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Espanha apresentou o projeto da maior fábrica de hidrogénio verde da Europa

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Luis Marques says:

    Portugal ja fostes, ca era algo criticado por ser demasiado caro enquanto nos outros serve para crescimento e emprego. Portugal esta destinado a ser um pais de mandrioes que nao fazem nada

  2. Leitor says:

    Confesso que deliro frequentemente com as tiradas introdutórias que os artigos do pplware apresentam.
    Nest caso, a frase “As empresas, assim como os governos, estão empenhadas na luta contra as alterações climáticas” só pode ser interpretada como satírica, pois a mensagem que passa está longe de verdadeira. O único empenho existente na resolução das questões climáticas vem de uma pequena fracção do sector civil que, infelizmente, ainda está muito associado ao activismo ambiental. Gostaria de ver mais profissionalismo e menos interpretações pessoais nos artigos que são publicados.

    • Vítor M. says:

      O trágico é que não é sátira, podes interpretar como tal, mas não é. Ou melhor, não pode ser e as empresas, desde há vários anos (um pouco obrigadas pelas leis que servem para proteger o ambiente, e lembras-te seguramente de várias ligadas ao CFCs, ou por entidades como o Ponto Verde…) que se tem feito algo, apesar de ser muito pouco.

      O profissionalismo empregue, pode não ter do teu lado o entendimento necessário, se bem que é escrito de forma fácil, não deveria ser difícil de perceber o sentido prático e direto do que é escrito. E apesar de não perceberes, está bem patente a realidade, mesmo que seja ainda uma realidade muito aquém do necessário. A isso chama-se profissionalismo.

      • Leitor says:

        Caro Vitor, vejo frequentemente alguma relutância em aceitar a crítica, mesmo que construtiva. Note-se que não falo em falta de profissionalismo mas na necessidade de o incrementar: uma coisa grande pode ser sempre maior (embora uma pequena também possa ser feita menor!)!
        Os factos que o pplware apresenta são muitas vezes ingénuos e apresentados superficialmente. Nesta publicação em concreto, não há empenho em resolver as questões climáticas, e não é por o pplware o dizer que se torna verdade. Se assim fosse, puder-me-ia apresentar um conjunto abrangente de políticas publicas que o suportassem, mas não pode. Por exemplo, quais são as propostas do último orçamento de estado para este tema que tornam o nosso estado empenhado? O mesmo se passa em outros países, com outras geometrias políticas. Se houvesse empenho, as cimeiras de Paris e Dublin teriam produzido acções concretas e tangíveis, com medidas objectivas, claras e bem balizadas no tempo. No campo privado, passa-se o mesmo. São apresentadas iniciativas verdes que estão muito longe de o ser! Por exemplo, não é por a industria automóvel promover os carros elétricos que as torna amigas do ambiente! O custo real dos carros eléctricos, medido não em dinheiro mas em recursos físicos, está bem longe de ser amigável. Como este há tantos outros exemplos. Por isso, falar em empenho é na verdade falar apenas de operações de cosmética para manter as populações minimamente satisfeitas. Compete à comunicação social escrutinar estas questões e apresentar os factos para que os leitores fiquem esclarecidos. Confesso que deliro frequentemente com as tiradas introdutórias que os artigos do pplware apresentam.
        Nest caso, a frase “As empresas, assim como os governos, estão empenhadas na luta contra as alterações climáticas” só pode ser interpretada como satírica, pois a mensagem que passa está longe de verdadeira. O único empenho existente na resolução das questões climáticas vem de uma pequena fracção do sector civil que, infelizmente, ainda está muito associado ao activismo ambiental. Gostaria de ver mais profissionalismo e menos interpretações pessoais nos artigos que são publicados. Por exemplo, neste artigo é referido que a nova instalação permite remover 48k toneladas de CO2 por ano, mas isso nada diz! Quanto CO2 vai ser gasto na produção da fábrica e durante quanto tempo vai funcionar! Só depois será possível averiguar se o saldo é positivo. É este escrutínio que se espera de uma publicação de âmbito tecnológico (e das outras também) e isso, sim, mostra elevados padrões de qualidade.
        Não veja o meu comentário negativamente, veja-o de forma construtiva.

        • Leitor says:

          Creio que houve qualquer coisa que correu mal na submissão, pelo que peço desculpa pelo lapso.
          Partindo do penúltima frase do segundo parágrafo deve-se ler:

          Compete à comunicação social escrutinar estas questões e apresentar os factos para que os leitores fiquem esclarecidos. Por exemplo, neste artigo é referido que a nova instalação permite remover 48k toneladas de CO2 por ano, mas isso nada diz! Quanto CO2 vai ser gasto na produção da fábrica e durante quanto tempo vai funcionar! Só depois será possível averiguar se o saldo é positivo. É este escrutínio que se espera de uma publicação de âmbito tecnológico (e das outras também) e isso, sim, mostra elevados padrões de qualidade.
          Não veja o meu comentário negativamente, veja-o de forma construtiva.

        • Vítor M. says:

          Caro leitor, eu não deixei de ler a sua crítica. E respondo por consideração, coo deve compreender. Espero que não fique melindrado por não concordar com a sua crítica e rebater a mesma. Penso que não fica de certeza.

          Note-se que não falo em falta de profissionalismo mas na necessidade de o incrementar: uma coisa grande pode ser sempre maior (embora uma pequena também possa ser feita menor!)!

          Eu expliquei, com exemplos, de como está fundamentada a frase que o leitor não concordou.

          Os factos que o pplware apresenta são muitas vezes ingénuos e apresentados superficialmente.

          E se mesmo assim algumas pessoas não percebem. Mas mesmo sendo superficial, é fundamentado com bom material complementar. Claro, sempre que haja disponível.

          Nesta publicação em concreto, não há empenho em resolver as questões climáticas, e não é por o pplware o dizer que se torna verdade.

          Como referi, haver há, e não fomos nós que dissemos que há, são factos. Apenas usamos esses fatos como alavanca para uma realidade necessária, apesar de tudo o que se fez, como referi, ser muito pouco.

          Se assim fosse, puder-me-ia apresentar um conjunto abrangente de políticas publicas que o suportassem, mas não pode.

          Existem várias, muitas até, não quer dizer que sejam eficazes, ou que sejam em número necessário. Isso não invalida que existam políticas e ações para esse efeito, porque há. E é melhor haver, mesmo que insuficientes, que não haver nada.

          Por exemplo, quais são as propostas do último orçamento de estado para este tema que tornam o nosso estado empenhado?

          Há várias propostas, de vários grupos políticos e mesmo do governo. Aliás, se pesquisar as propostas no OE para o ambiente, encontrará algumas. Seguramente são poucas, mas existem. Pesquisa lá aqui: https://bit.ly/34Hul1f

          O mesmo se passa em outros países, com outras geometrias políticas. Se houvesse empenho, as cimeiras de Paris e Dublin teriam produzido acções concretas e tangíveis, com medidas objectivas, claras e bem balizadas no tempo.

          Isso vai ao encontro do que referi. Haver há, mas são poucas. Insuficientes. Mas há e ainda bem que algumas coisas mudaram para melhor, mesmo faltando ainda muito para fazer. Mas isso eu concordo consigo.

          No campo privado, passa-se o mesmo. São apresentadas iniciativas verdes que estão muito longe de o ser! Por exemplo, não é por a industria automóvel promover os carros elétricos que as torna amigas do ambiente! O custo real dos carros eléctricos, medido não em dinheiro mas em recursos físicos, está bem longe de ser amigável. Como este há tantos outros exemplos.

          Certo, voltamos ao mesmo que referi. Haver há, mas muito pouco. Não quer dizer que fosse melhor não haver. Sempre é melhor pouco que nada. Mas haver pouco é miserável, isso não tenho dúvidas.

          Por isso, falar em empenho é na verdade falar apenas de operações de cosmética para manter as populações minimamente satisfeitas. Compete à comunicação social escrutinar estas questões e apresentar os factos para que os leitores fiquem esclarecidos. Confesso que deliro frequentemente com as tiradas introdutórias que os artigos do pplware apresentam.

          Se há canal que apresenta tudo tal e qual como é na realidade é o Pplware. Por isso uns não gostam, outros adoram, muitos amam e há os que não percebem e odeiam. Mas isso é assim, apresentamos as coisas tal como elas são. Somos apartidários, agnósticos e não temos clube. Suportamos muitas das nossas informações na qualidade da experiência, fundamentamos com os dados reais e com base na nossa experiência, no que toca, sobretudo, à tecnologia.

