Aterros em Portugal estão a ficar cheios e os portugueses têm 5 anos para mudar hábitos
O alerta é claro e direto: mais de metade do lixo que produzimos ainda vai para aterros e, além dos que já existem estarem quase no limite, construir novos é simplesmente impossível.
Na semana passada, na apresentação do documento Visão Ambiente 2030: Desafios e Oportunidades, que junta 24 artigos de opinião de especialistas sobre temas como o ar, o clima, a água, a energia e os resíduos, o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, não deixou margem para dúvidas. O diagnóstico é preocupante.
Em 2000, foi encerrada a última lixeira e foram criadas infraestruturas de recolha e tratamento. Contudo, nos últimos sete anos o país praticamente parou na recolha seletiva.
O resultado é o envio para aterro de mais de 50% dos resíduos, numa abordagem insustentável para o país, cujo tempo para resolver o problema está a esgotar-se.
Temos de produzir menos resíduos, temos de separar mais em nossas casas.
Alertou Pimenta Machado, presidente da APA, acrescentando que os portugueses têm cerca de cinco anos para "mudar de vida", conforme citado pela agência Lusa.
Uma vez que construir novos aterros está fora de questão, o foco tem de estar nos biorresíduos, que representam entre 38 e 40% de tudo o que deitamos fora, e que são decisivos para melhorar os indicadores nacionais e cumprir as metas europeias.

João Pimenta Machado, presidente da APA. Crédito: José Sena Goulão/Lusa, via Renascença
O litoral está a perder terreno para o mar
Os resíduos não são o único problema. Pimenta Machado alertou igualmente para a erosão costeira: cerca de 20% do litoral português está em erosão, numa zona onde vive grande parte da população.
Já foram perdidos 1400 hectares para o mar, que não vão ser recuperados. Só com as tempestades deste ano, em vários locais, o mar avançou entre 20 e 30 metros.
Por isso, a APA está a desenvolver um plano de ações urgentes, com algumas medidas a serem implementadas até à época balnear.
Qualidade do ar: mais um prazo que se aproxima
Em 2030 entra em vigor uma nova diretiva europeia que reduz para metade os limites admissíveis de partículas em suspensão e dióxido de enxofre. Portugal tem quatro anos para se preparar.
Neste âmbito, há boas notícias: no último trimestre, Portugal foi o terceiro país europeu com maior incorporação de energia renovável na produção de eletricidade.
Apesar disso, o caminho ainda é longo, e o relógio está a contar.
Como fazer a nossa parte?
Como uma mensagem clara de necessidade de mudança, eis algumas dicas do que podemos fazer, cada um de nós, para apaziguar o problema.
- Separar melhor o lixo em casa
O maior ganho está nos biorresíduos - ou seja, restos de comida, cascas, borra de café, entre outros -, pois representam quase 40% do lixo doméstico e na maioria das casas ainda vai tudo para um saco preto, indiferenciado.
O ecoponto castanho existe precisamente para isso, e o composto gerado pode ser usado em agricultura e jardins.
- Comprar com mais consciência
Planear as refeições antes de ir às compras, bem como ter uma lista, reduz drasticamente o desperdício alimentar. Aliás, estima-se que cerca de um terço da comida produzida no mundo é desperdiçada.
Menos comida no lixo significa menos pressão nos aterros e pode até significar poupança, no final do mês.
- Usar o ecoponto corretamente
Portugal tem infraestrutura, pelo que o problema está no uso que os cidadãos fazem dela: papel não é no amarelo; cartão com gordura não pode ser reciclado.
Saber para onde vai cada resíduo faz toda a diferença. A Sociedade Ponto Verde e a Lipor têm guias práticos online.

Separação de resíduos. Fonte: Sociedade Ponto Verde
- Reduzir embalagens desnecessárias
Preferir produtos a granel, levar saco reutilizável, escolher marcas com menos packaging: pequenas decisões que, em escala, têm impacto real na quantidade de resíduos gerados.
- Reparar antes de deitar fora
A cultura do "usa e deita fora" é um dos motores do problema. Reparar eletrodomésticos, roupa e eletrónicos, ou doá-los em vez de os descartar, mantém materiais fora dos aterros por mais tempo.
