino.