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Madeira cultivada em laboratório? Podemos estar perto do fim do abate de árvores

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. skyline says:

    sistema ideal para cultivar madeira em marte 🙂 ou na lua 🙂

  2. pj says:

    o único problema que existe é a má gestão de recursos / distribuição de riqueza / produção e consumo excessivos. Para isso, nem as “inteligências artifificiais” arranjam solução.

  3. :-) geek ??? says:

    o impossível é o limite 😛

  4. Inselft says:

    90% da desflorestação é para pastorícia e agricultura.
    Assim, a desflorestação não acaba mesmo que por milagre consigam produzir rapidamente e de forma industrial madeira artificial.

  5. José Orlando says:

    O problema da desflorestação para alimentação humana não é a questão. Os ambientes (terrestre e marítimo) que produzem oxigenio irão ser protegidos num futuro próximo. A questão aqui é o preço da energia (que não contamine esses ambientes) que ainda não consegue ser baixo o suficiente para que a produção de alimentos seja efetuada em locais fechados ( agricultura vertical e proteína animal produzida em laboratório) e seja usado nos meios de transportes pesados ( terrestres, aéreos e marítimos) que usam combustível fóssil mais poluente do que usado pelos meios de transportes ligeiros. O combustível a que me refiro é o combustível sintético ( CO2+ Hidrogênio verde). A segunda questão é o armazenamento da energia usada em terra que é muito baixo o que obriga a termos de estar constantemente a produzir energia através das barragens. Se o armazenamento de energia fosse de baixo custo e se conseguisse ter níveis altos de armazenamento bastaria ter habitações mais eficientes energeticamente que produziriam energia renovável e esta seria posteriormente armazenada para futuro uso, fazendo com que tivéssemos menos necessidade de utilização de barragens levando a que a água conservada em albufeiras fizessem o seu caminho natural até ao mar e assim entraram outra vez nos rios subterrâneos evitando incêndios florestais com tanta frequência.

  6. José Orlando says:

    Atualmente não sei os valores (em percentagem) do armazenamento (em baterias – sem utilização de lítio mas sim de sal e outroa materiais não poluentes) mas deve continuar muito baixo na casa dos 10%.
    Além de que a capqcidade de captação de energia solar dos atuais painéis solares é muito baixo apesar de as agências aero espaciais terem painéis com uma capacidade boa de captação ( penso que seja superior a 50%).
    Por fim existe atualmente uma tecnologia de produção de meios de transportes terrestres usado maioritariamente em competições que podia ser usada em massa e que reduziria o peso dos veículos (logo menos utilização de combustível). Eu penso que esta tecnologia já foi referênciada aqui neste site – técnica sanduíche).

  7. DOMINGOS RIBEIRO VELOSO says:

    No sistema atual o qual nos dis respeito, a utilidade das coisas é que tem garantido a sua existência. Imagine-se um proprietário de uma floresta que investe para cuidar das árvores, que a limpa para evitar incêndios com toda a lógica que ele pretende o retorno do investimento que fez. Agora, as árvores deixam de ter valor, concerteza que o dito vai deixar de cuidar da floresta. Quem perde? Todos porque vai aontecer mais incêndios, todos respiraremos pior ar, etc…

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