- Fazer compostagem em casa
Esta dica mais arrojada destina-se a quem tem jardim ou varanda, que acomode uma composteira doméstica, permitindo transformar restos orgânicos em adubo.
Alguns municípios oferecem composteiras subsidiadas ou mesmo gratuitas, pelo que vale a pena verificar junto da Câmara ou Junta de Freguesia.
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Imagem: Barlavento
Neste artigo: aterro sanitário




















Tenho colegas que dizem que não reciclam porque nao lhes pagam para isso… vejo diariamente nos caixotes do lixo ao lado de contentores de reciclagem, materiais reciclaveis. Infelizmente os portugues so aprendem com castigos, logo, ha que multar quem nao seja civilizado.
Também vejo muito disso, ao mesmo tempo há também muito trabalho a fazer pelas autarquias. Em Odivelas, por exemplo, há muitos sitios onde não existem pontos de reciclagem, ou se existem estão muito longe de onde as pessoas moram.
Nunca vi nenhum sítio no país com eco ponto a mais de 100 metros, só nas aldeias
As autarquias mandam o pessoal separar o lixo para depois o juntar todo e chegar-lhe o fogo.
E faz muito bem! 100 de razão! A mafia da reciclagem (Sociedade Ponto Verde) tem matéria prima de borla! e não paga nada a ninguém. Mafia!
Cá está Manuel LOLOL
A lógica dos novos inteligentes…se há malta a proceder de forma errada….fazemos o mesmo. Todos sabemos que duas coisas erradas dão uma certa e claramente é o Burrocratas que está certo.
tem matéria prima de borla mas esta não se transforma de borla. acha que as garrafas de vidro partidas servem para alguma coisa? ou as caixas velhas? ou as embalagens usadas?
custa dinheiro reciclar esses materiais, como é absolutamente óbvio.
Burro é quem escreve estas patacoadas.
é simples, em vez de se investir em infraestruturas de reciclagem centralizada e/ou soluções de WtE, toca a aumentar impostos e aplicar mais taxas para sacar uns cobres ao pessoal, com “a desculpa” que temos que mudar hábitos… Portugal a ser Portugal
E mai nada! A tua relutância em mudar de hábitos, está a favorecer os cofres do estado. És o meu orgulho!
A reciclagem favorece uma empresa privada corrupta, não o ambiente!
E como é que favorecemos o ambiente então?
Reparar antes de deitar fora…
Concordo plenamente. Mas há um problema a resolver primeiro. Forçar os fabricantes a reparar cobrando valores baixos que compense mais reparar do que comprar novo.
E que houvesse sempre acesso a peças e esquemas.
Quem tem de reciclar é as grandes empresas. Aliás, devia ir o lixo todo junto, e lá no aterro que separem
lOLOL Percebes do assunto estou a ver…
Claro, principalmente misturar papel com restos de comida, funciona muito bem.
Nunca vi o dito ecoponto castanho, nem sequer sabia da sua existência, quanto ao resto, quando me provarem que há efetivamente reciclagem e não houver malta a por air tags nos contentores e ir tudo parar ao aterro ai penso no assunto, dito isto se comprar um movel no IKEA o cartão vai para o ecoponto ou se fizer uma festa em casa as bebidas de vidro também, mas no dia a dia nas pequenas coisas não há tempo, paciência e espaço para sacos separados.
O segredo das grandes mudanças e da consistência está nos pequenos hábitos e não só quando o rei faz anos.
Se há muita coisa que falha, ao falharmos nós também completamos nós o ciclo da anarquia.
Se a matéria reciclável em vez de 20% poderia ser 80% (dados ilustrativos), não fazer nada porque não é 80% é uma atitude pífia, algo já descrito pela teoria “Nirvana fallacy” do tudo-ou-nada.
Já trabalhei num sitio que utilizava material reciclado para criar novos produtos e era zero vindo de ecopontos, todo ele era de empresas e coisas do género, para todos os efeitos práticos no dia a dia a reciclagem de plástico, metal e papel em situação doméstica é inútil pois a grande maioria vai parar aos aterros na mesma, pois os processos de triagem do lixo é absurdamente caro e não compensa vs o dinheiro obtido pelo mesmo.