          Nest caso, a frase “As empresas, assim como os governos, estão empenhadas na luta contra as alterações climáticas” só pode ser interpretada como satírica, pois a mensagem que passa está longe de verdadeira.

          Na verdade estão, se é por “cuidados com o planeta”, isso é outra coisa. mas há metas a cumprir e objetivos financeiros como cenoura. Mas isso não invalida (nem satiriza) o que foi escrito nessa passagem que cita.

          O único empenho existente na resolução das questões climáticas vem de uma pequena fracção do sector civil que, infelizmente, ainda está muito associado ao activismo ambiental.

          Mas então afinal há? Claro que há, não só, mas também.

          Gostaria de ver mais profissionalismo e menos interpretações pessoais nos artigos que são publicados.

          Sempre, é esse o pilar do que fazemos. Rigor e profissionalismo. De outra forma não queremos estar. Mas, como é natural, nunca agradaremos a gregos e a troianos. E ainda bem!

          Por exemplo, neste artigo é referido que a nova instalação permite remover 48k toneladas de CO2 por ano, mas isso nada diz! Quanto CO2 vai ser gasto na produção da fábrica e durante quanto tempo vai funcionar! Só depois será possível averiguar se o saldo é positivo. É este escrutínio que se espera de uma publicação de âmbito tecnológico (e das outras também) e isso, sim, mostra elevados padrões de qualidade.

          Esses dados estão validades por quem responde por eles. Não foram inventados, estão devidamente credenciados. Se vão conseguir? Isso não nos diz respeito, nem, o podemos avançar porque era pura demagogia.

          Não veja o meu comentário negativamente, veja-o de forma construtiva.

          Claro, por isso estou a responder porque o vejo como positivo. E o tempo que gastei na resposta é porque vejo pertinência no que está a falar, mas que devo acrescentar o que referi.

          Cumprimentos.

          • Leitor says:

            Da discussão nasce a luz 😉

            Agradeço o tempo que despendeu na sua resposta. Compreendo o seu ponto de vista mas não posso concordar com a afirmação de que há empenho. Quanto ao resto, vejo-o como uma troca de ideias construtiva que terá o seu proveito.

            Obrigado pelo temp e bem haja

          • AdN says:

            Na realidade, o leitor tem razão. O autor diz que as partes estão fundamentadas, mas não estão no artigo e nem estão na resposta, apenas diz que estão. O artigo peça muito por falta de fundamentação factual, que é quase nula, sendo mais um artigo à dizer o que as pessoas querem ouvir no momento, nada mais. Eu partilho da mesma opinião, de que cada vez mais as vossas notícias, são notícias pipoca, parecem algo consistente, mas são só um grão de milho estoura do.
            É a minha opinião, mas duvido que haja audácia de publicar, tal como as minhas antigas críticas.

  3. Valetudo says:

    Próximo episódio: os distribuidores pedem subsídio vitalício.

  4. Tiago says:

    E qual adiferença do projeto de hidrogéneo espanhol para o português a implementar em Sines ? Enquanto em Espanha além das vantagens verdes associadas é vista como uma fonte de energia virada para o desenvolvimento e economia com custos viáveis ao fim a que se destina enquanto por cá além da carga fiscal que leva logo por ser “verde” mais todos os encargos de”interesse” tornando o seu custo quase impraticável.

  5. Gozzard says:

    Arranjaram maneira do tal “aeroporto fantasma” de Ciudad Real, voltar a ter movimento …

  6. donodacarne says:

    Tudo isto ainda não passa de ficção mas já falam como se estivesse feito…cheira-me a publicidade à Iberdrola…..”os funcionários da empresa consideram que o hidrogénio verde será um elemento imprescindível para descarbonizar setores essenciais, como o do transporte pesado. Aliás, a Iberdrola tem direcionado os seus esforços para o desenvolvimento e promoção do hidrogénio verde, por forma a tornar-se líder mundial neste setor em crescimento”…..blabla bla bla bla bla…..

  7. Faísca says:

    Espanha.. o país com a maior dívida externa da Europa a candidatar-se a mais triliões

  8. Há cada gajo says:

    Anda a Europa a enterrar-se em dívida quando o problema das emissões está fora da Europa.