É uma treta, culpar os portugueses de tudo. Há imensa coisa que vai para o aterro porque simplesmente não existe circuito de recolha dedicado, especialmente plásticos. Nos ecopontos amarelos é apenas embalagens de plástico e metal. Tudo o resto que seja metal e plástico, mas não sejam embalagens é para o lixo indiferenciado. Um cabo de esfregona metálico, não pode ser colocado no ecoponto, mas depois também não há local onde o depositar, a não ser um ferro velho. O mesmo é com um balde de plástico partido, não pode ir para o ecoponto, mas também não há recolha desse tipo de plástico. O mesmo é vidro de uma janela, não pode ir para o ecoponto do vidro, tem de ir para o lixo indiferenciado. Na Alemanha existem circuitos de recolha de mais tipos de resíduos e que se evitam ir para os aterros. Não é apenas culpa dos portugueses, mas também muito culpa dos governos, e até da indústria que faz embalagens complicadas.
É isso que deve ser feito, quem disse que não pode? A sociedade ponto verde, não manda nada. É meter lixo no ecopontos, sabotam da matéria prima.
Os ecopontos não passam de um esquema corrupto, tal como o Volta das garrafas. Só alimenta tachos e negociatas. Não defende o ambiente, mas uma empresa privada! Com monopólio! Isso não é ético! Então, não temos de reciclar! Não para uma empresa privada, ter a matéria prima de borla, que não é deles! E não nos pagam nada! Nem pelo nosso trabalho nem matéria prima! É exploração! Aproveitam se das almas caridosas, com a desculpa do ambiente, obrigam nos a entregar a matéria prima de borla!, tudo para meterem dinheiro ao bolso! É tudo V€rde!
Falta educar as pessoas. Os circuitos já existem, dá é trabalho de os usar. Os grandes centros urbanos têm vários ecocentros espalhados pela cidade. Tudo o que sai fora dos circuitos de reciclagem normal deve ser entregue nestes ecocentros. https://www.lipor.pt/pt/ecocentros/
O que está a falta é informar as pessoas, incentivar o uso (direta ou indiretamente) e melhorar as infraestruturas. Na suíça, quem mete o lixo fora de horas é multado.
Os municípios também fornecem serviços de recolha gratuita para os ditos monos. Quantos colchões ou móveis não se vêm encostados aos contentores do lixo à espera de uma “suposta” recolha que nunca acontece.
A Lipor está presente em meia dúzia de concelhos no norte do país… O país é muito mais que isso. Digo-lhe já que na área onde vivo para poder jogar um simples balde de plástico furado tinha de fazer uns 15 km… Há cidades alemãs onde se montam zonas de colecta aos domingos, onde as pessoas vão de carro e levam todo o tipo de tralha, e tem lá diversas zonas onde tudo é aceite.
é incenerar
Por estranho que pareça, e face que as empresas do lobby das de reciclagem nos vendem (não confundir com a necessidade de sempre que possível reciclar), o futuro do lixo não reciclável passa pela incineração, onde a grande aposta terá de ser no aperfeiçoar da filtragem e purificação dos gases, ao mesmo tempo aproveitando para gerar energia.
https ://expresso.pt/iniciativaseprodutos/MsdoAmbientedoExpresso2014/ideias-verdes-os-campeoes-mundiais-da-transformacao-do-lixo=f895621
Há muita coisa que poderia ser numa primeira instância reciclado e que em Portugal acaba debaixo de terra, para quando os aterros estiverem esgotados se tapar, pôr um relvado e fazer um parque bonito, fingindo que não foi feito sobre toneladas de lixo que tinham valor.
No Japão existe incineração.
Queimar lixo é só uma maneira de o deslocar das lixeiras para os pulmões das pessoas.
Era o que mais faltava! Façam mais aterros! Ninguém vai reciclar! Isso é culpar os portugueses. Na Holanda não se queixam, é aterros pelo mar adentro.
Ou então metam o lixo na assembleia, enviem para África, vendam para outros países como sucata/combustível.
Recicle mais pague menos lixo é uma treta, as pessoas que reciclam pagam o mesmo como se não o fizessem, pagam o lixo e pronto…e tudo o que mandam para reciclar é só lucro para as empresas do papel, vidro e plástico, não há incentivos para mudar isso…
nem isso, não podes pegar no que está no ecoponto e usar, tens de limpar e triar o que lá está, separar o plástico do metal, validar cada tipo de plástico pois boa parte nem sequer é reciclável, validar o tipo de papel e cartão e por ai fora, no vidro é um pouco mais fácil, mas mesmo ai há custos. No final do dia usar material reciclado é caro que doi, dou um exemplo, papel higiénico reciclado é muita vez mais caro de produzir que com pasta virgem, pois é extremamente caro reciclar papel e o tipo de papel que pode ser reciclado é extremamente limitado.
Mais um sinal de que estamos em contagem decrescente para uma vida miserável são os comentários quando lemos uma notícia destas que devia preocupar qualquer um!
“não me pagam para reciclar”, “as empresas de reciclagem são mafia”, “façam mais aterros”
Não há hipótese, o ser humano só pensa em si e quando isto acabar pagam todos.
Este b?=/)& que dirige. Aagencia Portuguesa do ambiente é devia mudar de cérebro , estive a investigar e ha tanta coisa que podia ser feita e nao falo de paredões nem blocos para proteger a costa , há outras soluções , como estruturas submersas que quebram a energia das mares , estruturas que fixam a areia , produção de energia com resíduos , mas o tipo é um analfabeto ignorante e por isso é só parvoíces o que diz e o que faz
Não sei como é que o tratamento dos resíduos não é rentável, recebem as coisas de borla vendem no as empresas transformadoras e metem o dinheiro ao bolso, por isso é que não dá vai para pagar a mordomia dos administradores das empresas que são ex políticos que recebem milhares de euros de ordenados e ainda não contentes ainda tem toda a mordomia e também ainda não contentes roubam á dedcarada
O problema é o processamento, não podes pegar no conteúdo de um ecoponto e mandar logo para o cliente, tens de validar o que lá está, isso implica processos uns automáticos, mas na sua maioria é pessoas a olhar para tapetes de lixo a remover o que não é aceitável, isso custa muito dinheiro, a mão de obra não é barata mesmo num pais como o nosso. Boa sorte a vender lixo não processado e validado, por exemplo o plástico tens uns 7 tipos de plástico e nem todos são recicláveis e não podem ser misturados…
Porque é preciso separar, tratar, etc. O papelão tem cola, tem plástico, fita adesiva, etc.
Na minha rua existia um grande ecoponto subterrâneo com condições para receber o lixo da rua que tinha espaço para tudo o que era produzido naquela zona e existia mais um pequeno que não dá para nada daqueles caixotes, os espertos retiraram o subterrâneo e só deixaram o outro, agora não há espaço para os materiais, lixo por todo o lado, e para melhor aproveitar o espaço aonde estava a ilha de ecopontos criaram dois lugares para deficientes, pois faz mais falta do que sítio para colocar os resíduos
Agora com o estreito de Ormuz bloqueado há menos poluição vinda da china a entrar na Europa!
É igual. As coisas da Temu e Aliexpress chegam por via área.
Existe alguma razão nessas queixas, principalmente porque quem recicla corretamente tem os mesmos incentivos que quem não o faz, e fica aquela velha máxima de uns a trabalhar para os outros, aqui a solução passa por forçar toda a gente a cumprir.
Concordo, era retirar todos os caixotes do lixo e ecopontos das ruas e fazer recolha seletiva, isto resulta em outros países, mas aqui na Tugolandia os Tugas iam despejar o lixo no mato, e o mais estranho é que quando imigram respeitão, mas se for por aqui nem querem saber.
Bora lá arranjar mais uma taxinhas para assaltar os cidadãos. Tudo em prol do ambiente claro
Calma que agora há o volta. Pagas 20 recebes 0,10.
Aqui o Joe não recicla nada, vai tudo para o contentor quer seja cartão quer sejam as cascas de banana. Que se f… a reciclagem, os impostos não vão baixar por eu fazer reciclagem logo que se f… a produção da embalagem já para impostos para ser recolhida e reutilizada ou destruida.
Se isto está tão grave o dizem desta notícia
https ://www.publico.pt/2016/12/27/sociedade/noticia/lixo-de-italia-vai-mesmo-para-o-aterro-da-miterna-em-setubal-1756289,
Depois são os Portugueses que têm de mudar de hábitos, o lixo orgânico serve para fazer adudos existe alguma produção disso em Portugal?
O que sobrar pode ser queimado para produzir eletricidade, onde é feito?