  9. António II says:

    Acho bem o hidrogénio verde é o caminho! Está apenas no seu início e são enormes a potencialidades e serem exploradas! Quando me falam do lítio, cuja exploração é tão poluente, então se for feita no mar, como pretendem ainda é pior! Temos e devemos enveredar pelo hidrogénio!

    • RC says:

      O que o hidrogénio verde tem a ver com o lítio ? este hidrogénio não é para carros, já agora, para carros a hidrogénio também se usa lítio.

      Gostava de ver onde as 8 minas que Portugal tem de lítio se polui assim tanto como outra mina qualquer.

      • António II says:

        RC tu és uma fonte de contradições! Perguntas «O que o hidrogénio verde tem a ver com o lítio ? …mas depois respondes: «já agora, para carros a hidrogénio também se usa lítio». Mas tem ou não tem a ver?
        depois dizes que o lítio não polui mas depois no post seguinte dizes só o lítio é que polui, só o litio é que é retirado da terra….. Mas polui ou não polui? Mas acho que os que lutam e manifestam-se contra a exploração do lítio no norte, os movimentos internacionais contra a exploração do lítio no Pacífico, as baterias não recicláveis…. andam todos enganados, tu é que sabes, és um político especialista português!

        • RC says:

          Você é que entrou em contradição, vai buscar um tema que nada tem a ver com este.

          Baterias são recicláveis sim.

          Não andam enganados, alguns como você é que só vêm litio para baterias, quando até todos os dias usa no café da manhã, sem litio nem motores a combustão havia, existem minas de litio à mais de 100 anos, estranho só haver baterias de litio a partir dos anos 90.

          • António II says:

            Pronto, …se há minas de lítio há tantos anos é porque o lítio não é, de facto, poluente, tal como há minas de carvão há mais de 2000 anos…. e aqueles que, nas aldeias do norte e em todo o mundo, se manifestam contra a sua exploração seja nas serras verdes, seja no Pacífico azul estão engandos! Cambada de negacionistas que só atrapalham!

          • RC says:

            Onde é que disse que não é poluente ?

            Conhece alguma extração que não seja ?

            Eu também vi gente no algarve montado em veículos que consomem petróleo a reclamar contra a prospeção do mesmo.

            Também tenho minas na minha zona, vou reclamar contra elas, quando exploram materiais que todos usam em casa, e que vão todos morar para as cavernas ?

            Não são negacionistas, são é hipócritas, porque esses mesmos andavam com telemóveis, maquinas fotográficas e computadores em punho e a reclamar.

            Só há uma coisa que não polui, é andar descalço e nu, comer plantas e animais selvagens.

    • RC says:

      Ouviram dizer que minas de lítio polui, pronto, só o lítio é que polui, só o litio é que é retirado da terra. Enfim

      • António II says:

        O problema do lítio últimamente, nas explorações em terra, tem-se revelado muitas vezes um fiásco. Os filões de lítio são muito menores do que se pensava, o que obiga a abrir crateras em toda a serra para saltar de um filão para outro e explorar o lítio, ou abrir crateras muito maiores do que se pensava porque a sua produtividade é baixa em concentração! Resultado, a paisagem fica toda cheia de buracos. Por outro lado, a extração e tratamento do lítio exige um processo químico poluente, tal como o ouro não é poluente, mas a sua extração é-o!
        https://greensavers.sapo.pt/exploracao-de-litio-em-portugal-quais-sao-os-riscos-ambientais/

        • RC says:

          Então e é diferente do ferro, do alumínio, do cobre, do ouro de dezenas de outros em quê ?

        • RC says:

          Já agora, o lítio é usado em muitos outros sectores, até nos veículos a combustão, o lítio faz parte das ligas de alumínio para não as deixar quebradiças, e também em outras ligas, quando toma o café da manha usa lítio nos utensílios de loiça comum. Também usado no vidro, até em medicamentos.

          Só não entendo por embirraram com ele nas baterias, onde até é o único processo que pode ser recuperado e reutilizado.

  10. PJA says:

    Estes projectos são bem vindos, tanto eléctricos, hidrogénio ou mesmo os tradicionais de combustão. As pessoas é que devem fazer as escolhas. Já agora, o que melhor para ambiente é manter o que se tem .

  11. Luís Costa says:

    Porra Costa já não vais ser o menino bonito da UE com as tuas trafulhices no hidrogénio verde.. caramba e agora a quem é que vais lamber os pés?

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