Só depois o que sobrar é que devia ir para aterro
Nesse vai parar muita coisa de faculdades e hospitais portugueses
O portuga quer ser tão porco como o americano mas não pode, consumam menos que serão mais felizes.
Não há espaço nenhum?
A sério que não há espaço?
Mentirosos de um raio!
É só ir dar uma volta pelo país para ver quilómetros e mais quilómetros sem alguém realmente a viver nas proximidades de imensas áreas (ninguém quer uma lixeira ao pé da sua casa/ empresa, mas não faltam locais desses, pode é não ser em todo o lado, e terem de levar o lixo para mais longe).
Poderiam começar a separar o lixo comum em instalações mecanizadas e com pessoas a separar manualmente.
Podem promover compostagem, não com campanhas esporádicas mas ir a casa das pessoas e oferecer tudo o que é necessário, e para quem não precisa para a sua própria utilização, ter uma opção gratuita de recolher, e/ ou terem a opção de a pessoa meter esse lixo à parte para compostagem em escala mais industrial.
E obrigar as empresas de reciclagem a reciclar, mesmo quando não está lá o símbolo de que a empresa não pagou a cota, e penalizar com penas de prisão longas quem tentar escapar a fazer tal… que não faltarão artistas para ignorar se não existir o risco de irem mesmo para a prisão.
E o que não pudesse ser reciclado/ reutilizado/ utilizado como composto, poderiam incinerar e enviar esses restos para o aterro, pelo menos diminuíam o volume ocupado.
mandem o lixo para o espaço!
Reciclar por causa do ambiente? Os pequenos têm de reciclar…. Os outros… Gigantes tecnológicas convenceram UE a esconder emissões de centros de dados https ://share.google/g3P7ip9J88nnC2wuQ
Não faço reciclagem , nem educo os mais pequenos a fazer , o dia que a reciclagem entrar no bolso passo a fazer ,uma casa fechada pago por mês em lx 21.67 cêntimos dos quais reciclagem e sólidos de custo zero ,zero M3 , Portugal devia pensar qual a razão para não os Pt não aderirem a esta causa… Impostos roubos e como alguém diz máfia da reciclagem, agora mais um imposto de 0.10 para obrigar a fazer , da minha parte , é só menos um cinema por mês , não faço e lixo comum, não sou empregado da lixeira e estou a pagar e fazer a triagem , tiro posto de trabalho , isto é só vergonhoso, invés de incutir a dar benefícios, não pagam para ser obrigados a receber .
Para terminar , ainda ontem nas compras , falam de reciclagem, sai mais barato comprar um shampoo novo que pago 4.99 400 ml , do que o reciclado de enchimento em promoção 5.32 … Estão a gozar ou não.
Pode ser que os teus pequenos gostem do país que o pai lhes vai deixar… Não faças reciclagem que vais pagar cada vez mais. E é bem feito!
Para quando a queima dos Residios?
O melhor lixo não é aquele que se recicla. É aquele que não se produz. E para esse só há uma solução: não fazer compras, ou fazer as mínimas possíveis.
O problema da reciclagem começa muito antes do lixo chegar ao contentor. Grande parte do impacto está na forma como os produtos são desenhados e embalados: embalagens excessivas, materiais difíceis de separar e produtos cada vez menos reparáveis e com menor durabilidade. É aí que o ciclo de desperdício se inicia.
Isto serve para preparar a malta para aquilo que a UE quer implementar…Penso que até 2030… Pay-As-You-Throw – PAYT, pesquisem e vão ver o que aí vem…
O sistema PAYT
permite que as famílias paguem o serviço de gestão de resíduos em função da quantidade (volume ou peso) de lixo indiferenciado que produzem.
O PAYT deveria estar implementado até 1 de julho de 2026, mas um retrocesso legislativo alargou o prazo até 2030. Para cumprir essa meta, a recolha seletiva de biorresíduos nas habitações tem de ser uma realidade.
Link: https://www.deco.proteste.pt/sustentabilidade/biorresiduos-sistema-payt
Culpa da velhada que anda a deitar ervas e terra para o lixo depois andam a comprar adubo filhos da put@
É capaz de ser esse o probema é…LOLOL
Bem, um gaseificador e um reactor Fischer Tropsch e o lixo vira combustível sintetico